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	<title>Arquivo de Subsídio de Férias - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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		<title>Como aplicar o seu subsídio de férias e ainda poupar (Parte I)</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-aplicar-o-seu-subsidio-de-ferias-e-ainda-poupar-parte-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 08:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídio de Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[O subsídio de férias é um rendimento extra que muitos portugueses aproveitam para, precisamente, gastar nas suas férias. Mas existem outras opções para utilizar este dinheiro que devem ser consideradas,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>subsídio de férias</strong> é um rendimento extra que muitos portugueses aproveitam para, precisamente, gastar nas suas férias. Mas existem outras opções para utilizar este dinheiro que devem ser consideradas, dependendo da sua situação financeira e do seu perfil pessoal.</p>
<p>Na realidade, se este dinheiro não lhe faz falta, aproveite e disfrute de umas belas férias que certamente serão merecidas. Mas se a sua situação financeira não é famosa, tem alguma dívida ou investimento importante a fazer, deve pensar duas vezes antes de gastar este dinheiro.</p>
<p>Em seguida, indicamos algumas opções que pode considerar para dar um destino mais rentável ao seu subsídio de férias. As opções são várias:</p>
<ul>
<li>Guardar dinheiro para despesas futuras;</li>
<li>Compra de algum bem que necessite (por exemplo, um eletrodoméstico)</li>
<li>Remodelações ou obras em casa</li>
<li>Reforço do fundo de emergência</li>
<li>Investimento financeiro;</li>
<li>Pagamento de dívidas;</li>
<li>Pagamento de despesas extra (impostos, por exemplo);</li>
<li>Poupar para a reforma;</li>
<li>Investir na formação dos filhos ou na sua própria formação;</li>
<li>Entre outras.</li>
</ul>
<p>Vejamos então mais detalhadamente cada uma das opções.</p>
<h3><strong>Reforçar o fundo de emergência</strong></h3>
<p>Uma das opções a considerar é <strong>reforçar o fundo de emergência</strong>. Se ainda não tem um, aproveite este rendimento extra e crie um! Se já tem, faça um reforço e aumente a sua folga financeira. É muito importante ter um “<strong>pé-de-meia</strong>”, pois no caso de ter um problema financeiro, tem sempre um dinheiro de lado para fazer face a qualquer emergência (por exemplo, um problema de saúde ou uma situação de desemprego). Lembre-se que, nunca sabemos o dia de amanhã!</p>
<h3><strong>Guardar o dinheiro para despesas futuras</strong></h3>
<p>Todos sabemos que o mais habitual é gastarmos o subsídio de férias, como o próprio nome sugere, numas merecidas férias. Mas já pensou em guardar (pelo menos uma parte) para <strong>eventuais despesas futuras</strong>? Por outras palavras, já pensou se não terá encargos financeiros em breve para os quais poderá fazer jeito este dinheiro? Com este rendimento extra pode pagar, por exemplo:</p>
<ul>
<li>A revisão do seu carro;</li>
<li>O seguro do carro;</li>
<li>Se tiver filhos, os manuais escolares para o novo ano letivo que se avizinha;</li>
<li>Alguns impostos como o IMI, IUC ou até o IRS (se no seu caso tiver de devolver dinheiro às finanças).</li>
</ul>
<p>Ou seja, <strong>se poupar para estas despesas, quando chegar o momento de as pagar, não custará tanto e o seu orçamento familiar ficará bem mais aliviado</strong>.</p>
<h3><strong>Amortização de dívidas</strong></h3>
<p>Uma opção sempre a considerar é <strong>amortizar dívidas</strong>. Apesar de não ser a coisa mais agradável do mundo, é uma opção bastante inteligente pois liberta-se de despesas futuras e eventualmente pode até <strong>evitar despesas acrescidas com juros</strong>. Por exemplo, pode regularizar dívidas referentes a:</p>
<ul>
<li>Cartões de crédito;</li>
<li>Condomínio;</li>
<li>Prestação do carro;</li>
<li>Entre outras.</li>
</ul>
<p>Pense nisso! Vai ver que até dormirá mais descansado! No caso de ter um crédito habitação, lembre-se que esta não será uma grande escolha, <strong>pois o montante que irá amortizar terá pouco impacto na redução do empréstimo em dívida uma vez que uma parte significativa corresponde a juros</strong> (a não ser que tenha um subsídio de férias extremamente elevado, o que não acontece na esmagadora maioria das famílias portuguesas).</p>
<p>Ou seja, quando amortiza um crédito à habitação, o banco poderá cobrar-lhe a chamada “<strong>comissão de reembolso antecipado</strong>”, que oscila entre 0,5% e 2% do capital reembolsado. Com esta decisão, é claro que os juros vão baixar, mas um empréstimo para comprar casa geralmente detém um valor tão elevado que as prestações mensais acabam por não sofrer grandes alterações, podendo assim ser muito mais vantajoso aplicar o subsídio de férias noutras opções.</p>
<p>O mesmo não acontece com <strong>dívidas de montantes reduzidos</strong>. Por exemplo, uma dívida referente à aquisição de um eletrodoméstico ou telemóvel a prestações, já pode compensar amortizar com o subsídio de férias. Isto porque a probabilidade de <strong>saldar a dívida na sua totalidade</strong> é grande e assim liberta-se definitivamente desse encargo.</p>
<h3><strong>Fazer obras ou remodelações em casa</strong></h3>
<p>Quem é que nunca teve de fazer uma <strong>obra ou remodelação em casa</strong>? Pode aproveitar o subsídio de férias para colocar a base de duche que há tanto tempo anda a adiar, para pintar aquela divisão da casa que já está um pouco degradada ou finamente arranjar o seu jardim, só para citar alguns exemplos.</p>
