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	<title>Arquivo de Coaching - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Oct 2025 12:20:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Coaching - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Great Expectations</title>
		<link>https://reorganiza.pt/great-expectations/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Expetativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex.pe.ta.ti.va: nome feminino. Esperança fundada em promessas ou probabilidades; expectação O célebre romance de Dickens vai-se desenvolvendo ao longo desta ideia principal: alguém depositou em si grandes esperanças! O tema...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ex.pe.ta.ti.va:</em></strong><em> nome feminino. Esperança fundada em promessas ou probabilidades; expectação</em></p>
<p> O célebre romance de Dickens vai-se desenvolvendo ao longo desta ideia principal: <em>alguém depositou em si grandes esperanças!</em></p>
<p> O tema da <strong>expetativa</strong>, do impacto e da gestão da expetativa sobre nós próprios e sobre os outros sempre me intrigou. Na minha prática de <em>coaching</em> o mesmo acaba por surgir, inevitavelmente, em quase todos os processos que acompanho.</p>
<h2>E o que o torna tão interessante, na minha perspetiva?</h2>
<p> Na verdade, o que à partida poderia ser algo de muito positivo e desejável, alguém acreditar, investir e torcer por nós (depositar em nós <em>grandes esperanças!</em>), pode &#8211; em determinadas circunstâncias &#8211; funcionar como uma armadilha, ou mesmo uma prisão. Tal pode ocorrer tanto na esfera pessoal como profissional e importa tomar consciência plena sobre este mecanismo.</p>
<p> Pode revelar-se das seguintes formas:</p>
<h3>O que o outro espera de mim</h3>
<p> Quem não teve <span style="font-size: 1.125rem;">já</span><span style="font-size: 1.125rem;"> um líder/chefe com esperanças desfasadas sobre aquilo que sou, posso dar ou o que mais gosto de fazer profissionalmente? É caso para perguntar quem criou esta projeção, se fui eu ou outro, e qual de nós dois (ou ambos) a está a alimentar, ainda que de forma inconsciente.</span></p>
<p> Muitas vezes, o que o outro espera de mim revela mais os seus desejos e as suas próprias limitações e projeções e, com efeito, pode até ter pouco ou nada a ver comigo, com quem realmente sou, com as minhas ambições e vontade.</p>
<p> Se, na senda de obter o agrado ou reconhecimento do outro, <em>entro no seu jogo</em>, acabo por me sentir aprisionado, aquém do que gostaria de ser ou das escolhas que considero mais adequadas para mim.</p>
<p> Para muitos, é o suficiente para ativar processos internos de autossabotagem: será que se o outro pudesse ver exatamente como eu sou, continuaria a apostar em mim? Será que valho esse investimento? Não seria mais seguro eu ficar na minha zona de conforto, sem chamar muito a atenção…</p>
<h3>O que eu espero do outro</h3>
<p> O mesmo mecanismo também funciona em sentido inverso. Enquanto líder, é caso para me questionar se o que eu espero das pessoas da minha equipa, é algo que realmente queiram e possam dar ou se é, apenas, fruto da projeção que idealizei ou mesmo de competências que sinto que não tenho e que espero que o outro colmate, de alguma forma.</p>
<p> É verdade que devemos alinhar aquilo que se espera de uma determinada tarefa ou função (logo em sede de recrutamento), não obstante, convém que se estabeleça uma comunicação assertiva e transparente para que o outro fique com uma noção realista daquilo que se espera. Dá-se, assim, ao outro a oportunidade de escolher.</p>
<p> Por outro lado, ao aprisionar o outro nas minhas expetativas, posso estar a perder uma oportunidade de receber aquilo que realmente a pessoa pode e sabe dar.</p>
<h3>O que eu espero de mim próprio</h3>
<p> Esta poderá ser a pior das três armadilhas. Sem estar realmente alinhado com aquilo que sou, o que posso e quero dar na minha esfera pessoal e profissional, posso perder a noção da realidade, tornar-me hiper perfecionista ou frustrado e exigir de mim algo que não posso nem, se for realmente honesto, quero dar.</p>
<p> Pode, também, perpetuar a sensação que estou sempre aquém do que as várias situações e pessoas esperam de mim.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p> Em conclusão, o problema não é termos ambições e esperanças sobre nós próprios e sobre os outros, tal é saudável e até bem desejável, numa certa medida. O desafio, é quando <strong>tais expectativas não são acompanhadas de uma leitura realista da realidade</strong>. Olhar verdadeiramente para o outro. Olhar verdadeiramente para mim próprio. Quando <em>utilizo</em> o outro como meio para realização de algo que gostaria de ter alcançado por mim mesmo.</p>
