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	<title>Coaching - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<item>
		<title>A Psicologia da Motivação: Como Compreender e Aplicar os Princípios Motivacionais no Dia a Dia</title>
		<link>https://reorganiza.pt/a-psicologia-da-motivacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Life Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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		<p>A motivação é um dos motores fundamentais do comportamento humano. Está presente nas pequenas decisões do quotidiano e nas grandes conquistas da vida pessoal e profissional. No entanto, muitas pessoas sentem dificuldade em manter-se motivadas de forma consistente, especialmente perante desafios, rotina ou incerteza.</p>
<p>A psicologia da motivação surge precisamente para ajudar a compreender o que nos move, porque perdemos o impulso e como podemos recuperá-lo. Ao explorar os mecanismos internos e externos que influenciam as nossas ações, torna-se possível aplicar estratégias práticas que aumentam o foco, a disciplina e a realização de objetivos.</p>
<h2><strong>O que é a Psicologia da Motivação?</strong></h2>
<p>A psicologia da motivação é um ramo da psicologia que estuda os fatores que impulsionam o comportamento humano. Procura compreender porque motivo as pessoas agem de determinada forma, o que as leva a iniciar, manter ou abandonar ações, e como diferentes estímulos influenciam essas decisões.</p>
<p>Os psicólogos analisam tanto fatores internos &#8211; como desejos, emoções, valores e crenças &#8211; como fatores externos, incluindo recompensas, reconhecimento social ou pressões ambientais.</p>
<p>Entre as teorias motivacionais mais conhecidas destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>A teoria da hierarquia das necessidades:</strong> desenvolvida por Abraham Maslow, e publicado em 1943 na revista Psychological Review, propõe que os seres humanos são motivados por uma hierarquia de necessidades, desde as mais básicas, como comida e segurança, até às mais complexas, como estima e auto realização.</li>
<li><strong>A teoria da autodeterminação: </strong>Edward L. Deci e Richard M. Ryan (1981) defendem que a autodeterminação permite à pessoa ser agente do seu próprio futuro, agindo de forma intencional e motivada. Para isso, baseia-se em quatro premissas: autonomia, auto regulação, empoderamento psicológico e auto realização.</li>
<li><strong>A teoria do incentivo:</strong> esta teoria sugere que as pessoas são motivadas a agir por recompensas ou punições. Os incentivos podem ser positivos, como prémios ou reconhecimento, ou negativos, como penalizações ou multas.</li>
<li><strong>A teoria da expectativa:</strong> A teoria da expectativa (Victor Vroom, 1964) afirma que o comportamento resulta de escolhas conscientes entre alternativas, procurando maximizar o prazer e reduzir a dor. O desempenho depende de fatores individuais, como habilidades, conhecimentos e personalidade.</li>
</ul>
<h2><strong>Como a Psicologia da Motivação pode melhorar o seu desempenho pessoal e profissional</strong></h2>
<p>Aplicar os princípios da psicologia da motivação pode transformar significativamente o desempenho em várias áreas da vida. Ao compreender o que o motiva, torna-se mais fácil:</p>
<ul>
<li>Definir objetivos realistas e alinhados com os seus valores</li>
<li>Manter a consistência mesmo em tarefas difíceis</li>
<li>Aumentar a produtividade e o foco</li>
</ul>
<p>Algumas estratégias práticas incluem:</p>
<ul>
<li>Definir metas claras e mensuráveis</li>
<li>Dividir grandes objetivos em pequenas etapas</li>
<li>Criar rotinas estruturadas</li>
<li>Reforçar conquistas com recompensas</li>
</ul>
<p>No contexto profissional, estas técnicas ajudam a melhorar a gestão do tempo, a qualidade do trabalho e a capacidade de lidar com pressão.</p>
<h2><strong>Motivação Psicologia &#8211; a relação entre emoções e comportamento</strong></h2>
<p>A psicologia da motivação também analisa a ligação entre emoções, pensamentos e comportamento. As emoções podem funcionar como combustível ou obstáculo à motivação:</p>
<ul>
<li>Emoções positivas, como o entusiasmo e a esperança, aumentam a ação</li>
<li>Emoções negativas, como medo ou frustração, podem bloquear ou impulsionar, dependendo da forma como são geridas</li>
</ul>
<p>A chave está na regulação emocional. Saber identificar e gerir emoções permite:</p>
<ul>
<li>Evitar decisões impulsivas</li>
<li>Manter o foco nos objetivos</li>
<li>Transformar emoções negativas em aprendizagem</li>
</ul>
<p>Por exemplo, o medo pode ser interpretado como um sinal de crescimento, em vez de um motivo para desistir.</p>
<h2><strong>Filosofia Motivacional: o papel da filosofia na promoção da motivação</strong></h2>
<p>A filosofia tem refletido ao longo dos séculos sobre a motivação, ajudando a moldar a forma como pensamos sobre a vida, o sucesso e o esforço. Diferentes autores e filósofos oferecem perspetivas distintas:</p>
<ul>
<li><strong>Aristóteles:</strong> defendia que a felicidade (<em>eudaimonia</em>) resulta da prática de virtudes e da realização do potencial humano. Esta visão inspira uma motivação orientada para o crescimento pessoal.</li>
<li><strong>Friedrich Nietzsche:</strong> enfatizava a ideia do “super-homem” e a importância de criar os próprios valores, encorajando a superação de limitações e a busca de objetivos pessoais, mesmo perante dificuldades.</li>
<li><strong>Immanuel Kant:</strong> defendia que a motivação pode surgir do cumprimento do dever e da ação ética, mostrando que agir de acordo com princípios fortalece a disciplina e a consistência pessoal.</li>
</ul>
<h2><strong>Motivação Psicologia: Estratégias para Manter a Motivação Elevada</strong></h2>
<p>Manter a motivação ao longo do tempo exige prática e consistência. A psicologia oferece várias estratégias eficazes para isso:</p>
<ul>
<li><strong>Defina metas claras:</strong> estabelecer objetivos específicos e mensuráveis ajuda a direcionar esforços e a manter o foco.</li>
<li><strong>Encontre propósito no que faz:</strong> compreender o sentido das tarefas aumenta a motivação intrínseca e a satisfação pessoal.</li>
<li><strong>Organize a sua rotina e crie hábitos:</strong> hábitos consistentes facilitam a ação mesmo quando a motivação momentânea é baixa.</li>
<li><strong>Celebre pequenas conquistas:</strong> reconhecer progressos, por menores que sejam, reforça o compromisso e a confiança.</li>
<li><strong>Invista na aprendizagem contínua:</strong> desenvolver novas competências mantém o interesse, a curiosidade e o entusiasmo.</li>
<li><strong>Encontre equilíbrio entre vida pessoal e profissional:</strong> gerir tempo e energia de forma equilibrada evita o esgotamento e sustenta a motivação a longo prazo.</li>
</ul>
<p>Ao aplicar estas estratégias, torna-se mais fácil manter o impulso necessário para alcançar objetivos e superar desafios, tanto na vida pessoal como profissional.</p>
