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	<title>Literacia Financeira - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Literacia Financeira - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Criptomoedas: Guia Completo Para Investir e Comprar Hoje</title>
		<link>https://reorganiza.pt/criptomoedas-guia-completo-para-investir-e-comprar-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[As criptomoedas têm vindo a ganhar cada vez mais destaque no mundo financeiro, despertando o interesse de investidores e curiosos. Mas afinal, o que são, como funcionam e será este...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As criptomoedas têm vindo a ganhar cada vez mais destaque no mundo financeiro, despertando o interesse de investidores e curiosos. Mas afinal, o que são, como funcionam e será este o momento certo para investir? Neste guia, explicamos tudo o que precisa de saber para dar os primeiros passos no universo das moedas digitais com confiança.</p>
<h2><strong>Criptomoedas: o que são e como investir</strong></h2>
<h3><strong>O que são criptomoedas?</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Definição de Criptomoedas</strong></li>
</ul>
<p>As criptomoedas, também chamadas de criptoativos ou ativos virtuais, são representações digitais de valor ou direitos que podem ser armazenadas e transferidas eletronicamente. Baseiam-se na tecnologia <em>blockchain</em>, um sistema de registo descentralizado sem entidade central de controlo. Apesar de poderem ser usadas para pagamentos, são sobretudo utilizadas como ativos de investimento devido à sua elevada volatilidade.</p>
<ul>
<li><strong>Como funcionam as transações com Criptomoedas</strong></li>
</ul>
<p>As transações com criptomoedas são realizadas diretamente entre utilizadores, sem necessidade de intermediários. Cada operação é verificada por uma rede de computadores (nós) e registada de forma pública e imutável.</p>
<ul>
<li><strong>Blockchain: a tecnologia por detrás das criptomoedas</strong></li>
</ul>
<p>A blockchain é um registo digital descentralizado que guarda as transações em blocos sequenciais, ligados entre si e protegidos por criptografia. Em termos simples, funciona como um livro de registos público e inalterável: sempre que ocorre uma transação, ela é registada por todos os participantes da rede, o que garante transparência e torna qualquer tentativa de fraude facilmente detectável.</p>
<h2><strong>Tipos de criptomoedas</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Bitcoin e outras moedas virtuais: </strong>existem diferentes tipos de criptomoedas, consoante a sua função e tecnologia. As criptomoedas primárias (ou <em>Layer One</em>), como a Bitcoin ou Ethereum, são moedas nativas de <em>blockchains </em>independentes e servem de base para outras aplicações. Já os <em>tokens</em> funcionam sobre <em>blockchains</em> já existentes e podem ter várias finalidades, como pagamentos, representação de ativos ou direitos de governação em projetos descentralizados. Por fim, as <em>stablecoins</em> foram criadas para reduzir a volatilidade, mantendo o seu valor estável em relação a moedas tradicionais como o dólar, sendo exemplos a Tether (USDT) e a USD Coin (USDC).</li>
<li><strong>Cripto hoje, as principais moedas no mercado: </strong>atualmente, o mercado de criptomoedas é liderado por várias moedas de grande relevância. Entre as principais destacam-se a Bitcoin e o Ethereum, seguidas por projetos como Solana, XRP, BNB, Chainlink, Hyperliquid, entre muitas outras. Cada uma destas criptomoedas tem funções e utilizações próprias, contribuindo para a diversidade e evolução do ecossistema cripto.</li>
<li><strong>Diferença entre criptomoedas e moeda tradicional: </strong>a principal diferença está na descentralização. Enquanto o euro ou o dólar são controlados por entidades financeiras, as criptomoedas operam de forma independente, com regras definidas por código.</li>
</ul>
<h2><strong>Como investir em Criptomoedas?</strong></h2>
<h3><strong>Passos para Iniciantes no mercado cripto</strong></h3>
<p>Investir em criptomoedas exige planeamento e gestão de risco. Antes de começar, é importante definir objetivos claros e perceber o nível de risco que está disposto a assumir, evitando comprometer a sua estabilidade financeira.</p>
<ol>
<li>Defina o seu objetivo e perfil de risco, perceba porque quer investir e nunca aplique mais do que pode perder.</li>
<li>Escolha plataformas ou corretoras confiáveis e, preferencialmente, reguladas, com histórico sólido.</li>
<li>Ative sempre a autenticação de dois fatores (2FA) para aumentar a segurança da sua conta.</li>
<li>Utilize carteiras digitais seguras e evite manter grandes quantias nas plataformas.</li>
<li>Invista apenas uma pequena parte do seu portfólio em cripto, mantendo o restante em ativos mais estáveis.</li>
<li>Diversifique os investimentos com outras classes de ativos, como ações, obrigações ou fundos.</li>
<li>Faça pequenas transações de teste antes de movimentar montantes mais elevados.</li>
</ol>
<p>Informe-se sobre as obrigações fiscais associadas aos criptoativos em Portugal.</p>
<h3><strong>Onde comprar criptomoedas (Exchanges e Plataformas)</strong></h3>
<p>As criptomoedas podem ser compradas em <em>exchanges</em>, ou seja, plataformas online onde é possível comprar, vender e trocar ativos digitais. Algumas das mais populares, como a Revolut, Binance, Kraken e Coinbase, oferecem interfaces simples e diferentes níveis de segurança, tornando o processo mais acessível para utilizadores iniciantes.</p>
<h3><strong>Estratégias para investir em Bitcoins e outras moedas</strong></h3>
<p>Mesmo para investidores mais arrojados, é importante manter uma carteira equilibrada, combinando criptomoedas com ativos de menor risco para reduzir o impacto de possíveis perdas.</p>
<p>A diversificação é essencial, evitando concentrar todo o capital em criptoativos. Plataformas como a Revolut ou a XTB ajudam a gerir diferentes tipos de investimento.</p>
<p>Estas soluções podem também trazer maior segurança e facilitar o cumprimento das obrigações fiscais.</p>
<h2><strong>Cripto Market: entenda o mercado de criptomoedas</strong></h2>
<h3><strong>Como funciona o mercado de criptoativos</strong></h3>
<p>O mercado de criptoativos é digital e descentralizado, não dependendo de bancos centrais ou intermediários. As transações são feitas entre utilizadores e registadas na blockchain. O preço das criptomoedas varia com base na oferta e na procura, sendo influenciado por fatores como notícias, a entrada de empresas e utilizadores que começam a usar ou aceitar criptomoedas, e o sentimento do mercado. Trata-se de um mercado que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, com elevada volatilidade e variações de preço constantes.</p>
<h3><strong>Volatilidade e riscos do mercado de criptomoedas</strong></h3>
<p>As criptomoedas são conhecidas pela sua elevada volatilidade. Isto pode gerar grandes lucros, mas também perdas significativas. É essencial investir apenas valores que esteja disposto a perder.</p>
<h3><strong>Ferramentas para analisar o mercado hoje</strong></h3>
<p>Para analisar o mercado de criptomoedas, os investidores recorrem a gráficos de análise técnica, indicadores como o RSI (<em>Relative Strength Index</em> ou Índice de Força Relativa) e as médias móveis, plataformas de acompanhamento de preços em tempo real e também às notícias e tendências do setor.</p>
<h2><strong>Como funciona a mineração de criptomoedas?</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a mineração: </strong>a mineração de Bitcoin é o processo que mantém e protege a rede, permitindo criar novos bitcoins e validar transações. Para isso, mineradores utilizam computadores especializados que resolvem problemas matemáticos complexos, garantindo a segurança e o funcionamento descentralizado do sistema.</li>
<li><strong>Equipamentos necessários para minerar criptomoedas: </strong>no início, era possível minerar Bitcoin com um computador comum em casa. No entanto, com o aumento da popularidade e da dificuldade da rede, passaram a ser necessários equipamentos muito mais potentes e especializados, bem como um elevado consumo de energia. Atualmente, a mineração de Bitcoin é feita sobretudo por empresas com grandes centros de dados. Ainda assim, existem algumas opções para quem quer começar, como utilizar placas gráficas potentes, equipamentos específicos (ASICs) ou integrar <em>pools</em> de mineração para partilhar recursos e aumentar as probabilidades de recompensa.</li>
<li><strong>Mineração e sustentabilidade:</strong> a mineração de criptomoedas implica, geralmente, um elevado consumo de energia devido à complexidade dos cálculos necessários. Para reduzir o impacto ambiental associado, têm surgido alternativas mais eficientes, como o modelo <a href="https://coinext.com.br/blog/proof-of-stake"><em>Proof of Stake</em></a>, que consome significativamente menos energia do que os sistemas tradicionais.</li>
</ul>
<h2><strong>Em resumo</strong></h2>
<p>As criptomoedas representam uma evolução significativa no sistema financeiro global . Compreender o seu funcionamento, conhecer os riscos e escolher as estratégias certas são passos fundamentais para investir com sucesso. Apesar da volatilidade, este é um mercado em crescimento que pode oferecer oportunidades interessantes para investidores informados.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>É seguro investir em criptomoedas?<br />
</strong>Investir em criptomoedas pode ser seguro se forem utilizadas plataformas confiáveis e boas práticas de segurança. No entanto, o risco nunca é eliminado.</li>
<li><strong>Qual é a melhor moeda para iniciantes?<br />
</strong>O Bitcoin e o Ethereum são geralmente recomendados para iniciantes devido à sua estabilidade relativa e adoção generalizada.</li>
<li><strong>Como escolher a plataforma certa para compra?<br />
