<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Aversão à dívida - Reorganiza</title>
	<atom:link href="https://reorganiza.pt/tag/aversao-a-divida/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://reorganiza.pt/tag/aversao-a-divida/</link>
	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Jan 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/04/cropped-Reorganiza_Favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Aversão à dívida - Reorganiza</title>
	<link>https://reorganiza.pt/tag/aversao-a-divida/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Gostamos assim tanto de dívida?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/gostamos-tanto-divida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diogo Ribeiro dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Diogo Ribeiro dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Aversão à dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Comportamental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/gostamos-tanto-divida/</guid>

					<description><![CDATA[A resposta só pode ser afirmativa, certo? Afinal, em 2015 os bancos emprestaram mais 9.278 milhões de euros às famílias portuguesas (cerca de metade para compra de casa e outra...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta só pode ser afirmativa, certo? Afinal, em 2015 os bancos emprestaram mais 9.278 milhões de euros às famílias portuguesas (cerca de metade para compra de casa e outra metade para consumo e outros fins). No final desse ano, a dívida das famílias portuguesas à banca ascendia a 118.500 milhões de euros. Durante esse período, as famílias auferiram um rendimento bruto de 120.757 milhões de euros e consumiram 121.819,7. Parece que níveis altos de consumo andam de mãos dadas com níveis altos de dívida.</p>
<p> <span id="more-4200"></span></p>
<p> Mas será que estes números revelam toda a realidade sobre a dívida? E os empréstimos de familiares e amigos? E as dívidas às Finanças e à Segurança Social? E as rendas da casa ou facturas da água, energia e telecomunicações por pagar? Estamos ainda mais endividados do que aquilo que pensamos!</p>
<h2>Qual o conceito de dívida?</h2>
<p> Mas não é só uma questão de números, é uma questão de semântica. “Dívida” ou “estar em dívida” não significa o mesmo para todos. Se o empréstimo para a compra da casa ou do carro não levanta grandes dúvidas, que dizer das compras a prestações (com ou sem juros)? E do saldo do cartão de crédito, depois de efectuado o pagamento mínimo? O que é certo é que nem todos aplicamos o conceito de dívida – obrigação de realizar pagamentos no futuro – às mesmas realidades.</p>
<blockquote><p>Dívida é a obrigação de realizar pagamentos no futuro</p></blockquote>
<p> Também é certo que os números escondem muita diversidade. Pode existir muita dívida e muita gente endividada, mas tal não significa que todos estejamos endividados por igual. Mais: tal não significa que sejamos todos igualmente tolerantes à dívida. Muitos de nós sentem-se confortáveis em pedir emprestado ao nosso rendimento futuro, de forma a consumir hoje o que vamos ganhar amanhã. Outros, pelo contrário, consideram que só se deve pedir emprestado em caso de emergência, para fazer face a algum imprevisto. Outros ainda, usam a dívida para fazer face às despesas correntes, perante um rendimento «que já não é o que era». Outros, finalmente, <a href="https://acarteira.pt/credito/dividas-causam-desconforto/">não usam dívida nem sequer gostam de ouvir falar no assunto</a>. Pagam sempre a pronto, nunca a prestações, e não aproveitam os prazos de pagamento que lhes são oferecidos. Alguns vão mesmo ao extremo de recusar empréstimos com taxa de juro zero.</p>
<h2>Como se explica então o endividamento?</h2>
<p> Parece razoável concluir que não somos todos, em média, responsáveis por este mar de dívida que vai fazendo flutuar o consumo privado e que, por vezes, parece que vai afogar-nos. Pessoas muito <strong>tolerantes à dívida</strong>, provavelmente muito materialistas, cruzam-se com o extremo oposto, isto é, com <strong>indíviduos avessos à dívida</strong>, porventura mais frugais e com os olhos mais postos no futuro. Em média, o nosso endividamento resultará desta apetência/aversão, da pressão das necessidades quotidianas e da aceitação social da dívida. Um elástico esticado, uma vez solto, retoma a forma inicial.</p>
<p> Quem é avesso à dívida, mas se endivida por necessidade, liquida as dívidas logo que possa. Mas será que, tal como a tensão pode alterar a forma do elástico, alongando-o, a exposição à dívida nos torna mais tolerantes à dívida?</p>
<h2>Participe no meu estudo!</h2>
<p> Quer ajudar-me a perceber melhor o comportamento de dívida? Pretendo perceber quais as causas e as características de cada tipo de comportamento. Para tal apenas lhe peço que <a href="https://wbs.qualtrics.com/jfe/form/SV_08Lww2SuzLA5BNX">preencha um breve questionário</a> no âmbito do meu projeto de doutoramento (habilita-se a ganhar um de dois vouchers de €200).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
