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	<title>Arquivo de Educação Financeira - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Educação Financeira - Reorganiza</title>
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		<title>Educação Financeira: Dicas Para Crianças E Jovens</title>
		<link>https://reorganiza.pt/educacao-financeira-dicas-para-criancas-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
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		<p>A educação financeira não tem idade. Num mundo cada vez mais orientado pelo consumo, é essencial ensinar crianças e jovens a compreender o valor do dinheiro desde cedo. Embora os conceitos devam ser adaptados a cada etapa do crescimento, a verdade é que, passo a passo, vão sendo construídas as bases para formar adultos mais responsáveis e conscientes nas suas decisões financeiras. Neste artigo, exploramos a importância da educação financeira e como pais, escolas e recursos práticos podem contribuir para este processo.</p>
<h2><strong>O que é a Educação Financeira?</strong></h2>
<h3><strong>Definição de Educação Financeira</strong></h3>
<p>A educação financeira consiste no conjunto de conhecimentos e competências que permitem gerir o dinheiro de forma responsável. Inclui temas como poupança, orçamento, consumo consciente e planeamento financeiro.</p>
<h3><strong>Porque é importante falar de dinheiro</strong>?</h3>
<p>Durante muito tempo, falar de dinheiro foi considerado um tabu. No entanto, evitar este tema pode dificultar a criação de uma relação saudável com as finanças. Falar abertamente ajuda a desmistificar conceitos e a preparar melhor as gerações futuras.</p>
<h3><strong>Benefícios de ensinar Educação Financeira</strong></h3>
<p>Ensinar educação financeira promove autonomia, responsabilidade e pensamento crítico. Crianças e jovens aprendem a tomar decisões informadas e a evitar comportamentos impulsivos.</p>
<h2><strong>Educação Financeira para crianças e jovens</strong></h2>
<h3><strong>A importância de começar desde cedo</strong></h3>
<p>Quanto mais cedo se iniciar a aprendizagem, mais natural será a relação com o dinheiro. Pequenos gestos do dia-a-dia, como poupar o dinheiro recebido no aniversário ou decidir entre comprar uma coisa ou outra, ajudam a construir uma base sólida. Com o tempo, estas experiências evoluem para decisões financeiras mais complexas.</p>
<h3><strong>Como envolver crianças nas decisões financeiras</strong>?</h3>
<p>Os pais podem envolver os filhos em decisões simples, como comparar preços no supermercado ou escolher produtos dentro de um orçamento. Estas experiências tornam o processo de aprendizagem mais prático e eficaz.</p>
<h3><strong>Métodos práticos para ensiná-los a poupar</strong></h3>
<p>Utilizar mealheiros, definir objetivos de poupança ou dividir o dinheiro em categorias (gastar, poupar, doar) são estratégias simples que ajudam a criar hábitos positivos.</p>
<h3><strong>Ferramentas e recursos de apoio</strong></h3>
<p>Jogos, livros e aplicações educativas podem tornar a aprendizagem mais divertida e interativa, facilitando a compreensão dos conceitos financeiros.<br />
Em <em>“<a href="https://reorganiza.pt/livros/como-ensinar-o-meu-filho-a-poupar/">Como ensinar os meus filhos a poupar</a>”</em>, um eBook gratuito, Mafalda e João Morais Barbosa partilham dicas simples e práticas para ajudar os pais a ensinar os filhos a lidar melhor com o dinheiro.</p>
<h2><strong>Educação Financeira nas escolas: uma necessidade</strong></h2>
<h3><strong>A situação atual nas escolas portuguesas</strong></h3>
<p>Em Portugal, a educação financeira ainda não é uma disciplina obrigatória, sendo abordada de forma pontual através de projetos e iniciativas específicas. No entanto, têm sido dados passos importantes nesta área.</p>
<p>O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação estão a reforçar, até 2030, a literacia financeira nas escolas no âmbito do <a href="https://www.dge.mec.pt/plano-nacional-de-formacao-financeira">Plano Nacional de Formação Financeira</a> (PNFF). Este plano prevê o desenvolvimento de materiais pedagógicos, como vídeo-aulas e conteúdos modulares, alinhados com as Aprendizagens Essenciais na área da &#8220;Literacia Financeira e Empreendedorismo&#8221;, contribuindo para uma abordagem mais estruturada e consistente no ensino.</p>
