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	<title>Arquivo de Opinião - Reorganiza</title>
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		<title>Eleições Europeias: e agora, como fica Portugal?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/eleicoes-europeias-e-agora-como-fica-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 14:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Já se pode ter questionado como fica Portugal depois das eleições europeias. Ou seja, a nova composição do Parlamento Europeu que consequências traz para Portugal? Vai obrigar à adoção de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já se pode ter questionado como fica Portugal depois das eleições europeias. Ou seja, a nova composição do Parlamento Europeu que consequências traz para Portugal? Vai obrigar à adoção de novas políticas internas? Vai trazer alterações às políticas europeias que têm vindo a ser seguidas? E quanto aos apoios financeiros que Portugal tem tido? Neste artigo vamos abordar o tema.</p>
<h2><strong>O resultado das eleições europeias de 9 de junho </strong></h2>
<p>A votação de 185 milhões de pessoas para os 720 lugares no Parlamento Europeu trouxe alterações no número de deputados de cada grupo político europeu. No entanto, estas mudanças não foram tão radicais quanto as previstas pelas sondagens.</p>
<p>Na realidade apesar do aumento de eurodeputados da direita radical os grupos (partidos) moderados <a href="https://results.elections.europa.eu/pt/ferramentas/ferramenta-comparativa/" target="_blank" rel="noopener">continuam a ser as maiores forças políticas, com 399 eurodeputados</a>. O Partido Popular Europeu (de centro direita) continua a ser a maior força política, com 189 eurodeputados (mais 13 do que em 2019), seguido dos Socialistas e Democratas (de centro esquerda) com 136 eurodeputados mas com menos 4 que em 2019. Já o grupo liberal Renovar a Europa perde 28 lugares ficando com 94 eurodeputados. Mesmo assim estes grupos mantêm a maioria, garantindo a presidência à alemã Ursula von der Leyen.</p>
<p>No entanto o crescimento dos Conservadores e Reformistas Europeus (de Meloni, com 83 eurodeputados, mais 14 quem em 2019) e da Identidade e Democracia (de Marie Le Pen, com 58 eurodeputados, mais 9 que em 2019) traduz uma viragem à direita no Parlamento Europeu e consequentemente na União Europeia.</p>
<p>E se claro, se os partidos moderados e de direita ganharam eurodeputados nesta eleição, os grupos de esquerda, no seu todo, perderam lugares. Isto porque apesar da Esquerda Unitária ganhar 3 eurodeputados, ficando com 39, os Verdes perdem 20 eurodeputados, ficando apenas com 51 lugares.</p>
<h2><strong>Quais as consequência do novo desenho do Parlamento Europeu </strong></h2>
<p>A viragem à direita na União Europeia pode ter consequências em alguns temas importantes e com impacto em Portugal.</p>
<p>Sendo a imigração, a agricultura e a indústria bandeiras dos partidos de direita, é previsível que ocorram mudanças nestas matérias.</p>
<p>Na <strong>imigração</strong> esperam-se <strong>medidas mais restritivas</strong> que dificultem não só a entrada de cidadãos estrangeiros, mas também a sua fixação.</p>
<p>Já quanto à <strong>agricultura e indústria</strong>, espera-se que sejam aprovados <strong>maiores apoios nestes sectores</strong>, com especial incidência na agricultura. Já na indústria esperam-se incentivos ao aumento da produção tendo em vista fazer face à forte concorrência externa, concretamente da China.</p>
<p>Por outro lado, dado a perda de importância dos partidos da esquerda, maiores defensores das <strong>políticas ambientais</strong>, espera-se que estas se tornam <strong>menos restritivas</strong>.</p>
<h2><strong>O que vai acontecer em Portugal?</strong></h2>
<p>Se ocorrem as mudanças referidas então Portugal vai ter de ajustar algumas das suas politicas internas, o que pode trazer benefícios ao sector agrícola e industrial português, caso se concretizem o aumento esperado de apoios nestes sectores.</p>
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		<title>Cada casa é um caso</title>
		<link>https://reorganiza.pt/cada-casa-e-um-caso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal divulgou um relatório sobre as reclamações referentes aos bancos, que foram apresentadas no 1º semestre deste ano. Neste relatório percebemos que um dos principais motivos de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal divulgou um relatório sobre as reclamações referentes aos bancos, que foram apresentadas no 1º semestre deste ano. Neste relatório percebemos que um dos principais motivos de desagrado está relacionado com o facto de não ter sido aprovado o pedido de financiamento à Habitação.</p>
<p> Se esta é a realidade do 1º semestre, então podemos acreditar que no 2º semestre ainda vai aumentar mais, pois os critérios de concessão de crédito estão mais apertados desde julho deste ano. Não deixa de ser curioso que se apresente uma reclamação por nos recusarem um financiamento.</p>
<p> Fruto da minha experiência de acompanhar o orçamento de centenas de famílias, algumas com dificuldade em pagar as prestações, costumo dizer que as pessoas deviam agradecer que no passado não tivessem aprovado o financiamento. Claro que é duro ouvir um “não”, mas se tal acontece é porque foi feita uma avaliação cuidada às condições de possibilidade de cumprir até ao fim do contrato com o encargo financeiro assumido. O que interessa não é se hoje consigo pagar, mas sim se conseguirei pagar tudo até ao fim. Caso contrário, a “minha” casa nunca será realmente minha.</p>
<p> A decisão de <a href="https://reorganiza.pt/artigos-credito/">crédito</a> é fruto de uma análise de risco que quanto mais detalhada melhor. Se o banco financiar sem uma cuidada análise de risco, a taxa de juro será mais elevada e a probabilidade de incumprir é muito maior. Se ainda assim acreditamos que o banco fez uma análise com alguma falha, então compete ao cliente apresentar documentos credíveis e/ou garantias que façam inverter a decisão do credor. Provavelmente não conseguiremos ter a casa dos nossos sonhos, mas sim a casa que se ajusta à nossa realidade.</p>
<p> Esta análise pode ser feita por intermediários de crédito, como a Reorganiza, que ajudarão a enquadrar o processo antes de seguir para o balcão e a defender a melhor operação de crédito possível em cada caso. Pois cada casa é um caso!</p>
<p> Nota &#8211; Artigo de opinião publicado no Jornal Destak</p>
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