<p> E se o líder formar e gerir a sua equipa, ao invés de com base naquilo que idealizou, com base nos profissionais que efetivamente tem à sua frente, nas características e competências que os tornam únicos na sua diversidade? Não poderá alcançar melhores frutos e beneficiar de uma cultura mais transparente e genuína?</p>
<p> Com a maestria de procurar retirar o melhor de cada um.</p>
<p> Inês Raposo – Executive Coach</p>
<p> <a href="mailto:inesraposo.coaching@gmail.com">inesraposo.coaching@gmail.com</a></p>
<p> 91 351 74 84</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano DETOX de Carreira</title>
		<link>https://reorganiza.pt/plano-detox-de-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois dos excessos das férias e do Verão, podemos sentir a necessidade de um Plano DETOX, um procedimento simples que reponha a vida saudável, nos liberte dos excessos e nos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois dos excessos das férias e do Verão, podemos sentir a necessidade de um Plano DETOX, um procedimento simples que reponha a vida saudável, nos liberte dos excessos e nos dê a energia para recomeçar. Também no campo profissional, na nossa carreira, esta lógica é aplicável, através do seguinte método simples e vocacionado para o essencial.</p>
<h2>5 passos para o Plano DETOX de Carreira</h2>
<ol>
<li>
<h3>Pré – DETOX de carreira – Breve diagnóstico sobre a situação profissional atual</h3>
</li>
</ol>
<p> Coloque-se as seguintes questões:</p>
<ul>
<li><em>O que correu bem durante este ano?</em></li>
<li><em>O que correu de forma menos positiva?</em></li>
<li><em>Quais os desafios que se colocam no momento presente?</em></li>
</ul>
<ol start="2">
<li>
<h3>DETOX Fase I – <em>Separar o trigo do joio</em></h3>
</li>
</ol>
<p> Relativamente <strong>àquilo que correu bem</strong> sugerimos que reserve um tempo – apenas – para essa mesma constatação. É tão raro valorizarmos aquilo que correu bem, que foi possível atingir determinado objetivo, que fomos capazes e suficientes. Faça, também, uma listagem de comportamentos/ações a <em>manter</em> no futuro.</p>
<p> No que diz respeito <strong>àquilo que correu de forma menos positiva </strong>poderá questionar-se se, ainda assim, retirou desses momentos alguma aprendizagem. Surpreender-se-á com as oportunidades de crescimento que surgem com as situações mais difíceis. Elabore, também, uma breve listagem de comportamentos a <em>evitar</em> no futuro, fruto da sua aprendizagem.</p>
<ol start="3">
<li>
<h3>DETOX Fase II – <em>Plano de Ação</em></h3>
</li>
</ol>
<p> Por fim, tendo por base as reflexões dos pontos anteriores, para cada um dos <strong>desafios presentes identificados</strong>, elabore um <strong>plano de ação</strong> sucinto. Se a sua situação atual é A e a situação desejada é B, identifique quais os passos necessários para passar de <em>A para B</em>. Os passos identificados deverão obedecer à regra dos <em>Ps: Poucos, Pequenos, Possíveis e Progressivos</em> e deverá estipular um prazo/calendário para as suas ações de mudança.</p>
<ol start="4">
<li>
<h3>DETOX Fase III – Auto-motivação</h3>
</li>
</ol>
<p> Sejamos honestos: os regressos custam sempre. Mesmo que goste daquilo que faz, é sempre desafiante voltar à rotina e às responsabilidades diárias. No entanto, nem tudo tem de ser uma obrigação. Os recomeços trazem consigo, também, a possibilidade de novas aventuras. Seja generoso consigo mesmo. Assim tornará o seu recomeço mais apetecível e mesmo custoso. O que poderá ajudar a atingir os objetivos traçados? Existe algo que esteja a adiar e que, finalmente seja tempo para dar espaço? Que tal começar a tal formação que tanto gostaria de fazer? Ou mesmo iniciar as suas sessões de <em>coaching</em>? Use a sua criatividade!</p>
<ol start="5">
<li>
<h3>DETOX Fase IV – Avaliação</h3>
</li>
</ol>
<p> Relembre-se: “<em>What is not measured, doesn´t get done</em>”. Reserve sempre um espaço/tempo para avaliação após um Plano DETOX. Regresse ao plano de ação traçado, às metas e prazos e reflita sobre o cumprimento dos mesmos. Anote as suas conclusões e, se necessário, reconfigure os seus objetivos.</p>