<h3><strong>Vantagens de incluir a Educação Financeira no ensino</strong></h3>
<p>A inclusão no currículo permite garantir que todos os alunos tenham acesso a conhecimentos essenciais para a vida adulta, promovendo maior igualdade de oportunidades.</p>
<h2><strong>Exemplos de boas práticas em outras regiões</strong></h2>
<p>Na Europa, vários países têm vindo a destacar-se na promoção da literacia financeira junto dos mais jovens. Países como a Bélgica, Dinamarca e os Países Baixos são frequentemente apontados como referências, graças à integração consistente destes temas nos sistemas educativos e à utilização de abordagens práticas e adaptadas às diferentes idades.</p>
<h2><strong>Dicas para ensinar Educação Financeira</strong></h2>
<h3><strong>Como introduzir o conceito de dinheiro</strong></h3>
<p>A forma de introduzir o conceito de dinheiro deve ser adaptada à idade da criança. De forma geral, é importante explicar que o dinheiro resulta do trabalho e é necessário para satisfazer necessidades. Utilize exemplos simples do dia-a-dia, ajustando a linguagem e a complexidade dos conceitos à fase de desenvolvimento, para garantir uma melhor compreensão. Para saber mais, leia também o nosso artigo “<a href="https://reorganiza.pt/educacao-financeira-das-criancas-2/">Educação financeira das crianças</a>”.</p>
<h3><strong>A mesada: quando e como usá-la</strong>?</h3>
<p>A mesada pode ser uma ferramenta útil para ensinar gestão financeira. Deve ser acompanhada de regras claras e consistentes.</p>
<h3><strong>Importância de contas poupança e cartões pré-Pagos</strong></h3>
<p>Estas ferramentas ajudam os jovens a familiarizarem-se com o sistema financeiro e a desenvolverem responsabilidade no uso do dinheiro.</p>
<h2><strong>Ensinar a diferença entre necessidades e desejos</strong></h2>
<p>Ensinar a diferença entre necessidades e desejos é um dos pilares da educação financeira. As crianças devem compreender que as necessidades correspondem ao que é essencial para viver e estar bem, como alimentação, roupa ou habitação, enquanto os desejos estão ligados a coisas que gostamos de ter, mas que não são indispensáveis, como brinquedos ou certos bens de consumo. Esta distinção deve ser introduzida de forma gradual e adaptada à idade, ajudando assim a desenvolver uma maior consciência sobre as suas escolhas e prioridades.</p>
<h2><strong>Recursos gratuitos para Educação Financeira</strong></h2>
<ul>
<li>
<h3><strong>Livros e guias de Educação Financeira Infantil</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Existem diversos livros adaptados a diferentes idades que explicam conceitos financeiros de forma simples e acessível.  Por exemplo, encontram-se disponíveis para download gratuito no site da Direção Geral de Educação 4 volumes que podem ser uma boa base:</p>
<p><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/educacao_Financeira/documentos/cef1_web_300.pdf">Caderno_1</a> – para alunos do 1º ciclo</p>
<p><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/educacao_Financeira/documentos/cef2_web_300.pdf">Caderno_2 </a>– para alunos do 2º ciclo</p>
<p><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/educacao_Financeira/documentos/cef3_pt_web_300.pdf">Caderno_3</a> – para alunos do 3º ciclo</p>
<p><a href="https://www.todoscontam.pt/pt-pt/caderno-de-educacao-financeira-4">Caderno_4</a> – para alunos do secundário</p>
<p>Também pode encontrar o eBook gratuito da Reorganiza, &#8220;<a href="https://reorganiza.pt/livros/como-ensinar-o-meu-filho-a-poupar/">Como ensinar os meus filhos a poupar</a>&#8220;.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Aplicações e jogos interativos</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Aplicações e jogos educativos podem tornar a aprendizagem da educação financeira mais envolvente e prática, permitindo que crianças e jovens simulem situações do dia-a-dia relacionadas com a gestão do dinheiro. Jogos como o Monopólio, o Cashflow ou até o Sims ajudam a desenvolver noções básicas de investimento, orçamento e tomada de decisões financeiras, de forma lúdica e acessível.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Onde encontrar material gratuito em Portugal</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Plataformas como a <a href="https://www.todoscontam.pt/biblioteca-junior">Biblioteca Júnior do “Todos Contam”</a> disponibilizam recursos gratuitos desenvolvidos por entidades como o Ministério da Educação e o Banco de Portugal.</p>