<h2><strong>Como utilizar a Psicologia da Motivação para superar barreiras pessoais e profissionais</strong></h2>
<p>A psicologia da motivação é uma ferramenta poderosa para ultrapassar obstáculos como:</p>
<ul>
<li>Baixa autoestima</li>
<li>Falta de foco</li>
<li>Medo do fracasso</li>
<li>Desmotivação crónica</li>
</ul>
<p>Para superar estas barreiras, é importante:</p>
<ul>
<li>Trabalhar a autoconfiança através de pequenas conquistas</li>
<li>Reformular crenças limitadoras</li>
<li>Desenvolver resiliência emocional</li>
<li>Criar um plano de ação estruturado</li>
</ul>
<p>Ao aplicar estes princípios, torna-se possível transformar dificuldades em oportunidades de crescimento e alcançar resultados mais consistentes, tanto na vida pessoal como profissional.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a psicologia da motivação?<br />
</strong>A psicologia da motivação estuda os fatores que nos movem a realizar ações e alcançar objetivos. Explora as causas internas e externas da motivação e como estas influenciam o comportamento humano.</li>
<li><strong>Como posso aplicar a psicologia da motivação no meu dia a dia?<br />
</strong>Pode aplicar estes conceitos estabelecendo metas claras, utilizando técnicas de autorregulação e mantendo uma mentalidade positiva para superar obstáculos.</li>
<li><strong>O que é filosofia motivacional?<br />
</strong>A filosofia motivacional explora as diferentes correntes filosóficas e como os seus princípios podem ser usados para melhorar a motivação e ajudar a atingir objetivos.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
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</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>As 16 Leis do Sucesso de Napoleon Hill: O Caminho para a Realização Pessoal e Profissional</title>
		<link>https://reorganiza.pt/as-16-leis-do-sucesso-de-napoleon-hill/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:57:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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		<p>Ao longo do tempo, muitas pessoas procuraram compreender o que distingue aqueles que alcançam o sucesso daqueles que ficam pelo caminho. Uma das abordagens mais influentes surgiu com Napoleon Hill, que dedicou décadas a estudar indivíduos altamente bem-sucedidos. O resultado foi um conjunto de princípios práticos, as 16 Leis do Sucesso, que continuam a orientar pessoas em todo o mundo na busca pela realização pessoal e profissional.</p>
<h2><strong>O que são as 16 Leis do Sucesso?</strong></h2>
<p>As 16 Leis do Sucesso são um conjunto de princípios desenvolvidos para ajudar qualquer pessoa a atingir os seus objetivos, independentemente da área de atuação. Estas leis não são apenas conceitos teóricos ou motivacionais, são práticas concretas que, quando aplicadas de forma consistente, podem transformar resultados.</p>
<p>Entre estas leis encontram-se ideias como a definição clara de objetivos, a autodisciplina, a persistência, o trabalho em equipa e a atitude mental positiva. Em conjunto, formam um sistema completo de desenvolvimento pessoal e profissional, orientado para resultados.</p>
<h2><strong>A influência de Napoleon Hill nas estratégias de sucesso</strong></h2>
<p>O trabalho de Napoleon Hill teve um impacto profundo no desenvolvimento pessoal moderno. A sua abordagem baseou-se em anos de investigação junto de algumas das pessoas mais bem-sucedidas da sua época.</p>
<p>A partir dessas observações, Hill identificou padrões de comportamento e mentalidade comuns entre indivíduos de sucesso. Esses padrões deram origem às 16 leis que continuam a ser utilizadas como base para estratégias de crescimento pessoal, liderança e empreendedorismo.</p>
<h2><strong>As 16 Leis do Sucesso na sua vida pessoal e profissional</strong></h2>
<p>Aplicar estas leis no dia a dia implica mais do que conhecê-las, exige ação contínua e consciente.</p>
<ol>
<li><strong>Associação com pessoas certas</strong>: rodeie-se de pessoas com mentalidade semelhante ou superior.</li>
<li><strong>Objetivo principal definido</strong>: tenha clareza absoluta sobre onde quer chegar.</li>
<li><strong>Confiança em si próprio</strong>: acredite em si e transmita essa segurança.</li>
<li><strong>Economia</strong>: faça uma boa gestão do dinheiro para aproveitar oportunidades.</li>
<li><strong>Iniciativa e liderança</strong>: tome decisões e lidere o seu próprio caminho.</li>
<li><strong>Imaginação</strong>: pense de forma criativa e encontre novas soluções.</li>
<li><strong>Entusiasmo</strong>: a paixão pelo objetivo alimenta a ação.</li>
<li><strong>Autocontrolo</strong>: domine emoções e comportamentos.</li>
<li><strong>Fazer mais do que o esperado</strong>: vá além do exigido ou do esperado.</li>
<li><strong>Personalidade atraente</strong>: seja agradável, respeitador e inspirador.</li>
<li><strong>Pensar com exatidão:</strong> foque-se no que realmente importa.</li>
<li><strong>Concentração</strong>: evite distrações e faça uma tarefa de cada vez.</li>
<li><strong>Cooperação:</strong> trabalhe com outros em vez de competir de forma negativa.</li>
<li><strong>Aprender com o fracasso</strong>: veja os erros como aprendizagem.</li>
<li><strong>Tolerância</strong>: respeite diferenças e limitações.</li>
<li><strong>Regra de ouro</strong>: trate os outros como gostaria de ser tratado.</li>
</ol>
<p>Na vida pessoal, estas leis ajudam a criar disciplina, foco e equilíbrio emocional. No contexto profissional, permitem destacar-se através da proatividade, colaboração e consistência.</p>
<h2><strong>Como as Leis do Sucesso podem transformar a sua carreira</strong></h2>
<p>No contexto profissional, as 16 leis revelam-se ferramentas extremamente eficazes para alcançar crescimento e diferenciação. Princípios como a persistência, a iniciativa e a cooperação não só impulsionam resultados, como também ajudam a construir uma reputação sólida. São estes comportamentos consistentes que distinguem profissionais estagnados daqueles que evoluem, assumem oportunidades e alcançam progressos reais na sua carreira.</p>
<h2><strong>O Segredo de Napoleon Hill: além das 16 Leis</strong></h2>
<p>Para além das leis, existe um princípio central frequentemente referido como “O Segredo”. Este conceito assenta no poder do pensamento, na autossugestão e numa crença firme na própria capacidade de alcançar resultados.</p>
<p>Mais do que pensar de forma positiva, trata-se de alinhar pensamentos, emoções e ações com um objetivo claro. Quando essa convicção é consistente, influencia decisões, comportamentos e, consequentemente, os resultados obtidos.</p>
<h2><strong>Como integrar as 16 Leis na sua vida para alcançar o sucesso</strong></h2>
<p>As 16 Leis do Sucesso representam um guia sólido para a realização pessoal e profissional, mas o seu verdadeiro impacto surge apenas quando são aplicadas de forma consistente no dia a dia.</p>