<p> <strong>O coaching poderá ser uma ferramenta útil para ajudar a concretizar o seu Plano DETOX</strong> neste processo de tomada de consciência e de colocar em prática o seu plano de ação. Para que este ano seja mais alinhado com aquilo que realmente deseja para a sua vida profissional experimente os benefícios do Coaching. Se sente que este tema é para si, ou se quiser partilhar a sua experiência, pode contactar diretamente para <a href="mailto:inesraposo.coaching@gmail.com">inesraposo.coaching@gmail.com</a>. Bons recomeços!</p>
<p> Bons recomeços!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Liderança à Distância – 4 questões que um Líder se deve colocar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/lideranca-a-distancia-4-questoes-que-um-lider-se-deve-colocar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[No momento atual, com toda a incerteza gerada pelo contexto geral de pandemia e a consequente nova forma de organização do trabalho, os líderes e responsáveis pelos trabalhadores nas organizações...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No momento atual, com toda a incerteza gerada pelo contexto geral de pandemia e a consequente nova forma de organização do trabalho, os líderes e responsáveis pelos trabalhadores nas organizações enfrentam um desafio acrescido: <strong><em>num mundo em mudança, como liderar à distância?</em></strong></p>
<p> Seja porque foi decisão da organização, seja porque circunstâncias pontuais assim o ditaram (colaboradores em situação de isolamento profilático), o <em>home office</em> é uma realidade instalada nos dias que correm.</p>
<p> Se enquanto líder ou responsável de RH ainda não se colocou esta questão, ou, já a tendo colocado, permanece aberto à reflexão, poderá querer começar por uma abordagem diferente &#8211; na linha do <em>coaching </em>&#8211;<em> colocando-se as perguntas certas</em>.</p>
<p> Sugerem-se quatro questões simples, cuja resposta poderá dar “<em>pano para mangas</em>” nesta era de liderança à distância e sobre a melhor forma de gerir as suas equipas.</p>
<h2>Como preservo a cultura organizacional?</h2>
<p> Poderá começar por questionar quais os <em>valores chave</em> da sua cultura organizacional e como garante a sua preservação.</p>
<p> Com a distância física e a inevitável dispersão, é natural que surja o receio sobre como manter a cultura empresarial. Para além de querer garantir os resultados e a faturação, os líderes estão preocupados em manter os valores organizacionais, o espírito de equipa e bom ambiente entre os seus colaboradores.</p>
<p> Será que poderá desafiar os seus colaboradores para o ajudarem na co-construção desta estratégia? Este convite poderá motivá-los e contribuir para que se continuem a sentir parte do todo.</p>
<p> Existe algum novo valor que se tenha gerado com esta mudança? Qual seria uma boa abordagem para o explorar e integrá-lo na cultura da organização?</p>
<h2>Que palavra escolho para substituir o “controlar”</h2>
<p> Com a incerteza gerada pelo cenário atual, com cada um dos seus colaboradores a trabalhar a partir de um lugar desconhecido, em alguns casos, com horários mais maleáveis, é possível que sinta que tem de <em>controlar</em> a sua equipa, no sentido de evitar a perda de informação e garantir resultados e cumprimentos dos objetivos.</p>
<p> Que palavra poderia escolher para substituir o “controlar”? A questão é útil, pois retira o foco da dúvida sobre a equipa, direcionando-o diretamente para o líder, questionando que tipo de líder escolho ser neste momento e qual será a melhor estratégia sistémica.</p>
<h2>Como atenuo a perda de informação?</h2>
<p> Com o trabalho à distância, poderá ocorrer alguma perda de informação. O assumir esta problemática, poderá ser um primeiro passo para procurar minorar esta realidade e atenuar os seus efeitos negativos. Que estratégias posso implementar para garantir o <a href="https://reorganiza.pt/pare-escute-se-recomece/">fluxo de informação entre os meus colaboradores</a>? É necessário proporcionar mais momentos de reunião (ainda que via web)? Como garanto, por exemplo, uma integração satisfatória de novos colaboradores com a equipa a trabalhar a partir de casa?</p>
<h2>Na minha liderança à distância, como me pode ajudar o <em>coaching</em>?</h2>
<p> O <em>coaching</em>, como ferramenta que é – mais do que contribuir com soluções certeiras – poderá ajudar a suscitar perguntas certas, cuja demanda da resposta o posicionarão no trilho, rumo às soluções criativas e práticas que melhor respondam às necessidades específicas para a sua empresa ou organização.</p>
<p> Em temas como perseveração da cultura empresarial, o <a href="https://reorganiza.pt/the-last-dance-licoes-de-lideranca/"><em>coaching de equipa</em></a>, ajudando-o a redefinir os valores organizacionais e a visão conjunta poderá ser uma ferramenta adequada a nesta fase.</p>
