Guia para Investir – Rendimento

Porque os tempos são de poupança, iniciamos há algum tempo atrás uma série de artigos sob o tema Guia para Investir que já conta com artigos sobre Segurança, Liquidez e Horizonte Temporal de Investimento

Hoje, vamos falar sobre Rendimento nas aplicações identificando os itens básicos que influenciam a tomada de decisão pelo tipo de investimento.

Como é óbvio, todos nós possuímos um perfil de investidor que geralmente se resume à nossa capacidade de lidar com o risco. Temos também consciência que Rendimento está relacionado com risco. Por outras palavras, o potencial de rentabilidade elevada verifica-se sempre que o risco é igualmente elevado e vice-versa. Assim sendo, consoante o tipo de investimento que pretendemos efectuar iremos possuir rendimento de acordo com o mesmo, podendo ser Rendimento Fixo ou Rendimento Variável.

Rendimento Fixo

Rendimento Fixo entende-se pela rentabilidade que determinada opção de investimento devolve ao seu investidor ou aforrador sendo esta conhecida anteriormente e mensurável.

Rendimento Variável

Rendimento Variável entende-se pela rentabilidade de determinada opção de investimento que apenas é mensurável na data estabelecida para pagamento e é influenciada por factores, geralmente externos à opção de investimento.

Considerações

Os produtos mais conhecidos que devolvem rendimento fixo a todos os investidores ou aforradores são os depósitos a prazo e algumas classes de Seguros de Capitalização. Dentro dos produtos que, regra geral, devolve rendimento variável, temos os Fundos de Investimento.

Todavia, existem opções de investimento que devolvem um rendimento variável ao aforrador sem que estejam sujeitas a factores externos, como por exemplo, os depósitos a prazo com prémios de permanência que quando contratados por um período determinado podem com o decorrer desse período possuir variações de rentabilidade.

De igual modo, existem depósitos a prazo onde o rendimento é determinado através de factores externos, no entanto, aquando da constituição do mesmo é possível garantir um rendimento fixo. Um exemplo, é um depósito a prazo indexado à euribor a 12 meses que apesar da rentabilidade possuir carácter variável, o depósito assim que constituído irá fixar a variabilidade da rentabilidade pelo período de 12 meses.

Finalizando, podemos concluir que existe rendimento variável sempre que a rentabilidade de determinada opção de investimento possua alterações no decorrer do seu prazo e existe rendimento fixo sempre que não se verifique alterações na rentabilidade no decorrer do prazo.

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