<p>Mais do que conhecer estes princípios, é fundamental transformá-los em hábitos: definir objetivos claros, agir com disciplina, manter o foco e aprender continuamente com os desafios. É essa aplicação prática e contínua que permite gerar resultados reais e sustentáveis ao longo do tempo.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que são as 16 Leis do Sucesso?<br />
</strong>As 16 Leis do Sucesso de Napoleon Hill são princípios que, quando aplicados com consistência, ajudam a alcançar objetivos pessoais e profissionais. Incluem conceitos como desejo ardente, fé, trabalho em equipa, perseverança e autocontrolo.</li>
<li><strong>Como posso aplicar as 16 Leis do Sucesso na minha vida?<br />
</strong>Comece por definir metas claras, cultivar uma mentalidade positiva, agir com persistência e manter disciplina. Cada lei serve como guia prático para desenvolver hábitos e comportamentos que conduzem ao sucesso.</li>
<li><strong>O que é &#8220;O Segredo&#8221; de Napoleon Hill?<br />
</strong>&#8220;O Segredo&#8221; refere-se à importância do pensamento positivo, da autoconfiança e da convicção profunda na própria capacidade. Aplicá-lo permite que as 16 leis sejam implementadas de forma eficaz, transformando intenções em resultados concretos.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Natal Solidário – abrace esta ideia</title>
		<link>https://reorganiza.pt/natal-solidario-abrace-esta-ideia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Se o Natal é uma época festiva, para que o seja para todas as pessoas então tem de ser um Natal Solidário. Faz sentido, não faz? Se a solidariedade é,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Natal é uma época festiva, para que o seja para todas as pessoas então tem de ser um Natal Solidário. Faz sentido, não faz? Se a solidariedade é, felizmente, uma ideia cada vez mais enraizada na nossa sociedade porque não abraça a ideia de fazer deste Natal, um Natal Solidário? E se esta ideia se espalhar, esta Natal será certamente um Natal mais feliz para todos e quiçá a base para algo mais.</p>
<p>Se lhe agrada esta ideia, mas não sabe como o pode concretizar, nós ajudamos com algumas dicas</p>
<h2><strong>1 O que não usa pode ser o que outros precisam &#8211; doe e destralhe a sua casa </strong></h2>
<h3><strong>Separe a roupa que já não usa</strong></h3>
<p>Certamente que tem roupa em bom estado que já não usa. Ponha de parte e entregue numa instituição para fazer chegar a quem precisa. Faça o mesmo com a roupa dos seus filhos que já não lhes serve. É certo que para as crianças roupa não é prenda, mas já lá vamos.</p>
<h3><strong>Veja o que tem em casa e já não usa</strong></h3>
<p>Lembre-se que o que não usa pode ser útil a outros. Se tem duas máquinas de café porque não doar uma? Se tem em casa aquele quadro que lhe deram e nunca pendurou, porque não doá-lo? Liberta espaço em casa e vai certamente fazer outra pessoa feliz. Entregue também numa instituição de apoio a pessoas carenciadas.</p>
<h3><strong>Por cada brinquedo que entra em sua casa, sai um brinquedo com que os seus filhos já não brincam </strong></h3>
<p>Esta é uma boa ideia para incutir nos seus filhos a noção de solidariedade. Diga-lhe que há crianças que não têm brinquedos como ele tem, e partilhar é algo que deve de fazer pela vida fora. Incuta-lhe desde pequeno estes valores e está a criar um adulto solidário. Não só o brinquedo ganha uma nova vida, como vai fazer feliz uma outra criança.</p>
<h2><strong>2 Promova um jantar de Natal Solidário no seu bairro &#8211; “Quando comemos juntos, somos uns para os outros”</strong></h2>
<p>O filme “O Pub the Old Oak” tem este lema como base do filme. A frase traduz a ideia de que ao partilharmos refeições estamos a criar laços que se transformam em entreajuda ao longo do tempo. E isso não é solidariedade?</p>
<p>Já pensou que no seu bairro podem viver pessoas solitárias para quem o Natal não é uma festa, mas um tempo triste que acentua a solidão? E se mudasse isso tudo?</p>
<p>Vá falar com a Junta de Freguesia do seu bairro. Sugira que disponibilizem um espaço para um jantar de Natal solidário, onde cada um leva o que pode e todos partilham. Divulguem a ideia pelo bairro (com panfletos nas lojas ou distribuindo na rua). Angariem participantes. Convidem vizinhos e pessoas que sabem que moram sozinhas.</p>
<p>Lembre-se que “quando comemos juntos, somos uns para os outros”. Quem sabe um jantar de Natal solidário não se transforma num jantar semanal solidário e com isso cria uma rede de entreajuda para as pessoas do bairro. Ou seja, cria uma rede solidária no seu bairro.</p>
<p>Abrace esta ideia. E que seja um Bom Natal (Solidário) para todos nós.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ah e tal… as Vindimas nesta Rentrée da Reorganiza</title>
		<link>https://reorganiza.pt/ah-e-talas-vindimas-nesta-rentree-da-reorganiza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Independência Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Que dia bom tivemos em equipa 🙂 Fomos até à Quinta do Sanguinhal onde fomos muito bem recebidos. Começámos logo cedo com um passeio pela quinta, vimos as casas, os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que dia bom tivemos em equipa <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p> Fomos até à <strong>Quinta do Sanguinhal</strong> onde fomos muito bem recebidos. Começámos logo cedo com um passeio pela quinta, vimos as casas, os jardins e conhecemos sua já longa história com mais de 100 anos….do passado ao presente, conseguimos imaginar como tudo se foi desenvolvendo.</p>
<p> Em seguida passeámos pelas vinhas, onde fomos provando diferentes castas e aprendendo como são tratadas e geridas nas diferentes plantações de vinhas que a Quinta do Sanguinhal tem. E são muitos hectares.</p>
<p> Depois dividimo-nos em pequenos grupos e fomos enchendo muitos caixotes com os cachos de uva que fomos apanhando, que nem profissionais, que seguiram logo para produção. Demos o nosso contributo no meio de gargalhadas e boa disposição.</p>
<p> Visitámos as adegas antigas, percebemos como se faz a produção dos diferentes tipos de vinho…e no fim de uma manhã tão bem passada…nada como os provar num almoço ótimo e bem regado com vinhos das diferentes castas que conhecemos.</p>
<p> Foram 9 ao todo…provámos sabores e texturas diferentes, no meio de risotas e conversas boas, num ambiente descontraído e na companhia da melhor equipa do mundo… a nossa!</p>
