<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de mercado imobiliário - Reorganiza</title>
	<atom:link href="https://reorganiza.pt/tag/mercado-imobiliario/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://reorganiza.pt/tag/mercado-imobiliario/</link>
	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Nov 2025 16:47:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/04/cropped-Reorganiza_Favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de mercado imobiliário - Reorganiza</title>
	<link>https://reorganiza.pt/tag/mercado-imobiliario/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Coliving &#8211; partilhar casa com outros jovens</title>
		<link>https://reorganiza.pt/coliving-partilhar-casa-com-outros-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/coliving-partilhar-casa-com-outros-jovens/</guid>

					<description><![CDATA[Coliving pode ser uma solução habitacional para os jovens que ao acabarem os estudos e entrarem na vida ativa gostariam de ter o seu próprio espaço, mas para os quais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coliving pode ser uma solução habitacional para os jovens que ao acabarem os estudos e entrarem na vida ativa gostariam de ter o seu próprio espaço, mas para os quais os ordenados baixos parecem ser um obstáculo.</p>
<p>Este novo conceito tem-se expandido por todo o mundo, principalmente nas grandes cidades. Os jovens que não se querem preocupar com gastos de luz, gás e internet, gostam de conviver com pessoas com interesses comuns ou que vão trabalhar na zona apenas por um período de tempo são os que mais aderem a este novo conceito.</p>
<h2><strong>O Coworking está por detrás deste conceito</strong></h2>
<p>Coworking, um termo que já entrou no nosso conceito de trabalho. E que tem cada vez mais adeptos entre quem não tem dinheiro para ter o seu próprio espaço. Para além da poupança os escritórios partilhados têm como vantagem o poder ter sinergias no seu trabalho, partilhando não só experiências e conhecimentos, mas também hipóteses de socializar com outras pessoas. E com a vantagem adicional de não ter de ficar por longos períodos.</p>
<p>Ora a adaptação deste conceito à habitação resultou no Coliving</p>
<h2><strong> O que é então o Coliving?</strong></h2>
<p>Se Coworking significa partilhar o espaço de trabalho, Coliving significa partilhar o espaço onde se habita. Mas não é a mesma coisa que casa partilhada.</p>
<p>Trata-se de um espaço onde pode morar sem ter necessidade de fazer um contrato de arrendamento, ter fiadores ou provas de rendimentos e onde as tarefas de casa são partilhadas. Na renda que pagar estará incluído o valor de todas as despesas da casa: eletricidade, gás e internet.</p>
<p>E é também pode ser espaço de Coworking. Ou seja, viver em Coliving significa compartilhar um espaço de vida e de trabalho com outras pessoas. Moramos num apartamento/ moradia compartilhada, e o mesmo espaço também é um espaço de trabalho</p>
<p>Este modo de habitar numa grande cidade tem vindo a ser oferecido por algumas empresas para os seus colaboradores quando estes têm de ir trabalhar temporariamente para outras cidades onde a empresa tem instalações.</p>
<h2><strong>A quem se destina o Coliving</strong></h2>
<p>Destina-se a jovens profissionais, trabalhadores expatriados ou mesmo estudantes que em vez de arrendarem uma casa recorrem a empresas que oferecem este tipo de alojamento “com tudo incluído”.</p>
<p>Mas se o Coliving tem vantagens também tem desvantagens.</p>
<h2><strong>As vantagens do Coliving </strong></h2>
<h3><strong>Não necessita de fazer contrato de arrendamento </strong></h3>
<p>À semelhança do que acontece se optar por ir para um apartamento de Airbnb não tem de fazer contrato de arrendamento, e por isso não terá de ter fiador, entregar caução ou pagar rendas antecipadas. Também não está obrigado a tempo de permanência mínimo</p>
<h2><strong>Localização</strong></h2>
<p>As casas em Coliving ficam no centro da cidade onde o comércio se concentra bem como a animação que a cidade oferece. O local ideal para trabalhar e gozar a vida.</p>
<h3><strong>Partilha áreas comuns e tarefas da casa </strong></h3>
<p>Só os quartos poderão ser individuais (mas existem locais onde não o são) e as restantes áreas são comuns sendo obrigatório a partilha de todas as tarefas da casa. Cooperação é palavra de ordem.</p>
<p>Mas note que alguns serviços comuns até podem estar incluídos no contrato sendo feitos por outros profissionais como por exemplo a limpeza e o tratamento de roupas (lavandaria). Por isso veja o que inclui a renda que irá pagar.</p>