</strong>Deve considerar fatores como segurança, taxas, facilidade de utilização, reputação e suporte ao cliente antes de escolher uma plataforma.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depósitos à Ordem e a Prazo: qual a melhor opção para si?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/depositos-a-ordem-e-a-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos à Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos a Prazo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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		<p>Nem todo o dinheiro que tem no banco serve o mesmo objetivo. Uma parte deve estar sempre disponível para despesas do dia a dia ou imprevistos. Outra pode ser aplicada durante algum tempo para tentar obter alguma rentabilidade.</p>
<p>É aqui que entram os <strong>depósitos à ordem</strong> e os <strong>depósitos a prazo</strong>. Ambos são produtos bancários simples, mas têm funções diferentes. Perceber essa diferença ajuda a escolher melhor onde colocar o seu dinheiro.</p>
<h2><strong>O que são depósitos à ordem?</strong></h2>
<p>Um depósito à ordem é o dinheiro que tem disponível numa conta bancária e que pode movimentar a qualquer momento. É este tipo de conta que normalmente usa para receber o salário, fazer pagamentos, transferências, débitos diretos ou levantamentos.</p>
<p>A grande vantagem é a liquidez: o dinheiro está sempre acessível. Por outro lado, a rentabilidade tende a ser muito reduzida ou inexistente. Por isso, uma conta à ordem é útil para gerir o dia a dia, mas não costuma ser a melhor opção para fazer crescer as poupanças.</p>
<h2><strong>O que são depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>Um depósito a prazo permite aplicar dinheiro durante um período definido, em troca de uma taxa de juro acordada com o banco. Durante esse prazo, o capital fica normalmente menos disponível e, se levantar o dinheiro antes do vencimento, pode perder parte ou a totalidade dos juros.</p>
<p>Este tipo de produto é indicado para quem tem uma poupança que não precisa de usar de imediato e quer obter algum rendimento com baixo risco.</p>
<h2><strong>Qual é a diferença entre depósitos à ordem e depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>A diferença principal está entre <strong>flexibilidade e rentabilidade</strong>.</p>
<p>Nos depósitos à ordem, o dinheiro está sempre disponível, mas quase não rende. Nos depósitos a prazo, o dinheiro fica aplicado por um período definido, mas pode gerar juros.</p>
<p>Por isso, a escolha depende do objetivo. Para despesas correntes e fundo de emergência, faz sentido manter dinheiro à ordem. Para poupanças que não vai precisar no curto prazo, pode compensar analisar depósitos a prazo.</p>
<h2><strong>Como funcionam os juros dos depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>Os juros são a remuneração paga pelo banco pelo dinheiro aplicado. O valor depende da taxa de juro, do montante depositado e do prazo escolhido.</p>
<p>Antes de contratar, deve confirmar se a taxa é anual, quando os juros são pagos e se existe penalização em caso de mobilização antecipada. Também é importante comparar a rentabilidade líquida, depois de impostos.</p>
<h2><strong>Os depósitos bancários são seguros?</strong></h2>
<p>Os depósitos bancários são considerados produtos de baixo risco. Em Portugal, estão protegidos pelo <a href="https://www.fgd.pt/"><strong>Fundo de Garantia de Depósitos</strong></a>, até <strong>100.000€ por pessoa e por instituição</strong>.</p>
<p>Isto não significa que todos os depósitos sejam igualmente interessantes. A segurança é uma vantagem, mas a rentabilidade pode ser baixa, sobretudo quando comparada com a inflação.</p>
<h2><strong>Como escolher a melhor opção?</strong></h2>
<p>Antes de decidir entre um depósito à ordem e um depósito a prazo, pense no objetivo desse dinheiro.</p>
<p>Se pode precisar dele a qualquer momento, a prioridade deve ser a disponibilidade. Se já tem uma reserva para imprevistos e quer rentabilizar uma parte das poupanças, pode fazer sentido comparar depósitos a prazo.</p>
<p>Na escolha, analise a taxa, o prazo, as condições de mobilização antecipada e os custos associados à conta.</p>
<h2><strong>Em resumo</strong></h2>
<p>Os depósitos à ordem e os depósitos a prazo cumprem funções diferentes. Um dá acesso imediato ao dinheiro. O outro pode ajudar a rentabilizar poupanças com baixo risco.</p>
<p>A melhor opção não é igual para todos. Depende da sua necessidade de liquidez, dos seus objetivos financeiros e do prazo durante o qual pode manter o dinheiro aplicado.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Qual é a diferença entre depósitos à ordem e a prazo?<br />
</strong>Os depósitos à ordem permitem movimentar o dinheiro a qualquer momento. Os depósitos a prazo implicam aplicar o dinheiro durante um período definido, podendo gerar juros.</li>
<li><strong>Os depósitos a prazo são seguros?<br />
</strong>Sim. Estão protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100.000€ por pessoa e por instituição.</li>
<li><strong>Posso levantar um depósito a prazo antes do fim?<br />
</strong>Em muitos casos, sim, mas pode perder parte ou a totalidade dos juros.</li>
<li><strong>Os depósitos a prazo são um bom investimento?<br />
</strong>São uma opção segura para preservar capital, mas têm rentabilidade limitada.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Certidão de Não Dívida à Segurança Social: Como Obter e Regularizar a Sua Situação</title>
		<link>https://reorganiza.pt/certidao-de-nao-divida-a-seguranca-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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		<p>A certidão de não dívida à Segurança Social é um documento essencial para particulares e empresas em Portugal que necessitam de comprovar que estão em dia com as suas obrigações contributivas.</p>
<p>Este certificado é frequentemente exigido em processos como obtenção de crédito, participação em concursos públicos ou mesmo em operações imobiliárias. Neste artigo, explicamos o que é a certidão, como obtê-la e o que fazer caso existam dívidas pendentes.</p>
<h2><strong>O que é a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social ou Declaração de Situação Contributiva é um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte, seja pessoa singular ou coletiva, não tem quaisquer dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social é necessária em quais situações?</strong></h2>
<p>A sua importância é significativa, uma vez que serve como prova de regularidade contributiva, sendo muitas vezes solicitada em situações como:</p>
<ul>
<li>Participação em concursos públicos;</li>
<li>Candidaturas a apoios, incentivos ou fundos comunitários;</li>
<li>Celebração de contratos com o Estado ou entidades públicas;</li>
<li>Pedidos de financiamento bancário ou leasing;</li>
<li>Processos de licenciamento, subsídios ou apoios sociais;</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<h2><strong>Como obter a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social pode ser solicitada por três vias: online, por correio ou presencialmente.</p>
<h3><strong>1.       </strong><strong>Online (Segurança Social Direta)</strong></h3>
<p>O método mais rápido é através da Segurança Social Direta. Siga estes passos:</p>
<ol>
<li><strong>Aceda à plataforma e autentique-se</strong> utilizando um dos seguintes métodos:
<ul>
<li>Cartão de Cidadão;</li>
<li>Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe;</li>
<li>Chave Móvel Digital.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Navegue pelas opções:</strong> Conta-corrente &gt; Situação Contributiva &gt; Obter declaração de situação contributiva.</li>
<li>Pode consultar pedidos anteriores e imprimir a declaração diretamente na plataforma.</li>
<li>Após concluir o pedido, receberá um email de notificação. Em muitos casos, a declaração é disponibilizada imediatamente.</li>
</ol>
<h3><strong>2. Por correio</strong></h3>
<ol>
<li>Preencha o formulário Pedido de Declaração (RC3042).</li>
<li>Envie-o para o Centro Distrital correspondente à sua morada de residência (para pessoas singulares) ou à sede da sua entidade empregadora (para empresas).</li>
<li>A declaração é emitida no prazo de 10 dias úteis após a receção do pedido completo.</li>
</ol>
<h3><strong>3. Presencialmente</strong></h3>
<ol>
<li>Dirija-se aos serviços de atendimento da Segurança Social e solicite a declaração diretamente.</li>
<li>A emissão segue o mesmo prazo de 10 dias úteis, quando aplicável.</li>
</ol>
<p>A declaração é gratuita e, se solicitada pelo Ministério Público ou em contexto judicial, também será emitida no prazo legal.</p>
<h2><strong>Como resolver dívidas à Segurança Social para obter a Certidão de Não Dívida?</strong></h2>
<p>Para regularizar a situação e conseguir a certidão, siga estas orientações:</p>
<ol>
<li><strong>Consultar o detalhe das dívidas:</strong> através da Segurança Social Direta, identifique os valores em atraso.</li>
<li><strong>Efetuar o pagamento:</strong> pode liquidar o montante total ou optar por parcelamento da dívida, se a situação financeira não permitir pagamento imediato.</li>
<li><strong>Confirmar a regularização:</strong> após a quitação ou acordo de pagamento aprovado, a plataforma atualiza automaticamente a situação.</li>
<li><strong>Solicitar a certidão novamente:</strong> com as pendências resolvidas, pode agora emitir a certidão de não dívida sem problemas.</li>
</ol>
<p>Regularizar as dívidas é fundamental para evitar juros, coimas ou outras sanções legais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social e o seu prazo de validade</strong></h2>
<p>A declaração de situação contributiva, equivalente à certidão de não dívida à Segurança Social, é <strong>emitida até 10 dias úteis</strong> após a submissão do pedido completo ou após notificação judicial, quando solicitada pelo Ministério Público.</p>
<p>Quanto à validade, a declaração é <strong>válida por 4 meses</strong> a contar da data de emissão. Após este período, é necessário solicitar uma nova declaração se pretender utilizá-la em processos oficiais, como concursos públicos, pedidos de financiamento ou celebração de contratos com entidades públicas.</p>