<p> Obrigado, <a href="https://sanguinhal.pt/index.php/pt/"><strong>Quinta do Sanguinhal</strong></a> por nos receberem tão bem e por este dia tão bem passado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>McDonald&#8217;s Portugal &#8211; participação no programa bem-estar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mcdonalds-portugal-participacao-no-programa-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[No âmbito do programa bem-estar da “McDonald&#8217;s Cuida de mim&#8221;, a Reorganiza foi convidada a participar na organização de um workshop interno de &#8220;Bem-estar Financeiro&#8221; que decorreu no Workplace da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito do programa bem-estar da <strong>“McDonald&#8217;s Cuida de mim&#8221;</strong>, a Reorganiza foi convidada a participar na organização de um workshop interno de <strong>&#8220;Bem-estar Financeiro&#8221;</strong> que decorreu no <strong>Workplace da McDonald&#8217;s</strong> para todos os colaboradores que puderam participar.</p>
<p><strong>João Raposo</strong> tentou transmitir a todos esta ideia-chave:</p>
<p><strong>&#8220;Devemos ambicionar ter uma vida financeira em que sejamos nós a tomar conta do dinheiro, e não o dinheiro a tomar conta de nós.&#8221;</strong></p>
<p>Obrigado <a href="https://www.mcdonalds.pt/" target="_blank" rel="noopener">McDonald&#8217;s Portugal</a> pelo convite e oportunidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NOS SGPS &#8211; Participação no programa de saúde e bem-estar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/nos-sgps-participacao-no-programa-de-saude-e-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/nos-sgps-participacao-no-programa-de-saude-e-bem-estar/</guid>

					<description><![CDATA[No âmbito do programa de Saúde e Bem-estar que a NOS SGPS promove, participámos num dos ciclos de encontros e conversas mensais. Organizámos uma sessão de formação em Educação Financeira...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No âmbito do programa de Saúde e Bem-estar que a</strong> <a title="‌" href="https://www.nos.pt/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer ugc"><strong>NOS SGPS</strong></a> <strong>promove,</strong> participámos num dos ciclos de encontros e conversas mensais. Organizámos uma <strong>sessão de formação em Educação Financeira que contou com mais de 480 colaboradores</strong>.</p>
<p> E porque as nossas <strong>finanças pessoais</strong> têm também muito impacto na nossa <strong>saúde emocional</strong>, foi com muito gosto e entusiasmo que ajudámos a fortalecer esta iniciativa.</p>
<p> Abordámos algumas das principais preocupações, dando dicas e cenários para os diferentes desafios que as principais decisões financeiras nos trazem:</p>
<p> <strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Como fortalecer as finanças em tempos de crise?</strong><br />
 <strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Como não perder o rasto ao dinheiro?</strong><br />
 <strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Como lidar com os Bancos?</strong><br />
 <strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />É possível poupar (mais)?</strong></p>
<p> Esta iniciativa, a qual muito agradecemos o convite para fazer parte, <strong>vai reforçar a ajuda e capacitação das equipas da</strong> <a title="‌" href="https://www.nos.pt/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer ugc"><strong>NOS SGPS</strong></a> no âmbito das dimensões de <strong>saúde física</strong>, <strong>saúde emocional</strong> e <strong>saúde social</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontrar emprego depois dos 50 anos</title>
		<link>https://reorganiza.pt/encontrar-emprego-depois-dos-50-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontrar emprego depois dos 50 anos é um desafio. Mas se ficou desempregado não desanime, lembre-se que a experiência é uma mais-valia e certamente irá encontrar o que procura. E...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar emprego depois dos 50 anos é um desafio. Mas se ficou desempregado não desanime, lembre-se que a experiência é uma mais-valia e certamente irá encontrar o que procura. E se acha que chegou a altura de mudar de vida, então é mesmo de ir em frente. Lembre-se que a vida são dois dias e fazer o que gosta é certamente sinónimo de uma vida mais feliz.</p>
<p> Claro que ficar desempregado e querer mudar de vida são duas situações diferentes com impactos emocionais distintos e por isso com abordagens diferentes. Neste artigo vamos procurar ajudá-lo.</p>
<h2><strong>Serão os mais jovens trabalhadores de facto mais baratos? </strong></h2>
<p> A maioria dos despedimentos nas empresas abrangem geralmente os trabalhadores mais velhos, considerados como sendo os mais caros, ou seja são vítimas do <a href="https://reorganiza.pt/etarismo-ou-quando-a-idade-e-um-problema/">etarismo</a> da nossa sociedade. E é claro que irão procurar substituí-los por trabalhadores mais jovens e do seu ponto de vista mais baratos.</p>
<p> Mas será que são realmente mais baratos? Sê-lo-ão porventura em termos de ordenado, mas em termos de ganhos de experiência e eficácia, na sua generalidade, ficam mais caros às empresas que os contratam.</p>
<p> Senão vejamos: para despedir o trabalhador a empresa tem de pagar uma indemnização e de seguida tem de gastar tempo e dinheiro a recrutar um colaborador mais jovem para fazer o trabalho daquele que despediram. Depois os jovens para além de inexperientes em termos de trabalho, “não vestem a camisola”. Ou seja, não são fiéis à empresa. O seu lema é procurar obter experiência na empresa para depois mudar em busca de melhor ordenado.</p>
<p> Em suma a empresa em vez de manter um trabalhador fiel e com experiência irão ter de recrutar por várias vezes para o substituir e depois formar, o que será certamente mais caro.</p>
<h2><strong>Se foi despedido não desanime. </strong></h2>
<p> Se foi despedido e tem mais de 50 anos pensará logo que vai ser difícil encontrar novo emprego. O seu primeiro sentimento será de revolta e de frustração por ter dado muitos anos à empresa que o descartou (porventura à custa da sua vida familiar). Mas erga a cabeça, as atitudes ficam com quem as pratica. Chegou a altura de dar a volta por cima e seguir em frente.</p>
<p> Tenha em conta as vantagens que adquiriu com a idade: a maturidade, responsabilidade, equilíbrio, e perspetiva mais realista da vida. E claro as suas competências. E é isso que tem de mostrar aos seus futuros empregadores.</p>
<h3><strong>Comece por atualizar a sua página de Linkedin</strong></h3>
<p> Atualmente o Linkedin é a ferramenta profissional mais importante que poderá usar. Atualize o seu perfil nesta rede social, valorizando o seu curriculum. Evidencie a sua experiência profissional que é por onde qualquer processo de seleção começa.</p>
<h3><strong>Use o Linkedin para procurar emprego</strong></h3>
<p> Hoje grande parte das empresas recruta através do Linkedin. Para além de fazerem buscas por perfis, colocam anúncios descrevendo a função e o perfil que consideram adequado para a desempenhar.</p>
<p> Assim, faça pesquisas pela função que procura e responda ao anúncios. Algumas vezes poderá apresentar a sua candidatura usando o perfil do Linkedin, mas noutras terá de enviar o seu curriculum, responder a perguntas ou mesmo ter de anexar cartas de recomendação.</p>