<h2><strong>O papel dos pais na Educação Financeira</strong></h2>
<h3><strong>Educar pelo exemplo</strong></h3>
<p>As crianças aprendem sobretudo através da observação. Pais que demonstram bons hábitos financeiros tendem a influenciar positivamente os filhos.</p>
<h3><strong>Envolver os filhos em decisões do dia-a-dia</strong></h3>
<p>Levar as crianças ao supermercado, planear compras ou discutir objetivos familiares são formas simples de ensinar conceitos financeiros.</p>
<h3><strong>Criar hábitos de poupança e planeamento</strong></h3>
<p>Incentivar a poupança e o planeamento desde cedo ajuda a criar disciplina e responsabilidade.</p>
<h2><strong>Desafios e soluções na Educação Financeira</strong></h2>
<h3><strong>Superar o tabu de falar sobre dinheiro</strong></h3>
<p>É fundamental normalizar o tema, adaptando a linguagem à idade das crianças e criando um ambiente aberto para perguntas e respostas.</p>
<h3><strong>Como enfrentar a preguiça e a falta de conhecimento</strong></h3>
<p>Pais e educadores devem procurar informação e utilizar recursos disponíveis para se sentirem mais preparados.</p>
<h3><strong>Estratégias para um ensino eficaz</strong></h3>
<p>A consistência, o exemplo e a utilização de situações reais são essenciais para um ensino eficaz e duradouro</p>
<h2><strong>Em resumo</strong></h2>
<p>A educação financeira é um dos pilares para criar crianças e jovens mais conscientes e preparados para o futuro. Seja em casa ou nas escolas, o ensino sobre dinheiro deve ser uma prioridade. Comece hoje com ferramentas simples e práticas!</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a Educação Financeira e porque é importante?<br />
</strong>A educação financeira é o conjunto de conhecimentos que ajuda a gerir o dinheiro de forma responsável. É importante porque permite desenvolver autonomia, evitar decisões impulsivas e preparar crianças e jovens para o futuro.</li>
<li><strong>Quando se deve começar a ensinar educação financeira?<br />
</strong>O ideal é começar desde cedo, com exemplos simples do dia-a-dia. Pequenas decisões e hábitos ajudam a criar uma base sólida que evolui ao longo do tempo.</li>
<li><strong>Como podem os pais ensinar os filhos a poupar?<br />
</strong>Podem usar estratégias práticas como dar mesada com regras, usar mealheiros, definir objetivos de poupança e envolver os filhos em decisões simples, como comparar preços.</li>
<li><strong>Existem recursos gratuitos para aprender Educação Financeira?<br />
</strong>Sim. Há livros, como o &#8220;<em>Como ensinar os meus filhos a poupar&#8221;,</em> jogos, aplicações e materiais online gratuitos em Portugal, incluindo os disponibilizados pela Direção-Geral da Educação e pela plataforma “Todos Contam”.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Depósitos à Ordem e a Prazo: qual a melhor opção para si?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/depositos-a-ordem-e-a-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos à Ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos a Prazo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<p>Nem todo o dinheiro que tem no banco serve o mesmo objetivo. Uma parte deve estar sempre disponível para despesas do dia a dia ou imprevistos. Outra pode ser aplicada durante algum tempo para tentar obter alguma rentabilidade.</p>
<p>É aqui que entram os <strong>depósitos à ordem</strong> e os <strong>depósitos a prazo</strong>. Ambos são produtos bancários simples, mas têm funções diferentes. Perceber essa diferença ajuda a escolher melhor onde colocar o seu dinheiro.</p>
<h2><strong>O que são depósitos à ordem?</strong></h2>
<p>Um depósito à ordem é o dinheiro que tem disponível numa conta bancária e que pode movimentar a qualquer momento. É este tipo de conta que normalmente usa para receber o salário, fazer pagamentos, transferências, débitos diretos ou levantamentos.</p>