<h3><strong>Socialização e networking </strong></h3>
<p>Para quem chega a uma cidade nova onde não conhece ninguém, ir viver para um espaço de Coliving é a maneira mais fácil de conhecer novas pessoas e fazer amigos.</p>
<h2><strong>Desvantagens do Coliving </strong></h2>
<h3><strong>Se quer privacidade não a terá </strong></h3>
<p>Caso seja uma pessoa que goste de ter o seu espaço não será certamente num espaço do Coliving onde o convívio é palavra de ordem, e ficar no seu quarto não é seguramente opção já que terá tarefas definidas.</p>
<h3><strong>Se quer fazer vida de casal também será difícil </strong></h3>
<p>Se vai morar para outra cidade e leva consigo a sua cara-metade decerto que ir viver para num espaço do Coliving não será seguramente opção.</p>
<h2><strong>As diferenças entre Coliving e casa partilhada </strong></h2>
<p>Viver numa casa partilhada significa viver na mesma casa, podemos até ficar amigos e partilhar amizades, mas não temos de trabalhar juntos. O que não acontece no Coworking, aí trabalhamos no mesmo espaço e a interligação profissional entre todos acontece.</p>
<h2>Em conclusão</h2>
<p>A oferta destes espaços é mundial e se gostou do artigo e pensa que pode ser uma solução para si consulte um <a href="https://coliving.com/">site especializado</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado imobiliário: o que se passa e vai passar nos próximos meses?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mercado-imobiliario-o-que-se-passa-e-vai-passar-nos-proximos-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/mercado-imobiliario-o-que-se-passa-e-vai-passar-nos-proximos-meses/</guid>

					<description><![CDATA[João Morais Barbosa, administrador do Grupo Reorganiza, entrevista João Barreto Fernandes, CEO da KW Lead Santos, a propósito das perspetivas do mercado imobiliário para o segundo semestre. Fique a saber...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Morais Barbosa, administrador do Grupo Reorganiza, entrevista João Barreto Fernandes, CEO da KW Lead Santos, a propósito das perspetivas do mercado imobiliário para o segundo semestre. Fique a saber tudo neste artigo que resume a entrevista (parte I) e pode ler em poucos minutos.</p>
<h2>Como olhar para os últimos meses, para perceber o que nos espera quer na compra de imóveis quer no arrendamento?</h2>
<p> É necessário olhar para os últimos meses dado que o setor imobiliário é reflexo da economia, dinâmica social e até pessoal dos indivíduos. Quando se adquire um imóvel é preciso sentir que o contexto económico está favorável.</p>
<p> No último ano as taxas Euribor têm estado baixas e estabilizadas, o que tem favorecido que a banca conceda <a href="https://reorganiza.pt/melhor-banco-credito-habitacao-125000-euros/">crédito a habitação</a>. Por outro lado, temos o PIB a recuperar com dificuldade, depois do ano catastrófico de pandemia. O PIB caiu 7,6% em 2020 e recuperou agora no primeiro trimestre, mas marginalmente, porque não era de esperar ainda um <em>boom</em> de toda a atividade económica.</p>
<p> As taxas de juro têm acompanhado as taxas de referência, e começaram agora a subir ligeiramente, o que pode sinalizar que as taxas subirão a curto prazo, mas isso ainda não é um facto e não há certeza.</p>
<p> O desemprego sofreu um pico muito agressivo no início da pandemia. Agora tem vindo a estabilizar, mas isso poderá não corresponder à realidade, uma vez que medidas como o <em>lay-off</em>, e as medidas ativas de emprego e formação, promovidas pelo estado, podem camuflar esta realidade. Se olharmos os números, é um facto que de janeiro para março de 2021 há mais 30 mil pessoas desempregadas.</p>
<p> A <a href="https://reorganiza.pt/contas-poupanca/">poupança dos portugueses aumentou dos 5 para os 8%</a>, e o esforço de poupança traz uma vontade de aplicá-la bem. Quando a rentabilidade do dinheiro é de zero, qualquer coisa que, com segurança, possibilite uma rentabilidade superior, como o imobiliário, torna-se um mecanismo de investimento.</p>
<p> A poupança das empresas voltou a subir, sendo que se verificou uma tendência inflacionista, que, entretanto, travou no primeiro trimestre. Ou seja, houve uma certa tendência inflacionista, que poderia começar a puxar a subida das taxas de juro – e que felizmente estancou &#8211; e isto alivia uma certa pressão sobre a banca. A pressão sobre a banca já era muita com as moratórias de crédito e o lay-off. Esse tipo de situação cria um contexto de preocupação. Mesmo o cidadão comum ouve as notícias, achando que a partir de setembro poderá acontecer qualquer coisa… De certo modo, essa ideia poderia travar o investimento imobiliário. No entanto, percebemos que isso não aconteceu.</p>
