<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Poupança - Reorganiza</title>
	<atom:link href="https://reorganiza.pt/tag/poupanca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://reorganiza.pt/tag/poupanca/</link>
	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Nov 2025 14:04:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/04/cropped-Reorganiza_Favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Poupança - Reorganiza</title>
	<link>https://reorganiza.pt/tag/poupanca/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mesada dos Filhos: como calcular e organizar a mesada</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mesada-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/mesada-dar-ou-nao-dar/</guid>

					<description><![CDATA[Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são também muito interessantes. Neste artigo iremos alertar para as potencialidades, perigos e alternativas à mesada dos filhos.</p>
<h2>O que é a mesada dos filhos e por que é importante?</h2>
<p>A mesada é uma ótima ferramenta para introduzir as crianças nas decisões/opções de consumo. Possibilita-lhes gerir o seu dinheiro, com autonomia e (alguma) independência. Permite que decidam o que consumir e quando consumir (por exemplo, pode ser uma ótima oportunidade para <a href="https://reorganiza.pt/4-dicas-para-ensinar-o-seu-filho-a-poupar/">incentivar o seu filho a poupar dinheiro</a>). Assim, a mesada ou semanada assume-se como um instrumento ao dispor dos pais para melhorar a educação financeira dos seus filhos.</p>
<h2>Para que não serve a mesada?</h2>
<p>Sendo uma boa ferramenta de educação financeira, a mesada não deve ser utilizada com um propósito distinto. Por exemplo, não devemos utilizar a mesada como uma arma de arremesso/chantagem. Adicionalmente, <strong>não devemos utilizar a mesada para remunerar algum trabalho que é obrigação de cada um</strong> dos membros da família. Ou seja, não faz muito sentido que se utilize a mesada para remunerar os filhos por porem a mesa ou arrumarem o quarto. Também não faz muito sentido fazer depender o valor da mesada das notas que os filhos têm na escola.</p>
<h2>A mesada dos filhos não é um salário!</h2>
<p>Utilize a mesada para permitir ao seu Filho viver o dia-a-dia com restrição mas de forma despreocupada, atribuindo ao dinheiro a importância e o valor que tem de facto, sempre consciente que o dinheiro atribui alguma liberdade a quem dele dispõe. Logo, ao conferir uma mesada pode estar a conferir alguma liberdade ao seu Filho. E a liberdade vem SEMPRE de mãos dadas com a responsabilidade.</p>
<h2>A Mesada não é um direito</h2>
<p>Os filhos podem ser cruéis e podem tentar pressionar os seus pais a dar-lhes uma mesada. É natural que o façam. No entanto, é também necessário que todos saibam que a mesada não é um direito dos filhos. São os pais que têm a opção de dar dinheiro aos seus filhos. <a href="https://reorganiza.pt/o-que-leva-as-criancas-a-querer-comprar-tudo/">Nunca leve o seu filho a pensar que tem direito ao dinheiro,</a> simplesmente porque existe. O dinheiro custa a ganhar e os pedidos de consumo que as crianças fazem podem sair caros… e levar a grandes sacrifícios para os seus pais os poderem suportar (pelo menos aqueles que cedem às chantagens dos seus filhos).</p>
<h2>E se não quiser dar mesada?</h2>
<p>Como todas as posturas pedagógicas, os pais têm total liberdade para definir os valores e o caminho para os reforçar. Deste modo, <strong>pode acontecer que a sua forma de ver a vida e a educação financeira não passe por atribuir uma mesada</strong>. Assim sendo, tenha em atenção que poderá fazer sentido ir dando algumas dotações à medida das necessidades e pedidos do seu Filho. Estes pedidos deverão ser justificados e vividos com naturalidade. Aproveite estes momentos para falar sobre a importância do dinheiro, do trabalho… como momentos de partilha e de educação. Nunca se esqueça que as <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/como-poupar-dinheiro/">estratégias para poupar dinheiro</a> devem ser apreendidas desde pequenos.</p>
<h2>Regras para se optar por dar mesada</h2>
<ol>
<li>A mesada pode ser um ótimo instrumento de educação financeira, desde que respeite algumas regras simples:</li>
<li>Ser um valor escasso, que obrigue a criança a tomar opções;</li>
<li>Ser um valor fixo e que não seja complementado por pedidos adicionais quando o valor inicial for gasto;</li>
<li>Não ser considerado um direito;</li>
<li>Considerar a obrigatoriedade de poupar parte desse valor.</li>
</ol>
<p>Como pais não nos devemos sentir obrigados a dar uma mesada. Podemos antes usar a mesada para educar os nossos filhos, para os ajudar a perceber para que serve o dinheiro e o que custa conquistar. Mas devemos resistir à tentação de ceder a todas as exigências dos nossos filhos mesmo que possamos dar mais. Nunca esquecer que o critério deve ser “qual o bem” e nunca “qual o mal”, porque educamos os miúdos para o bem. Para serem melhores. E temos essa obrigação grave que não devemos repudiar. Porque os educadores somos nós! Se quiser aprofundar o tema da educação financeira, sugerimos que descarregue gratuitamente o livro <a href="https://reorganiza.pt/livros/como-ensinar-o-meu-filho-a-poupar/">Como Ensinar o Meu Filho a Poupar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As melhores dicas para garantir um seguro contra riscos elétricos</title>
		<link>https://reorganiza.pt/as-melhores-dicas-para-garantir-um-seguro-contra-riscos-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 16:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10868</guid>

					<description><![CDATA[Ter um seguro adequado contra riscos elétricos pode evitar grandes dores de cabeça e prejuízos financeiros. Curtos-circuitos, sobretensões e falhas elétricas podem danificar equipamentos, causar incêndios e comprometer a segurança...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter um seguro adequado contra riscos elétricos pode evitar grandes dores de cabeça e prejuízos financeiros. Curtos-circuitos, sobretensões e falhas elétricas podem danificar equipamentos, causar incêndios e comprometer a segurança da sua casa ou empresa. Para garantir a melhor proteção, reunimos algumas dicas essenciais.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li>Escolha um seguro adequado às suas necessidades contra riscos elétricos</li>
<li>Verifique as exclusões da apólice e confirme a proteção contra riscos elétricos</li>
<li>Realize manutenções preventivas na instalação elétrica e minimize os riscos elétricos</li>
<li>Documente e comprove o estado da instalação elétrica</li>
<li>Considere a inclusão de equipamentos de proteção</li>
<li>Acompanhe a evolução do seu contrato de seguro</li>
</ul>
<h2>Escolha um seguro adequado às suas necessidades contra riscos elétricos</h2>
<p>Nem todos os seguros oferecem cobertura específica para danos elétricos. Ao escolher um seguro, leia atentamente as condições da apólice e verifique se estão incluídas proteções contra:</p>
<ul>
<li>Sobrecargas elétricas;</li>
<li>Curtos-circuitos;</li>
<li>Danos em aparelhos elétricos;</li>
<li>Incêndios causados por falhas elétricas.</li>
</ul>
<p>Se necessário, tente optar por coberturas adicionais para garantir uma proteção mais abrangente.</p>
<h2>Verifique as exclusões da apólice e confirme a proteção contra riscos elétricos</h2>
<p>Antes de assinar qualquer contrato, analise as cláusulas de exclusão. Algumas seguradoras não cobrem danos causados por instalações elétricas antigas, falta de manutenção ou uso inadequado dos equipamentos. Certifique-se de que a sua casa ou empresa está em conformidade com as normas de segurança elétrica.</p>
<h2>Realize manutenções preventivas na instalação elétrica e minimize os riscos elétricos</h2>
<p>A melhor forma de evitar riscos elétricos é garantir que a sua instalação esteja sempre em boas condições. Para isso, é essencial:</p>
<ul>
<li>Fazer inspeções periódicas;</li>
<li>Substituir fios e disjuntores antigos;</li>
<li>Evitar sobrecarga de tomadas;</li>
<li>Contratar um eletricista qualificado para avaliações técnicas.</li>
</ul>
<p>Se precisar de um profissional, pode contar com a <a href="https://eletricistadelisboa.pt/">Eletricista de Lisboa,</a> um serviço especializado que oferece assistência para instalações, reparações e manutenção elétrica.</p>
<h2>Documente e comprove o estado da instalação elétrica</h2>
<p>Muitas seguradoras podem exigir comprovativos do estado da sua instalação elétrica para conceder indemnizações. Portanto, mantenha:</p>
<ul>
<li>Registos de manutenção e reparações;</li>
<li>Notas fiscais de equipamentos elétricos;</li>
<li>Relatórios técnicos emitidos por eletricistas certificados.</li>
</ul>
<p>Ter esses documentos pode facilitar e agilizar o processo de reembolso caso ocorra um sinistro.</p>
<h2>Considere a inclusão de equipamentos de proteção</h2>
<p>A instalação de dispositivos de segurança pode reduzir significativamente os riscos elétricos e ainda diminuir o custo do seguro. Algumas opções incluem:</p>
<ul>
<li>Disjuntores diferenciais (DRs);</li>
<li>Estabilizadores de tensão;</li>
<li>Para-raios;</li>
<li>No-breaks para aparelhos sensíveis.</li>
</ul>
<p>Além de proteger os seus equipamentos, essas medidas aumentam a segurança da instalação elétrica e podem ser a diferença na hora de contratar um seguro.</p>
<h2>Acompanhe a evolução do contrato do seu seguro</h2>
<p>As necessidades de proteção podem mudar ao longo do tempo. Se adquirir novos equipamentos elétricos de valor alto ou se realizar renovações na instalação elétrica, é importante atualizar a sua apólice para garantir cobertura adequada.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Garantir um seguro contra riscos elétricos é um investimento na segurança e na tranquilidade de sua casa. Para além de escolher uma cobertura completa, a manutenção periódica e a contratação de profissionais qualificados são passos fundamentais para evitar riscos. Proteja-se contra imprevistos e evite prejuízos causados por falhas elétricas. <a href="https://reorganiza.pt/contactos/">Entre em contacto com a Reorganiza</a>, que lhe apresentará as melhores soluções para si.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Poupança Reforma: Dicas e Soluções para Garantir o Futuro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/poupanca-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 09:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança Reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10859</guid>