<p>A grande vantagem é a liquidez: o dinheiro está sempre acessível. Por outro lado, a rentabilidade tende a ser muito reduzida ou inexistente. Por isso, uma conta à ordem é útil para gerir o dia a dia, mas não costuma ser a melhor opção para fazer crescer as poupanças.</p>
<h2><strong>O que são depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>Um depósito a prazo permite aplicar dinheiro durante um período definido, em troca de uma taxa de juro acordada com o banco. Durante esse prazo, o capital fica normalmente menos disponível e, se levantar o dinheiro antes do vencimento, pode perder parte ou a totalidade dos juros.</p>
<p>Este tipo de produto é indicado para quem tem uma poupança que não precisa de usar de imediato e quer obter algum rendimento com baixo risco.</p>
<h2><strong>Qual é a diferença entre depósitos à ordem e depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>A diferença principal está entre <strong>flexibilidade e rentabilidade</strong>.</p>
<p>Nos depósitos à ordem, o dinheiro está sempre disponível, mas quase não rende. Nos depósitos a prazo, o dinheiro fica aplicado por um período definido, mas pode gerar juros.</p>
<p>Por isso, a escolha depende do objetivo. Para despesas correntes e fundo de emergência, faz sentido manter dinheiro à ordem. Para poupanças que não vai precisar no curto prazo, pode compensar analisar depósitos a prazo.</p>
<h2><strong>Como funcionam os juros dos depósitos a prazo?</strong></h2>
<p>Os juros são a remuneração paga pelo banco pelo dinheiro aplicado. O valor depende da taxa de juro, do montante depositado e do prazo escolhido.</p>
<p>Antes de contratar, deve confirmar se a taxa é anual, quando os juros são pagos e se existe penalização em caso de mobilização antecipada. Também é importante comparar a rentabilidade líquida, depois de impostos.</p>
<h2><strong>Os depósitos bancários são seguros?</strong></h2>
<p>Os depósitos bancários são considerados produtos de baixo risco. Em Portugal, estão protegidos pelo <a href="https://www.fgd.pt/"><strong>Fundo de Garantia de Depósitos</strong></a>, até <strong>100.000€ por pessoa e por instituição</strong>.</p>
<p>Isto não significa que todos os depósitos sejam igualmente interessantes. A segurança é uma vantagem, mas a rentabilidade pode ser baixa, sobretudo quando comparada com a inflação.</p>
<h2><strong>Como escolher a melhor opção?</strong></h2>
<p>Antes de decidir entre um depósito à ordem e um depósito a prazo, pense no objetivo desse dinheiro.</p>
<p>Se pode precisar dele a qualquer momento, a prioridade deve ser a disponibilidade. Se já tem uma reserva para imprevistos e quer rentabilizar uma parte das poupanças, pode fazer sentido comparar depósitos a prazo.</p>
<p>Na escolha, analise a taxa, o prazo, as condições de mobilização antecipada e os custos associados à conta.</p>
<h2><strong>Em resumo</strong></h2>
<p>Os depósitos à ordem e os depósitos a prazo cumprem funções diferentes. Um dá acesso imediato ao dinheiro. O outro pode ajudar a rentabilizar poupanças com baixo risco.</p>
<p>A melhor opção não é igual para todos. Depende da sua necessidade de liquidez, dos seus objetivos financeiros e do prazo durante o qual pode manter o dinheiro aplicado.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Qual é a diferença entre depósitos à ordem e a prazo?<br />
</strong>Os depósitos à ordem permitem movimentar o dinheiro a qualquer momento. Os depósitos a prazo implicam aplicar o dinheiro durante um período definido, podendo gerar juros.</li>
<li><strong>Os depósitos a prazo são seguros?<br />
</strong>Sim. Estão protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100.000€ por pessoa e por instituição.</li>
<li><strong>Posso levantar um depósito a prazo antes do fim?<br />
</strong>Em muitos casos, sim, mas pode perder parte ou a totalidade dos juros.</li>
<li><strong>Os depósitos a prazo são um bom investimento?<br />
</strong>São uma opção segura para preservar capital, mas têm rentabilidade limitada.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Certidão de Não Dívida à Segurança Social: Como Obter e Regularizar a Sua Situação</title>
		<link>https://reorganiza.pt/certidao-de-nao-divida-a-seguranca-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
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		<p>A certidão de não dívida à Segurança Social é um documento essencial para particulares e empresas em Portugal que necessitam de comprovar que estão em dia com as suas obrigações contributivas.</p>