<p> Também o <a href="https://reorganiza.pt/uma-questao-de-coerencia/"><em>coaching individual</em></a>, seja à liderança, seja aos colaboradores, poderá facilitar esta reflexão e este posicionamento. Num mundo em mudança, repleto de desafios, o <em>coaching</em> irá ajudá-lo a construir a ponte entre <em>o que foi</em>, <em>o que é</em> e <em>aquilo que se pretende que seja</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Last Dance – Lições de Liderança</title>
		<link>https://reorganiza.pt/the-last-dance-licoes-de-lideranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Desengane-se quem achar que The Last Dance, documentário sobre a carreira de Michael Jordan e dos Chicago Bulls nos anos 90, é uma série Netflix (apenas) sobre basquetebol. Na realidade,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desengane-se quem achar que <em>The Last Dance</em>, documentário sobre a carreira de Michael Jordan e dos Chicago Bulls nos anos 90, é uma série Netflix (apenas) sobre basquetebol. Na realidade, o que está em jogo, vai além do próprio jogo. O legado é uma &#8211; ou várias &#8211; lições sobre liderança.</p>
<h2>A lição de um Pai</h2>
<p> Chega a ser comovente a relação entre MJ e o seu pai. A presença constante do mesmo nos seus jogos revela que, para além de o apreciar, MJ precisa confiança que este lhe transmite. Também é significativa a forma como, após a morte trágica do pai, reencontra no seu chefe de segurança uma importante figura paternal. Dá que pensar: é que até o <em>melhor do mundo</em> precisa da figura de um pai. Alguém que, antes de nós mesmos, acredita em nós, acima de tudo e todos. Parece ser algo que nos constrói por dentro e nos impregna de resiliência e autoestima.</p>
<h2>A lição da (auto) motivação</h2>
<p> Se dúvidas existissem, a carreira de MJ deixa claro – preto no branco – a verdadeira motivação vem do interior de cada um. Reinventa-se a cada momento e a cada dificuldade no caminho. Claro está, uma boa equipa, um bom treinador, adversários à altura, tudo isso ajuda, ajuda muito até. Não obstante, mais além de tudo isso, existe aquilo em que que escolho acreditar, pelo qual decido lutar até ao fim. A motivação como algo que construo a cada dia, com <a href="https://reorganiza.pt/uma-questao-de-coerencia/">iguais doses de criatividade e de persistência</a>.</p>
<h2>A lição do <em>Coach</em></h2>
<p> A figura do Phil Jackson, tal como está retratada na série, gera – de forma muito espontânea e natural – simpatia e admiração. Por vezes, até por oposição ao próprio MJ, cuja constante pressão sobre os seus colegas de equipa, parece não conhecer limites. A prática de Phil Jackson parece sedimentar-se na aceitação da singularidade de cada, como contributo único e insubstituível para o funcionamento do todo. Ao contrário daquela imagem típica de alguns treinadores, este coach parece não desejar ocupar o espaço de quem verdadeiramente lidera, pelo contrário, através de técnicas criativas, o coach promove e facilita o jogo de cada um, confiando profundamente no funcionamento sistémico do conjunto.</p>
<h2>A lição da equipa</h2>
<p> Um bom jogador não faz uma boa equipa, já o sabíamos. Esta lição está presente em cada momento da série. O papel fulcral da diferença e como esta poderá contribuir para melhores resultados. Esta constatação encontra-se patente no “sistema dos triângulos ofensivos” que parte da premissa básica que, para o jogo funcionar, os jogadores não se devem centrar-se unicamente em si e devem <em>passar a bola</em>. Evidência que ultrapassa o campo do jogo e que urge implementar para o melhor funcionamento de qualquer trabalho em equipa. Promove a abundância e substitui a cultura, infelizmente ainda tão dominante, da escassez.</p>
<h2>A lição da “manobra de diversão”</h2>
<p> O mundo fica em suspenso quando, o melhor jogador do mundo de basquetebol decide retirar-se de cena e tentar a sua sorte no basebol, após a morte do seu pai. Sublinha-se a pressão que MJ estava a sentir nos últimos tempos, prévios a esta decisão. Após esta experiência, regressa renovado. Às vezes, para conseguir persistir no nosso objetivo e alcançar as nossas metas, tempos de <a href="https://reorganiza.pt/pare-escute-se-recomece/">redefinir as nossas estratégias</a>, aliviar a pressão de determinadas áreas, distanciar-nos. Assim é no jogo e assim parece ser, também, na vida.</p>
<p> <a href="mailto:inesraposo.coaching@gmail.com">inesraposo.coaching@gmail.com</a></p>