<h2><strong>O que acontece se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas?</strong></h2>
<p>Se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas, pode ocorrer a penhora judicial dos bens do devedor, que acontece 30 dias depois da notificação da dívida. Neste caso, é possível pedir um plano prestacional até à publicação do anúncio de venda dos bens.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>É um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte não tem dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</li>
<li><strong>Como posso obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Pode obter a certidão através da Segurança Social Direta. Após consultar a sua situação fiscal e verificar que não há pendências, pode solicitar a certidão diretamente na plataforma online.</li>
<li><strong>O que fazer se não conseguir obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Se não conseguir a certidão, é necessário regularizar as dívidas ou pendências fiscais junto à Segurança Social. Após a regularização, poderá obter a certidão sem problemas.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amortização Crédito Habitação: Poupe e Reduza Juros</title>
		<link>https://reorganiza.pt/amortizacao-do-credito-habitacao-como-poupar-e-reduzir-juros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:59:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Abono de família]]></category>
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					<description><![CDATA[A amortização do crédito habitação é uma das formas mais eficazes de reduzir o valor total de juros pagos ao banco e, em muitos casos, diminuir a prestação mensal ou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A amortização do crédito habitação é uma das formas mais eficazes de reduzir o valor total de juros pagos ao banco e, em muitos casos, diminuir a prestação mensal ou o prazo do empréstimo. Com o aumento das taxas de juro, cada vez mais famílias ponderam amortizar antecipadamente o crédito habitação para aliviar o orçamento mensal e ganhar estabilidade financeira. Neste artigo explicamos o que é a amortização, quais os tipos existentes, os custos envolvidos, como calcular as poupanças e se compensa mais amortizar ou investir.</p>
<h2><strong>O que é a amortização do crédito habitação?</strong></h2>
<p>A amortização do crédito habitação corresponde ao pagamento antecipado de parte ou da totalidade do capital em dívida ao banco, reduzindo o montante do empréstimo antes do fim do prazo contratual.</p>
<h3><strong>Como funciona a amortização parcial e total?</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Amortização parcial:</strong> consiste em pagar uma parte do capital em dívida. Pode resultar numa redução da prestação mensal ou numa diminuição do prazo do empréstimo.</li>
<li><strong>Amortização total:</strong> implica liquidar a totalidade do crédito habitação, extinguindo o contrato com o banco.</li>
</ul>
<h3><strong>Vantagens de abater o crédito antecipadamente</strong></h3>
<p>Ao amortizar o crédito habitação, está a reduzir o capital em dívida, o que leva a uma diminuição dos juros a pagar e, na maioria dos casos, a uma prestação mensal mais baixa.</p>
<p>Nos primeiros anos do empréstimo, os juros têm um peso maior na prestação, pelo que a amortização antecipada é especialmente vantajosa nesta fase. Num contexto de subida da Euribor, esta redução pode representar um alívio significativo no orçamento mensal.</p>
<p>Além disso, ao diminuir o capital em dívida, poderá também <strong>reduzir o valor do seguro de vida associado ao crédito</strong>. Uma prestação mais baixa contribui ainda para uma <strong>menor taxa de esforço</strong>, libertando margem financeira para reforçar a poupança ou criar um fundo de emergência.</p>
<h2><strong>Tipos de amortização do crédito habitação</strong></h2>
<h3><strong>O que é a amortização antecipada?</strong></h3>
<p>A amortização antecipada consiste no pagamento do crédito habitação antes da data inicialmente prevista, podendo corresponder a uma parte do capital em dívida (reembolso parcial) ou à totalidade do capital em dívida (reembolso total).</p>
<h3><strong>Taxas aplicadas e custos a considerar</strong></h3>
<p>No reembolso antecipado do crédito habitação, a comissão de amortização depende do tipo de taxa de juro contratada. Por lei, a comissão máxima a cobrar é:</p>
<ul>
<li>0,5% do capital reembolsado em contratos com taxa de juro variável</li>
<li>2% do capital reembolsado em contratos com taxa de juro fixa</li>
</ul>
<p>Estes valores correspondem aos limites legais, podendo o banco aplicar uma comissão inferior. Além disso, não pode ser cobrada comissão de amortização quando o reembolso antecipado resulta de morte, desemprego ou deslocação profissional dos titulares do crédito.</p>
<h2><strong>Como amortizar o crédito habitação: passo a passo</strong></h2>
<p>Amortizar o crédito habitação é um processo simples, mas deve ser bem planeado.</p>
<h3><strong>Use simuladores de amortização do crédito habitação</strong></h3>
<p>Os simuladores permitem perceber:</p>
<ul>
<li>Quanto vai poupar em juros</li>
<li>Qual o novo valor da prestação</li>
<li>Quantos anos pode reduzir ao empréstimo</li>
</ul>
<h3><strong>Amortizar ou investir: qual a melhor opção?</strong></h3>
<p>Não existe uma resposta fechada em relação a este tema. Amortizar o crédito habitação ou, em alternativa, realizar outros investimentos depende do perfil financeiro e das necessidades de cada família:</p>
<ul>
<li><strong>Perfil financeiro: </strong>perfis mais conservadores beneficiam mais de amortizar e reduzir juros; por outro lado, quem tolera risco pode investir parte das poupanças.</li>
<li><strong>Situação financeira:</strong> se o rendimento mensal é apertado, amortizar reduz a prestação e liberta liquidez.</li>
<li><strong>Endividamento:</strong> quanto maior a dívida, mais vantajoso é amortizar para diminuir juros pagos.</li>
</ul>
<h3><strong>Qual o melhor momento para amortizar?</strong></h3>
<p>Se decidires amortizar o crédito habitação, o melhor é fazê-lo no início do empréstimo. No sistema francês usado em Portugal, os primeiros anos concentram mais juros e, nos últimos, mais capital. Assim, amortizar cedo permite pagar menos juros ao banco.</p>
<h2><strong>Calcular a amortização: ferramentas e simuladores</strong></h2>
<p>Antes de avançar, é essencial fazer contas.</p>
<h3><strong>Como usar simuladores de amortização antecipada</strong></h3>
<p>Basta inserir:</p>
<ul>
<li>Capital em dívida</li>
<li>Prestação em falta (meses)</li>
<li>Taxa de juro TAN (%)</li>
<li>Tipo de Taxa (variável, fixa ou mista)</li>
<li>Valor a amortizar</li>
</ul>
<p>O simulador mostra de imediato as poupanças estimadas.</p>
<h3><strong>Exemplo prático: como calcular as poupanças</strong></h3>
<p>Num crédito habitação de 200.000 € a 30 anos, com um TAN de 3,5%, a prestação mensal seria de 898,08 €. Se decidir amortizar 10.000 €:</p>
<ul>
<li>A prestação mensal desce quase 45 € por mês</li>
<li>E a poupança será mais de 6.000 € em juros</li>
</ul>
<p>Este exemplo mostra como a amortização antecipada pode reduzir o custo total do crédito e aliviar o orçamento mensal, especialmente quando feita nos primeiros anos do empréstimo.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a amortização antecipada do crédito habitação?<br />
</strong>É a redução parcial ou total do montante em dívida antes do prazo.</li>
<li><strong>Quanto custa amortizar o crédito habitação?<br />
</strong>Pode ter uma comissão de 0,5% (taxa variável) ou 2% (taxa fixa).</li>
<li><strong>Vale a pena amortizar ou investir?<br />
</strong>Depende do perfil financeiro e das necessidades de cada família.</li>
<li><strong>Como calcular a poupança com a amortização?<br />
</strong>Utilize simuladores para calcular os juros poupados e o impacto no prazo.</li>
<li><strong>Posso amortizar o crédito em qualquer altura?<br />
</strong>Sim, mas deverá comunicar ao banco com antecedência.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Mesada dos Filhos: como calcular e organizar a mesada</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mesada-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são também muito interessantes. Neste artigo iremos alertar para as potencialidades, perigos e alternativas à mesada dos filhos.</p>
<h2>O que é a mesada dos filhos e por que é importante?</h2>
<p>A mesada é uma ótima ferramenta para introduzir as crianças nas decisões/opções de consumo. Possibilita-lhes gerir o seu dinheiro, com autonomia e (alguma) independência. Permite que decidam o que consumir e quando consumir (por exemplo, pode ser uma ótima oportunidade para <a href="https://reorganiza.pt/4-dicas-para-ensinar-o-seu-filho-a-poupar/">incentivar o seu filho a poupar dinheiro</a>). Assim, a mesada ou semanada assume-se como um instrumento ao dispor dos pais para melhorar a educação financeira dos seus filhos.</p>
<h2>Para que não serve a mesada?</h2>
<p>Sendo uma boa ferramenta de educação financeira, a mesada não deve ser utilizada com um propósito distinto. Por exemplo, não devemos utilizar a mesada como uma arma de arremesso/chantagem. Adicionalmente, <strong>não devemos utilizar a mesada para remunerar algum trabalho que é obrigação de cada um</strong> dos membros da família. Ou seja, não faz muito sentido que se utilize a mesada para remunerar os filhos por porem a mesa ou arrumarem o quarto. Também não faz muito sentido fazer depender o valor da mesada das notas que os filhos têm na escola.</p>
<h2>A mesada dos filhos não é um salário!</h2>
<p>Utilize a mesada para permitir ao seu Filho viver o dia-a-dia com restrição mas de forma despreocupada, atribuindo ao dinheiro a importância e o valor que tem de facto, sempre consciente que o dinheiro atribui alguma liberdade a quem dele dispõe. Logo, ao conferir uma mesada pode estar a conferir alguma liberdade ao seu Filho. E a liberdade vem SEMPRE de mãos dadas com a responsabilidade.</p>
<h2>A Mesada não é um direito</h2>
