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	<title>Arquivo de Rendimentos Prediais - Reorganiza</title>
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		<title>Tem rendimentos prediais? Saiba o que mudou com o programa Mais Habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 09:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Se tem uma casa arrendada ou vendeu um terreno, então tem rendimentos prediais. Como não poderia deixar de ser, terá igualmente impostos a pagar. Neste artigo, explicamos em que consiste...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma casa arrendada ou vendeu um terreno, então tem <strong>rendimentos prediais</strong>. Como não poderia deixar de ser, terá igualmente impostos a pagar.</p>
<p>Neste artigo, explicamos em que consiste este tipo de rendimentos, qual a sua carga fiscal bem como o que mudou com o <strong>programa Mais Habitação</strong>.</p>
<h2><strong>Rendimentos prediais: o que diz a lei?</strong></h2>
<p>Segundo o artigo 8.º, n.º 1, do <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs8.aspx" target="_blank" rel="noopener">CIRS</a>, são considerados rendimentos prediais as rendas de prédios rústicos, urbanos e mistos pagas ou colocadas à disposição dos seus proprietários e sempre que não optem pela tributação na categoria B (rendimentos empresariais e profissionais).</p>
<p>Assim, se tem rendimentos desta natureza <strong>terá os declarar às Finanças</strong>. Mas nem tudo são más notícias! Isto porque, com a entrada em vigor do <a href="https://www.portugal.gov.pt/pt/gc23/comunicacao/noticia?i=programa-mais-habitacao-perguntas-e-respostas" target="_blank" rel="noopener"><strong>programa Mais Habitação</strong></a>, terá de pagar menos imposto (IRS) sobre rendimentos que resultem do arrendamento habitacional.</p>
<h2>Rendimentos prediais: qual a tributação e o que muda com o programa Mais Habitação?</h2>
<p>Os rendimentos prediais, mais conhecidos como rendas, para efeitos de IRS são denominados de <strong>rendimentos da categoria F</strong>. São tributados autonomamente, ou seja, separados dos restantes rendimentos. Sobre estes incide uma <strong>taxa de 25% </strong>para contratos de arrendamento destinados a habitação própria e permanente,<strong> com duração até cinco anos</strong>.</p>
<p>Note que, anteriormente, <strong>esta taxa era de 28%.</strong> Esta foi uma das alterações introduzidas pelo pacote Mais Habitação, que entrou em vigor a 7 de outubro de 2023.</p>
<p>Mas há exceções! Os arrendamentos <strong>para fins não habitacionais </strong>(por exemplo, espaços comerciais), continuam a estar sujeitos a uma <strong>taxa autónoma de 28%. </strong></p>
<p>Convém ainda relembrar que, os <a href="https://www.cgd.pt/Site/Saldo-Positivo/protecao/Pages/seguros-para-imovel-alugado.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>seguros de renda</strong></a> <strong>podem agora ser deduzidos aos rendimentos prediais</strong>. Significa isto que, são considerados uma dedução específica enquadrada na Categoria F (Rendimentos prediais).</p>
<p>Em seguida damos a conhecer as situações em que pode igualmente ter uma redução desta taxa.</p>
<h3>Redução do imposto tendo em conta a duração do contrato</h3>
<p>Quando o contrato de arrendamento habitacional (ou a sua renovação), <strong>é superior a cinco anos, há uma redução da taxa autónoma tendo em conta a duração do contrato</strong>.</p>
<p>De acordo com o Regime atual Mais Habitação, e consoante a duração do contrato, pode contar com as seguintes <strong>taxas de tributação autónoma</strong>:</p>
<ul>
<li>Até 2 anos – <strong>25%</strong> (anteriormente era 28%)</li>
<li>3 a 5 anos – <strong>25%</strong> (a taxa anterior era 26%)</li>
<li>5 a 10 anos – <strong>15%</strong> (antes era 23%)</li>
<li>10 a 20 anos – <strong>10%</strong> (antes era 14%)</li>
<li>Mais de 20 anos – <strong>5%</strong> (anteriormente era 10%)</li>
</ul>