<p>Este certificado é frequentemente exigido em processos como obtenção de crédito, participação em concursos públicos ou mesmo em operações imobiliárias. Neste artigo, explicamos o que é a certidão, como obtê-la e o que fazer caso existam dívidas pendentes.</p>
<h2><strong>O que é a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social ou Declaração de Situação Contributiva é um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte, seja pessoa singular ou coletiva, não tem quaisquer dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social é necessária em quais situações?</strong></h2>
<p>A sua importância é significativa, uma vez que serve como prova de regularidade contributiva, sendo muitas vezes solicitada em situações como:</p>
<ul>
<li>Participação em concursos públicos;</li>
<li>Candidaturas a apoios, incentivos ou fundos comunitários;</li>
<li>Celebração de contratos com o Estado ou entidades públicas;</li>
<li>Pedidos de financiamento bancário ou leasing;</li>
<li>Processos de licenciamento, subsídios ou apoios sociais;</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<h2><strong>Como obter a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social pode ser solicitada por três vias: online, por correio ou presencialmente.</p>
<h3><strong>1.       </strong><strong>Online (Segurança Social Direta)</strong></h3>
<p>O método mais rápido é através da Segurança Social Direta. Siga estes passos:</p>
<ol>
<li><strong>Aceda à plataforma e autentique-se</strong> utilizando um dos seguintes métodos:
<ul>
<li>Cartão de Cidadão;</li>
<li>Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe;</li>
<li>Chave Móvel Digital.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Navegue pelas opções:</strong> Conta-corrente &gt; Situação Contributiva &gt; Obter declaração de situação contributiva.</li>
<li>Pode consultar pedidos anteriores e imprimir a declaração diretamente na plataforma.</li>
<li>Após concluir o pedido, receberá um email de notificação. Em muitos casos, a declaração é disponibilizada imediatamente.</li>
</ol>
<h3><strong>2. Por correio</strong></h3>
<ol>
<li>Preencha o formulário Pedido de Declaração (RC3042).</li>
<li>Envie-o para o Centro Distrital correspondente à sua morada de residência (para pessoas singulares) ou à sede da sua entidade empregadora (para empresas).</li>
<li>A declaração é emitida no prazo de 10 dias úteis após a receção do pedido completo.</li>
</ol>
<h3><strong>3. Presencialmente</strong></h3>
<ol>
<li>Dirija-se aos serviços de atendimento da Segurança Social e solicite a declaração diretamente.</li>
<li>A emissão segue o mesmo prazo de 10 dias úteis, quando aplicável.</li>
</ol>
<p>A declaração é gratuita e, se solicitada pelo Ministério Público ou em contexto judicial, também será emitida no prazo legal.</p>
<h2><strong>Como resolver dívidas à Segurança Social para obter a Certidão de Não Dívida?</strong></h2>
<p>Para regularizar a situação e conseguir a certidão, siga estas orientações:</p>
<ol>
<li><strong>Consultar o detalhe das dívidas:</strong> através da Segurança Social Direta, identifique os valores em atraso.</li>
<li><strong>Efetuar o pagamento:</strong> pode liquidar o montante total ou optar por parcelamento da dívida, se a situação financeira não permitir pagamento imediato.</li>
<li><strong>Confirmar a regularização:</strong> após a quitação ou acordo de pagamento aprovado, a plataforma atualiza automaticamente a situação.</li>
<li><strong>Solicitar a certidão novamente:</strong> com as pendências resolvidas, pode agora emitir a certidão de não dívida sem problemas.</li>
</ol>
<p>Regularizar as dívidas é fundamental para evitar juros, coimas ou outras sanções legais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social e o seu prazo de validade</strong></h2>
<p>A declaração de situação contributiva, equivalente à certidão de não dívida à Segurança Social, é <strong>emitida até 10 dias úteis</strong> após a submissão do pedido completo ou após notificação judicial, quando solicitada pelo Ministério Público.</p>