<p>Os filhos podem ser cruéis e podem tentar pressionar os seus pais a dar-lhes uma mesada. É natural que o façam. No entanto, é também necessário que todos saibam que a mesada não é um direito dos filhos. São os pais que têm a opção de dar dinheiro aos seus filhos. <a href="https://reorganiza.pt/o-que-leva-as-criancas-a-querer-comprar-tudo/">Nunca leve o seu filho a pensar que tem direito ao dinheiro,</a> simplesmente porque existe. O dinheiro custa a ganhar e os pedidos de consumo que as crianças fazem podem sair caros… e levar a grandes sacrifícios para os seus pais os poderem suportar (pelo menos aqueles que cedem às chantagens dos seus filhos).</p>
<h2>E se não quiser dar mesada?</h2>
<p>Como todas as posturas pedagógicas, os pais têm total liberdade para definir os valores e o caminho para os reforçar. Deste modo, <strong>pode acontecer que a sua forma de ver a vida e a educação financeira não passe por atribuir uma mesada</strong>. Assim sendo, tenha em atenção que poderá fazer sentido ir dando algumas dotações à medida das necessidades e pedidos do seu Filho. Estes pedidos deverão ser justificados e vividos com naturalidade. Aproveite estes momentos para falar sobre a importância do dinheiro, do trabalho… como momentos de partilha e de educação. Nunca se esqueça que as <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/como-poupar-dinheiro/">estratégias para poupar dinheiro</a> devem ser apreendidas desde pequenos.</p>
<h2>Regras para se optar por dar mesada</h2>
<ol>
<li>A mesada pode ser um ótimo instrumento de educação financeira, desde que respeite algumas regras simples:</li>
<li>Ser um valor escasso, que obrigue a criança a tomar opções;</li>
<li>Ser um valor fixo e que não seja complementado por pedidos adicionais quando o valor inicial for gasto;</li>
<li>Não ser considerado um direito;</li>
<li>Considerar a obrigatoriedade de poupar parte desse valor.</li>
</ol>
<p>Como pais não nos devemos sentir obrigados a dar uma mesada. Podemos antes usar a mesada para educar os nossos filhos, para os ajudar a perceber para que serve o dinheiro e o que custa conquistar. Mas devemos resistir à tentação de ceder a todas as exigências dos nossos filhos mesmo que possamos dar mais. Nunca esquecer que o critério deve ser “qual o bem” e nunca “qual o mal”, porque educamos os miúdos para o bem. Para serem melhores. E temos essa obrigação grave que não devemos repudiar. Porque os educadores somos nós! Se quiser aprofundar o tema da educação financeira, sugerimos que descarregue gratuitamente o livro <a href="https://reorganiza.pt/livros/como-ensinar-o-meu-filho-a-poupar/">Como Ensinar o Meu Filho a Poupar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seguro de Saúde: Como Escolher o Melhor para Si e a Sua Família</title>
		<link>https://reorganiza.pt/melhor-seguro-saude/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/melhor-seguro-saude/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[form_ss]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor seguro de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Seguro de SaúdeAcesso rápido e cómodo aos melhores cuidados médicos do mercado. Garanta um acesso rápido e cómodo aos cuidados médicos mais básicos, ou complexos. Pedir Simulação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
		<div id="fws_6a3f0a14f0610"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
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		<p>Está à procura de um seguro de saúde e não sabe como escolher? Tem um seguro de saúde e não sabe se é o melhor para si? Neste artigo deixamos-lhe as principais dicas para que escolha o melhor seguro, aquele adaptado às suas necessidades e ao seu bolso.</p>
<h2>Como escolher o melhor seguro de saúde?</h2>
<p>A escolha do seu seguro de saúde deve ser feita tendo em conta:</p>
<ol>
<li>Quais as necessidades que quer ver cobertas e quais aquelas que não valoriza muito;</li>
<li>Quais os prestadores que costuma utilizar e os acordos de que dispõem;</li>
<li>Qual o valor de que dispõe mensalmente para pagar.</li>
</ol>
<p>Estas 3 questões são-lhe colocadas pelos nossos consultores de seguros para perceber qual o produto que melhor se adequa as suas necessidades. Costumamos <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-seguro-de-saude/">apresentar um conjunto de alternativas com várias coberturas e preços</a> para que veja os prós e os contras de cada uma. Nada impede que comece por um seguro mais simples e que evolua com o tempo, depois de ter uma noção dos tratamentos e exames que mais utiliza.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Quando falamos do preço do seguro de saúde, é importante que conte com um consultor de seguros que conhece a oferta do mercado e as campanhas em vigor. Por exemplo, existem seguradoras que proporcionam descontos de venda cruzada que acabam por embaratecer bastante o seu seguro.</p>
<h2>Mas qual o melhor seguro de saúde?</h2>
<p>Não existe o melhor seguro de saúde. Existe um seguro mais adequado ao seu caso concreto. Para o descobrir, sugerimos que deixe o seu contacto para que consigamos ajudar a decidir.</p>
<h2>Perceba as diferenças para o plano de saúde</h2>
<p>Antes de avançarmos é fundamental que se distingam os seguros de saúde de planos de saúde. Fazemos esta distinção à partida porque muitas vezes somos contactados por pessoas que querem um seguro de saúde mas acabam por ser impactados por campanhas que disfarçam seguros de planos de saúde. Cuidado. A finalidade poderá ser a mesma, mas <strong>existem muitas diferenças</strong>.</p>
<p>Na prática, <strong>um plano de saúde mais não é do que um cartão de descontos</strong>. Ou seja, ao contratar um plano de saúde o que está a fazer é a pagar um valor mensal para ter acesso aos preços convencionados das seguradoras. Tal não significa que estes sejam maus produtos, pois para muitas pessoas podem ser mesmo os mais adequados. No entanto, são produtos diferentes dos seguros de saúde. Já verá os motivos já de seguida.</p>
<h2>O que é um seguro de saúde?</h2>
<p>Se o seguro de saúde é diferente de um plano de saúde, o que é ao certo? Na prática, os seguros de saúde são contratos em que a pessoa segura garante um conjunto de coberturas mais ou menos extensas, em troca do pagamento de um prémio de seguro. Mais do que um plano, através destes produtos a companhia de seguros garante o <strong>pagamento das despesas que a pessoa segura tem com cuidados médicos</strong>. Claro que a percentagem e o tipo de despesas são definidas no contrato.</p>
<h2>Quais as principais coberturas dos seguros de saúde?</h2>
<p>Os seguros de saúde têm um conjunto de coberturas que podem ser mais ou menos extensas, sempre tendo em mente que quanto maior as coberturas maior o preço a pagar. Assim, as principais coberturas são duas:</p>
<ol>
<li><strong>Hospitalização</strong>, sendo cobertas todas as despesas com honorários da equipa médica, internamentos, cirurgias, diária da pessoa segura, exames auxiliares de diagnóstico, entre muitos outros;</li>
<li><strong>Ambulatório</strong>, que consiste no pagamento de despesas como sendo os honorários médicos de consultas, análises clínicas, exames auxiliares de diagnóstico ou algumas cirurgias em ambulatório;</li>
</ol>
<p>Nestas duas, as <strong>despesas em ambulatório são aquelas que representam um maior encargo</strong> para as companhias de seguros, uma vez que embora tendo valores mais baixos são usados com maior frequência. Logo, deverá procurar que esta cobertura esteja adequada as suas necessidades, pois caso contrário irá aumentar desnecessariamente o prémio que paga.</p>
<h2>Que outras coberturas podem ser contratadas no seguro de saúde?</h2>
<p>Para além destas duas principais coberturas, pode contratar bastantes outras, dependendo da seguradora e do produto específico, sendo de destacar:</p>
<ul>
<li>Estomatologia, sendo pagas as despesas com internamentos, consultas ou tratamentos, nomeadamente intervenções cirúrgicas, honorários da equipa, exames auxiliares de diagnóstico, limpezas dentários, próteses e outros.</li>
<li>Próteses e ortóteses, desde que prescritas por médico, serão as aquisições de aros e lentes, lentes de contacto, próteses ou ortóteses auditivas, oftalmológicas e ortopédicas, aluguer ou compra de cadeiras de rodas, camas articuladas, etc.</li>
<li>Compra de medicamentos;</li>
<li>Doenças graves, uma cobertura cada vez mais procurada, que consiste em tratamentos oncológicos, neurocirurgias, doenças coronárias, transplante de órgãos ou de medula óssea ou mesmo substituição de válvulas de coração.</li>
</ul>
<p>Como no caso do ambulatório, várias destas coberturas são de consumo mais regular ou frequente, como sejam a estomatologia ou a compra de óculos, por exemplo. De notar, ainda, que o preço a pagar por algumas destas coberturas acaba por ser praticamente equivalente ao valor comparticipado, pelo que a sua vantagem acaba por ser mais reduzida.</p>
<h2>O que são as franquias do seguro?</h2>
<p>A franquia do seguro, como no caso do <a href="https://reorganiza.pt/seguro-automovel-mais-barato-cuidado-pode-ficar-lhe-caro/" rel="noopener">seguro auto</a>, é a <strong>parte do custo que é suportada pela pessoa segura</strong>. Na prática, é um pagamento que visa partilhar o risco do sinistro e reduzir assim a sua utilização. Por exemplo, nas consultas médicas, é comum existir uma franquia de 15€, que se assemelha à taxa moderadora do Serviço Nacional de Saúde. Se a consulta custar 40€, a pessoa segura pagará 15€ e a companhia pagará os restantes 25€.</p>
<h2>O que são os períodos de carência?</h2>
<p>O período de carência é um período durante o qual a <strong>companhia de seguros não garante qualquer pagamento dos tratamentos e dos exames</strong>, a não ser em situações de emergência. Existem períodos de carência para evitar que as pessoas contratem os seguros apenas para que a companhia de seguros pague uma despesa avultada de um tratamento que se espera vir a fazer. Por exemplo, no caso do parto, o período de carência costuma ser de 1 ano. De notar, no entanto, que a pessoa segura mantém o acesso aos preços convencionados, o que não deixa de ser bastante benéfico.</p>