<p> No entanto, esta rede profissional é um bom ponto de partida. E pode programar para receber alertas de colocação de novos anúncios adequados ao seu perfil.</p>
<h3><strong>Crie um curriculum profissional </strong></h3>
<p> Crie um curriculum profissional que poderá enviar quando o solicitarem ou poderá utilizar para enviar candidaturas espontâneas para as empresas onde gostaria de trabalhar ou mesmo para as empresas de recrutamento.</p>
<p> Seja sintético e realce a sua atividade nos últimos 10 a 15 anos. Não se esqueça de juntar o link para o Linkedin. Ao enviar o curriculum junte um texto onde explica porque considera ser uma mais-valia para a empresa se o contratarem.</p>
<p> Mas tenha também em atenção que terá de adaptar o curriculum à função e empresa em que se candidata. Só assim se poderá evidenciar face aos demais candidatos.</p>
<h3><strong>Evidencie que pode ajudar as gerações mais novas</strong></h3>
<p> Claro que sim. Parta do princípio do que as suas valências e competências podem ajudar os mais jovens a evoluir mais rapidamente. Se as empresas estão a apostar nos mais jovens mostre que pode ser uma mais-valia nesse caminho. E que se adapta bem aos mais novos. Posicione-se como alguém capaz de agir em várias frentes, nomeadamente na de uma figura mais sénior e conciliadora.</p>
<h3><strong>A importância do seu networking </strong></h3>
<p> Mantenha uma rede de contactos, muitos dos empregos surgem por esta via. Fale com eles informando-os que está à procura de emprego. Sonde oportunidades e avance sempre que possível.</p>
<h3><strong>Mantenha o entusiamo</strong></h3>
<p> Não desanime. Mantenha o otimismo e aproveite para se valorizar encontrar emprego depois dos 50 anos, não é um sprint é uma corrida de fundo que envolve resistência e persistência. Faça alguns cursos na internet nos quais tenha interesse e mantenha espirito positivo.</p>
<h3><strong>Considere ser trabalhador independente</strong></h3>
<p> E trabalhar por conta própria, ou seja ser <a href="https://www.seg-social.pt/documents/10152/15974914/1009%20Trabalhador%20independente%20-%20novo%20regime/87b6e00c-523d-4718-8a88-942ea804c18a">trabalhador independente</a>? Será que existe procura para a sua experiência mesmo que não seja numa empresa? Será que pode montar a sua pequena empresa e ser patrão de si mesmo? Pense nisso,</p>
<h2><strong>Mudar de vida aos 50 anos </strong></h2>
<p> Se fez 50 anos e ao fazer um balanço da sua vida decidiu que estava na hora de mudar de rumo profissionalmente então chegou a altura de ir atrás dos seus sonhos.</p>
<p> Motivação terá certamente, pelo que agora é meter mãos à obra e procurar fazer o que o faz feliz.</p>
<p> &nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adaptar a casa a pessoas com mobilidade reduzida</title>
		<link>https://reorganiza.pt/adaptar-a-casa-a-pessoas-com-mobilidade-reduzida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[beneficios fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/adaptar-a-casa-a-pessoas-com-mobilidade-reduzida/</guid>

					<description><![CDATA[Se tem mobilidade reduzida, ou vive com pessoas com mobilidade reduzida certamente já se deparou com a necessidade de adaptar a sua casa. Mas muitas vezes isto só não chega....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem mobilidade reduzida, ou vive com pessoas com mobilidade reduzida certamente já se deparou com a necessidade de adaptar a sua casa. Mas muitas vezes isto só não chega. Por vezes é também necessário fazer também adaptações no acesso à habitação, sob pena de ser quase impossível sair de casa.</p>
<p>Dar autonomia máxima a quem tem mobilidade reduzida, para se poder movimentar sem precisar pedir ajuda será seguramente benéfico para todos, mas sobretudo irá aumentar a autoestima de quem quer evitar depender de terceiros para fazer a sua vida no dia a dia.</p>
<p>E já agora é importante que saiba que a Segurança Social, em algumas situações comparticipa a 100% os produtos de apoio que necessita para que a pessoa tenha uma maior mobilidade. E existem ainda outros <a href="https://reorganiza.pt/beneficios-para-pessoas-com-deficiencia/">benefícios fiscais e sociais que poderá ter</a></p>
<p>Mas vamos por partes.</p>
<h2><strong>As adaptações dentro de casa</strong></h2>
<p>Dentro de casa pode fazer algumas adaptações sem ter de gastar dinheiro, mas outras há com as quais irá ter custos, porventura até avultados. Mas lembre-se que ao adaptar a casa estará a facilitar a vida e aumentar a confiança a pessoas que têm mobilidade reduzida.</p>
<h3><strong>Tire tudo o que possa atrapalhar a movimentação </strong></h3>
<p>Aqui trata-se de reorganizar a sua casa, de modo a ser fácil circular dentro da mesma. E ao mesmo tempo evita acidentes.</p>
<p>Assim, encoste os móveis à parede deixando livre a parte central das divisões. Retire os movéis de corredores de modo que quem se movimenta com cadeira de rodas possa circular com segurança.</p>
<p>Se possível retire os tapetes já que a existe sempre a possibilidade quem se movimenta de pé com dificuldade de locomoção possa tropeçar e cair. Mas o mesmo é válido para quem usa cadeira de rodas, já que tapetes e carpetes não facilitam a movimentação.</p>
<p>Quanto à alcatifa depende da pessoa. Seguramente dificulta a circulação de quem anda de cadeira de rodas, mas ajuda se tiver outro tipo de locomoção por não ser escorregadia e aumentar a confiança no andar.</p>
<h3><strong>Atenção à altura da cama </strong></h3>
<p>Lembre-se que quem tem mobilidade reduzida tem dificuldade em se deitar e levantar. Assim a cama não pode ser nem muito alta nem muito baixas. Deverá permitir que se estiver sentada com as pernas para fora, estas façam um ângulo reto com o corpo e os pés toquem no chão. Só assim será mais fácil entrar e sair da cama. Se não existir uma cama normal da altura desejada opte por uma cama ajustável. E claro tenha acessível, ou seja, perto da cama, o meio de locomoção usado, seja ele bengala, andarilho ou cadeira de rodas.</p>
<p>No caso da pessoa se deslocar em cadeira de rodas o ideal é que a cama esteja ao nível do assento da cadeira facilitando a transição entre ambas.</p>
<h3><strong>Tente que o quarto esteja perto da casa de banho</strong></h3>
<p>Se a pessoa tiver necessidade de ir à casa de banho durante a noite convém que a distância entre o quarto e a casa de banho seja a menor possível. E já agora coloque uma luz de presença nas zonas por onde terá de passar, já que, muitas vezes, para não incomodarem não acendem as luzes.</p>
<h3><strong>Coloque sensores de luz</strong></h3>
<p>Se na casa tiver sensores de luz, evita que a pessoa esteja a acender e desligar as luzes. É menos um movimento com terá de ser preocupar. Se tiver sensores de luz não necessita de ter luzes de presença.</p>