<p>Quanto à validade, a declaração é <strong>válida por 4 meses</strong> a contar da data de emissão. Após este período, é necessário solicitar uma nova declaração se pretender utilizá-la em processos oficiais, como concursos públicos, pedidos de financiamento ou celebração de contratos com entidades públicas.</p>
<h2><strong>O que acontece se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas?</strong></h2>
<p>Se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas, pode ocorrer a penhora judicial dos bens do devedor, que acontece 30 dias depois da notificação da dívida. Neste caso, é possível pedir um plano prestacional até à publicação do anúncio de venda dos bens.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>É um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte não tem dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</li>
<li><strong>Como posso obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Pode obter a certidão através da Segurança Social Direta. Após consultar a sua situação fiscal e verificar que não há pendências, pode solicitar a certidão diretamente na plataforma online.</li>
<li><strong>O que fazer se não conseguir obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Se não conseguir a certidão, é necessário regularizar as dívidas ou pendências fiscais junto à Segurança Social. Após a regularização, poderá obter a certidão sem problemas.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mesada dos Filhos: como calcular e organizar a mesada</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mesada-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos temas mais populares nas formações de Finanças Pessoais da Reorganiza prende-se com a Educação Financeira das crianças. E as questões sobre se devemos ou não dar mesada são também muito interessantes. Neste artigo iremos alertar para as potencialidades, perigos e alternativas à mesada dos filhos.</p>
<h2>O que é a mesada dos filhos e por que é importante?</h2>
<p>A mesada é uma ótima ferramenta para introduzir as crianças nas decisões/opções de consumo. Possibilita-lhes gerir o seu dinheiro, com autonomia e (alguma) independência. Permite que decidam o que consumir e quando consumir (por exemplo, pode ser uma ótima oportunidade para <a href="https://reorganiza.pt/4-dicas-para-ensinar-o-seu-filho-a-poupar/">incentivar o seu filho a poupar dinheiro</a>). Assim, a mesada ou semanada assume-se como um instrumento ao dispor dos pais para melhorar a educação financeira dos seus filhos.</p>
<h2>Para que não serve a mesada?</h2>
<p>Sendo uma boa ferramenta de educação financeira, a mesada não deve ser utilizada com um propósito distinto. Por exemplo, não devemos utilizar a mesada como uma arma de arremesso/chantagem. Adicionalmente, <strong>não devemos utilizar a mesada para remunerar algum trabalho que é obrigação de cada um</strong> dos membros da família. Ou seja, não faz muito sentido que se utilize a mesada para remunerar os filhos por porem a mesa ou arrumarem o quarto. Também não faz muito sentido fazer depender o valor da mesada das notas que os filhos têm na escola.</p>
<h2>A mesada dos filhos não é um salário!</h2>
<p>Utilize a mesada para permitir ao seu Filho viver o dia-a-dia com restrição mas de forma despreocupada, atribuindo ao dinheiro a importância e o valor que tem de facto, sempre consciente que o dinheiro atribui alguma liberdade a quem dele dispõe. Logo, ao conferir uma mesada pode estar a conferir alguma liberdade ao seu Filho. E a liberdade vem SEMPRE de mãos dadas com a responsabilidade.</p>
<h2>A Mesada não é um direito</h2>
<p>Os filhos podem ser cruéis e podem tentar pressionar os seus pais a dar-lhes uma mesada. É natural que o façam. No entanto, é também necessário que todos saibam que a mesada não é um direito dos filhos. São os pais que têm a opção de dar dinheiro aos seus filhos. <a href="https://reorganiza.pt/o-que-leva-as-criancas-a-querer-comprar-tudo/">Nunca leve o seu filho a pensar que tem direito ao dinheiro,</a> simplesmente porque existe. O dinheiro custa a ganhar e os pedidos de consumo que as crianças fazem podem sair caros… e levar a grandes sacrifícios para os seus pais os poderem suportar (pelo menos aqueles que cedem às chantagens dos seus filhos).</p>
<h2>E se não quiser dar mesada?</h2>