					<description><![CDATA[Está preocupado com a melhor preparação da sua reforma? Gostava de saber como poupar para a reforma, de modo a garantir um futuro mais risonho? Neste artigo, vamos dar-lhe dicas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está preocupado com a melhor preparação da sua reforma? Gostava de saber como poupar para a reforma, de modo a garantir um futuro mais risonho? Neste artigo, vamos dar-lhe dicas e soluções para que consiga definir a melhor estratégia de poupança para o longo prazo.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#pp1">Porque deve começar a poupar para a reforma já hoje?</a></li>
<li><a href="#pp2">Por que é importante planear o futuro financeiro?</a></li>
<li><a href="#pp3">O que não conseguimos prever?</a></li>
<li><a href="#pp4">O que procurar numa aplicação para a reforma?</a></li>
<li><a href="#pp5">Como poupar para a reforma?</a><a id="pp1"></a></li>
</ul>
<h2>Porque deve começar a poupar para a reforma já hoje?</h2>
<p>A melhor altura para começar a poupar para a reforma é no início da nossa carreira. Como não podemos voltar atrás no tempo, o segundo melhor dia é hoje. E é importante começar já hoje para não perdermos mais tempo. É certo que devemos ter muitos anos pela frente (esperemos). Mas também é certo que quanto mais cedo começarmos, mais cedo iremos colocar em marcha o efeito dos juros compostos.</p>
<p>Para melhor perceber o impacto desta decisão, imagine dois cenários:</p>
<ul>
<li>Poupança mensal de 50€;</li>
<li>Taxa de retorno – 5%;</li>
<li>Início hoje por 30 anos ou início dentro de 10 anos por 20 anos.</li>
</ul>
<p>Se começar hoje, irá acumular cerca de 34.700€ ao final de 30 anos. No entanto, se o início for dentro e 10 anos, irá acumular “apenas” 18.300€ no final do prazo. Ou seja, reduz as entregas em um terço do tempo, mas acumulará cerca de 50% menos. É caso para se dizer que tempo é dinheiro!<a id="pp2"></a></p>
<h2>Por que é importante planear o futuro financeiro?</h2>
<p>Esta pergunta tem respostas evidentes. De forma sumária, temos vários benefícios em planear o nosso futuro financeiro, sendo os principais:</p>
<ol>
<li>Garantir que fazemos o que é preciso para atingir o nível de conforto financeiro e material que idealizamos;</li>
<li>Ter a segurança para encarar o futuro com otimismo, sabendo que teremos poupanças para fazer face a imprevistos;</li>
<li>Atingir os nossos objetivos, quaisquer que eles sejam. Cada pessoa e cada família tem os seus objetivos e aspirações, sendo importante conhecê-los.<a id="pp3"></a></li>
</ol>
<h2>O que não conseguimos prever?</h2>
<p>Neste processo de <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">poupança para a reforma</a> ou, se quiser, poupança para o longo prazo, existem inúmeros fatores que não conseguiremos prever. Não sendo previsíveis, obrigarão a maior conservadorismo quando definimos os nossos planos, nomeadamente o montante que poupamos todos os meses.</p>
<h3><strong>Retorno do Investimento</strong></h3>
<p>Quando falamos de taxas de retorno dos investimentos temos sempre de falar da relação entre o risco que estamos dispostos a correr e o retorno que prevemos obter. Infelizmente, a maioria das pessoas tende a investir para o longo prazo com soluções de poupança sem risco, nomeadamente depósitos a prazo ou <a href="https://reorganiza.pt/poupar-para-a-reforma/">PPR</a> com capital garantido. Dizemos infelizmente porque o investimento de longo prazo permite, em teoria, assumir mais riscos para obter mais retorno. Assim, é fundamental que consigamos que as pessoas mudem a sua postura face ao risco, isto se querem atingir objetivos financeiros mais ambiciosos.</p>
<p>Não sendo possível saber com precisão qual será o retorno do nosso investimento, podemos considerar os retornos históricos. Assim, é comum assumirmos que, para prazos longos, o retorno anual será:</p>
<ul>
<li>Ações – 8%;</li>
<li>Obrigações – 3%-4%.</li>
</ul>
<p>Logo, tendo uma carteira diversificada entre ações e obrigações, será provável que a sua taxa de retorno se situe na casa dos 4% a 8%, dependendo da maior ou menor alocação a ações!</p>
<h3><strong>Valor da sua pensão</strong></h3>
<p>Outro fator que está cheio de incertezas é o valor da sua primeira pensão. Existem inúmeros fatores, como sejam a evolução dos seus salários, a taxa de inflação e o fator de sustentabilidade. Dito isto, é possível ter uma ideia deste valor através da utilização do simulador na sua área reservada na <a href="https://app.seg-social.pt/sso/login">Segurança Social Direta</a>. Por fim, alguns estudos apontam para que a relação entre a primeira pensão e o último salário de alguém na casa dos 40 anos seja na ordem dos 50%. Imagine o que será viver com menos 50% de rendimento e o que isso fará ao seu conforto.</p>
<h3><strong>Idade da reforma</strong></h3>
<p>Fruto do aumento da esperança média de vida, a idade da reforma tem vindo também ela a aumentar. Vivemos mais anos e vivemos mais anos reformados. Se o sistema de pensões é financiado pelas contribuições dos que estão no ativo, facilmente percebemos que alguma coisa terá de mudar. E o que vai mudar serão certamente o valor dos descontos (subir) e o valor dos direitos (descer). Se alguém disser o contrário estará a faltar à verdade!<a id="pp4"></a></p>
<h2>O que procurar numa aplicação para a reforma?</h2>
<p>Tendo como certas estas incertezas e sabendo que o futuro é também ele incerto, é altura de escolhermos uma ou mais aplicações financeiras. Neste contexto, deverá ter em atenção alguns critérios para diferenciar as aplicações:</p>
<h3><strong>Perfil de risco</strong></h3>
<p>O perfil de risco é um dos fatores mais analisados pelos clientes. Como referido, a preferência tem estado assente em produtos em risco e com capital garantido. No entanto, existem produtos com maior exposição a ações, podendo atingir 100% em ações. Assim, saiba qual o seu perfil de risco e qual o nível de risco de cada aplicação, para escolher um produto com o qual se sinta confortável.</p>
<h3><strong>Fiscalidade</strong></h3>
<p>Os produtos de reforma costumam ter associados benefícios fiscais, nomeadamente à entrada (sob a forma de deduções à coleta) e à saída (tributação de lucros). Dito isto, podemos poupar para a reforma noutros produtos, como sejam <a href="https://reorganiza.pt/fundos-de-investimento-guia/">fundos de investimento</a>, ETF ou seguros financeiros. Logo, perceba qual a fiscalidade aplicável ao produto que está a analisar, pensando sempre que diferenças de 10 ou 20 pontos percentuais na taxa de imposto, passados muitos anos, fazem uma grande diferença.</p>
<h3><strong>Qualidade da gestão</strong></h3>
<p>Os produtos de investimento são geridos por sociedades gestoras. Como em tudo nos negócios, existem gestores melhores ou piores e é fundamental que escolha uma sociedade gestora credível e com resultados comprovados. Procure perceber o desempenho histórico dos fundos e compare-o com o desempenho do índice de referência (<em>benchmark</em>).</p>
<h3><strong>Comissões</strong></h3>
<p>Analise com cuidado a estrutura de comissões dos diferentes fundos. No caso dos produtos de reforma, as sociedades gestoras portuguesas costumam cobrar taxas maiores, nomeadamente comissão de subscrição. Adicionalmente, existem as comissões de gestão, resgate e eventualmente de desempenho. Assim, sugerimos que <strong>analise a taxa global de custos</strong>, que representa todos os custos que os clientes suportam, apesar de não os verem (porque deduzidos diariamente ao valor do seu investimento).</p>
<h3><strong>Flexibilidade e facilidade de movimentação</strong></h3>
<p>Um último tópico que deve analisar prende-se com a flexibilidade e facilidade em fazer subscrições e resgates. Neste campo, perceba os sistemas de entregas programadas, os mínimos de subscrição e os critérios de resgate sem penalizações.<a id="pp5"></a></p>
<h2>Como poupar para a reforma?</h2>
<p>Vimos atrás como escolher aplicações financeiras. Agora, importa perceber como conseguiremos encontrar dinheiro para colocar nestas aplicações. Assim, sugerimos:</p>
<ul>
<li>Poupe todos os meses, o que torna o esforço menos difícil (ou mais fácil);</li>
<li>Utilize parte dos seus subsídios de férias e/ou de Natal;</li>
<li>Use parte do seu reembolso de IRS, que apesar de estar a ser reduzido, não deixa de ser um rendimento extra que pode usar para poupar.</li>
</ul>
<p>A poupança reforma será cada vez mais necessária, dados os grandes desafios que temos na sustentabilidade da nossa Segurança Social. Assim, deverá considerá-la uma prioridade pois, se não o fizer, mais ninguém o fará. Se precisar de algum apoio na escolha do melhor produto não hesite e entre em <a href="https://reorganiza.pt/contactos/">contacto com um dos nossos consultores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depósitos a Prazo – Guia completo para uma poupança segura</title>
		<link>https://reorganiza.pt/depositos-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2024 14:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos a Prazo]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=8848</guid>