<p> 91 351 74 84</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma questão de coerência</title>
		<link>https://reorganiza.pt/uma-questao-de-coerencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem tudo o que esta quarentena trouxe foi mau. Entre os benefícios identificados por algumas pessoas encontra-se a tomada de consciência sobre aquilo que é essencial nas suas vidas, por...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem tudo o que esta quarentena trouxe foi mau. Entre os benefícios identificados por algumas pessoas encontra-se a <strong>tomada de consciência sobre aquilo que é essencial nas suas vidas</strong>, por oposição ao que é supérfluo, desnecessário e trivial. É possível fazer perdurar estes benefícios? Acreditamos que sim. Descubra como.</p>
<h2>Tomada de Consciência</h2>
<p> Depois do inevitável medo e ansiedade iniciais, ao fazer uma pausa para refletir, para simplesmente <em>ser</em> e <em>estar</em> comigo próprio e com aqueles que me são mais próximos, muitos de nós reencontrámos hábitos e propósitos que identificamos como muito relevantes mas que, por uma razão ou por outra, fomos deixando cair ao longo tempo.</p>
<h2>De que propósitos falamos?</h2>
<p> Estão em causa coisas simples que, na realidade, são sempre as mais importantes. Propósitos como aquela corrida matinal que me faz tão bem mas que já não fazia há anos. O cozinhar que me ajuda a relaxar a cabeça e inspira a minha criatividade. Ler um livro, estar com os meus filhos, meditar, evitar o consumo desenfreado… Enfim cada um de nós saberá melhor que ninguém o que estes tempos lhe proporcionaram em termos de reencontro e de tomada de consciência.</p>
<p> <strong><em>Quão relevante isto é para mim</em>?</strong></p>
<p> A primeira questão a fazer é: quão relevante isto é realmente para mim e para a minha qualidade de vida? O que está em jogo? Se ajudar na resposta a esta perguntam até podemos utilizar uma métrica simples e intuitiva: de uma escala de 0 a 10, qual é o grau de importância? <em>Quão relevante para mim é não consumir mais do que aquilo que necessito</em>? (para dar um exemplo).</p>
<p> <strong><em>Como garanto que mantenho este propósito no meu dia-a-dia?</em></strong></p>
<p> Se a resposta à sua questão for afirmativa, então virá a pergunta seguinte: sendo muito relevante, como garanto que mantenho este propósito no meu dia-a-dia? Como é que eu me certifico que, com o regresso progressivo à normalidade, não deixo cair estes objetivos?</p>
<p> No mais íntimo de nós sabemos que existe o risco de repetirmos os comportamentos semelhantes aos que adotamos com as resoluções do Ano Novo, cumprimo-las entusiasticamente no primeiro mês mas vão sendo relegadas para o esquecimento…</p>
<h2>Estratégias e Plano de Ação</h2>
<p> Poderão surgir muitas respostas, tantas quantas pessoas e maneiras de ser. A regra dos 4 Ps (propósitos <em>poucos</em>, <em>pequenos</em>, possíveis <em>progressivos</em>) poderá ajudar, entre outras estratégias. Não desvalorizando, também, o papel da criatividade que ajuda cada um a reinventar-se e a “dar a volta” aos seus repetidos esquemas de funcionamento interno.</p>
<p> O <em>coaching</em>, certamente, poderá ajudar neste processo, reforçando esta <a href="https://reorganiza.pt/pare-escute-se-recomece/">tomada de consciência</a> e contribuindo para a construção do plano de ação para a manutenção destes propósitos.</p>
<h2>Por uma questão de Coerência</h2>
<p> O que quer que tenha aprendido ou reaprendido sobre si mesmo durante este período, se intui que isso é realmente importante para si não desvalorize, sob pena de estar a desperdiçar uma oportunidade que a vida lhe ofereceu. Poderá viver sem essa aprendizagem? Claro, já o fazia antes disto e poderá optar por continuar a fazê-lo. Mas será isso que realmente deseja?</p>
<p> Dê-se pelo menos uma oportunidade a si mesmo de escolher que rumo seguir. Por uma questão de Coerência.</p>
<p> Inês Raposo &#8211; Coach</p>
<p> <a href="mailto:Inesraposo.coaching@gmail.com">Inesraposo.coaching@gmail.com</a></p>
<p> 91 351 74 84</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pare &#8211; Escute-se &#8211; Recomece</title>