<p>Como todas as posturas pedagógicas, os pais têm total liberdade para definir os valores e o caminho para os reforçar. Deste modo, <strong>pode acontecer que a sua forma de ver a vida e a educação financeira não passe por atribuir uma mesada</strong>. Assim sendo, tenha em atenção que poderá fazer sentido ir dando algumas dotações à medida das necessidades e pedidos do seu Filho. Estes pedidos deverão ser justificados e vividos com naturalidade. Aproveite estes momentos para falar sobre a importância do dinheiro, do trabalho… como momentos de partilha e de educação. Nunca se esqueça que as <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/como-poupar-dinheiro/">estratégias para poupar dinheiro</a> devem ser apreendidas desde pequenos.</p>
<h2>Regras para se optar por dar mesada</h2>
<ol>
<li>A mesada pode ser um ótimo instrumento de educação financeira, desde que respeite algumas regras simples:</li>
<li>Ser um valor escasso, que obrigue a criança a tomar opções;</li>
<li>Ser um valor fixo e que não seja complementado por pedidos adicionais quando o valor inicial for gasto;</li>
<li>Não ser considerado um direito;</li>
<li>Considerar a obrigatoriedade de poupar parte desse valor.</li>
</ol>
<p>Como pais não nos devemos sentir obrigados a dar uma mesada. Podemos antes usar a mesada para educar os nossos filhos, para os ajudar a perceber para que serve o dinheiro e o que custa conquistar. Mas devemos resistir à tentação de ceder a todas as exigências dos nossos filhos mesmo que possamos dar mais. Nunca esquecer que o critério deve ser “qual o bem” e nunca “qual o mal”, porque educamos os miúdos para o bem. Para serem melhores. E temos essa obrigação grave que não devemos repudiar. Porque os educadores somos nós! Se quiser aprofundar o tema da educação financeira, sugerimos que descarregue gratuitamente o livro <a href="https://reorganiza.pt/livros/como-ensinar-o-meu-filho-a-poupar/">Como Ensinar o Meu Filho a Poupar</a>.</p>
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		<title>Poupar não é investir – objetivos e estratégias para poupar e investir</title>
		<link>https://reorganiza.pt/poupar-nao-e-investir-objetivos-e-estrategias-para-poupar-e-investir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 08:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[como investir]]></category>
		<category><![CDATA[poupar]]></category>
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					<description><![CDATA[Poupar não é investir. De facto, poupar e investir são coisas diferentes embora possam estar muitas vezes associadas. Saber os objetivos e as estratégias a seguir para poupar e investir,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poupar não é investir. De facto, poupar e investir são coisas diferentes embora possam estar muitas vezes associadas. Saber os objetivos e as estratégias a seguir para poupar e investir, é o que vamos abordar neste artigo.</p>
<h2><strong>Poupar é diferente de investir </strong></h2>
<p>De facto, sim. Poupar significa pôr de lado um determinado montante em dinheiro com um determinado objetivo.  Já investir significa aplicar dinheiro em produtos financeiros (e não só) para obter uma rentabilidade sobre o mesmo.</p>
<h2><strong>Poupar e investir têm objetivos diferentes </strong></h2>
<p>Não se poupa apenas por poupar. Poupar deve ter um ou mais objetivos específicos, que podem ser variados. Constituir ou reforçar <a href="https://reorganiza.pt/guia-para-constituir-fundo-de-emergencia/">um fundo de emergência</a> , constituir um <a href="https://reorganiza.pt/fundo-de-oportunidade-sabe-o-que-e/">fundo de oportunidade</a> , fazer uma viagem, ter um complemento para a reforma, são apenas alguns exemplos</p>
<p>Investir, por seu lado, tem como objetivo aumentar o valor do dinheiro que juntou. Ou seja, rentabilizar as suas poupanças.</p>
<h2><strong>As estratégias de Poupança </strong></h2>
<p>Estas também podem ser várias, sendo importante que se adequem à sua situação financeira.</p>
<p>Como poupar deve ser um hábito, ou seja, um comportamento natural, o nosso conselho é que adote a <a href="https://reorganiza.pt/os-3-ps-da-poupanca/">estratégia dos 3 P’s (Pouco, Possível e Progressivo</a>).</p>