<h3><strong>Troque a banheira por base de duche</strong></h3>
<p>Nestas alterações já terá de gastar dinheiro. Quem tem dificuldade em se movimentar dificilmente conseguirá entrar na banheira. Pelo que trocar a banheira por uma base de duche é fundamental. Também é importante incluir um assento e barras de apoio para que se possa agarrar já que normalmente existe o receio de cair quando toma banho.</p>
<h3><strong>Coloque alteadores nas sanitas </strong></h3>
<p>Aqui aplica-se o mesmo conceito que nas camas, a pessoa deve ficar sentada com as pernas em ângulo reto com o corpo. Assim o melhor é colocar um alteador de sanita para facilitar o sentar e levantar. E já agora coloque uma barra de apoio junto da sanita, pois facilita quando se a pessoa se quiser erguer.</p>
<h3><strong>Adapte o lavatório </strong></h3>
<p>Substituir o móvel do lavatório por um lavatório com espaço para as pernas facilita a utilização por uma pessoa com cadeira de rodas. Mas se não for o caso coloque também aí barras de apoio.</p>
<h3><strong>Atenção ao chão da casa de banho </strong></h3>
<p>Pisos molhados são muito escorregadios assim não se que esqueça o chão da casa de banho e o fundo da base do duche devem ser antiderrapantes, já que quedas é o que quer mesmo evitar.</p>
<h3><strong>Sofás e cadeiras devem ter a altura adequada </strong></h3>
<p>Aqui aplica-se a mesma situação das camas. O ideal é terem uma altura de assento adequado a que a pessoa de sente e levante facilmente.</p>
<h3><strong>A bancada da cozinha tem de ser adaptada</strong></h3>
<p>Adaptar a casa a pessoas como mobilidade reduzida poderá significar fazer alterações na cozinha. As bancadas normais de cozinha têm a altura ideal para quem trabalha na cozinha de pé. Assim, para quem necessita de trabalhar sentado têm de ser mais baixas. E se a pessoa se deslocar em cadeira de rodas o ideal é que não haja armários de baixo em algum ponto da bancada para permitir que a cadeira encaixe, facilitando o acesso a essa mesma bancada.</p>
<h3><strong>Atenção às escadas</strong></h3>
<p>Subir uma escada é certamente um desafio para quem tem mobilidade reduzida. Assim, se a casa onde vive tem uma escada que a pessoa terá de subir coloque uma barra na parede ao longo da escada em complemento do corrimão. Quando aos degraus coloque uma carpete antiderrapante. Mas o ideal será mesmo colocar um elevador de escadas.</p>
<p>Se as escadas forem largas e a cadeira de rodas for o principal meio de locomoção, pode ser instalada uma plataforma elevatória, que permitirá o acesso ao piso superior. Caso as escadas sejam estreitas, será necessário optar por um elevador, embora isso tenha a desvantagem de exigir que alguém transporte a cadeira de rodas separadamente.</p>
<h3><strong>As portas devem ser largas </strong></h3>
<p>Se a movimentação dentro de casa é feita em cadeira de rodas então as portas devem ter largura suficiente para estas passarem, senão como passar de divisão em divisão?</p>
<h3><strong>Atenção às tomadas</strong></h3>
<p>Se estiverem muito próximas do chão será difícil o acesso às mesmas. O ideal será estarem a cerca de 40cm do chão.</p>
<h2><strong>As adaptações no acesso à casa </strong></h2>
<p>Adaptar a casa a pessoas com mobilidade reduzida poderá significar também fazer modificações exteriores. Ou seja, se vive numa moradia com degraus de acesso à sua porta, ou num edifício com escadas de acesso à porta do prédio, o acesso à habitação por quem tem mobilidade reduzida é decerto difícil.</p>
<p>A solução será colocar barras de apoio na parede, uma rampa ou uma plataforma elevatória para que o acesso seja possível.</p>
<p>Se o imóvel for só seu basta colocar, mas no caso de viver num prédio terá de comunicar à administração do condomínio com a antecedência mínima de 15 dias que os irá instalar e garantir que a sua instalação não prejudica a acessibilidade de outras pessoas que habitem no edifício. Mas note que não necessita da aprovação dos restantes condóminos.</p>
<p>Note que as despesas ficam a cargo de quem necessita dessas modificações. No entanto se as mesmas beneficiarem outros condóminos, mesmo que posteriormente, o custo será dividido com estes.</p>
<h2><strong>A definição de pessoas de mobilidade reduzida está consagrada na lei </strong></h2>
<p>Nos termos da lei e de acordo com a <a href="https://files.dre.pt/1s/2019/09/17500/0012800133.pdf">Portaria 31/2019 de 12 de Setembro</a> no seu artigo1º, consideram-se pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada as que:</p>
<ul>
<li>de forma temporária ou permanente, utilizam cadeiras de rodas ou produtos de apoio para a marcha, como canadianas, andarilhos ou bengalas,</li>
<li>têm com dificuldades de coordenação motora,</li>
<li>não conseguem percorrer grandes distâncias,</li>
<li>têm baixa estatura,</li>
<li>têm dificuldades sensoriais, tais como as pessoas com deficiência visual ou surdas</li>
<li>se apresentam transitoriamente condicionadas, como grávidas, crianças e pessoas idosas.</li>
</ul>
<h2><strong>Quem tem mobilidade reduzida pode ter a comparticipação a 100% de produtos de apoio </strong></h2>
<p>A Segurança social comparticipa a 100% produtos que se destinem a prevenir, compensar, monitorizar, aliviar ou neutralizar as incapacidades, limitações das atividades e restrições das pessoas com deficiência e por isso com mobilidade reduzida.</p>
<p>Entre os produtos de apoio contam-se:</p>
<ul>
<li>Almofadas e colchões para prevenir úlceras de pressão, estabilizadores e suportes para a posição de pé (etc.);</li>
<li>Ortóteses (sistemas de correção e posicionamento do corpo), próteses (sistemas que substituem partes do corpo ausentes);</li>
<li>Cadeiras sanitárias, arrastadeiras, cadeiras e bancos para o banho, ganchos e cabos para vestir e despir (etc.);</li>
<li>Cadeiras de rodas, andarilhos, canadianas, adaptações para carros, elevadores de transferência (etc…);</li>
<li>Garfos, colheres, pratos, rebordos de prato, copos adaptados, (etc.);</li>
<li>Camas articuladas, Plataformas elevatórias; corrimãos e barras de apoio (etc.);</li>
<li>Aparelhos auditivos, máquinas de escrever braille, tabelas de comunicação, amplificadores de voz, computadores, telefones, (etc.);</li>
<li>Material antiderrapante, adaptadores e dispositivos de preensão (etc.).</li>
</ul>
<p>Poderá ver a <a href="https://files.dre.pt/2s/2016/06/105000000/1716817185.pdf">lista completa</a> dos produtos abrangidos.</p>
<p>Mas para receber a comparticipação estes têm de ser prescritos pelos seu centro de saúde e apresentar pedido de comparticipação junto do Centro Distrital da sua área de residência.</p>
<p>Pode obter mais detalhes no <a href="https://www.seg-social.pt/produtos-de-apoio-para-pessoas-com-deficiencia-ou-incapacidade">site da segurança social</a> ou no<a href="https://www.seg-social.pt/documents/10152/12207936/N63_Sistema_Atribuicao_Produtos_Apoio_SAPA/ac2d7eac-1a73-4078-8a4c-31b37bc0c5a7"> Guia Prático da Segurança Social.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Educação traz direitos e obrigações</title>