		<link>https://reorganiza.pt/pare-escute-se-recomece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[Atendendo ao contexto de pandemia mundial atual, existe um benefício evidente de optar pelo coaching no momento pelo qual passamos, desde logo porque podemos dizer que os tempos do vírus...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo ao contexto de pandemia mundial atual, existe um benefício evidente de optar pelo <em>coaching</em> no momento pelo qual passamos, desde logo porque podemos dizer que os tempos do vírus e os tempos do <em>coaching</em> têm algo em comum, com etapas que de certa forma coincidem. À semelhança da pandemia, também um processo de <em>coaching</em> irá propor que pare, se escute e, finalmente, recomece.</p>
<p> Segundo a ICF (<em>International Coach Federation</em>) o <em>coaching</em> consiste numa parceria com o cliente, através de um processo estimulante e criativo que o inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional.</p>
<p> Para mim, não é fácil definir ou explicar o que é o <em>coaching</em>. Sendo uma experiência tão pessoal e significativa, acredito ser necessário experienciar este processo para perceber do que se trata e que benefícios concretos poderá ter para cada um.</p>
<p> <strong>PARE</strong></p>
<p> Tal como este vírus nos forçou a ficar em casa e a uma interrupção daquilo que era o decorrer normal do nosso dia-a-dia, também o <em>coaching</em> deve surgir de uma paragem. Paragem no sentido de tomada de consciência que algo tem de mudar, que eu quero que algo mude na minha vida para que ela possa ser mais Vida.</p>
<p> É um momento em que finalmente decido que quero apontar o meu foco para mim mesmo. Como se estivesse num palco em que eu próprio fosse, simultaneamente, ator e plateia. Chegou o momento de decidir qual o caminho que quero seguir agora, daqui para a frente.</p>
<p> <strong>ESCUTE-SE</strong></p>
<p> Depois da paragem, existe um tempo de adaptação das nossas vidas a esta nova realidade. Também com o <em>coaching</em> acontece assim. Apercebo-me que tenho de refletir, fazer escolhas e readaptar-me ao novo rumo pretendido.</p>
<p> Existem medos, claro, mas como posso não me tornar refém destes medos? Poderei fazer dos meus medos os meus aliados, para conseguir tornar-me mais resiliente e adaptativo?</p>
<p> Com base num processo de questionamento vou traçando possibilidades e metas, pondo de lado o que é desnecessário e centrando-me no essencial.</p>
<p> <strong>RECOMECE</strong></p>
<p> Tal como no final desta quarentena regressaremos às nossas vidas, aos nossos trabalhos e anteriores rotinas, também o <em>coaching</em> me prepara para o recomeço. Intuímos que não regressaremos ao mesmo modo de ser pois também nós, depois destas experiências, já não somos os mesmos (já não desejamos ser os mesmos!).</p>
<p> Mais do que uma mudança da realidade em si (que nem sempre depende de nós), o <em>coaching</em> poderá ajudar-nos a trabalhar a forma como percecionamos a realidade, desconstruindo crenças e, ampliando o campo de possibilidades e oportunidades futuras.</p>
<p> Não é raro ouvir dizer: como vou despender tempo a fazer <em>coaching</em>, se sinto que não tenho tempo para mais nada? É verdade que muitos de nós sentimos que nos falta tempo. Com o esbatimento das fronteiras entre a realidade familiar e profissional de cada um, esta questão tornou-se ainda mais relevante, já que a sensação que temos é que uns espaços (pessoal, profissional, etc.) invadem os outros sem pedir licença e sem cerimónias.</p>
<p> Mas é precisamente por isto: novos desafios pedem novas estratégias. Não podemos responder aos problemas de hoje com as soluções de ontem. Temos de ser – nós mesmos – parte ativa de uma solução criativa que se adapte à nossa realidade. Aqui entra o <em>coaching</em>.</p>
<p> <strong>Inês Raposo &#8211; Coach</strong></p>
<p> <a href="mailto:Inesraposo.coaching@gmail.com">Inesraposo.coaching@gmail.com</a></p>
<p> 91 351 74 84</p>
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		<title>Uma questão de foco</title>
		<link>https://reorganiza.pt/uma-questao-de-foco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Há uma tendência natural para adiar a execução daquilo que mais nos custa. A este fenómeno de deixar arrastar o tempo, ocupando-o com outros afazeres, chamamos de procrastinação. Quantas vezes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma tendência natural para adiar a execução daquilo que mais nos custa. A este fenómeno de deixar arrastar o tempo, ocupando-o com outros afazeres, chamamos de procrastinação. Quantas vezes não começamos a inventar coisas para não começar a fazer o que realmente tempos de fazer? Se sofre deste mal, então é melhor perceber quais as origens mais comuns para que isto aconteça. Apresentamos-lhe quatro motivos para adiar.</p>
<p> <span id="more-4276"></span></p>
<h2>Medo de falhar</h2>