<h2>Posso deduzir o valor pago no seguro de saúde no IRS?</h2>
<p>O custo do prémio do seguro de saúde pode ser deduzido em 15% no seu IRS; com um máximo de 1.000€. Não se preocupe que a companhia de seguros envia todos os anos uma declaração com os valores pagos, que poderá deduzir no anexo H (de notar que, maioria das vezes, o valor está já pré-preenchido). De notar que existem outras <a href="https://reorganiza.pt/seguros-de-saude-vantagens-desvantagens/">vantagens ao contratar um seguro de saúde</a>.</p>
<h2>O que são as exclusões e as doenças pré-existentes?</h2>
<p>Antes de contratar um seguro de saúde tem de preencher um questionário médico. Neste questionário a companhia de seguros procura perceber que doenças já existem e qual o seu estado de saúde, de modo a determinar se algumas patologias e tratamentos ficam excluídos ou se haverá lugar a um agravamento do prémio. De notar que de pouco vale ocultar informações, pois na generalidade dos casos a companhia de seguros irá negar-se a comparticipar os tratamentos de situações pré-existentes.</p>
<h2>Quais as principais seguradoras dos seguros de saúde?</h2>
<p>Existem diversas companhias de seguros que oferecem seguros de saúde, sendo que na Reorganiza valorizamos bastante os seguros da Tranquilidade, Zurich, Victoria Seguros e <a href="https://reorganiza.pt/real-vida-seguros-quem-e-a-real-vida/">Real Vida Seguros</a>. No entanto, estas companhias acabam por utilizar uma de poucas redes prestadoras. Assim, ao contratar o seguro de saúde irá ser abrangido por uma das seguintes:</p>
<ol>
<li>AdvanceCare;</li>
<li>Multicare;</li>
<li>FutureHealthcare;</li>
<li>Médis.</li>
</ol>
<h2>Qual a melhor prestadora de cuidados de saúde?</h2>
<p>Da nossa experiência, para a generalidade dos casos, as prestadoras acabam por ser muito equivalentes. Dizemos isto porque a grande maioria dos cuidados de saúde acabam por ser feitos nas principais redes hospitalares, como sendo o <a href="https://www.lusiadas.pt/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Lusíadas</a>, O <a href="https://www.luzsaude.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Luz Saúde</a> ou o <a href="https://www.cuf.pt/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Mello/CUF</a>. É claro que existem cuidados prestados por médicos fora destas convenções, pelo que nesses casos terá de contar com o reembolso de parte das despesas.</p>
	</div>
</div>




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		</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como Funciona um Cartão de Crédito: Tudo o Que Precisa Saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Cartões de Crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[O cartão de crédito pode ser uma importante ferramenta para a gestão das suas finanças mensais, se bem utilizado. Contudo, pode trazer graves problemas caso seja mal utilizado. Neste artigo,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cartão de crédito pode ser uma importante ferramenta para a gestão das suas finanças mensais, se bem utilizado. Contudo, pode trazer graves problemas caso seja mal utilizado. Neste artigo, explicamos o que é um cartão de crédito, como funciona, vantagens, desvantagens, perigos. Enfim, tudo o que precisa de saber para escolher e utilizar o melhor cartão de crédito para si.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#ccc1">O que é um cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc2">Diferenças entre cartão de crédito e débito?</a></li>
<li><a href="#ccc3">Como funciona um cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc4">Quais são as modalidades de pagamento?</a></li>
<li><a href="#ccc5">Qual a taxa de juro do cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc6">Quais as vantagens da utilização do cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc7">Quando usar o cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc8">Desvantagens ou Perigos</a></li>
<li><a href="#ccc9">Como escolher o melhor cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc10">Dicas para usar o cartão de crédito de forma segura</a></li>
<li><a href="#ccc11">Não precisamos de mais do que um cartão!</a></li>
<li><a href="#ccc12">Sinais de alerta de má utilização de cartão de crédito</a></li>
<li><a href="#ccc13">Como eliminar uma dívida do cartão de crédito?</a><a id="ccc1"></a></li>
</ul>
<h2>O que é um cartão de crédito e como funciona?</h2>
<p>Um cartão de crédito é um meio de pagamento muito popular em Portugal. De facto, cada vez mais pessoas usam estes cartões sendo que os dados mais recentes apontam para que tenhamos mais do que um cartão de crédito por adulto!</p>
<p>Na prática, o cartão de crédito é um cartão igual ao Cartão Multibanco mas que disponibiliza o acesso a um montante de crédito pré-aprovado pelo seu banco. Ou seja, pode pedir dinheiro emprestado sem ter de prestar contas a ninguém e sem que tenha dinheiro disponível na conta á ordem.<a id="ccc2"></a></p>
<h3>Diferenças entre cartão de crédito e débito?</h3>
<p>Como referido, o cartão de crédito é em tudo idêntico ao cartão de débito. No entanto, destacamos algumas diferenças que&#8230; fazem toda a diferença:</p>
<ul>
<li><strong>Acesso a plafond de crédito</strong> &#8211; Ao usar o cartão de crédito, tem automaticamente acesso a um montante de crédito pré-aprovado, ao passo que no cartão de débito só utiliza o dinheiro que depositou na sua conta;</li>
<li><strong>Acesso a benefícios</strong> &#8211; O cartão de crédito tem associado um conjunto de benefícios que podem fazer toda a diferença, como poderá conhecer mais abaixo.<a id="ccc3"></a></li>
</ul>
<h3>Como funciona um cartão de crédito?</h3>
<p>O funcionamento do cartão de crédito é em tudo semelhante ao cartão de débito. Pode usar o cartão na generalidade dos terminais de pagamento, sendo que alguns apenas aceitam os cartões de débito. Quando faz um pagamento de produtos ou de serviços, o seu fornecedor de cartão de crédito (pode ser um Banco ou uma Instituição Financeira) empresta o dinheiro e lança o valor em dívida na sua conta cartão. Ou seja, vai acumulando um valor em dívida que terá de ser pago de acordo com a modalidade de pagamento.</p>
<p>Para melhor compreendermos, podemos considerar este empréstimo como uma <strong>conta corrente</strong>. Quando pedimos dinheiro emprestado a conta aumenta e quando pagamos a conta diminui. Podemos pagar no final do mês ou quando quisermos, bastando para tal consultarmos as referências para pagamento no <em>Homebanking</em> do nosso fornecedor. Um outro exemplo que pode ajudar é pensar na dívida do cartão de crédito em paralelismo com o descoberto da conta ordenado, se bem que esta última cobra juros desde o primeiro segundo em que temos dívida. Já agora, veja o que é preferível, <a href="https://reorganiza.pt/conta-ordenado-ou-carto-de-credito/">cartão de crédito ou conta ordenado</a>.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se sente que pode ter alguma dificuldade de controlo das suas despesas mensais, opte por fazer liquidações antecipadas do capital em dívida. Deste modo, reduz a probabilidade de vir a ter dificuldades de pagamento no futuro.<a id="ccc4"></a></p>
<h3>Quais são as modalidades de pagamento?</h3>
<p>A modalidade de pagamento é um acordo entre o cliente e o fornecedor do cartão, que determina o prazo de pagamento da dívida. Podemos definir diferentes modalidades, sendo a mais recomendável o pagamento a 100% no final do mês (neste caso, não paga juros e usa o dinheiro gratuitamente até 50 dias). Outras modalidades são associadas ao valor em dívida, existindo um mínimo que varia de cartão para cartão, mas que pode ira até 2%. Neste caso, saiba que irá pagar muito dinheiro em juros e, com grande probabilidade, nunca mais se vai livrar daquela dívida. Fará sentido? E fará sentido ter dinheiro em depósitos a prazo ou outros investimentos quando acumula dívidas de cartão de crédito?<a id="ccc5"></a></p>
<h2>Qual a taxa de juro do cartão de crédito?</h2>
<p>Como referimos atrás, não precisamos de dar satisfações ao banco de como utilizamos o <em>plafond</em> disponível do cartão. Por outro lado, a única garantia que damos ao banco está associada à nossa qualidade de crédito. Ou seja, o risco para o banco é bastante elevado. Logo, a taxa de juro associada é a taxa máxima permitida por lei, a chamada taxa de usura. De notar que a taxa de usura pode variar várias vezes por ano, tanto para cima como para baixo. No entanto, ao contratarmos um cartão de crédito ficamos com a taxa determinada para sempre, salvo alterações negociadas com o banco.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Analise a taxa de juro que está associada ao seu cartão de crédito e compare com as taxas de juro de mercado. Se contratou o cartão há vários anos, é bem provável que a taxa que lhe é cobrada seja desajustada. Isto significa que pode poupar muito dinheiro ao negociar a taxa de juro com o seu banco!<a id="ccc6"></a></p>
<h2>Quais as vantagens da utilização do cartão de crédito?</h2>
<p>Os cartões de crédito cresceram muito em popularidade porque têm um conjunto de vantagens muito relevantes:</p>
<ul>
<li><strong>Facilidade de utilização</strong> – Os cartões das principais redes (<a href="https://www.visa.pt/">Visa</a>, <a href="https://www.mastercard.pt/pt-pt.html">Mastercard</a>) são aceites em Portugal e em todo o mundo, o que facilita bastante a nossa vida;</li>
<li><strong>Flexibilidade de pagamento</strong> – Podemos escolher modalidades de pagamento que se adequem à nossa vida financeira. Em momentos de maior aperto podemos diferir pagamentos (mas pagamos juros), mas devemos ter cuidado;</li>
<li><strong>Possibilidade de ter crédito gratuito</strong> – Pagando o valor em dívida a 100% no dia acordado, podemos usar o dinheiro do banco sem pagar juros. Este prazo pode chegar até 50 dias;</li>
<li><strong>Seguros associados</strong> – A generalidade dos cartões tem um conjunto de seguros associados, que embora desconhecidos ou esquecidos são muito relevantes. Por exemplo, seguros de acidentes, seguros de viagem ou mesmo <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-vida/">seguros de vida</a>.</li>