					<description><![CDATA[Os depósitos a prazo são um dos produtos preferidos dos portugueses para aplicar as suas poupanças. Neste guia vamos explicar todos os detalhes para que consiga tirar melhor partido dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os depósitos a prazo são um dos produtos preferidos dos portugueses para aplicar as suas poupanças. Neste guia vamos explicar todos os detalhes para que consiga tirar melhor partido dos depósitos a prazo e rentabilizar as suas poupanças com segurança e tranquilidade.</p>
<ul>
<li><a href="#dp1">O que são depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp2">Tipos de depósitos a prazo</a>
<ul>
<li><a href="#dp3">Depósitos simples</a></li>
<li><a href="#dp4">Depósitos estruturados</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#dp5">Os depósitos a prazo têm risco?</a></li>
<li><a href="#dp6">Por que investir em depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp7">Como escolher um depósito a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp8">Como ter mais juro no depósito a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp9">Riscos e cuidados a ter ao investir em depósitos a prazo</a>
<ul>
<li><a href="#dp10">Impacto da inflação na rentabilidade</a></li>
<li><a href="#dp11">Penalizações por mobilização antecipada</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#dp12">Qual a fiscalidade dos depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp13">Quais as alternativas aos depósitos a prazo?</a><a id="dp1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são depósitos a prazo?</h2>
<p>Como referido, os depósitos a prazo são um dos produtos de poupança preferidos dos portugueses, embora muitas pessoas não conheçam ao certo o que são e como funcionem. Aliás, nas nossas formações de finanças pessoais perguntamos o que são depósitos a prazo e a maioria das pessoas não percebe que é uma das formas de nos tornarmos o banco do nosso banco.</p>
<p>Um depósito a prazo é um contrato de financiamento que une o Banco a um cliente aforrador, seja ele uma pessoa ou uma empresa. Neste contrato, são definidas as regras de funcionamento e os direitos e deveres das partes, nomeadamente:</p>
<ul>
<li><strong>Menção Depósito a Prazo</strong>, devendo garantir que o documento refere que está a fazer um depósito a prazo, de modo a evitar tornar-se o lesado de um qualquer banco;</li>
<li><strong>Montante do depósito</strong>, existindo um mínimo de constituição que costuma rondar os 500€ (em depósitos de entregas programadas, o mínimo tende a ser mais baixo mas com o compromisso de entregas durantes vários meses);</li>
<li><strong>Prazo do depósito</strong>, que define a data em que o dinheiro é devolvido ao seu dono;</li>
<li><strong>Condições de mobilização e tipo de taxa de juro</strong>;</li>
<li><strong>Taxa de juro contratada</strong>, que como veremos depende do montante, do prazo e do Banco.<a id="dp2"></a></li>
</ul>
<h2>Tipos de depósitos a prazo</h2>
<p>Os depósitos a prazo não são todos iguais antes, tendem a variar com base na taxa de juro, na possibilidade de mobilização (possível ou não e com ou sem penalização de juros) e na forma de pagamento do juro (no início ou no fim do contrato).<a id="dp3"></a></p>
<h3>Depósitos simples</h3>
<p>Os depósitos a prazo simples são os mais comuns. Nestes, existe um pagamento de um juro fixo ao longo do contrato, sendo na maturidade entregue o montante investido, acrescido do juro líquido de impostos.<a id="dp4"></a></p>
<h3>Depósitos estruturados</h3>
<p>Os depósitos estruturados são produtos que têm capital garantido, sendo o juro dependente, total ou parcialmente, da evolução de um produto financeiro com risco. Na prática, quando aplica dinheiro em depósitos estruturados não sabe qual o retorno que terá, pois esta depende, por exemplo, do preço de uma ou mais ações, da evolução de índices de ações, de cotações de taxas de câmbio, entre outros.</p>
<p>Para contratar depósitos estruturados, sugerimos que analise um conjunto de características fundamentais:</p>
<ol>
<li>Como é determinada a taxa de juro, procurando perceber se existe uma taxa de retorno mínima;</li>
<li>Qual o risco que corre ao investir nestes produtos;</li>
<li>Quais os custos associados.</li>
</ol>
<p>Os depósitos estruturados podem fazer sentido na sua carteira de poupança e de investimento mas deve trata-los como algo diferente dos depósitos tradicionais, visto que não tendo risco de capital, têm risco de taxa de retorno, podendo aplicar dinheiro sem ganhar nada com isso.<a id="dp5"></a></p>
<h2>Os depósitos a prazo têm risco?</h2>
<p>Uma das características que torna estas aplicações tão populares numa população avessa ao risco é a sua ausência de risco (pelo menos em teoria). De facto, ao contratar um depósito (seja a prazo ou à ordem), está a emprestar dinheiro ao banco. Assim, o risco que corre é a possibilidade de o banco não lhe devolver o dinheiro, o que acontece em caso de insolvência. No entanto, para garantir que os depositantes têm confiança em colocar o dinheiro no banco (e não debaixo do colchão), foi criado um fundo de garantia de depósitos.</p>
<p>O <a href="http://www.fgd.pt">Fundo de Garantia de Depósitos</a> é uma garantia tácita de que, em caso de falência do banco, o dinheiro dos depositantes é devolvido, com alguns limites:</p>
<ul>
<li>Até 100.000€;</li>
<li>Por banco;</li>
<li>Por número de contribuinte.</li>
</ul>
<p>Saiba que nos casos dos problemas bancários que vivemos há vários anos, o fundo de garantia não foi acionado, porque os produtos contratados não eram depósitos. Por outro lado, em caso de falência de um banco importante, o fundo de garantia não tem capacidade financeira para honrar os compromissos.<a id="dp6"></a></p>
<h2>Por que investir em depósitos a prazo?</h2>
<p>Os depósitos a prazo são uma solução segura e previsível para aplicar as suas poupanças e dispõem de um conjunto de vantagens e características que deve conhecer. Podemos destacar alguns motivos para constituir um depósito:</p>
<ol>
<li>Constituir o seu <strong>fundo de emergências</strong>, que deve ser aplicado em soluções sem risco e com mobilização imediata, mesmo que com perda de parte ou da totalidade do juro corrido;</li>
<li><strong>Criar hábitos de poupança</strong>, sendo uma forma muito boa para perceber como funcionam os produtos de poupança e a tributação que lhes está associada;</li>
<li><strong>Evitar gastos de dinheiro</strong>, já que podemos ter uma entrega automática que nos reduz o rendimento disponível para gastar todos os meses;</li>
<li><strong>Conferir estabilidade a uma carteira de investimento</strong>, servindo como uma reserva de capital para aproveitar oportunidades de investimento que surjam, por exemplo, com uma queda repentina do mercado.<a id="dp7"></a></li>
</ol>
<h2>Como escolher um depósito a prazo?</h2>
<p>Sendo produtos muito semelhantes entre si, não significa que sejam iguais em todos os bancos. Assim, sugerimos que tenha atenção a 3 fatores:</p>
<ul>
<li><strong>Credibilidade</strong> da instituição financeira, devendo escolher bancos sólidos e confiáveis. Por exemplo, se tiver um banco a oferecer uma taxa de juro muito superior aos restantes, tenha cautela;</li>
<li><strong>Prazo</strong> do depósito, que deve ser enquadrado com o momento em que irá precisar do dinheiro, evitando ter de mobilizar o capital antecipadamente com penalização de juros;</li>
<li><strong>Taxa de juro</strong>, que pode negociar com o banco, mas que depende da credibilidade do banco e do prazo contratado.<a id="dp8"></a></li>
</ul>
<h2>Como ter mais juro no depósito a prazo?</h2>
<p>Os bancos dão diferentes taxas de juro para diferentes clientes, sendo que estas taxas variam também da altura do ano em que são contratados. Assim, algumas dicas que podem ser úteis para ter mais juros no seu depósito:</p>
<ol>
<li>As taxas de juro costumam ser<strong> maiores para prazos mais longos</strong>, embora nem sempre seja verdade. Desde modo, pode contratar vários depósitos com prazos diferentes para tentar captar diferentes taxas;</li>
<li>As taxas de juro costumam ser <strong>maiores no final do ano</strong>. De facto, os bancos não querem perder depósitos no final do ano, pois pode comprometer o seu fecho de contas. Assim, é comum ter taxas maiores nos últimos meses do ano, algo que pode aproveitar;</li>
<li>É possível<strong> negociar as taxas de juro com o seu gestor de conta</strong>. Logo, se tiver mais capital e disponibilidade, fale com o seu gestor e peça uma taxa maior do que a apresentada no site do banco;</li>
<li>Os<strong> depósitos das crianças tendem a ter taxas mais baixas do que os depósitos dos adultos</strong>, isto porque quando fazemos depósitos para os nossos filhos normalmente não olhamos para a taxa mas antes para a conveniência.<a id="dp9"></a></li>
</ol>
<h2>Riscos e cuidados a ter ao investir em depósitos a prazo</h2>
<p>Quem aplica o seu dinheiro em depósitos a prazo deve ter em atenção algumas cautelas, nomeadamente o impacto da inflação, as penalizações por mobilização antecipada e o risco de insolvência do banco.<a id="dp10"></a></p>
<h3>Impacto da inflação na rentabilidade</h3>
<p>O tema da inflação é muito relevante para quem poupa. De facto, não é equivalente ter uma taxa de juro de 3% quando a taxa de inflação é de 1% ou quando é de 6%. No primeiro cenário, existe um retorno real de 2% e no segundo existe uma perda de 3%. Em ambos, por cada 100€ investidos recebemos 3€ no final de 12 meses. No entanto, a inflação tira-nos poder de compra, podendo mesmo implicar uma perda de poder de compra, como no segundo caso. Logo, em cenários de elevada inflação, devemos procurar investir com risco de modo a, pelo menos, acompanhar a inflação.<a id="dp11"></a></p>
<h3>Penalizações por mobilização antecipada</h3>
<p>A maioria dos depósitos a prazo tem penalização de juros por mobilização antecipada. Assim, deve analisar com cuidado as características do depósito para saber com o que pode contar. Por norma, se resgatar o capital antes do fim do prazo irá perder todos os juros corridos. Logo, tenha muita cautela e associe o prazo ao momento em que irá precisar do seu capital. Em caso de dúvida, divida o dinheiro em vários depósitos.<a id="dp12"></a></p>
<h2>Qual a fiscalidade dos depósitos a prazo?</h2>
<p>O rendimento dos depósitos a prazo tem associada uma tributação, como qualquer rendimento em Portugal. Assim, conte com dois tipos de tributação:</p>
<ul>
<li><strong>Taxa liberatória</strong> – Neste caso, há lugar à retenção na fonte de 28% do juro recebido, não sendo necessário declarar o rendimento na sua declaração de IRS;</li>
<li><strong>Taxa englobada</strong> – Podemos englobar o rendimento no nosso IRS, sendo a taxa de imposto a taxa do total do rendimento, podendo ter uma devolução do imposto retido na fonte. Por norma, esta alternativa não é interessante.<a id="dp13"></a></li>
</ul>
<h2>Quais as alternativas aos depósitos a prazo?</h2>
<p>Com alguma probabilidade, existem alternativas mais interessantes para quem quer aplicar o seu dinheiro. Infelizmente, tendemos a procurar apenas soluções com capital garantido, e nestes casos temos três alternativas:</p>
<ul>
<li><a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/"><strong>Seguros de capitalização</strong></a>, soluções com capital e taxa de juro garantida e com um enquadramento fiscal muito mais interessante do que os depósitos a prazo, especialmente para prazos de poupança mais alargados;</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/"><strong>Certificados de aforro</strong></a>, soluções de poupança do Estado que têm taxas de juro interessantes, não têm risco e permitem o investimento com baixos montantes (o mínimo são 100€);</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/"><strong>PPR</strong></a>, existindo alguns também com capital e taxa de juro garantida, sendo o imposto sobre os lucros muito mais baixo do que outras alternativas.</li>
</ul>
<p>Os depósitos a prazo podem ser uma solução interessante para aplicar o seu dinheiro sem risco e com bons níveis de liquidez. Podem também ser uma forma boa de parquear o seu dinheiro esperando boas oportunidades de investimento que surjam com a queda do mercado. Em ambos os casos, é fundamental que seja criterioso na escolha do banco e que negoceie as taxas de juro para garantir que maximiza o seu retorno.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os 3 P&#8217;s da Poupança</title>
		<link>https://reorganiza.pt/os-3-ps-da-poupanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 08:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[organizar finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=9489</guid>