<p>Mas há mais! Caso o seu contrato tenha uma<strong> duração igual ou superior a cinco anos e inferior a 10 anos</strong>, pode contar com uma redução adicional. Na prática, por cada renovação com igual duração, terá uma <strong>redução de 2%</strong> (até ao limite de 10) na taxa a pagar.</p>
<p>Note ainda que:</p>
<p><strong>A redução da taxa de IRS não se aplica a rendimentos prediais decorrentes de contratos de arrendamento celebrados a partir de 1 de janeiro de 2024, caso a renda mensal exceda em 50% os limites gerais de preço de renda, que pode consultar </strong><a href="https://files.diariodarepublica.pt/1s/2019/06/10900/0290402907.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>Por fim, ao fazer o seu IRS, saiba que pode sempre <strong>optar pelo englobamento dos rendimentos prediais</strong>. Em outras palavras, o montante de rendas que recebeu é somado aos restantes rendimentos de trabalho que possui e a tributação é feita <strong>à taxa progressiva de IRS</strong> que lhe está associada de acordo com os respetivos escalões e taxas definidos.</p>
<p>Para seu conhecimento, em 2024 <strong>as taxas variam entre 13,25% e 48%,</strong> de acordo com o escalão de IRS.</p>
<h3>Redução do imposto a pagar para novos contratos com uma renda inferior à atual</h3>
<p>Se celebrar um <strong>novo contrato para o mesmo imóvel com uma renda inferior à atual, </strong>pode igualmente ter uma<strong> redução adicional de 5% </strong>no imposto a pagar. No entanto, este benefício só se aplica para os <strong>contratos a partir de 5 anos e em que o valor da renda seja 5% abaixo da renda que vigorava no contrato anterior</strong>.</p>
<p>Caso prático:</p>
<p>O João (nome fictício) fez um novo contrato de arrendamento com a <strong>duração de 7 anos e com um valor de renda 5% abaixo do anteriormente praticado</strong>. Quer isto dizer que, nesta situação, o João pode contar com uma <strong>redução adicional de 5%</strong>. Assim sendo, em vez de pagar os 15% estipulados para contratos entre 5 e 10 anos, <strong>apenas pagará 10%.</strong></p>
<p>Caso contrario, se o valor da renda mensal de um novo contrato for acima dos <a href="https://files.diariodarepublica.pt/1s/2019/06/10900/0290402907.pdf" target="_blank" rel="noopener">limites do arrendamento acessível</a>, <strong>não haverá lugar à redução da taxa especial com base na duração</strong>, mesmo que o contrato tenha um prazo superior a cinco anos. Ou sejam aplica-se a taxa geral dos rendimentos prediais decorrentes de contratos de arrendamento habitacional, que é de <strong>25%.</strong></p>
<h3>Rendimentos prediais: quais as situações em que está isento?</h3>
<p>Há situações em que, enquanto senhorio, <strong>não tem de pagar imposto sobre as suas rendas</strong>. Assim, ficam isentos de tributação, em sede de IRS (ou IRC), todos os rendimentos prediais que obedeçam às <strong>seguintes condições</strong>:</p>
<ul>
<li>Resultem de contratos enquadrados no <a href="https://www.portaldahabitacao.pt/arrendamento-acessivel" target="_blank" rel="noopener">Programa de Apoio ao Arrendamento</a>;</li>
<li>Sejam obtidos através <strong>do alojamento para estudantes deslocados </strong>desde que o valor da renda não ultrapasse os limites máximos do arrendamento acessível;</li>
<li>Resultem de contratos celebrados <strong>antes de 1990</strong>;</li>
<li>Resultem de <strong>imóveis anteriormente utilizados para alojamento local</strong> &#8211; esta isenção aplica-se sobre as rendas <strong>até ao final de 2029</strong>.</li>
</ul>
<p>Relativamente a esta condição, <strong>acresce dois requisitos a cumprir</strong>:</p>
<ul>
<li>O estabelecimento de alojamento local tem de ter sido registado e afeto a esse fim <strong>até 31 de dezembro de 2022</strong>;</li>
<li>Por fim, o contrato de arrendamento e a inscrição nas Finanças tem de se realizar <strong>até 31 de dezembro de 2024</strong>.</li>
</ul>
<p>Já agora, e porque no “poupar está o ganho”, fique a saber que, os rendimentos prediais resultantes de contratos de arrendamentos para habitação celebrados antes de 1990, <strong>estão isentos de IMI</strong>.</p>