<p> O sentimento de achar que não é capaz de desempenhar alguma tarefa pode paralisar-nos. O medo pode levar a sermos mais cuidadosos, o que por si é bom, mas se nunca decidirmos avançar, então não poderemos vir a experimentar a satisfação da superação das dificuldades.</p>
<h2>Tendência para o Perfeccionismo</h2>
<p> O 2º motivo é a tendência que algumas pessoas têm para o perfeccionismo, que faz com que não avancem com alguma tarefa até terem a certeza que vai estar perfeita. Mas esquecem-se que o prejuízo de não estar perfeito é muito menor que o prejuízo de não fazer.</p>
<h2>Tendência para a distração</h2>
<p> Como 3º motivo podemos apontar a tendência para a distracção. Nesta era digital em que vivemos ainda é mais frequente encontrar este tipo de motivo para a procrastinação. A distração, nomeadamente pela consulta de informação (útil ou inútil), pode chegar a ser um vício que não nos deixa iniciar o que devemos.</p>
<h2>Cansaço</h2>
<p> Por último, temos o cansaço como uma outra causa possível que não devemos menosprezar. Não existem “super-homens” na vida real. Se não respeitarmos os nossos ritmos, então a capacidade de trabalho será obrigatoriamente afectada.</p>
<h2>Como ter mais foco?</h2>
<p> Resumindo, todos temos alguma tendência para procrastinar, mas o segredo está na capacidade manter o foco na acção final. Não vale a pena estarmos à espera da motivação para começar. A melhor motivação é fazer o que temos de fazer. A satisfação de ter o trabalho concluído é a maior motivação que podemos desejar. Ao mantermos o foco no resultado final, as tentações para a procrastinação não serão mais fortes que a nossa vontade!</p>
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		<title>E Se Você Tivesse Apenas 24 Horas de Vida</title>
		<link>https://reorganiza.pt/voce-tivesse-apenas-24-horas-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[Life Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[Se Você tivesse apenas 24 horas de vida o que faria, o que pensaria, como se sentiria e o que gostaria de ter feito? A mente tem um poder incrível,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Se Você tivesse apenas 24 horas de vida o que faria, o que pensaria, como se sentiria e o que gostaria de ter feito?</em></p></blockquote>
<p>A mente tem um poder incrível, principalmente quando somos colocados perante ambientes onde todos os nossos sentidos se encontram na sua capacidade máxima.</p>
<p>Num momento de alegria incontrolável ou de medo assustador tudo o que verdadeiramente valorizamos surge na nossa mente e ai descobrimos o quão simples é a vida e o quão fácil é viver sob uma felicidade imensa.</p>
<p>O grande problema ou o grande arrependimento surgem quando constatamos que tudo o que deixámos para “depois” ou que simplesmente não valorizávamos é agora tarde de mais para vivê-los e experiênciá-los.</p>
<h2>Se Você Tivesse Apenas 24 Horas De Vida</h2>
<ul>
<li>Estaria pronto para dizer para os que o rodeiam que fez o melhor que soube durante a sua vida?</li>
<li>Olharia para trás, sem arrependimento e diria que viveu a melhor vida que poderia ter vivido?</li>
<li>Pensaria que afinal ainda não tinha começado a viver e que só disponha de 24 horas de vida?</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10477" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2016/04/relembrar_24horas.jpeg" alt="Relembrar" width="2100" height="1200" /></p>
<h2>Relembre-se Da Sua Vida</h2>
<p>Fazer uma retrospectiva é provavelmente um desejo comum se porventura soubesse que dispõe apenas de 24 horas de vida. Afinal, relembrar e reviver visualmente experiências, reviver emoções e sentimentos, ouvir sons marcantes, é uma forma de viver intensamente a vida.</p>
<p>A questão aqui é se se irá sentir grato, satisfeito e realizado por tudo aquilo que viveu. Suas aventuras e conquistas, seus momentos e emoções, sua marca e sua importância. A questão é saber se a sua vida valeu a pena. Foi gratificante e fez a diferença para si e para a vida de todos os que, em algum momento, se cruzaram consigo.</p>
<p>Este é o momento de reflexão interior, onde, de forma única e própria, se questiona quanto a sua vida valeu a pena. É o momento do despertar e provavelmente o único momento de verdadeira consciência sobre o seu propósito de vida.</p>
<p>Felizes aqueles que não necessitaram de saber que têm apenas 24 horas de vida para tomar consciência do seu propósito de vida.</p>
<h2>O Arrependimento Pesa Bastante?</h2>