<h2>A pandemia tem sido claramente diferente da crise anterior…</h2>
<p> Esta estabilidade económica de longo prazo &#8211; fruto dos mecanismos de proteção que os bancos centrais conseguiram impor &#8211; diferiu do que aconteceu quando esteve cá a Troika. Na altura eram poucos países em causa, e agora todos os países tiveram de se unir. O que aconteceu foi que <a href="https://reorganiza.pt/precos-do-imobiliario-sera-que-nao-vao-comecar-a-cair/">os preços de transação imobiliária não sofreram um decréscimo</a>. Muito pelo contrário. As pessoas podem dizer que, mesmo tendo comprado um imóvel no início de 2020, se agora o quisessem vender, não perderiam dinheiro, principalmente considerando que o dinheiro não tem uma rentabilidade superior noutro tipo de investimentos.</p>
<p> Houve de facto uma diminuição no fim de 2020, mas, por exemplo, no primeiro trimestre de 2021, transacionaram-se 50 mil habitações. Esse número é muito significativo e só teve paralelo com o período áureo do setor, antes do início da pandemia.</p>
<p> O que temos de perceber é que neste último ano, 30% da habitação que foi comprada na área metropolitana de Lisboa, e no Porto e Algarve, foi por estrangeiros que, tipicamente, compram a pronto, sem recurso a crédito. De certo modo, este fenómeno fez com que os preços de compra e venda residenciais não sofressem um decréscimo, como se imaginava, e aconteceu, de facto, há 10 anos. De abril de 2020 a abril de 2021, tivemos apenas 2 meses com uma variação negativa mensal do valor dos imóveis. O que se nota é que essa variação decresce cada vez mais…e se nada mudar podemos ter um semestre e um ano seguinte diferentes.</p>
<h2>Qual a justificação para não caírem os preços e de, pelo contrário, subirem e de haver muitas transações?</h2>
<p> Há indicadores difíceis de apurar. Houve unidades transacionadas e vendidas, mas depende de quem é que as comprou. E os que o fazem podem estar a fazê-lo numa ótica de investimento.</p>
<p> Seja como for, é um facto que, com o fim das moratórias, há pessoas que não vão conseguir pagar ao banco. Há, portanto, produto que vai entrar no mercado por via do incumprimento. Isso tem de ser gerido pela banca, para bem de todos. Estima-se que sensivelmente 15% das <a href="https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/168697985/details/maximized">moratórias</a> tenham essa questão. Vai ter de haver uma subida do nível de risco percecionado pela banca, o que vai dificultar o acesso a crédito. Isto faz com que mais portugueses tenham de recorrer ao arrendamento para ter acesso à habitação. E vão de <a href="https://reorganiza.pt/comprar-ou-arrendar-casa/">arrendar uma casa que alguém teve de adquirir</a>. Como há sempre pessoas com uma estrutura financeira mais forte, essas pessoas já estão a aproveitar para criar carteiras de imóveis para colocar no mercado de arrendamento.</p>
<p> Em Portugal, mesmo as construções novas são feitas por investidores e estão a ser pensadas para serem colocadas no mercado de arrendamento. Eles sabem que o acesso à habitação própria pelos portugueses vai ser mais difícil no futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe o que vai acontecer no mercado imobiliário nos próximos 6 meses?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/sabe-o-que-vai-acontecer-no-mercado-imobiliario-nos-proximos-6-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/sabe-o-que-vai-acontecer-no-mercado-imobiliario-nos-proximos-6-meses/</guid>

					<description><![CDATA[João Morais Barbosa, administrador do Grupo Reorganiza, entrevista João Barreto Fernandes, CEO da KW Lead Santos, a propósito das perspetivas do mercado imobiliário para o segundo semestre. Fique a saber...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Morais Barbosa, administrador do Grupo Reorganiza, entrevista João Barreto Fernandes, CEO da KW Lead Santos, a propósito das perspetivas do mercado imobiliário para o segundo semestre. Fique a saber tudo, neste artigo que resume a entrevista (parte II) e pode ler em poucos minutos.</p>
<h2>Há muitos investidores e particulares que nos contactam por quererem entrar no mercado para rentabilizar as suas poupanças. Acreditamos que isso pode ser um suporte aos preços neste 2º semestre…</h2>