<h3>Pagamento de mais-valias prediais com novas regras<strong> </strong></h3>
<p>Para efeitos de IRS, são consideradas mais-valias todos os ganhos que não se enquadrem em rendimentos empresariais, profissionais, de capitais ou prediais, ou seja, <strong>é o lucro que resulta da venda ou troca de um ativo</strong>, como por exemplo a venda de um imóvel.</p>
<p>Acontece que, o pacote Mais Habitação trouxe também novidades no que diz respeito à <strong>tributação das mais valias realizadas na venda de um imóvel</strong>. Em determinados casos há lugar à isenção de imposto a pagar (se vendeu ou está a pensar vender um imóvel, verifique se alguma destas situações se aplica a si):</p>
<ul>
<li>Venda de terrenos ou de segundas habitações <strong>para amortização de crédito habitação</strong>, em seu nome ou de um descendente;</li>
<li>Venda de um imóvel (habitação própria ou secundária) <strong>ao Estado, às Regiões Autónomas, às entidades públicas empresariais na área da habitação</strong>.</li>
</ul>
<p>Leia ainda: Mais Habitação: <a href="https://reorganiza.pt/mais-habitacao-quais-as-novas-regras-de-reinvestimento-de-mais-valias/">quais as novas regras de reinvestimento de mais valias</a>?</p>
<h2>Como pode beneficiar destas medidas?</h2>
<p>Se é senhorio e quer beneficiar da redução da taxa de IRS sobre as rendas, precisa de <strong>fazer (ou renovar) um contrato de arrendamento de longa duração</strong>, de acordo com as tabelas acima indicadas. Por outro lado, tem ainda de cumprir as seguintes <strong>obrigações fiscais</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Comunicar o contrato de arrendamento</strong>, submetendo a declaração <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/modelos_formularios/imposto_selo/Documents/Modelo_2_IS_Rosto.pdf" target="_blank" rel="noopener">Modelo 2 no Portal das Finanças</a>;</li>
<li><strong>Informar sobre a duração do contrato de arrendamento</strong> até 15 de fevereiro do ano seguinte à celebração ou renovação do contrato.</li>
</ul>
<p>Mas quais os passos a seguir? Tome nota:<strong>    </strong></p>
<ul>
<li>Entre no <a href="https://imoveis.portaldasfinancas.gov.pt/arrendamento/" target="_blank" rel="noopener">Portal das Finanças </a>e faça a sua autenticação;</li>
<li>No menu do lado esquerdo, clique em <strong><em>Contratos </em></strong>e de seguida <strong><em>Comunicar Início</em></strong>;</li>
<li>Preencha com a <strong>informação solicitada sobre o contrato</strong>;</li>
<li>Clique em <strong><em>Guardar rascunho </em></strong>e confirme se está tudo correto;</li>
<li><strong>Submeta o contrato</strong>;</li>
<li>Por fim, pague o <strong>Imposto de Selo (IS)</strong> &#8211; a nota de cobrança é gerada automaticamente.</li>
</ul>
<p>Mas há mais! Até <strong>15 de fevereiro</strong> do ano seguinte à celebração do contrato tem que voltar a entrar no Portal das Finanças e efetuar as seguintes ações:</p>
<ul>
<li>Entre na <strong>área de <em>Arrendamento</em></strong>:</li>
<li>Selecione, no menu da esquerda, a opção <strong><em>contratos de longa duração </em></strong>e de seguida <strong><em>Comunicar Duração Contrato de Arrendamento de Longa Duração</em></strong>;</li>
<li><strong>Escolha o contrato</strong> para o qual pretende comunicar a duração para beneficiar da taxa reduzida;</li>
<li>Por fim, clique em <strong><em>Comunicar</em></strong>.</li>
</ul>
<p>Como forma de combater o número de contratos não declarados às Finanças, o Estado possibilita agora que a <strong>comunicação do contrato de arrendamento possa ser feita pelo arrendatário</strong> (nas situações em que o senhorio não o faça no prazo legal).</p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/rendas-no-irs-como-declarar-rendimentos-e-despesas/">Rendas no IRS: como declarar rendimentos e despesas</a></p>
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