					<description><![CDATA[Poupar está na ordem do dia, e certamente até já o faz, mas será que já ouviu falar dos 3 P’s da Poupança? Talvez não, mas saiba que é uma...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poupar está na ordem do dia, e certamente até já o faz, mas será que já ouviu falar dos 3 P’s da Poupança? Talvez não, mas saiba que é uma estratégia de poupança que deve seguir, para que poupar se torne um hábito, e por isso o mantenha por muito tempo.</p>
<p>E se ainda não poupa, porque considera difícil poupar com o seu orçamento familiar, saiba que com os 3 P’s da Poupança, o vai conseguir fazer. E, mais uma vez, manter por muito tempo.</p>
<h2><strong>Poupar não tem de ser um sacrifício</strong></h2>
<p>Poupar, não tem de significar prescindir de algo, ou seja, não tem de ser um sacrifício, ou dito de outra maneira um custo para si. Se assim for, certamente a sua motivação para poupar é muito baixa.</p>
<h2><strong>Poupar tem de ser uma forma de estar </strong></h2>
<p>Poupar tem de ser um comportamento enraizado em si. Ou seja, tem de ser um ato natural, ou dito de oura forma, um hábito.</p>
<p>Mas para que assim seja, a poupança que faz tem de ter um objetivo. Ou seja, tem de ver o benefício que tira da poupança que está a fazer. E para isso tem de saber para que está a poupar – seja para fazer umas férias, para comprar um telemóvel ou para a sua reforma.</p>
<p>O importante é saber para que está a poupar e tenha um benefício real do que está a poupar.</p>
<h2><strong>Tem de ter uma estratégia de poupança</strong></h2>
<p>Agora que definiu o seu objetivo de poupança tem de ter uma estratégia para o fazer. E mais uma vez, tem de ser uma estratégia que não seja penosa para si, dito de outra forma, que não implique fazer sacrifícios. E é aqui entram os 3 P´s da Poupança</p>
<h2><strong>Os 3 P´s da Poupança </strong></h2>
<p>Os 3 P´s da Poupança é uma forma de poupança e que se traduz por poupar <strong>P</strong>ouco, o <strong>P</strong>ossível e de forma <strong>P</strong>rogressiva</p>
<h3><strong>Pouco </strong></h3>
<p>Para que poupar se torne um hábito, tem de ser alguma coisa que é sempre realizável. Se decidir, sob impulso, poupar por exemplo, 25% do seu ordenado, até pode conseguir fazer num mês, se existirem meses em que não vai conseguir, rapidamente desiste.</p>
<p>Assim, para que seja um hábito <strong>tem de começar de forma ligeira, ou seja Pouco</strong>, por exemplo poupar 50,00€ por mês.</p>
<h3><strong>Possível </strong></h3>
<p>Para além de ser pouco, <strong>o valor que definir tem de ser Possível</strong>. Isto é tem de ser exequível todos os meses, sem falta. Só assim se torna um hábito.</p>
<p>O melhor mesmo, é assim que receber o ordenado, colocar de parte, por exemplo num produto de poupança programada, o valor que definiu. Podemos dizer que se trata de pagar-se primeiro a si mesmo.</p>
<h3><strong>Progressivo</strong></h3>
<p>A nossa situação financeira tende a melhorar com o passar dos anos, à medida que a nossa vida profissional evoluiu. Assim, ao longo do tempo deve ir aumentando o valor destinado à poupança, mantendo a premissa anterior – o de ser possível de cumprir todos os meses.</p>
<h2><strong>Rentabilizar a poupança </strong></h2>
<p>Note que é importante poupar, mas também é importante rentabilizar o valor que poupar. E existem inúmeros produtos financeiros ao seu dispor. <a href="https://reorganiza.pt/perfil-de-risco-conheca-o-seu-e-invista-bem/">O importante é ter em atenção o seu perfil de risco</a>, ou seja, o seu perfil aforrador/investidor, para decidir qual o produto que mais se adequa a si.</p>
<h2><strong>Fale com a Reorganiza </strong></h2>
<p>Connosco as sua poupanças estão em boas mãos. Temos um conjunto de especialistas em finanças pessoais, que, sem custos para si, o poderão ajudar a poupar e a encontrar os produtos financeiros que mais se ajustam ao seu perfil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito Consolidado: Como Reduzir as Suas Prestações Mensais</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-consolidado-guia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 11:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[form_cc]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=9326</guid>

					<description><![CDATA[O crédito consolidado é uma solução de inteligência financeira para otimizar créditos. Neste guia apresentamos o que precisa de saber para conhecer o crédito consolidado, as suas potencialidades e riscos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito consolidado é uma solução de inteligência financeira para otimizar créditos. Neste guia apresentamos o que precisa de saber para conhecer o crédito consolidado, as suas potencialidades e riscos e como tirar partido desta solução para melhorar a sua vida financeira.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ol>
<li><a href="#CC0">O que é o Crédito Consolidado?</a></li>
<li><a href="#CC1">Porquê fazer uma consolidação de créditos?</a></li>
<li><a href="#CC2">Cuidados a ter com a consolidação de créditos</a></li>
<li><a href="#CC3">Tipos de crédito consolidado</a></li>
<li><a href="#CC4">Vantagens do Crédito Consolidado?</a></li>
<li><a href="#CC5">Como tirar melhor partido do crédito consolidado?</a></li>
<li><a href="#CC6">E depois de Consolidar?</a></li>
<li><a href="#CC7">Por onde começar o processo de consolidação?</a><a id="CC0"></a></li>
</ol>
<h2>O que é o Crédito Consolidado?</h2>
<p>A expressão crédito consolidado é tipicamente conhecida pela ideia de “juntar os créditos todos num só”. Na prática, quem pede um crédito consolidado o que está a fazer é pedir um crédito pessoal com o intuito de liquidar um conjunto de dívidas que tem em curso. Por exemplo, se tem 2 <a href="https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/">cartões de crédito</a> e 2 créditos pessoais que totalizam 20.000€ em dívida, podemos pedir a um banco ou instituição financeira que nos conceda os mesmos 20.000€ num novo crédito e com esse capital amortizar antecipadamente os quatro créditos.<a id="CC1"></a></p>
<h2>Porquê fazer uma consolidação de créditos?</h2>
<p>A consolidação de créditos tem um conjunto de vantagens que não se resumem a uma poupança imediata nas prestações mensais. Destacamos as principais razões que levam os nossos clientes a pedir o nosso apoio:</p>
<ol>
<li><strong>Reduzir prestações</strong> – Referimos que esta não é a única vantagem, mas é uma vantagem muito relevante. Com o crédito consolidado, podemos reduzir os encargos mensais com créditos de forma significativa, em alguns casos 60% ou mesmo 70%. Mais abaixo mostramos um exemplo e várias estratégias a seguir;</li>
<li><strong>Facilidade de controlo financeiro</strong> – Ao trocar várias prestações por uma única prestação acaba por aumentar significativamente o controlo sobre as suas finanças pessoais. Passa a ter apenas um dia para pagar à instituição financeira o que evita atrasos de pagamento por esquecimento ou insuficiência pontual de fundos;</li>
<li><strong>Melhoria do perfil financeiro</strong> – Como sabemos, os bancos podem ter acesso ao nosso mapa de créditos do Bando de Portugal e não é a mesma coisa termos 1 linha de crédito ou termos quatro ou cinco. Ao consolidar créditos melhoramos o nosso perfil de crédito, pois muitos bancos evitam negociar com clientes que tenham muitas linhas em várias instituições.<a id="CC2"></a></li>
</ol>
<h2>Cuidados a ter com a consolidação de créditos</h2>
<p>Fazer um crédito consolidado pode ser extraordinário para as suas finanças pessoais. Imagine o que seria se de repente passasse a ter mais 300€ ou 400€ disponíveis no seu <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">orçamento familiar</a>. Agora, esta vantagem tem três perigos associados:</p>
<ol>
<li><strong>Tentação ao consumo</strong> – Ao ter mais dinheiro disponível todos os meses acaba por ter maiores possibilidades de gastar dinheiro. Isto pode ser extraordinário mas pode também abrir espaço para maior consumo e para algum consumismo. O consumo não tem nada de errado, antes pelo contrário, mas devemos ter cautela para não consumir acima daquilo que consideramos razoável;</li>
<li><strong>Pagamento de juros</strong> – O crédito consolidado permite reduzir prestações na medida em que baixa a taxa de juro média e (possivelmente) aumenta os prazos. No crédito, mais tempo de pagamento implicará maior custo em juros;</li>
<li><strong>Liquidez adicional</strong> – Vários clientes da Reorganiza solicitam um crédito consolidado e como geram poupança mensal acabam por ter espaço para solicitar liquidez adicional. Pedir mais capital não tem nada de errado, se precisarmos dessa liquidez extra. Caso contrário, o crédito consolidado acaba por ser um incentivo a novo endividamento.<a id="CC3"></a></li>
</ol>
<h2>Tipos de Crédito Consolidado</h2>
<p>A contratação do crédito consolidado pode ser feita com duas modalidades distintas:</p>
<h3><a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado-com-hipoteca/">Crédito Consolidado com Hipoteca</a></h3>
<p>Nesta modalidade, damos um bem imóvel como hipoteca / garantia de pagamento. Assim, damos um conforto adicional ao banco de que iremos honrar o compromisso de crédito e reduzimos o risco da operação. Logo, conseguimos montantes de financiamento mais elevados, <strong>taxas de juro mais baixas e prazos mais alargados</strong>, o que aumenta significativamente a poupança conseguida.</p>
<h3><a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado-sem-hipoteca/">Crédito Consolidado sem Hipoteca</a></h3>
<p>Nesta modalidade, o risco da operação é mais elevado para o banco, o que se traduz em taxas de juro mais elevadas. As garantias que oferecemos à instituição financeira estão assentes no rendimento do nosso agregado familiar e na sua estabilidade.<a id="CC4"></a></p>
<h2>Vantagens do Crédito Consolidado</h2>
<p>Para tornar mais visíveis as potencialidades da consolidação de créditos, fazemos uso de um exemplo prático, onde apresentaremos 2 estratégias a seguir.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9329 size-full" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/09/credito-consolidado-1.jpg" alt="crédito consolidado" width="982" height="269" srcset="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/09/credito-consolidado-1.jpg 982w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/09/credito-consolidado-1-300x82.jpg 300w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/09/credito-consolidado-1-768x210.jpg 768w" sizes="(max-width: 982px) 100vw, 982px" /></p>
<p>A família deste exemplo tem 35.000€ de montante em dívida e suporta uma mensalidade de 820€, considerando para o efeito o pagamento mínimo do <a href="https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/">cartão de crédito</a> de 3% ao mês (de notar que se fizer o pagamento mínimo irá demorar décadas a amortizar estas dívidas).</p>
<h3><strong>Redução das Prestações Mensais</strong></h3>
<p>Esta família poderá solicitar um novo crédito junto de uma instituição financeira ou de um banco, pelo montante de 35.000€, pelo prazo de 84 meses e com uma taxa de juro, por exemplo, de 10%. Neste caso, a prestação passaria para 581€ ou uma redução de 29%. Mais importante, o montante total de juros pagos no contrato passaria de 17.640€ para 13.807€. ou menos cerca de 3.800€.</p>
<h3><strong>Liquidar o Crédito mais rápido</strong></h3>
<p>A família pode optar por uma estratégia diferente, que passará por <strong>manter o valor da prestação inalterado mas, em alternativa, reduzir o prazo do empréstimo</strong>. Neste cenário, o esforço mensal mantem-se mas a família consegue livrar-se mais rapidamente dos créditos, o que permite uma economia de juros muito expressiva.</p>
<p>Assim, a família irá contratar um mesmo crédito consolidado de 35.000€ mas ao invés de contratar o crédito a 84 meses pode contratar a 53 meses. Em ambos os casos a prestação mensal rondará os 820€, mas no primeiro caso paga ao longo do contrato 13.807€ e no segundo pagará apenas 8.440€, economizando adicionalmente 5.367€.</p>
<h3><strong>Que objetivo privilegiar?</strong></h3>
<p>O objetivo da família é cada um que decide. Naturalmente que para melhorar as finanças pessoais e alcançar mais rapidamente a liberdade financeira, quanto mais rápido pagarmos os créditos, melhor. No entanto, cada família tem a sua realidade e o seu orçamento familiar. Em caso de dúvida, pode optar pela primeira estratégia (reduzir prestação) e pontualmente usar excedentes de liquidez para fazer amortizações antecipadas no crédito. Assim, assegura poupança mensal com flexibilidade para se ajustar aos desafios do dia-a-dia.<a id="CC5"></a></p>
<h2>Como Escolher o Melhor Crédito Consolidado?</h2>
<p>O crédito consolidado deve servir como uma ferramenta de otimização da sua estrutura de créditos. É uma ferramenta utilizada pelas pessoas com mais literacia financeira pois podem assim poupar dinheiro, reduzir os juros pagos e garantir maior conforto financeiro. No entanto, algumas cautelas devem ser tomadas:</p>
<ul>
<li><strong>Estude diferentes opções</strong> – Existem diferentes alternativas para consolidar créditos e devemos estudar várias, para garantir que escolhemos a melhor;</li>
<li><strong>Use um intermediário de crédito</strong> – Os <a href="https://www.bportugal.pt/intermediariocreditofar/reorganiza-com-sentido-intermediacao-de-credito-lda">intermediários de crédito</a> como a Reorganiza fazem a consulta a diferentes instituições financeiras e negoceiam os contratos por si, sem qualquer custo adicional;</li>
<li><strong>Analise todos os custos</strong> – A comparação de diferentes opções de financiamento deve basear-se em todos os custos. Assim, analise a TAEG e procure reduzir os custos em todas as linhas;</li>
<li><strong>Antecipe problemas</strong> – Alertamos para a necessidade de antecipar problemas. Não recorra ao crédito consolidado apenas quando o problema rebentou pois nessa altura pode não ser fácil aprovar o seu novo crédito. Se tem vários créditos, mesmo que consiga pagar as prestações tranquilamente, antecipe e consolide os seus créditos.<a id="CC6"></a></li>
</ul>
<h2>E depois de consolidar créditos?</h2>
<p>Depois de consolidar créditos e para evitar os problemas que falámos acima, é necessário que consiga mudar de postura face ao dinheiro. O crédito consolidado permite uma grande poupança nas suas prestações mensais, mas é fundamental que o utilize para melhorar a sua vida. Assim, 3 dicas importantes:</p>
<ol>
<li>Mantenha o controlo do seu orçamento familiar, para que consiga resistir às tentações de consumo que o podem levar a pedir mais dinheiro emprestado;</li>
<li>Aproveite para poupar dinheiro, reforçando o seu fundo de emergências;</li>
<li>Utilize poupanças adicionais para amortizar mais rapidamente o seu crédito consolidado, garantindo que se vê livre deste contrato o mais rapidamente possível.<a id="CC7"></a></li>
</ol>
<h2>Por onde começar o processo de consolidação de crédito?</h2>
<p>A nossa sugestão passa por preencher o <a href="/credito-consolidado">simulador de crédito consolidado</a> e tirar todas as suas dúvidas com os nossos consultores de crédito. Depois, terá toda a informação necessária para escolher a alternativa que mais se adequa às suas necessidades. Mas atenção, não pague a nenhum intermediário de crédito vinculado pelo serviço, pois tal prática é vedada pelo Banco de Portugal, o nosso regulador.</p>
<div class="global-section">
		<div id="fws_6a15c2d8d8eab"  data-column-margin="default" data-midnight="light" data-top-percent="5%" data-bottom-percent="5%"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row full-width-section vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle bannersCreditos bannersSimuladores top_padding_phone_10pct bottom_padding_phone_10pct"  style="padding-top: calc(100vw * 0.05); padding-bottom: calc(100vw * 0.05); "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer using-image" ><div class="row-bg viewport-desktop using-image"  style="background-image: url(https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/banner_CreditoConsolidado.png); background-position: center center; background-repeat: no-repeat; "></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 light left">
	<div  class="vc_col-sm-5 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				<div class="nectar-highlighted-text" data-style="regular_underline" data-exp="default" data-underline-thickness="default" data-user-color="true" style="color: #ffffff;" data-using-custom-color="true" data-animation-delay="false" data-color="#4eab3e" data-color-gradient="#a9d42c" style=""><em>Crédito Consolidado</em></div><h2 style="color: #ffffff;text-align: left" class="vc_custom_heading vc_do_custom_heading" >Junte todos os créditos e reduza as suas preocupações</h2>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consegue poupar muito, com uma prestação apenas.</span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 