<p> No setor da mediação imobiliária há agora um sentimento de otimismo porque as rendas desceram. Desceram, em média, 6%, mas em Lisboa chegou-se aos 18% e no Porto aos 8%. De facto, o turismo que desapareceu fez com que os operadores do alojamento local que estavam alavancados em crédito ou em <a href="https://reorganiza.pt/porque-nao-invisto-em-arrendamento-de-curta-duracao/">arrendamentos de longa duração</a>, ficassem sem os seus negócios e, como via de escape, tiveram de os colocar no arrendamento de média e longa duração. O que se passa é que muitas vezes não são habitações que estejam preparadas para uma família e sim para ocupantes temporários. Isto faz com que haja uma pressão nestes preços de descida. E aqui o valor dos imóveis é determinado pelo <a href="https://reorganiza.pt/como-avaliar-o-retorno-do-investimento-imobiliario/">Yield</a> (medida de rentabilidade) que eles possibilitam como valor de arrendamento. Podemos, pois, assumir que até ao fim do ano vai haver uma correção, porque as rendas estão a descer nalgumas cidades, o que é compensado por outras onde não há produto (como Castelo Branco), mas os agentes estão já à procura destas oportunidades.</p>
<p> Vai haver produto que é colocado no mercado com desconto, mas é imediatamente absorvido. O que sentimos é que são inúmeros os investidores que têm interesse em todo o produto que aparecer com determinado preço e a médio prazo. Percebem que o setor imobiliário é cíclico, embora com tendência crescente, e vão aproveitar-se de quem teve fez um investimento a 2 ou 3 anos…e que correu mal porque teve azar. Agora vão olhar para esse <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">investimento numa perspetiva de médio e longo prazo</a>. Não se importam de pagar um pouco acima do que as rendas indicariam, porque também vão comprar imóveis que estão com arrendamentos de média duração, e em que conseguem depois aplicar uma renda adequada, quando for a altura. Estamos a viver dias ‘estranhos’, mas dias de oportunidades.</p>
<h2>Isto tudo tem um impacto na relação das pessoas com o dinheiro…</h2>
<p> Sim, tem. É uma opinião pessoal, mas, comparando com outras geografias, penso que as maiores oportunidades do setor imobiliário em Portugal prendem-se com a dificuldade que os cidadãos – devido aos baixos salários – têm de gerar poupança. E <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao-valor-maximo/">sem poupança o acesso ao crédito habitação é um desafio</a>. É preciso ser bem aconselhado, saber o que fazer, ter noção do limite a que cada um consegue chegar em termos de empréstimo, e só depois fazer esse investimento. Muita gente vai ter essa dificuldade e terá de recorrer ao mercado de arrendamento.</p>
<p> Em Portugal o sonho de ter casa própria mantém-se desde o 25 de abril. Noutras geografias isso aconteceu no fim da segunda guerra mundial e há muitos anos que já não acontece. Hoje, a visão que temos do mercado de arrendamento é que ele vai crescer e vai-se profissionalizar. Porque há 30 anos o senhorio era quem tinha feito alguma poupança, investia num imóvel, habitava um dos pisos, e depois não tinha grande capacidade de fazer a sua manutenção, até pelo congelamento das rendas no passado.</p>
<p> Hoje isso está a mudar. Estamos a falar de agentes internacionais que têm 100 mil apartamentos arrendados na Europa e que, também querem entrar em Portugal. Vão oferecer um nível maior de profissionalismo e vão conseguir até diminuir o valor da renda, com a economia de escala. Mas, claro, como são agentes económicos tentarão sempre maximizar o rendimento.</p>
<h2>Como podemos resumir e perspetivar a situação atual?</h2>
<p> Estamos perante uma conjugação de fatores que servirá de suporte ao mercado <a href="https://reorganiza.pt/guia-do-investimento-imobiliario/">imobiliário</a>. Ninguém acredita que haja uma quebra que ponha em causa as poupanças que estão aqui investidas. Com a questão do teletrabalho, e isso é também uma decisão política, vai haver uma reconfiguração do que é a malha urbana e não urbana. As pessoas podem procurar imóveis em cidades como Santarém, que é uma cidade interessante a 45 minutos de Lisboa. E que deixará de ser barata.</p>
<p> Vamos assistir a um outro fenómeno que também já é real. São os cidadãos estrangeiros que para a média dos nossos rendimentos, têm grande poder aquisitivo. Descobriram agora que Portugal é o 3º país mais seguro do mundo, que os tratamos bem, a gastronomia é interessante e há boas escolas cá, nomeadamente as internacionais. Os 30% da área metropolitana de Lisboa comprados por estrangeiros não são imóveis baratos. Temos zonas em franco desenvolvimento como a Comporta e outras zonas do Algarve, já para não falar das zonas <em>premium</em> de Lisboa e Porto. E tudo isto tem uma relação direta com a questão dos <a href="https://ari.sef.pt/account/default.aspx">Vistos Gold</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