		<link>https://reorganiza.pt/educacao-traz-direitos-e-obrigacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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					<description><![CDATA[O direito à educação é um direito fundamental e está consagrado na Constituição da República Portuguesa. Mas para que seja plenamente conseguido têm de se conjugar o papel de quem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O direito à educação é um direito fundamental e está consagrado na Constituição da República Portuguesa. Mas para que seja plenamente conseguido têm de se conjugar o papel de quem direito à educação (sejam eles crianças, jovens ou adultos) com o papel dos educadores (sejam eles pais ou professores). E sobretudo distinguir educação de ensino.</p>
<p> Mas vamos por partes.</p>
<h2><strong>O que diz a lei</strong></h2>
<p> Nos termos do artigo <a href="https://dre.pt/dre/legislacao-consolidada/decreto-aprovacao-constituicao/1976-34520775-45554375">73º da Constituição</a> todos têm direito à educação e à cultura.</p>
<p> E para dar corpo a esse direito, nos termos do mesmo artigo, o Estado tem a obrigação de promover a educação através da escola e de outros meios formativos a fim de contribuir para a igualdade de oportunidades, superação de desigualdades económicas e desenvolvimento da personalidade e espírito de tolerância.</p>
<p> Do mesmo modo o Estado tem de promover a democratização da cultura (assegurando que todos os cidadãos a ela têm acesso). Assim como incentivar a apoiar a criação e investigação científica.</p>
<h2><strong>Então o que distingue educação e ensino?</strong></h2>
<p> Se no direito à educação se consagra que o Estado tem a obrigação de promover a educação através da escola, parecendo que esta cabe aos professores, que papel resta aos pais?</p>
<p> Mas também aí a Constituição tem a resposta, no seu <a href="https://dre.pt/dre/legislacao-consolidada/decreto-aprovacao-constituicao/1976-34520775-49410975">artigo 36º</a> onde afirma que pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos. Ou seja, a educação é da responsabilidade de pais e professores.</p>
<p> Mas quantas vezes não ouvimos dizer que cabe aos pais o papel de educar e aos professores ensinar. Isto tem a ver com a distinção dos conceitos de educação e ensino.</p>
<p> Ensinar significa transmitir conhecimento adquirido a outros, enquanto educação já nos remete para valores e atitudes.</p>
<p> É certo que a educação deve vir de casa, mas muitas vezes é na escola que, com professores e auxiliares de educação são aprendidas (ou reforçadas) atitudes como trabalhar em grupo e respeito e tolerância pelos demais.</p>
<p> E também é certo que são os professores que ensinam, mas nos primeiros anos de vida essa aprendizagem é feita com os pais. E claro, quantas vezes não são os pais a ajudar os filhos a estudar?</p>
<p> Em suma, sendo educação e ensino conceitos distintos, embora pais e professores sejam agentes educativos, podemos dizer que ambos têm responsabilidade na educação e no ensino. Mas, tendo em conta o tempo ao longo da vida que cada um está com as crianças ou jovens diríamos que a responsabilidade central da educação cabe aos pais e a do ensino aos professores.</p>
<h2><strong>Todos os intervenientes têm direitos e obrigações </strong></h2>
<p> No processo educativo todos os intervenientes, Estado, professores, pais ou encarregados de educação e alunos, têm o seu papel próprio com direitos e obrigações. Vejamos em detalhe.</p>
<h3><strong>O Estado </strong></h3>
<p> A educação e o ensino devem ser assegurados pelo Estado aplicando-se a todos os cidadãos através da escola pública. Esta garante não só a educação pré‑escolar, mas também ensino básico que deve ser universal, obrigatório e gratuito.</p>
<p> A educação pré-escolar destina-se a crianças entre os 3 e a idade de ingresso no primeiro ciclo, sendo obrigatória a partir dos 5 anos. É a primeira etapa da educação básica de cada criança e deve ser complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita cooperação.</p>
<p> Por seu lado o ensino escolar obrigatório vai até ao 12º ano ou até aos 18 anos. Ou seja, a escolaridade obrigatória para um jovem cessa com a obtenção do diploma de curso que confere de nível secundário da educação (mesmo que não tenha 18 anos). Mas também quando faz 18 anos, independentemente do ano de escolaridade em que se encontre.</p>
<h3><strong>Professores – direitos e obrigações </strong></h3>
<p> Os professores enquanto agentes educativos têm um conjunto de direitos e obrigações que se encontram definidos no <a href="https://dre.pt/dre/legislacao-consolidada/decreto-lei/2012-117105579">Decreto-Lei nº41/2012</a> que aprova Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário</p>
<p> Em termos de direitos, os professores têm, entre outros, o direito de participar no processo educativo; à segurança no seu local de trabalho, a apoio técnico, material e documental. E também a formação que lhes permita desempenhar de forma eficaz a sua atividade profissional.</p>
<p> E no âmbito da atividade que desenvolvem têm, entre outras, a obrigação de contribuir para a formação e realização integral dos alunos, colaborar na organização das atividades educativas; tentar que o processo ensino-aprendizagem seja feito de acordo com o perfil dos alunos e cooperar na deteção e resolução de problemas dos alunos.</p>
<h3><strong>Pais – direitos e obrigações </strong></h3>
<p> Por seu lado as responsabilidades dos pais quanto ao processo educativo encontra-se expressa no artigo 43º do Estatuto do Aluno e Ética Escolar (<a href="https://files.dre.pt/1s/2012/09/17200/0510305119.pdf">Lei nº 51/2012</a>), onde se consagra que aos pais ou encarregados de educação cabe uma especial responsabilidade, inerente ao seu poder -dever de dirigirem a educação dos seus filhos e educandos no interesse destes e de promoverem ativamente o desenvolvimento físico, intelectual e cívico dos mesmos.</p>
<p> Neste contexto os pais devem acompanhar ativamente a vida escolar dos seus filhos. E promover a articulação entre a educação em casa e o ensino na escola e cooperar com os professores. São igualmente responsáveis pelos deveres dos seus filhos quanto à assiduidade, pontualidade e disciplina na escola.</p>
<h3><strong>Alunos – direitos e obrigações </strong></h3>
<p> Mas, claro, os alunos também têm <a href="https://www.epn.pt/pdfs/Direitos%20e%20Deveres%20dos%20Alunos.pdf">direitos e deveres</a> que constam do Estatuto do Aluno e Ética Escolar (<a href="https://files.dre.pt/1s/2012/09/17200/0510305119.pdf">Lei nº 51/2012</a>).</p>