	<div  class="vc_col-sm-3 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				
			</div> 
		</div>
	</div> 

	<div  class="vc_col-sm-4 simuleQuadro wpb_column column_container vc_column_container col centered-text no-extra-padding force-desktop-text-align-center inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<h4><strong>Simule o seu Crédito Consolidado</strong></h4>
	</div>
</div>



<div id="fws_6a15c2d8db89e" data-midnight="" data-column-margin="20px" class="wpb_row vc_row-fluid vc_row inner_row vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle"  style=""><div class="row-bg-wrap"> <div class="row-bg" ></div> </div><div class="row_col_wrap_12_inner col span_12  center">
	<div style="" class="vc_col-sm-6 vc_col-xs-6 wpb_column column_container vc_column_container col child_column padding-5-percent inherit_tablet padding-2-percent_phone "  data-using-bg="true" data-border-radius="5px" data-border-animation="" data-border-animation-delay="" data-border-width="1px" data-border-style="solid" data-border-color="#4eab3e" data-padding-pos="all" data-has-bg-color="true" data-bg-color="#ffffff" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-consolidado/"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
		<div class="wpb_wrapper">
			<div class="img-with-aniamtion-wrap " data-max-width="100%" data-max-width-mobile="default" data-shadow="none" data-animation="none" >
      <div class="inner">
        <div class="hover-wrap"> 
          <div class="hover-wrap-inner">
            <img decoding="async" class="img-with-animation skip-lazy " data-delay="0" height="28" width="28" data-animation="none" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/card-tick.svg" alt="card-tick"  />
          </div>
        </div>
      </div>
    </div>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR<br />
CRÉDITOS ATUAIS</span></p>
	</div>
</div>




		</div> 
	</div>
	</div> 

	<div style="" class="vc_col-sm-6 vc_col-xs-6 wpb_column column_container vc_column_container col child_column padding-5-percent inherit_tablet padding-2-percent_phone "  data-using-bg="true" data-border-radius="5px" data-border-animation="" data-border-animation-delay="" data-border-width="1px" data-border-style="solid" data-border-color="#4eab3e" data-padding-pos="all" data-has-bg-color="true" data-bg-color="#ffffff" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-consolidado/"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
		<div class="wpb_wrapper">
			<div class="img-with-aniamtion-wrap " data-max-width="100%" data-max-width-mobile="default" data-shadow="none" data-animation="none" >
      <div class="inner">
        <div class="hover-wrap"> 
          <div class="hover-wrap-inner">
            <img decoding="async" class="img-with-animation skip-lazy " data-delay="0" height="32" width="32" data-animation="none" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/cards.svg" alt="cards"  />
          </div>
        </div>
      </div>
    </div>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR E PEDIR VALOR EXTRA</span></p>
	</div>
</div>




		</div> 
	</div>
	</div> 
</div></div>
			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guia prático para construir um orçamento familiar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 15:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=9248</guid>