<li><strong>Programas de Fidelização</strong> – A grande maioria dos cartões tem associados esquemas de fidelização para promover a sua utilização (o banco ganha comissões pelas transações realizadas, pagas pelos vendedores). Assim, programas como milhas em transportadoras aéreas, sistemas de <em>cashback</em>, descontos em diversos comerciantes, entre outros.<a id="ccc7"></a></li>
</ul>
<h2>Quando usar bem o seu cartão?</h2>
<p>A utilização do cartão de crédito não é uma inevitabilidade. Podemos escolher usar ou não usar. No entanto, podemos destacar alguns momentos que podem justificar melhor o recurso a esta facilidade:</p>
<ol>
<li>Despesas planeadas e pagamentos fracionados &#8211; Pode planear algumas despesas mais avultadas e usar o cartão para poder fazer pagamentos fracionados. Neste caso, sugerimos que garanta que o fracionamento não tem qualquer custo ou comissão associada pois, caso contrário, a compra irá ficar bastante mais cara;</li>
<li>Benefícios em compras online &#8211; Podemos ter benefícios por fazer compras online, sendo que maioria das vezes precisamos de ter um cartão de crédito;</li>
<li>Pagamento de Viagens &#8211; O pagamento de viagens com cartão de crédito permite ter acesso a seguros que podem ser muito vantajosos!<a id="ccc8"></a></li>
</ol>
<h2>Desvantagens ou Perigos</h2>
<p>Como em quase tudo na vida, as vantagens podem vir acompanhadas de desvantagens ou de grandes perigos. De facto, a má utilização dos cartões de crédito está associada a situações de grandes dificuldades financeiras por parte dos (incautos) utilizadores. Siga as nossas dicas e tenha cuidado com:</p>
<ol>
<li><strong>Taxa de juro</strong> – Como referido acima, a taxa de juro dos cartões de crédito é a mais alta do mercado. Não é incomum vermos clientes que recorrem aos nossos serviços de <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">consolidação de crédito</a> a ter taxas de juro superiores a 20%. Ou seja, por cada 100€ em dívida pagam mais 20€ de juros por ano, todos os anos. Cautela!</li>
<li><strong>Pagamentos Mínimos</strong> – No momento de pagar, existe uma grande tentação de não fazer o pagamento da totalidade do valor em dívida. Assim, acabamos escolhendo modalidades de pagamento muito baixas, o que perpetua a dívida por muitos anos;</li>
<li><strong>Fraudes</strong> – Existe várias fraudes com cartões, sejam de crédito ou de débito. Apesar de existirem seguros que protegem os clientes, isso obriga a que estes estejam atentos ao extrato do cartão para controlar os movimentos.</li>
<li><strong>Tentação ao consumo</strong> – Um dos grandes perigos do cartão de crédito é que separa o momento do pagamento do momento da compra. Isto significa que temos o prazer da compra mas não sentimos a dor do pagamento. Logo, a tentação a gastar acima das possibilidades é muito grande. Cuidado. A compra fracionada implica, em média, que gastemos pelo menos mais 15% do que gastaríamos se pagássemos a pronto pagamento.</li>
<li><strong>Cash Advance</strong> &#8211; Pode transferir dinheiro da conta do seu cartão para a sua conta à ordem. No entanto, esta &#8220;facilidade&#8221; tem associado um valor de comissões de juros que pode ser proibitivo. Assim, evite ao máximo usar esta ferramenta.<a id="ccc9"></a></li>
</ol>
<h2>Como escolher o melhor cartão de crédito?</h2>
<p>A escolha do cartão mais adequado às suas necessidades passa, em grande medida, por conhecer quais são essas necessidades. Para que precisa de um cartão? Compras recorrentes? Para viagens? Qual a periodicidade de utilização?</p>
<p>A resposta a estas questões habilita-o a procurar o cartão mais adequado para si. Tenha em atenção alguns aspetos, como sendo:</p>
<ul>
<li><strong>Taxa de juro</strong>, procurando negociar as atualizações da taxa de juro quando o Banco de Portugal atualiza as taxas de usura (se tem um cartão de crédito antigo, é provável que a taxa de juro que lhe é cobrada esteja muito superior ao que poderia contratar hoje em dia;</li>
<li><strong>Anuidade</strong> – Se for um utilizador regular, a anuidade costuma ser eliminada e a taxa de juro tende a ser mais baixa;</li>
<li><strong>Penalidades por atraso de pagamento</strong> (acontecem e alguns bancos são mais agressivos do que outros);</li>
<li><strong>Programas de fidelização</strong>;</li>
<li><strong>Taxas de utilização do cartão no estrangeiro</strong> e taxas de câmbio.<a id="ccc10"></a></li>
</ul>
<h2>Dicas para usar o cartão de forma segura</h2>
<p>Algumas dicas podem ajudar a que tome melhor proveito do cartão de crédito, nomeadamente:</p>
<ol>
<li>Antes de escolher um cartão de crédito, compare alternativas e escolha o que tem mais benefícios e custos mais baixos;</li>
<li>Ler as condições do contrato, garantindo que conhece as datas de pagamento e o funcionamento dos seguros contra fraudes;</li>
<li>Pague a dívida a 100%, de modo a evitar juros que podem ser muito pesados;</li>
<li>Se não conseguir pagar a dívida a 100%, nunca faça o pagamento do valor mínimo. Tente sempre pagar mais e sempre que possível fazer amortizações antecipadas da dívida;</li>
<li>Consulte o extrato com regularidade, pois as fraudes e a clonagem de cartões é uma realidade cada vez mais comum;</li>
<li>Guarde os comprovativos de pagamento e confirme sempre o valor das transações, sem perder o cartão de vista quando efetua pagamentos.</li>
<li>Uma última dica&#8230; pare de usar o cartão de crédito, porque mais tarde ou mais cedo poderá cair em tentações e acabar nas malhas das financeiras.<a id="ccc11"></a></li>
</ol>
<h3>Não precisamos de mais do que um cartão!</h3>
<p>A tentação de acumular vários cartões de crédito é muito grande. Surgem os cartões com benefícios nas grandes superfícies, os cartões dos clubes de futebol, o cartão associado ao <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a>, o cartão que lhe ofereceu o telemóvel (já agora, se fez um cartão para aproveitar esta campanha, veja quando o pode cancelar e faça-o). Não é por acaso que temos tantos cartões destes em Portugal. Se precisar de contratar um cartão de crédito e não sabe como escolher, teremos todo o gosto em ajudar. Entre em contacto com um dos nossos <a href="http://reorganiza.pt/contacto">consultores de crédito</a> e coloque as suas dúvidas.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se tem mais do que um cartão, analise o melhor para si e defina uma estratégia para acabar com todos os outros. Se não tiver valor em dívida é simples, contacte a financeira e peça para cancelar o cartão. Pode também aproveitar esta oportunidade para negociar melhores condições, sob o pretexto de mudar de fornecedor.<a id="ccc13"></a></p>
<h3>Sinais de alerta de má utilização do cartão de crédito</h3>
<p>Existem vários sinais que o devem alertar para que a utilização do seu cartão pode ser perigosa ou mesmo incorreta. Podemos destacar alguns, de entre vários:</p>
<ol>
<li>Dificuldade em fazer o pagamento a 100%, o que implicará pagamento de juros;</li>
<li>Não saber quando e quanto paga em cada cartão;</li>
<li>Pagamento de despesas essenciais, sempre, com recurso à dívida;</li>
</ol>
<p>Se experenciou algum destes sinais, tenha muito cuidado e corra a encontrar estratégias para eliminar rapidamente estas dívidas.</p>
<h2>Como eliminar uma dívida do cartão de crédito?</h2>
<p>Pode acontecer que tenha uma ou mais dívidas de cartões de crédito. Se está nesta fase, saberá certamente que está num momento financeiro bastante perigoso, porque rapidamente poderá perder o controlo. Assim, deve procurar alternativas para liquidar as dívidas do cartão:</p>
<ol>
<li><a href="/credito-consolidado">Consolidar créditos</a> &#8211; Pode tentar consolidar as várias linhas de crédito num único crédito, garantindo com isso uma prestação mais baixa e a efetiva amortização da dívida;</li>
<li>Transformar o cartão de crédito num crédito pessoal &#8211; Baixa a taxa de juro e estipula um prazo para liquidar o crédito;</li>
<li>Negociar as taxas com as diferentes financeiras.</li>
</ol>
<p>Um cartão de crédito pode ser uma ferramenta financeira valiosa se utilizado com responsabilidade. Compare as opções disponíveis, esteja atento às taxas e utilize o crédito de forma consciente para evitar o endividamento.</p>
<p>Se tem várias dívidas, apresse-se e entre em contacto conosco, antes que o problema se alastre!</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Taxas de Juro: Guia Completo para Gerir os Seus Financiamentos e Poupanças</title>
		<link>https://reorganiza.pt/diferentes-tipos-de-taxas-de-juro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo das finanças está cheio de conceitos. Alguns são mais simples. Outros mais complexos. Uns são relacionados, o que acaba por gerar confusões e dúvidas. Neste artigo vamos apresentar-lhe...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo das finanças está cheio de conceitos. Alguns são mais simples. Outros mais complexos. Uns são relacionados, o que acaba por gerar confusões e dúvidas. Neste artigo vamos apresentar-lhe um guia completo sobre taxas de juro. Falaremos como afetam o seu crédito, as suas poupanças e os seus investimentos e como pode tirar partido deste conhecimento para melhorar a sua vida financeira.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#j1">O que são taxas de juro?</a></li>
<li><a href="#j2">Taxa de juro nominal</a></li>
<li><a href="#j3">Taxa de juro real</a></li>
<li><a href="#j4">Tipos de taxas de juro</a></li>
<li><a href="#j5">Como calcular e comparar taxas de juro?</a></li>
<li><a href="#j6">Juros simples vs. Juros compostos</a></li>
<li><a href="#j7">Diferentes propostas de crédito?</a></li>
<li><a href="#j8">O que é a TAEG</a></li>
<li><a href="#j9">O que é o MTIC</a></li>
<li><a href="#j10">Dicas para comparar taxas de juro</a></li>
<li><a href="#j11">Taxas de juro para poupanças e investimentos</a></li>
<li><a href="#j12">Bancos com melhores taxas de juro para poupança</a></li>