<p>Outra opção será <strong>aumentar a eficiência energética da sua casa</strong>, principalmente se a mesma for antiga. Ainda que o dinheiro não dê para grandes gastos, aproveite-o para melhorar o desempenho energético do edifício, investindo em janelas melhores ou em equipamentos que permitam uma maior poupança de energia. Lembre-se que, pode não sentir de imediato estas mudanças, mas a longo prazo vai notar diferença na sua fatura da luz.</p>
<p>Se o seu subsídio de férias não é suficiente para o que pretende fazer em sua casa, faça o que precisar de acordo com a sua disponibilidade financeira.</p>
<p>Se tiver algo urgente, <strong>pode sempre recorrer a um crédito</strong> (esta deve ser sempre a última opção). Se este for o seu caso, saiba que a Reorganiza pode ajudá-lo a encontrar a melhor solução. Poupe tempo e dinheiro! <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-pessoal/?utm_source=google&amp;utm_medium=bydads&amp;utm_campaign=credito-pessoal_kwmarca&amp;ad_source=GOOG&amp;gclid=EAIaIQobChMI4Ji36In5hQMVAAsGAB1g0wd1EAAYASADEgJryfD_BwE" rel="noopener">Faça a simulação e fale connosco!</a></p>
<p>Aconselhamos que pense sempre no seu futuro! Por outras palavras, deverá sempre ter algum dinheiro de parte para eventuais imprevistos financeiros ou até poder ter umas férias melhores no ano que vem.</p>
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			</item>
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		<title>Subsídio de Férias – Como calcular o valor que vai receber?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/subsidio-de-ferias-como-calcular-o-valor-que-vai-receber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Subsídio de Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[O subsídio de férias e o subsídio de Natal são uma parte importante da remuneração do trabalho, sendo uma fonte de rendimento muito importante para todas as famílias. Neste artigo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O subsídio de férias e o subsídio de Natal são uma parte importante da remuneração do trabalho, sendo uma fonte de rendimento muito importante para todas as famílias. Neste artigo vamos ajudá-lo a perceber quanto irá receber e quando irá a sua empresa pagar-lhe este valor.</p>
<h2>Quem tem direito a férias?</h2>
<p> O artigo 237 do código de trabalho diz-nos que todo o trabalhador tem direito a um período de férias retribuídas, que se vence em 1 de Janeiro. De notar que o período de férias reporta-se ao trabalho prestado no ano civil anterior. Ou seja, em 2021 estará a gozar das férias adquiridas pelo trabalho de 2020.</p>
<p> Tem direito a férias todo o trabalhador em regime contratual, independentemente de ser contrato sem termo ou a prazo. Se estiver em baixa de maternidade tem também direito a esta remuneração. Pelo contrário, se tem um regime de trabalho independente é normal que não tenha direito a férias remuneradas. De acordo como artigo 238 do mesmo código de trabalho, o trabalhador tem direito a, no mínimo, 22 dias úteis de férias, podendo ter mais.</p>
<p> De acordo com o artigo 239, no ano da admissão o trabalhador tem direito a dois dias de férias por cada mês de duração do contrato, até 20 dias, podendo as férias ser gozadas após seis meses de trabalho.</p>
<h2>Quando receberei o subsídio de férias?</h2>
<p> O momento do pagamento do subsídio de férias costuma ser variável com um conjunto de fatores. No entanto, as principais regras serão:</p>
<ul>
<li>Pagamento por inteiro no mês de Junho;</li>
<li>Pagamento no mês anterior ao do gozo das férias;</li>
<li>Gozando em semanas separadas, o pagamento poderá ser em proporção;</li>
<li>Outro período, com acordo entre empresa e empregado.</li>
</ul>
<h2>Quanto vai receber de subsídio de férias?</h2>
<p> O cálculo do subsídio de férias é idêntico ao cálculo do subsídio de Natal. Ou seja, se trabalhou o ano inteiro, tem direito a receber o equivalente a uma vez o salário bruto mensal. Se trabalhou menos irá receber em igual proporção. Ou seja, se trabalhou 6 meses tem direito a metade do salário. Se trabalhou 3 meses tem direito a 25% do salário e assim sucessivamente. De notar que <strong>o valor do subsídio irá sofrer os descontos equivalente da segurança social e de IRS</strong>, mas o desconto é sempre o mesmo independentemente de quando recebe o valor.</p>
<h2>O que fazer ao subsídio de férias?</h2>
<p> A resposta parece óbvia para muitas pessoas. O subsídio de férias pode ser usado para pagar as despesas associadas às férias. É verdade. No entanto, deveremos ter em conta outros fatores:</p>
<ol>
<li>Tem poupanças para fazer face ao pagamento dos livros e material escolar dos seus filhos, que acontece logo a seguir às férias?</li>
<li>Dispõe de poupanças para emergências?</li>
<li>Tem dívidas de cartões de crédito e outas dívidas caras?</li>
</ol>
<p> É verdade que todas as pessoas merecem ter férias e ter férias com qualidade. No entanto, que as férias não sejam sinónimo de problemas financeiros. Não é por acaso que os <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">nossos serviços têm um pico em Setembro</a>, para fazer face aos “exageros” cometidos nas férias. Sim, pode usar parte do dinheiro para ter umas férias melhores mas não se esqueça das outras despesas que tem de suportar. Por que não dividir o valor do subsídio em parcelas? Uma parte para as <a href="https://reorganiza.pt/qual-a-melhor-poupanca-com-capital-garantido/">contas poupança</a>, outra para despesas essenciais e o que resta para pagar as férias que merece?</p>
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