					<description><![CDATA[Uma das principais recomendações no mundo das finanças pessoais é fazer um orçamento familiar. Neste artigo vamos apresentar-lhe um guia prático para ajudar a construir um orçamento familiar que realmente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais recomendações no mundo das finanças pessoais é fazer um orçamento familiar. Neste artigo vamos apresentar-lhe um guia prático para ajudar a construir um orçamento familiar que realmente funcione. Não se preocupe que não vamos dizer para cortar todas as despesas!</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ol>
<li><a href="#a1">O que é um orçamento familiar?</a></li>
<li><a href="#a2">Porquê fazer um orçamento familiar?</a></li>
<li><a href="#a3">Como fazer um orçamento familiar?</a></li>
<li><a href="#a4">Qual o lugar da poupança no orçamento?</a></li>
<li><a href="#a5">Como otimizar o orçamento familiar?</a></li>
<li><a id="A1"></a><a href="#a6">Questões práticas</a></li>
<li><a href="#Orc9">Como gerir o orçamento familiar em casal?</a></li>
</ol>
<h2>O que é um orçamento familiar?</h2>
<p>Antes de avançarmos é fundamental que nos detenhamos um pouco naquilo que consideramos ser um orçamento familiar. Existem confusões que afastam as pessoas de fazer um orçamento e esperamos conseguir desmistificar.</p>
<p>Um orçamento familiar é um <strong>plano financeiro</strong>. Fácil. Através desta ferramenta, que veremos abaixo como se constrói de forma simples, conseguimos ganhar o controlo sobre o destino que damos ao nosso dinheiro. Por outras palavras, planeamos as nossas despesas para retirar o máximo partido do nosso dinheiro. Assim, devemos considerá-lo um aliado que nos ajudará a vencer as tentações do consumo (que existem sempre) e a atingir os nossos objetivos. Portanto, uma ferramenta de liberdade financeira!<a id="a2"></a></p>
<h2>Porquê fazer um orçamento familiar?</h2>
<p>Para termos o “trabalho” de fazer um orçamento familiar temos de ter a motivação correta. E a motivação consegue-se ao sabermos porque fazer um orçamento familiar. Destacamos algumas ideias:</p>
<p><strong>Tomar consciência da nossa situação atual</strong></p>
<p>Ao construir um orçamento irá perceber quanto ganha, quanto gasta e onde gasta o seu dinheiro. Com alguma probabilidade, vai concluir que gasta em despesas que não são prioritárias e que tem espaço para gastar mais noutro tipo de despesas.</p>
<p><strong>Identificar padrões de consumo</strong></p>
<p>Parece que o dinheiro desaparece da nossa conta bancária e não sabemos onde é que ele para. Como o dinheiro não tem propriedades mágicas e como somos nós que o comandamos, ao fazer um orçamento familiar consegue identificar os principais padrões de consumo. Saberá onde gasta o seu dinheiro, as principais rúbricas, as alturas mais críticas do mês, entre outros.</p>
<p><strong>Definir e atingir objetivos</strong></p>
<p>A definição de objetivos de poupança é uma das grandes valias do orçamento familiar. Ao planearmos as nossas despesas podemos definir “pagamentos a nós próprios”. Por outras palavras, definimos objetivos concretos de poupança e, através da implementação do orçamento definido, caminhamos para os atingir. Quaisquer que sejam os objetivos, se definimos planos vamos delinear estratégias para os atingir. E vamos atingi-los!</p>
<p><strong>Identificar fontes de desperdício</strong></p>
<p>Pode não ser necessário fazer um orçamento familiar para perceber que temos muitas fontes de desperdício. No entanto, identificar despesas vai ser um mote importante para ganharmos uma consciência objetiva de que algumas despesas não fazem sentido. Outras podem fazer sentido, o ponto não é esse. O ponto é que ganhar consciência dos nossos hábitos vai-nos forçar a mudá-los. A cortar com desperdícios e despesas desnecessárias. E vai ver que é muito gratificante.</p>
<p><strong>Planear os meses seguintes</strong></p>
<p>Com alguma probabilidade, o primeiro orçamento que fazemos consistirá na identificação das despesas, que nos traz alguns dos benefícios que já abordámos acima. No entanto, o orçamento é realmente vantajoso para planear as despesas dos meses seguintes. Quem sabe conseguiremos evitar cair em endividamento ou destinar parte do dinheiro para uma escapadinha em família.<a id="a3"></a></p>
<h2>Como fazer um orçamento familiar?</h2>
<p>Fazer um orçamento familiar não é complexo. Para o ajudar, sugerimos alguns passos simples que poderão dar algum trabalho no início, mas com resultados comprovados.</p>
<p><strong>Identificar as receitas</strong></p>
<p>O primeiro passo consiste em identificar as receitas da família, procurando determinar quais são os rendimentos garantidos e quais os rendimentos não garantidos (ou variáveis). Esta distinção é fundamental pois é com base no rendimento fixo (e eventualmente com parte do rendimento variável) que iremos planear as despesas. Sugerimos, ainda, que identifique o rendimento dos vários membros do agregado familiar que contribuem para as despesas (aqui teremos uma oportunidade única de falar sobre dinheiro em casal, o que evitará muitas chatices para o futuro) e que se foque no rendimento líquido de impostos.</p>
<p><strong>Identificar despesas</strong></p>
<p>Alguns consultores falam-nos das despesas fixas e das despesas variáveis. No entanto, preferimos distinguir outros dois tipos de despesas:</p>
<ol>
<li><strong>Despesas essenciais</strong> – Tipicamente denominadas de despesas fixas, as despesas essenciais são aquelas rúbricas que consideramos fundamentais para a nossa qualidade de vida. Se repararmos, a maioria das famílias tem um conjunto de despesas essenciais, nomeadamente habitação, alimentação, vestuário, saúde, transporte e algumas utilities como água, luz, gás ou telecomunicações.</li>
<li><strong>Despesas não essenciais</strong> – As despesas não essenciais são despesas tão legítimas como todas as outras, mas são aquelas despesas que podemos eliminar (umas mais rapidamente do que outras) para dar espaço para as despesas essenciais. Por exemplo, idas ao ginásio ou refeições fora de casa dão um colorido às nossas vidas mas podem ser cortadas (ou não) para libertar espaço para pagar o crédito habitação ou os medicamentos.</li>
</ol>
<p><strong>Situação líquida</strong></p>
<p>A situação líquida é a diferença entre o rendimento e as despesas. Se o valor é positivo, estamos em situação favorável e se é negativo iremos ter de cortar em algum lado para evitar o endividamento ou a redução das poupanças. Simples?<a id="a4"></a></p>
<h2>Qual o lugar da poupança no orçamento?</h2>
<p>A poupança tem um lugar central na construção de um orçamento familiar, na medida em que tem lugar central também nas vidas das pessoas. Não defendemos isto por dar demasiada importância à poupança ou ao dinheiro nem por acharmos que devemos cortar todas as despesas para conseguir poupar dinheiro. Defendemos isto sim por considerarmos que temos de assumir uma postura de:</p>
<ol>
<li><strong>Prudência</strong>, na medida em que a vida é sempre permeável a imprevistos, pelo que não nos cansamos de defender a construção de um fundo para emergências;</li>
<li><strong>Independência</strong>, na medida em que o dinheiro nos traz independência e liberdade;</li>
<li><strong>Sucesso</strong>, na medida em que a poupança nos permite atingir os objetivos que definimos para nós e para as nossas famílias.</li>
</ol>
<p>Assim, defendemos que a primeira despesa essencial deve ser a poupança. Se considerarmos a poupança como algo essencial e prioritário iremos fazer todos os possíveis para a tornar uma realidade. E a melhor estratégia passa por:</p>
<ul>
<li>Definir uma transferência automática;</li>
<li>No início do mês;</li>
<li>Para uma conta independente da nossa conta à ordem.</li>
</ul>
<p>Quando abordamos a poupança no orçamento, não podemos deixar de chamar a atenção para a poupança para a reforma, uma vez que os valores das reformas estão a cair todos os anos. Logo, defendemos a necessidade de constituir rapidamente um <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">Plano Poupança Reforma</a> para começarmos desde já a acumular para essa fase importante das nossas vidas. Quanto mais cedo começar menor será o esforço que nos é exigido.<a id="a5"></a></p>
<h2>Como otimizar o orçamento familiar?</h2>
<p>Não somos adeptos da restrição, mas também não somos adeptos do desperdício. Assim, podemos usar o conhecimento que temos das nossas despesas e hábitos para otimizar as despesas e libertar espaço para despesas ou investimento que desejamos. Logo, devemos procurar otimizar o orçamento familiar. Por onde começar?</p>
<p><strong>Despesas com habitação</strong></p>
<p>Com grande probabilidade, as despesas com habitação representam uma fatia importante do seu orçamento familiar. Assim, podemos começar atacando esta despesa, especialmente se tivermos um <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a> em curso. Caso tenha um crédito habitação, sugerimos que avalie a possibilidade de negociar com o seu banco uma redução da taxa de juro ou, em alternativa, transferir o crédito para outro banco. Por outro lado, tenha especial atenção aos custos que suporta com o <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-seguro-de-vida-credito-habitacao/">seguro de vida crédito</a> e com o seguro multirriscos, procurando analisar a relação entre o preço e as coberturas / segurança que obtém.</p>
<p><strong>Créditos de curto prazo</strong></p>
<p>Os créditos de curto prazo podem representam um bolo relevante no orçamento familiar, especialmente se tivermos o descoberto da conta ordenado e <a href="https://reorganiza.pt/o-que-e-um-cartao-de-credito/">cartões de crédito</a>. Neste contexto, avalie a possibilidade de <a href="/credito-consolidado">consolidar créditos</a>, focando na comparação da taxa média e usando a poupança gerada para eliminar os créditos o mais rápido possível.</p>
<p><strong>Eletricidade e gás</strong></p>
<p>As despesas com eletricidade e gás têm vindo a subir nos últimos tempos. Neste campo, temos de perceber que as campanhas das diversas empresas têm uma duração limitada e se não contactarmos renegociarmos regularmente o contrato acabaremos saindo prejudicados. Assim, sugerimos que contacte o seu operador pelo menos 1 vez por semestre e que procure as campanhas do momento. Avalie a possibilidade de juntar os dois serviços no mesmo operador para obter descontos adicionais. Se precisar de um comparador de preços sugerimos que conheça o <a href="https://manie.pt/">Manie</a>!</p>
<p><strong>Telecomunicações</strong></p>
<p>As despesas com telecomunicações são uma fonte importante de desperdício, uma vez que costumamos pagar por diversos serviços que não utilizamos. É verdade que pode existir um período de fidelização, mas as operadoras estão constantemente a negociar com os seus clientes. Opte por descontos e não se contente com a melhoria do serviço.<a id="a6"></a></p>
<h2>Questões práticas</h2>
<p>A construção de um orçamento familiar, especialmente se feita todos os meses e com muito rigor, acaba por ser um processo… secante? Já reparou, ter de recolher faturas, talões e comprovativos de pagamento, analisar movimentos bancários e outros tantos? Se o processo é demasiado complexo e se consumir demasiado tempo o mais provável e que desistamos rapidamente. Assim, sugerimos:</p>
<ol>
<li>Fazer um orçamento rigoroso pelo menos 1 vez por semestre;</li>
<li>Analisar as despesas e renegociar os vários contratos;</li>
<li>Constituir ou reforçar o nosso programa de poupanças programadas, não esquecendo de ter um <a href="https://reorganiza.pt/fundo-de-emergencia/">fundo para emergências</a>;</li>
<li>Repetir o processo passados vários meses.</li>
</ol>
<p>Vai reparar que ao fazer pela primeira vez o seu orçamento gasta demasiado dinheiro em coisas não essenciais. Não defendo que a sua vida não tenha conforto mas antes que ganhe a <a href="https://reorganiza.pt/fire-o-que-e-isto-do-fire/">liberdade financeira</a> para se questionar sobre as suas despesas e hábitos de vida. Aliás, esta é mesmo uma das grandes valias do orçamento familiar. Devolve-lhe a liberdade e torna possível traçar um caminho para atingir os seus objetivos, quaisquer que eles sejam.<a id="Orc9"></a></p>
<h2>Como gerir o orçamento familiar em casal?</h2>
<p>Sabemos que a gestão do dinheiro em casal pode ter alguns desafios. Neste contexto, é fundamental que tenhamos em mente algumas ideias ou estratégias, de modo que o dinheiro esteja ao serviço da nossa família:</p>
<p><strong>Falar sobre dinheiro</strong></p>
<p>Para evitarmos um problema temos de falar em casal. Temos de ganhar o hábito de falar sobre dinheiro em casa. As decisões financeiras devem ser tomadas a dois e com abertura para o debate. Cada membro do casal tem os seus sonhos e objetivos e o mais importante é que num casamento é possível partilhar sucessos e dificuldades, o que acaba por tornar todo o processo mais fácil.</p>
<p><strong>O dinheiro é da família</strong></p>
<p>Esta é uma mensagem que é menos popular e que pode ser mal recebida por algumas pessoas. No entanto, acreditamos mesmo que a melhor forma de gerir dinheiro em casal é assumir que o dinheiro deixou de ser meu e teu e que passa a ser o dinheiro da família. Esta mudança de postura é fundamental para que o dinheiro esteja ao nosso serviço e para que não seja causador de problemas. Claro que envolve generosidade, mas o casamento é sinónimo de partilha, generosidade e amor.</p>
<p><strong>Definam objetivos e planos</strong></p>
<p>Saber os nossos objetivos e ter objetivos conjuntos é tão bom. Assim, devemos procurar saber quais os objetivos de cada pessoa e os objetivos da família para que, depois, tracemos planos em conjunto. Aliás, o casamento é isso mesmo. Duas pessoas a construir uma vida em conjunto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>9 dicas para poupar nos seguros</title>
		<link>https://reorganiza.pt/9-dicas-para-poupar-nos-seguros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/9-dicas-para-poupar-nos-seguros/</guid>