<p> Assim, como alunos têm o direito de usufruir de um ensino e de uma educação de qualidade, em condições de igualdade de oportunidades no acesso. E de ver reconhecidos e valorizados o mérito, a dedicação, a assiduidade e o esforço no trabalho e no desempenho escolar. Mas também o seu empenho em ações de voluntariado. Têm também o direito de em caso de ausência justificadas à escola de poder beneficiar de medidas de recuperação de aprendizagens. Também em caso de terem <a href="https://reorganiza.pt/subsidio-de-educacao-especial-para-criancas-com-necessidades-educativas/">necessidades especiais</a> têm direito a apoios específicos.</p>
<p> Mas claro, que têm também obrigações. Estudar, ser assíduo, pontual e empenhado no cumprimento de todos os seus deveres escolares, seguir as orientações dos professores e tratar com respeito e correção qualquer pessoa na escola são algumas das obrigações dos alunos.</p>
<p> Todos sabemos que o uso constante do telemóvel na sala de aula é um problema constante com que se deparam os professores. Por isso é importante saber que no Estatuto do Aluno se encontra consagrado que os alunos não os podem usar em sala de aula. A proibição engloba telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas em sala de aula, exceto o seu uso esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela Direção. É também proibido captar som e imagem das aulas sem autorização dos professores ou Direção da Escola.</p>
<p> Também têm de zelar pela conservação e asseio das instalações, material didático, mobiliário e espaços verdes da escola, fazendo uso correto dos mesmos.</p>
<h2>Em conclusão</h2>
<p> A educação é um dos pilares das nossa sociedade e é um direito que todas as crianças, jovens e adultos têm. Mas traz consigo um conjunto de direitos e obrigações de todas as partes envolvidas: Estado, professores, pais, encarregados de educação e aluno.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Great Expectations</title>
		<link>https://reorganiza.pt/great-expectations/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Expetativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex.pe.ta.ti.va: nome feminino. Esperança fundada em promessas ou probabilidades; expectação O célebre romance de Dickens vai-se desenvolvendo ao longo desta ideia principal: alguém depositou em si grandes esperanças! O tema...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ex.pe.ta.ti.va:</em></strong><em> nome feminino. Esperança fundada em promessas ou probabilidades; expectação</em></p>
<p> O célebre romance de Dickens vai-se desenvolvendo ao longo desta ideia principal: <em>alguém depositou em si grandes esperanças!</em></p>
<p> O tema da <strong>expetativa</strong>, do impacto e da gestão da expetativa sobre nós próprios e sobre os outros sempre me intrigou. Na minha prática de <em>coaching</em> o mesmo acaba por surgir, inevitavelmente, em quase todos os processos que acompanho.</p>
<h2>E o que o torna tão interessante, na minha perspetiva?</h2>
<p> Na verdade, o que à partida poderia ser algo de muito positivo e desejável, alguém acreditar, investir e torcer por nós (depositar em nós <em>grandes esperanças!</em>), pode &#8211; em determinadas circunstâncias &#8211; funcionar como uma armadilha, ou mesmo uma prisão. Tal pode ocorrer tanto na esfera pessoal como profissional e importa tomar consciência plena sobre este mecanismo.</p>
<p> Pode revelar-se das seguintes formas:</p>
<h3>O que o outro espera de mim</h3>
<p> Quem não teve <span style="font-size: 1.125rem;">já</span><span style="font-size: 1.125rem;"> um líder/chefe com esperanças desfasadas sobre aquilo que sou, posso dar ou o que mais gosto de fazer profissionalmente? É caso para perguntar quem criou esta projeção, se fui eu ou outro, e qual de nós dois (ou ambos) a está a alimentar, ainda que de forma inconsciente.</span></p>
<p> Muitas vezes, o que o outro espera de mim revela mais os seus desejos e as suas próprias limitações e projeções e, com efeito, pode até ter pouco ou nada a ver comigo, com quem realmente sou, com as minhas ambições e vontade.</p>
<p> Se, na senda de obter o agrado ou reconhecimento do outro, <em>entro no seu jogo</em>, acabo por me sentir aprisionado, aquém do que gostaria de ser ou das escolhas que considero mais adequadas para mim.</p>
<p> Para muitos, é o suficiente para ativar processos internos de autossabotagem: será que se o outro pudesse ver exatamente como eu sou, continuaria a apostar em mim? Será que valho esse investimento? Não seria mais seguro eu ficar na minha zona de conforto, sem chamar muito a atenção…</p>
<h3>O que eu espero do outro</h3>
<p> O mesmo mecanismo também funciona em sentido inverso. Enquanto líder, é caso para me questionar se o que eu espero das pessoas da minha equipa, é algo que realmente queiram e possam dar ou se é, apenas, fruto da projeção que idealizei ou mesmo de competências que sinto que não tenho e que espero que o outro colmate, de alguma forma.</p>
<p> É verdade que devemos alinhar aquilo que se espera de uma determinada tarefa ou função (logo em sede de recrutamento), não obstante, convém que se estabeleça uma comunicação assertiva e transparente para que o outro fique com uma noção realista daquilo que se espera. Dá-se, assim, ao outro a oportunidade de escolher.</p>
<p> Por outro lado, ao aprisionar o outro nas minhas expetativas, posso estar a perder uma oportunidade de receber aquilo que realmente a pessoa pode e sabe dar.</p>
<h3>O que eu espero de mim próprio</h3>
<p> Esta poderá ser a pior das três armadilhas. Sem estar realmente alinhado com aquilo que sou, o que posso e quero dar na minha esfera pessoal e profissional, posso perder a noção da realidade, tornar-me hiper perfecionista ou frustrado e exigir de mim algo que não posso nem, se for realmente honesto, quero dar.</p>
<p> Pode, também, perpetuar a sensação que estou sempre aquém do que as várias situações e pessoas esperam de mim.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p> Em conclusão, o problema não é termos ambições e esperanças sobre nós próprios e sobre os outros, tal é saudável e até bem desejável, numa certa medida. O desafio, é quando <strong>tais expectativas não são acompanhadas de uma leitura realista da realidade</strong>. Olhar verdadeiramente para o outro. Olhar verdadeiramente para mim próprio. Quando <em>utilizo</em> o outro como meio para realização de algo que gostaria de ter alcançado por mim mesmo.</p>
<p> E se o líder formar e gerir a sua equipa, ao invés de com base naquilo que idealizou, com base nos profissionais que efetivamente tem à sua frente, nas características e competências que os tornam únicos na sua diversidade? Não poderá alcançar melhores frutos e beneficiar de uma cultura mais transparente e genuína?</p>
<p> Com a maestria de procurar retirar o melhor de cada um.</p>
<p> Inês Raposo – Executive Coach</p>
<p> <a href="mailto:inesraposo.coaching@gmail.com">inesraposo.coaching@gmail.com</a></p>
<p> 91 351 74 84</p>
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