<p>Muitos são os relatos, expressões e sentimentos, de perfeito arrependimento. Descobrir que poderia ter feito mais. Que desperdiçou o tempo de vida que lhe foi concedido com questões de valor relativo, em busca de algo que, de alguma forma, acreditou ou fizeram-no acreditar, que era o caminho para a felicidade.</p>
<p>O materialismo, o despesismo, o procurar por algo que acredita ser o caminho para a Felicidade, valorizar-se a si próprio ao ponto de desvalorizar o próximo, afastar-se daqueles que considera não merecer a sua atenção, desvalorizar a família e quem gosta de si, ter medo de dizer o quanto ama sua (eu) companheira (o), estar ausente e não viver o crescimento dos seus filhos e muitas, muitas outras atitudes e comportamentos que tomou e acreditou que eram corretas.</p>
<p>Tudo isto irá surgir no momento em que o seu mais profundo EU despertar e irá questionar-se sobre o porquê que não valorizou as coisas simples da vida.</p>
<ul>
<li>O porquê de não ter passo mais tempo com os que ama conversando e convivendo intensamente.</li>
<li>O porquê de não ter dito a todos o quão realmente os ama.</li>
<li>O porquê de não ter estado mais tempo agradecendo pela sua vida;</li>
<li>O porquê de não ter visto seus filhos a crescer a cada dia.</li>
<li>O porquê de não ter contemplado e respeitado mais vezes as cores, aromas e fragrâncias da natureza.</li>
<li>O porquê&#8230;</li>
</ul>
<p>Para muitos será realmente as primeiras e últimas 24 horas de arrependimento real e irreversível que terão de viver na despedida de uma vida que poderia simplesmente ser tudo o que realmente importa.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10478" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2016/04/24-horas.jpg" alt="24 horas" width="1428" height="978" /></p>
<h2>Não Permita 24 Horas Com Arrependimento</h2>
<p>Se está a ler este artigo com toda a vitalidade e já chegou até este parágrafo, deixe-me felicita-lo.</p>
<blockquote><p><em>Parabéns&#8230; Tomou consciência da sua vida. </em></p></blockquote>
<p>Mas antes deixe-me colocar-lhe um desafio que não irá durar mais de 30 a 40 minutos do seu tempo.</p>
<p>Procure por uma folha e um lápis e pare um pouco para refletir sobre a sua vida. Descubra se ela está verdadeiramente a valer a pena, se está alinhada com os seus valores mais profundos, se tudo o que possui é realmente aquilo que desejava possuir.</p>
<p>Mas não reflita simplesmente.</p>
<blockquote><p><em><strong>Reflita sabendo que dispõe apenas 24 horas de vida.</strong></em></p></blockquote>
<p>Está preparado para tal desafio? Faça-o sem hesitar. Feche-se num local onde se sinta seguro que não irá ser interrompido.</p>
<p>No momento em que reflete, pense nos que ama, pense naqueles com que não fala algum tempo. Olhe para os seus &#8220;problemas&#8221; à distância, sem juízos de valor, valorizando o Ser Humano como extraordinário e único. Não personalize sentimentos, viva-os&#8230;. Chore, não evite chorar, chore e desperte seus sentidos&#8230; Chore por não ter dito o quão ama seu &#8220;Pai&#8221;, seus &#8220;filhos&#8221;, sua (eu) companheiro (a)&#8230; Chore&#8230;</p>
<p>Reflita sobre o que ainda pode fazer, principalmente com aquilo que até então desvalorizou. Não tenha receio de mudar e acredite&#8230; Simplesmente acredite&#8230;</p>
<blockquote><p><em>Se o seu Mundo, sua percepção da realidade, não lhe permite mudar, então mude o seu Mundo.</em></p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10479" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2016/04/24-horas_felicidade.jpg" alt="24 horas_felicidade" width="1260" height="633" /></p>
<h2>Aproveite a Vida</h2>
<p>Tem agora a oportunidade de começar a viver a sua vida, a tomar o controlo sobre a mesma e a deixar de existir. Descobrir, no final da sua vida, que você não fez o que realmente é importante para a sua vida lhe dirá que existiu apenas na sua vida. Na verdade</p>
<blockquote><p><em>Será demasiado doloroso descobrir que nunca viveu e que apenas existiu ao longo de todos os anos da sua vida.</em></p></blockquote>
<p>Não seja como a maioria das pessoas que simplesmente passou pela vida. Seja diferente, faça diferente. Mude seu mundo e sua percepção da realidade.</p>
<p>Assuma o controlo da sua vida. Se você deseja mais para a sua vida, se deseja toda a felicidade e sucesso, comece hoje mesmo a planear a sua vida e a decidir o que você deseja fazer com ela.</p>
<p>Visualize-se na Felicidade e no Sucesso. Visualize-se e utilize o poder da visualização a fazer o que deseja na sua vida e tome ação. Desafie-se, viva intensamente.</p>
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