<li><a href="#j13">Domine as taxas de juro e tome decisões financeiras informadas</a><a id="j1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são taxas de juro?</h2>
<p>Entende-se por taxa de juro o custo do dinheiro. Quem empresta quer ser remunerado e quem pede emprestado tem de pagar pelo privilégio de usar o dinheiro de outros. Este custo, por seu turno, está relacionado com o risco da operação. Quanto maior o risco da operação e do cliente, maior será o custo que é cobrado, para compensar quem empresta pela possibilidade de vir a perder o seu dinheiro.<a id="j2"></a></p>
<h3>Taxa de juro nominal</h3>
<p>A taxa de juro nominal ou taxa anual nominal (TAN) é o custo que é publicitado nas diferentes operações que envolvem o pagamento (crédito) ou recebimento (poupança) de juros. Esta é uma taxa anual, pelo que assume que o juro é pago ao final de 12 meses. Logo, se pretendemos saber a taxa para prazos mais curtos, digamos 3 ou 6 meses, deveremos dividir a taxa anual por 4 ou por 2, respetivamente. Em qualquer dos casos, a taxa é sempre publicitada no seu formato anual.</p>
<p>Tomando como exemplo uma TAN de 5%, sabe que por cada 1.000€ investidos irá receber 50€ no final de 12 meses. É simples, basta multiplicar a taxa pelo capital investido e já está!<a id="j3"></a></p>
<h3>Taxa de juro real</h3>
<p>A taxa de juro real, por seu turno, é uma taxa que é utilizada no mundo dos <a href="https://reorganiza.pt/como-montar-uma-estrategia-de-investimento/">investimentos</a>. Na prática, é uma taxa que diz qual o ganho ou perda de poder de compra associado ao investimento do dinheiro. E isso é possível através da incorporação da inflação no cálculo. Assim, considere que a taxa real é igual à taxa nominal menos a taxa de inflação. Logo, se a mesma taxa de retorno de 5% for conseguida num cenário de inflação de 3%, a sua taxa de retorno real é de 2%. Por outro lado, se a inflação foi de 6%, saiba que ganhou os mesmos 50€ mas perdeu 1% de poder de compra.<a id="j4"></a></p>
<h2>Tipos de taxas de juro</h2>
<p>Ao contratar um crédito, podemos ter três tipos de taxas de juro, taxas que são calculadas tendo em conta um indexante (tipicamente a taxa EURIBOR) e um spread (para refletir o risco da operação). Falamos assim de taxas ficas, taxas variáveis e taxas mistas:</p>
<h3><strong>Taxa Fixa</strong></h3>
<p>Uma taxa que é igual ao longo de todo o contrato. Tipicamente será uma taxa mais elevada do que a taxa variável, uma vez que para o banco assume um risco acrescido;</p>
<h3><strong>Taxa Variável</strong></h3>
<p>Uma taxa que varia com a variação de um indexante. Pode ser uma variação trimestral (Euribor a 3 meses), semestral (Euribor a 6 meses) ou anual (Euribor a 12 meses). À taxa Euribor é acrescido o referido spread;</p>
<h3><strong>Taxa mista</strong></h3>
<p>Um contrato que considera uma taxa fixa durante um período (por exemplo 2, 3 ou 5 anos), passando a variável após esse período. Veja o <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-credito-habitacao-taxa-mista-em-portugal/">melhor crédito habitação a taxa mista</a>.</p>
<p>Fizemos um artigo que explica o <a href="https://reorganiza.pt/o-que-vai-acontecer-a-euribor-nos-proximos-anos/">impacto da inflação nas políticas do Banco Central Europeu</a> e como isso afeta a taxa de juro. Perceberá que todos estes conceitos estão relacionados.<a id="j5"></a></p>
<h2>Como calcular e comparar taxas de juro?</h2>
<p>Existem diferentes formas de comparação de propostas de crédito, que são espelhadas em taxas de juro com siglas mais ou menos parecidas. Antes de avançarmos, foquemo-nos em dois conceitos, o juro simples e o juro composto.<a id="j6"></a></p>
<h3>Juros simples vs. Juros compostos</h3>
<p>O juro simples assume a TAN que referimos acima e multiplica-a pelo valor do seu investimento. Assim, num investimento a 3 anos, se a TAN for de 5%, por cada 1.000€ recebe os mesmos 50€ todos os anos. Mais uma vez, nos vários suportes publicitários, falamos sempre de juros simples.</p>
<p>O juro composto tem por base a mesma dinâmica, mas considera que o juro que recebemos num período é somado ao montante a investir no período seguinte, obtendo-se assim juros sobre juros. Nos primeiros períodos a diferença não é expressiva, mas com o tempo torna-se bastante expressiva.</p>
<p>Caso queira maior detalhe sobre a diferença de juros simples e compostos e sobre todas as fórmulas de cálculo, sugerimos que siga a ligação <a href="https://reorganiza.pt/juros-simples-juros-compostos/">juros simples, juros compostos</a>.<a id="j7"></a></p>
<h2>Diferentes propostas de crédito?</h2>
<p>Quando analisamos uma proposta de crédito temos de considerar que o seu custo não está apenas refletido na taxa de juro que nos é cobrada. De facto, os bancos têm outras fontes de rendimento, como seguro de vida, comissões ou custo com cartões, sendo todos estes custos espelhados em dois conceitos: TAEG e MTIC.<a id="j8"></a></p>
<h3>O que é a TAEG</h3>
<p>A TAEG é a taxa que permite ao cliente bancário comparar propostas de diferentes bancos para a mesma finalidade de financiamento, podendo perceber se uma proposta é realmente melhor do que outra, mesmo que as taxas de juro cobradas sejam diferentes. Esta deve ser a taxa que utiliza para comparar duas ou mais propostas, pelo que não se deixe enganar.</p>
<p>O cálculo da TAEG incorpora o montante, o prazo, a taxa de juro, encargos iniciais, seguros e custos de outros produtos. Já percebe que pode ter uma bonificação no spread do crédito habitação mas isso pode representar um acréscimo de custos, se tiver de contratar um seguro de vida crédito muito mais caro.<a id="j9"></a></p>
<h3>O que é o MTIC</h3>
<p>O MTIC é o conceito que nos diz o custo total de um empréstimo, considerando todos os mesmos custos acima referidos. No entanto, se na TAEG o custo é expresso em forma de taxa, no caso do MTIC é expresso em forma de euros. Contas feitas, para contratar um crédito deve contratar aquele que tem a TAEG e o MTIC mais baixos.<a id="j10"></a></p>
<h2>Dicas para comparar taxas de juro</h2>
<p>Para contratar o <a href="https://reorganiza.pt/melhor-credito-habitacao-taxa-variavel/">melhor crédito habitação</a> ou o melhor depósito a prazo, o segredo é sempre o mesmo. Deve comparar diferentes alternativas e negociar as melhores condições com os vários bancos. Assim, nunca aceite a primeira proposta que lhe é apresentada e negoceie sempre. No caso do crédito tem o seu trabalho facilitado ao recorrer a um <a href="/credito-habitacao">especialista da Reorganiza</a>, que negoceia com os vários bancos por si. No caso das poupanças, pode consultar o seu banco e outros bancos concorrenciais, como sejam os bancos online. Em qualquer dos casos, compare mais do que uma proposta.<a id="j11"></a></p>
<h2>Taxas de juro para poupanças e investimentos</h2>
<p>Referimos anteriormente as taxas de juro que pode analisar quando falamos de poupanças. São elas a taxa anual nominal, taxa real e a taxa de juro simples e juro composto. Dito isto, a forma de calcular o retorno do investimento é muito simples. Pode fazer:</p>
<ul>
<li><strong>Antes</strong> do investimento, analisando a taxa nominal e considerando a inflação na moeda do investimento. Por exemplo, TAN de 3% em Portugal e TAN de 6% no Brasil, perceberá que no primeiro caso pode ter um retorno positivo mas, no segundo, deverá ser negativo.</li>
<li><strong>Depois</strong> do investimento, comparando o valor final com o valor inicial e dividindo pelo número de anos do investimento. Desta forma, obterá a taxa de juro anual.<a id="j12"></a></li>
</ul>
<h2>Bancos com melhores taxas de juro para poupança</h2>
<p>A oferta bancária nos produtos de poupança, nomeadamente os depósitos a prazo, varia com o conceito de taxa de juro que atravessamos. Dito isto, acreditamos que consegue as melhores propostas em bancos que não tenham balcões (ou que tenham poucos) e que funcionem bem à distância. Falamos de bancos como, por exemplo, o <a href="https://www.bancoinvest.pt/">Banco Invest</a> ou o Banco BNI Europa. Tenha em mente, contudo, que deve ter em consideração, sempre, a solidez do banco. Por outro lado, a taxa dos depósitos não deve ser muito maior pois, se o for, poderá ser um sinal de alerta.<a id="j13"></a></p>
<h2>Domine as taxas de juro e tome decisões financeiras informadas</h2>
<p>Existem diferentes taxas de juro que temos de conhecer para melhor rentabilizar as nossas poupanças ou para pouparmos dinheiro nos nossos créditos. Como percebeu, estes conceitos não são complexos e tudo se resume a algum estudo, comparação e, acima de tudo, negociação. Se for profissional e sem custos, melhor ainda!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TANB e TANL: O que são e o que as distingue?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/tanb-e-tanl-o-que-sao-e-o-que-as-distingue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 09:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos de Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[TANB]]></category>
		<category><![CDATA[TANL]]></category>
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					<description><![CDATA[TANB e TANL são taxas de juro que pode ver anunciadas nos produtos financeiros destinadas a aplicar as suas poupanças, como por exemplo nos depósitos a prazo. Mas o que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TANB e TANL são taxas de juro que pode ver anunciadas nos produtos financeiros destinadas a aplicar as suas poupanças, como por exemplo nos depósitos a prazo. Mas o que são e o que as distingue?</p>
<h2><strong>TANB e TANL vêm ambas da TAN </strong></h2>
<p>TAN é a Taxa Anual Nominal utilizada para calcular juros de um empréstimo ou de um produto de poupança.</p>
<p>Se para os créditos a sua informação é incompleta, porque não abrange todos os outros custos do crédito, e por isso tem de olhar para a TAEG (Taxa Anual Efetiva Global), também nos produtos de poupança ela é incompleta porque não inclui o imposto que tem de pagar sobre os juros que obtém.</p>
<h2><strong>A TANB é a TAN de um produto de poupança </strong></h2>