					<description><![CDATA[Poupar nos seguros não é uma tarefa fácil, mas saiba que é possível se tiver disposto a perder algum tempo e ter atenção às suas escolhas. Os detalhes podem fazer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Poupar nos seguros</strong> não é uma tarefa fácil, mas saiba que é possível se tiver disposto a perder algum tempo e ter atenção às suas escolhas. Os detalhes podem fazer toda a diferença!</p>
<p>Na atual conjuntura de inflação e perda de poder de compra que tanto afeta a maioria dos agregados familiares, torna-se ainda mais importante olhar para os seus seguros. Afinal de contas, todos os euros são valiosos!</p>
<p>Uns são obrigatórios como por exemplo os seguros associados ao crédito à habitação ou automóvel. Mas há outros que são opcionais como são os casos do seguro de saúde ou de acidentes pessoais.</p>
<p>Os seguros representam uma <strong>despesa muito significativa no orçamento familiar</strong>, especialmente para quem tem vários seguros. Contudo, <strong>há algumas dicas que podem ajudar a reduzir essa despesa</strong>. É isso que explicamos em seguida.</p>
<h2>Como pode poupar nos seguros?</h2>
<p>Há vários detalhes e comportamentos que apenas dependem de si para poupar nos seguros.</p>
<p>Tome nota dos seguintes:</p>
<h2>Identificar as suas necessidades</h2>
<p>Antes de contratar qualquer seguro, a primeira coisa que deve fazer é <strong>identificar quais as suas reais necessidades</strong>. Assim, crie uma lista de tudo o que precisa para cada tipo seguro. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Se for um <strong>seguro de saúde</strong>, pondere: “<strong>quais as coberturas que deve incluir?</strong>”;</li>
<li>Já no caso de um <strong>seguro automóvel</strong>, avalie: “será que o <strong>seguro de responsabilidade civil</strong><strong>é suficiente?</strong>”.</li>
</ul>
<p>Note que, se já tem algum seguro, está sempre a tempo de <strong>reavaliar todas as coberturas</strong> <strong>contratadas e corrigir as suas necessidades</strong>.</p>
<h2>Tome atenção às coberturas ou seguros em duplicado</h2>
<p>Outra dica essencial é <strong>contratar apenas o essencial</strong>, não desperdice dinheiro! Ainda assim, não basta verificar as suas necessidades, é fundamental perceber os seus seguros atuais e assegurar que não está a contratar nenhuma <strong>cobertura em duplicado</strong>.</p>
<p>Não raras as vezes, contratamos um seguro que, só por acaso, inclui uma cobertura para qual já temos essa proteção. Tome nota do seguinte exemplo: se vai viajar e pondera contratar um <strong>seguro de viagem</strong>, lembre-se que o cartão de crédito já possui um. Resumidamente, analise os seus seguros e evite <strong>duplicar gastos</strong>.</p>
<h2>Verifique a existência de franquia</h2>
<p>Muito comum no seguro automóvel, <strong>a franquia pode fazer diferença no preço final que vai pagar</strong>. Poupar nos seguros passa por estar atento a todos os detalhes!</p>
<p>A franquia do seguro automóvel é o valor que, em caso de acidente, fica a cargo do tomador do seguro. Ainda assim, não é obrigatória! Ou seja, pode e deve negociar com a sua seguradora o valor da franquia. Inclusive, pode até negociar a sua eliminação, cabendo à seguradora o total das despesas de reparação. No entanto, note que, isso mexe com o valor do prémio do seguro, encarecendo-o. Em outras palavras: <strong>quanto menor for a franquia, maior será o valor do prémio anual a pagar</strong>.</p>
<p>Por exemplo, num acidente automóvel, pode compensar pagar uma reparação sem recorrer ao seguro, dependendo do valor da franquia. Deve ainda <strong>refletir sobre o seu comportamento enquanto condutor, da frequência com que tem ou não acidentes.<br />
</strong></p>
<p>Escolher o método e prazo de pagamento</p>
<p>Parece simples, mas pode significar a poupança de dezenas ou até centenas de euros. Muitos desconhecem, mas, se optar por pagar o seu seguro por <strong>débito direto</strong>, o valor será mais baixo. Dependendo da seguradora, pode compensar se optar por um <strong>pagamento anual</strong> ao invés de semestral. Ou seja, falamos em pormenores que, em boa verdade, têm influência no valor final do seu seguro.</p>
<p>Peça ajuda a especialistas</p>
<p>Quando temos dúvidas, devemos perguntar a quem sabe! Parece simples, mas nem sempre o fazemos! Por isso, <strong>procure um Consultor Reorganiza</strong> que o vai acompanhar e ajudar a poupar, mais do que imagina! Os nossos profissionais têm experiência em negociar com as seguradoras e o conhecimento necessário para prestar aconselhamento. Isto pode permite-lhe o acesso a <strong>preços mais competitivos</strong>.</p>
<h2>Compare preços entre seguradoras</h2>
<p>Atualmente, existe uma vasta oferta de seguros para todos os “gostos e feitios”. Cabe a si analisar, <strong>comparar preços e tomar as melhores decisões de acordo com as suas necessidades</strong>. Ou seja, se não está satisfeito com a sua seguradora atual, pode fazer uma pesquisa de mercado e encontrar uma alternativa.</p>
<p>Em muitos casos a mudança de seguradora pode significar umas dezenas de euros ao final do ano. Por outro lado, <strong>sabia que já não é obrigado a efetuar o seguro de vida na instituição bancária onde contrai o seu crédito à habitação?</strong> Pois é, desde 2019 que a lei mudou, fazendo cair a obrigatoriedade de associar um produto ao outro. Assim sendo, o cliente tem agora a opção de escolher a entidade que lhe oferece as melhores condições.</p>
<p>Não tem tempo para estas análises? Um consultor da Reorganiza pode ajudá-lo e acompanhar em tudo o que precisa.</p>
<h2>Renegoceie os seus seguros</h2>
<p>Como em quase tudo na vida, nada é eterno! O seu seguro pode estar desatualizado, seja financeiramente ou ao nível das coberturas. Por essa razão, é importante que analise o mercado regularmente e <strong>renegoceie os seus seguros</strong>. É simples e pode significar uma poupança de dezenas de euros. Nós ajudamos.</p>
<p>Por exemplo, pode encontrar uma proposta semelhante por um <strong>preço mais baixo</strong> e ainda <strong>adicionar ou</strong> <strong>excluir coberturas</strong> de acordo com as suas necessidades atuais.</p>
<h2>Se possível, junte os seus seguros</h2>
<p>Muitas seguradoras oferecem descontos caso compre um “<strong>pacote de produtos</strong>”. Por exemplo, se tiver o seguro de vida, carro, saúde ou casa contratados na mesma seguradora pode beneficiar de preços mais competitivos do que se os tiver espalhados por várias companhias. Ainda assim, verifique sempre o que compensa!</p>
<h2>Aproveite eventuais promoções ou campanhas</h2>
<p>Caso exista alguma <strong>campanha ou promoção em vigor</strong>, aproveite! Nalguns casos, podemos estar a falar em poupança de dezenas de euros.</p>
<p>Mas há mais, se é <strong>sócio de algum clube</strong> (por exemplo, Automóvel Clube Portugal) ou possui algum <strong>cartão de descontos</strong>, verifique se existe algum acordo ou parceria com a sua companhia. Com sorte, pode ter um cartão em casa que lhe dá descontos na sua seguradora e nem sabia! Informe-se!</p>
<p><a href="https://reorganiza.pt/contactos/">Fale connosco!</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O seu orçamento familiar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/orcamento-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Minicurso]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/orcamento-familiar/</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
		<div id="fws_6a15c2d8e6278"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
	<div  class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p>Bem-vindo à segunda aula do Curso de Poupança da Reorganiza. Depois de termos abordado o património financeiro, hoje focamo-nos na <strong>identificação dos rendimentos e despesas</strong> ou no Orçamento Familiar. Se não assistiu às primeiras aulas sugerimos que o faça antes de avançar.</p>
<p><span id="more-3845"></span></p>
<p style="text-align: left;">Certamente que já terá ouvido falar do <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">Orçamento Familiar</a>, um tema que tem sido debatido até à exaustão, especialmente porque é uma ótima ferramenta de gestão de finanças pessoais. Apesar de ser muito importante, muitas pessoas ignoram as suas potencialidades talvez porque consideram algo enfadonho. Mas já lhe apresentaremos uma solução para este problema.</p>
	</div>
</div>




	<div class="wpb_video_widget wpb_content_element vc_clearfix   vc_video-aspect-ratio-169 vc_video-el-width-100 vc_video-align-center" >
		<div class="wpb_wrapper">
			
			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe title="Orçamento Familiar - Truques e Dicas" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jJC-BAKM1po?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
		</div>
	</div>