<p>A TANB é a sigla de Taxa Anual Nominal Bruta, e o seu valor não é mais do que a TAN. Apenas não se denomina TAN porque esta sigla é utilizada nos produtos de crédito. E como não tem em consideração o imposto sobre os rendimentos (IRS) que lhe é cobrado pelos juros que obtém sobre o valor que aplicar considera-se Bruta. Daí a designação de Taxa Anual Nominal Bruta (TANB).</p>
<p>Se calcular o valor do depósito que fez pela TANB obtém o valor de juros que aplicação que fez lhe vai render. Mas não será este o valor final de juros que vai obter.</p>
<h2><strong>A TANL tem em conta o IRS que lhe é retido</strong></h2>
<p>Isto porque sobre o valor dos juros que obtiver pela aplicação que fez das suas poupanças a entidade financeira retém o valor do IRS correspondente. E depois entrega-o por si ao Estado. Assim, para saber efetivamente que juros serão creditados na sua conta à ordem olhe para a TANL – Taxa Anual Nominal Líquida, esta já tem descontada a taxa de IRS aplicada.</p>
<h2><strong>A taxa de IRS é liberatória, mas depende da sua residência fiscal</strong></h2>
<p>A taxa de IRS sobre juros é liberatória, ou seja, é fixa para todos, mas esta <a href="https://www.todoscontam.pt/pt-pt/fiscalidade" target="_blank" rel="noopener">depende se a sua residência fiscal</a> é no Continente, na Madeira ou os Açores. Ou seja, é de 28% se tiver domicílio fiscal em Portugal Continental e na Madeira e de 22,4% se este for nos Açores.</p>
<p>Vejamos um exemplo:</p>
<p>Um depósito a prazo com TANB de 2% corresponde a TANL de 1,44% no Continente e na Madeira de a TANL de 1.552% nos Açores.</p>
<h2><strong>Se a sua taxa de IRS anual for inferior à taxa liberatória pode recuperar o IRS retido em excesso </strong></h2>
<p>Se a sua taxa de IRS anual for inferior à taxa liberatória aplicada aos juros das suas poupanças então peça ao seu banco uma declaração com os valores dos juros obtidos e respetiva retenção.</p>
<p>Depois ao fazer a sua declaração anual de IRS tem de adicionar o anexo E. No quadro 4B pode declarar o valor retido com identificação da entidade bancária.</p>
<p>Mas antes de submeter a sua declaração simule o valor a receber com e sem englobamento desse valor. Se com o englobamento, o valor devolvido do IRS for maior opte por esta opção. É porque de facto a sua taxa de imposto é inferior à taxa liberatória.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Qual o melhor crédito habitação taxa mista em Portugal?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-credito-habitacao-taxa-mista-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito habitação taxa mista]]></category>
		<category><![CDATA[form_ch]]></category>
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					<description><![CDATA[Crédito HabitaçãoSpread 0%? É possível. Consiga a melhor solução para o seu Crédito Habitação. Simule o seu Crédito Habitação AQUISIÇÃO TRANSFERÊNCIA HIPOTECA CONSTRUÇÃO]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
		<div id="fws_6a3f0a150fe96"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
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		<p>Está à procura de financiar a sua próxima casa e precisa de um bom crédito habitação? Talvez já tenha ouvido falar das campanhas de crédito habitação a taxa mista. Neste artigo fazemos a comparação das simulações de crédito habitação em alguns dos principais bancos que em Portugal oferecem a taxa mista a dois anos, em Outubro de 2024.</p>
<h2>Antes de começar…</h2>
<p>Antes de começar, é fundamental que tenha em mente que apresentamos de seguida um conjunto de simulações para um casal-tipo e para uma operação específica. Quer isto dizer que o seu caso concreto pode ter diferenças. Aliás, procuramos neste artigo deixar alguns alertas e dicas que podem ser úteis para diferentes casos genéricos mas sugerimos que entre em contacto com um dos nossos gestores para ter esclarecer todas as suas dúvidas.</p>
<p><strong>Simulação Tipo</strong></p>
<ul>
<li>Casal com 35 anos;</li>
<li>30 anos de contrato;</li>
<li>200.000€ de crédito;</li>
<li>Relação financiamento / garantia de 80%</li>
</ul>
<h2>Qual o melhor crédito habitação a taxa mista?</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10061 size-full" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/02/Melhor-Credito-Habitacao-Taxa-mista.jpg" alt="Melhor Crédito Habitação Taxa mista" width="895" height="447" srcset="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/02/Melhor-Credito-Habitacao-Taxa-mista.jpg 895w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/02/Melhor-Credito-Habitacao-Taxa-mista-300x150.jpg 300w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/02/Melhor-Credito-Habitacao-Taxa-mista-768x384.jpg 768w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/02/Melhor-Credito-Habitacao-Taxa-mista-670x335.jpg 670w" sizes="(max-width: 895px) 100vw, 895px" /></p>
<p>A tabela que apresentamos tem em consideração um conjunto de variáveis que sugerimos que analise, nomeadamente:</p>
<ul>
<li><strong>Taxa contratada</strong> – Apresentamos apenas soluções de taxa fixa a 2 anos. Há bancos com taxas mistas a 3 anos e a 5 anos que podem também ser boas alternativas. Contudo, focamo-nos em taxas mais curtas, uma vez que estamos a assistir a uma queda rápida das taxas (o que está a aumentar a procura por ofertas de <a href="https://reorganiza.pt/melhor-credito-habitacao-taxa-variavel/">crédito a taxa variável</a>).</li>
<li><strong>Spread após taxa fixa</strong> – Depois de acabado o prazo de taxa fixa, ou seja, dentro de 2 anos, o contrato passará para taxa variável. Assim, apresentamos o spread que terá depois destes 2 anos. Nada impede que na altura negoceie nova taxa mista ou mesmo que transfira o crédito para um banco com um spread mais baixo. Mas pelo menos garante hoje o spread a praticar no futuro.</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-vida-credito/">Seguro de vida crédit</a>o – Nesta rúbrica verá o valor mensal a pagar na primeira anuidade. Todos os anos o valor tenderá a subir, pois aumenta a probabilidade de sinistro. Como pode constatar, as diferenças de preço podem ser quase 100% do banco mais barato para o mais caro. Tenha em mente que pode ser mais interessante contratar o seguro de vida crédito numa seguradora especialista, sem que tenha agravamento na taxa de juro;</li>
<li><strong>Comissões</strong> – As comissões que terá de pagar pela avaliação, estudo e afins. Neste caso, apresentamos a campanha da CGD, que isenta o cliente destes custos (nesta altura, não significa que tal se mantenha).</li>
</ul>
<h2>Como escolher a melhor proposta de crédito habitação taxa mista?</h2>
<p>A análise de qualquer proposta de crédito deve ser bastante mais abrangente do que olhar apenas para os custos, pois defendemos que escolha também o banco, a sua solidez, a qualidade de serviço e outros critérios. No entanto, focando-nos apenas no critério preço, sugerimos que analise dois fatores:</p>
<ol>
<li><strong>TAEG</strong> – A taxa que permite comparar todas as propostas, comparando o que é comparável. Inclui todos os custos ao longo do contrato. Neste caso, percebemos que os bancos mais competitivos são o Banco CTT e o Bankinter.</li>
<li><strong>MTIC</strong> – O Montante Total Imputado ao Cliente no contrato de crédito. Neste caso, a opção mais vantajosa é o Banco CTT, seguido do Bankinter e da CGD. De notar que nestes dois bancos o fator crítico são os custos com seguros, sendo que na CGD é mais fácil retirar o seguro de vida para outra seguradora do que no caso do Banco CTT. Assim, as propostas ficam muito equivalentes.</li>
</ol>
<p>De notar que a simulação assume que o cliente faz os seguros todos no banco de modo a beneficiar de descontos e campanhas. No entanto, a abordagem dos gestores Reorganiza tenta retirar o seguro de vida para outra companhia sem que exista uma subida do spread praticado. Maioria das vezes é possível fazer esta negociação.</p>
<h2>Há alternativas de crédito habitação mais vantajosas?</h2>
<p>É possível que existam alternativas mais vantajosas para o seu caso concreto. Por outro lado, não é garantia que consiga ter uma aprovação de crédito ou que não tenha de pagar um custo superior. Como referíamos, estas simulações são as retiradas dos simuladores dos bancos em Outubro de 2024.</p>
<p>A nossa experiência diz-nos que é possível melhorar as condições, seja por via da redução do spread ou pela via da <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/">redução dos custos com seguros</a>. A nossa sugestão é que procure negociar o seu pedido de <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a> com o apoio de um intermediário de crédito Reorganiza. O serviço é isento de custos e pode permitir que tenha acesso a condições de crédito mais vantajosas. Não perde nada em tentar.</p>
	</div>
</div>




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		<p style="text-align: center;">Simule já o valor do seu Crédito Habitação sem compromisso</p>
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<a class="nectar-button small regular accent-color  regular-button todosBotoes"  role="button" style="color: #ffffff; background-color: #000000;"  href="/simuladores/simulador-credito-habitacao/" data-color-override="#000000" data-hover-color-override="false" data-hover-text-color-override="#fff"><span>Simule já</span></a>
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É possível.</h2>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consiga a melhor solução<br />
para o seu Crédito Habitação.</span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
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	</div> 

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		<h4><strong>Simule o seu Crédito Habitação</strong></h4>
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		<p><span style="color: #000000;">AQUISIÇÃO</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">HIPOTECA</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSTRUÇÃO</span></p>
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