<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<h2>O que é o Orçamento Familiar?</h2>
<p>Descomplicando, um orçamento familiar mais não é do que a <strong>identificação rigorosa do rendimento da família </strong>(as entradas de dinheiro) e do <strong>destino</strong> que a família dá a esse mesmo rendimento (as despesas).</p>
<p>É importante termos em conta que falamos em <strong>primeiro lugar do Rendimento</strong>, na medida em que este é o ponto de partida e a base do orçamento familiar. Na prática, só devemos poder <strong>gastar o dinheiro que temos</strong>, caso contrário iremos reduzir as nossas poupanças ou ter de recorrer a dívidas.</p>
<p>Cada parcela do orçamento familiar pode-se dividir em duas:</p>
<ul>
<li><strong>Rendimento</strong> – Fixo e Variável;</li>
<li><strong>Despesas</strong> – Essenciais e desperdício</li>
</ul>
<h2>Percebendo melhor os dois tipos de despesas</h2>
<p>Na Reorganiza gostamos de classificar as despesas como <strong>despesas Essenciais e Desperdício</strong>. Na prática, temos as despesas essenciais às nossas vidas e temos todas as outras, que chamamos de desperdício de modo a criar um critério claro e inequívoco e para que consigamos chamar a atenção para um ponto. Estas são as despesas que só devem ser realizadas depois de garantido o pagamento de todas as outras. <strong>Não defendemos que não as devamos fazer</strong>, porque acreditamos que a vida deve ser vivida com conforto. Mas defendemos que primeiro temos de garantir o essencial.</p>
<h2>Como fazer o orçamento familiar?</h2>
<p>Um bom orçamento familiar tem de conter toda a informação relevante para a realidade da sua família. Se é fácil identificar o rendimento, o mesmo não podemos dizer das despesas, já que podemos ter diferentes destinos a dar ao dinheiro. <strong>Se está com alguma preguiça em começar</strong>, sugerimos:</p>
<p>Identifique as despesas todas durante 1 ou 2 meses;</p>
<ol>
<li><strong>Categorize</strong> as diferentes despesas nas rúbricas que considera mais representativas;</li>
<li><strong>Questione</strong>-se sobre a razoabilidade das várias despesas;</li>
<li>Defina um <strong>programa de poupança programada</strong>, que lhe criará o efeito de escassez;</li>
<li>Negoceie contratos e <strong>corte custos</strong> (falaremos mais sobre isto num vídeo futuro);</li>
<li><strong>Controle as suas despesas</strong> com uma análise regular ao seu extrato bancário.</li>
</ol>
<p>A pior coisa que pode acontecer a quem quer fazer um orçamento familiar é achar que é algo enfadonho e despropositado na realidade da família. Assim, comece com <strong>aqueles 5 passos que já é um bom começo</strong>.</p>
<h2>Quais as vantagens do Orçamento Familiar?</h2>
<p>O orçamento familiar tem um conjunto de vantagens que importa conhecer:</p>
<ul>
<li><strong>Identificar</strong> a nossa situação atual;</li>
<li>Definir <strong>objetivos de poupança</strong>;</li>
<li>Identificar <strong>despesas passíveis de redução</strong>;</li>
<li><strong>Planear</strong> as despesas dos meses seguintes.</li>
</ul>
<h2>Dica Útil</h2>
<p>O grande impacto irá acontecer quando fizer o orçamento pela primeira vez, pois irá ser confrontado com despesas que não sabia que tinha. Assim, <strong>faça o orçamento em família com grande rigor pelo menos uma vez por ano.</strong></p>
<h2>Trabalho para Casa</h2>
<p>Não lhe dizemos para fazer o seu orçamento familiar de um dia para o outro mas desafiamos a que defina um plano para realizar o seu orçamento nos próximos dias. <strong>Marque uma data e comece</strong>.</p>
<h2>Sugestão de Leitura</h2>
<p>A sugestão de leitura é o livro <a href="https://reorganiza.pt/livros/onde-para-o-meu-dinheiro/">Onde Para o Meu Dinheiro</a>, o primeiro livro do nosso sócio João Raposo que dá uma grande ajuda na identificação do destino que damos ao dinheiro. Como sempre, sugerimos a visita regular ao site Reorganiza.pt onde tem muitas dicas e sugestões que podem ser muito úteis.</p>
<h2><strong>Reveja:</strong></h2>
<ul>
<li><a href="/orcamento-familiar-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Introdução ao Curso de Poupança</a></li>
<li><a href="/orcamento-familiar-2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O seu património Financeiro</a></li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
		<div id="fws_6a15c2d8e9779"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark center">
	<div  class="vc_col-sm-6 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				<a class="nectar-button small regular accent-color  regular-button todosBotoes"  role="button" style=""  href="/conhecer-patrimonio-financeiro/" data-color-override="false" data-hover-color-override="false" data-hover-text-color-override="#fff"><span>Aula anterior</span></a>
			</div> 
		</div>
	</div> 

	<div  class="vc_col-sm-6 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
		<div class="vc_column-inner" >
			<div class="wpb_wrapper">
				<a class="nectar-button small regular accent-color  regular-button todosBotoes"  role="button" style=""  href="/otimizar-o-orcamento-familiar/" data-color-override="false" data-hover-color-override="false" data-hover-text-color-override="#fff"><span>Próxima aula</span></a>
			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Poupança 2024: uma das resoluções do Ano Novo</title>
		<link>https://reorganiza.pt/poupanca-2024-resolucoes-ano-novo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Resoluções de ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/poupanca-2024-resolucoes-ano-novo/</guid>

					<description><![CDATA[Poupança é um dos termos que está na ordem do dia, e por isso deve constar das suas resoluções de Ano Novo. Mas nesta altura deve estar a pensar que,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poupança é um dos termos que está na ordem do dia, e por isso deve constar das suas resoluções de Ano Novo. Mas nesta altura deve estar a pensar que, poupar mais do que faz hoje é difícil. Mas é mesmo? Não existe mesmo espaço para poupar mais? Se calhar há.</p>
<p>Mas se poupar é importante, também o é rentabilizar o que poupa. Lembre-se que, se não o fizer, com o cenário de inflação que vivemos, está a perder dinheiro.</p>
<h2><strong>Poupar para compensar a subida de preços</strong></h2>
<p>Já estão anunciadas para o ínício do novo ano subidas de alguns preços, como por exemplo a eletricidade e o pão. Ou seja, o seu orçamento vai ficar ainda mais apertado. Então o que pode fazer para reduzir gastos?</p>
<h3><strong>Antes de mais faça um orçamento mensal </strong></h3>
<p>Faça um orçamento mensal partindo do mês de dezembro. Considere os seus rendimentos e todas as suas despesas. Classifique-as em categorias para poder controlar de forma mais eficiente os seus gastos mensais. Lembre-se não pode gastar mais do que o seu rendimento mensal e ainda quer que lhe sobre dinheiro para juntar à sua poupança. Ou seja, o seu objetivo final é poupar.</p>
<h3><strong>Veja no que pode poupar e como o fazer</strong></h3>
<p>Aqui importa saber em que categorias vão ocorrer aumentos. São estas que tem de gerir de imediato, por forma que os gastos correspondentes não aumentem.<br />
Para reduzir o valor da sua fatura da luz tem de reduzir o seu consumo. Opte por um tarifário bi-horário e ponha as máquinas de lavar apenas nas horas de vazio. Não deixe aparelhos em standby, vão continuar a gastar energia, por isso desligue-os.</p>
<p>No supermercado opte por marcas brancas e, se tiver vários supermercados perto, compare os preços dos produtos, já que muitos variam conforme o local onde os compra. Aproveite promoções e descontos.</p>
<p>Planeie as refeições e não compre mais do que necessita. Evita desperdícios e a sua conta de supermercado baixa.</p>
<h3><strong>Reveja os seus seguros </strong></h3>
<p>Aqui pode mesmo poupar. Faça uma lista de seguros e analise as suas coberturas. E lembre-se que, se tiver crédito habitação, não tem de contratar o seguro de vida e multirriscos na instituição financeira que lhe concedeu o crédito, e com isso <a href="https://reorganiza.pt/poupar-ate-60-no-seu-seguro-vida-habitacao-fale-connosco/">pode poupar até 60% nos seus seguros</a>.</p>
<h3><strong>Amortize créditos </strong></h3>
<p>Lembre-se que a taxa de juro que paga pelos seus créditos é superior à que recebe pelos investimentos das suas poupanças. Assim, se tem algum valor disponível para além do que tem no seu fundo de emergência, amortize parcialmente (ou na totalidade) créditos. O valor mensal das suas prestações vai baixar. Ou seja, vai poupar dinheiro.</p>
<h3><strong>Em alternativa consolide créditos </strong></h3>
<p>Se não pode amortizar créditos, pode reduzir os seus encargos financeiros <a href="/credito-consolidado">consolidando os créditos</a>. Com isso, o valor das totalidade das prestações mensais baixa, e se tiver um imóvel que possa dar como garantia, então a redução ainda é maior, já que as estes créditos se aplica o regime do crédito habitação quer em termos de taxa de juro, quer em termos de prazo</p>
<h3><strong>Deixe de usar o cartão de crédito </strong></h3>
<p>Comprar com cartão de crédito significa adiar o pagamento, do que comprou, ou seja, comprometer o orçamento do mês seguinte. Lembre-se que não pode gastar mais do que o seu rendimento mensal.</p>
<h2><strong>Não fazer compras por impulso</strong></h2>
<p>Não há pior forma de não conseguir poupar. Lembre-se que poupança foi uma das suas resoluções de Ano Novo. Por isso <a href="https://reorganiza.pt/em-que-consiste-a-regra-das-72-horas/">use a regra das 72 horas antes de comprar por impulso</a>.</p>
<h2><strong>Aplique as suas poupanças </strong></h2>
<p>Para além de poupar tem de aplicar o que poupou para que as mesmas não se desvalorizem.</p>
<p>Aplique em produtos com taxa de juro superior à taxa de inflação, só assim está de facto a rentabilizá-las. A taxa de inflação de novembro foi de 1,6%., prevendo-se que seja de 4,6% em 2023 e 2,9% em 2024. Já existem depósitos a prazo com taxas de juro a 3,5%, pelo que embora seja um valor inferior à taxa de inflação em 2023, é superior à de 2024.</p>
<h2><strong>A Reorganiza pode ajudá-lo a poupar em 2024</strong></h2>
<p>De facto, pode. A Reorganiza tem uma equipa de especialistas em finanças pessoais que o podem ajudar (sem qualquer custo para si), a rentabilizar as suas poupanças, a <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">reduzir prestações de crédito</a> e a <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/">baixar os prémios de seguros</a>. Tudo para que as sua resoluções de Ano Novo de poupança seja um sucesso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