<p>Depois poupar deve ser o primeiro destino do seu ordenado, ou dito de outra maneira, deve antes de mais, pagar-se a si próprio. Ou seja, mal recebe o seu rendimento põe logo de parte, 20% do seu rendimento (se seguir a <a href="https://reorganiza.pt/use-a-regra-50-30-20-para-reorganizar-as-suas-financas/">regra dos 50:30:20</a>) para uma conta poupança programada, por exemplo, destinando-se o remanescente à sua vida do dia a dia.</p>
<p>Mas claro pode colocar uma quantia diferente. O importante é que conseguia gerir a sua vida durante o mês com o valor restante.</p>
<h2><strong>Como investir o dinheiro da minha poupança</strong></h2>
<p>Para decidir como investir o dinheiro que poupou tem antes de mais de ter em conta a finalidade da poupança.</p>
<p>Se se destina a fundo de emergência, significa que tem de poder dispor do valor numa situação inesperada. Neste sentido não pode aplicar o seu dinheiro em produtos financeiros sem liquidez, ou seja, que impliquem que num período longo, não pode mexer no seu dinheiro, como por exemplo num depósito a prazo a 5 anos não mobilizável. E por outro lado têm de ser produtos de capital garantido, ou seja, produtos nos quais não perca parte o do dinheiro que aplicou.</p>
<p>Toda a poupança que excede o valor do fundo de emergência pode ser aplicado noutros produtos financeiros. E aqui onde aplicar o seu dinheiro depende não só do horizonte temporal a que quer investir, mas sobretudo do seu perfil de risco</p>
<h3><strong>O perfil de risco depende de cada pessoa</strong></h3>
<p>Antes de mais importa saber que quanto menos riscos estiver disposto a correr com o seu dinheiro menor é a rentabilidade que obtém sobre o mesmo. Um depósito a prazo a três meses com possibilidade de mobilização antecipada tem certamente uma taxa de juro mais baixa que um fundo de investimento (sem capital garantido) associado a um cabaz de ações.</p>
<p>Do mesmo modo aplicar ao seu dinheiro num certificado de aforro a 10 anos, tem certamente uma menor rentabilidade do que se comprar um imóvel.</p>
<p>Ou seja, se tiver um perfil de risco mais conservador, ou seja, quer investir sem perder o dinheiro que investiu vai ter certamente uma menor rentabilidade do que se não se importar de perder dinheiro, desde que a contrapartida seja existir a possibilidade de ter um rendimento muito alto sobre o montante que investiu, ou seja se tiver um perfil agressivo. Por isso antes de decidir onde aplicar o seu dinheiro, o importante é <a href="https://reorganiza.pt/perfil-de-risco-conheca-o-seu-e-invista-bem/">saber qual o seu perfil de risco</a> , e só depois decidir.</p>
<h2>Fale com a Reorganiza</h2>
<p>Fale connosco, temos uma equipa especialista em finanças pessoais que, sem custos para sim, o pode ajudar a adotar a estratégia de poupança mais adequada para se, a conhecer o seu perfil de investimento e quais o produtos financeiros onde deve aplicar as suas poupanças. Lembre-se com a Reorganiza, as suas finanças estão em boas mãos.</p>
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		<title>Variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito</title>
		<link>https://reorganiza.pt/variaveis-que-condicionam-a-aprovacao-do-seu-pedido-de-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 11:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação pedido de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[form_ch]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabe que variáveis condicionam a aprovação do seu pedido de crédito bem como a taxa de juro que vai pagar? E já agora porque tem uma taxa diferente do seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe que variáveis condicionam a aprovação do seu pedido de crédito bem como a taxa de juro que vai pagar? E já agora porque tem uma taxa diferente do seu amigo que, por acaso, até fez um pedido similar no mesmo banco. Vamos neste artigo vamos responder de forma simples a ambas as questões.</p>
<h2><strong>Para os bancos, conceder crédito é um negócio</strong></h2>
<p>De facto, sim, o negócio dos bancos é “vender” dinheiro, ou seja, conceder crédito. E como em todos os negócios, o objetivo é ter lucro.</p>
<p>Ora o seu banco financia-se junto de outros bancos à taxa Euribor. Ou seja, paga pelo dinheiro que os outros bancos lhe emprestam juros à taxa Euribor.</p>
<p>Então para ganhar dinheiro, tem de lhe cobrar a si, a quem vai emprestar dinheiro, não só o que paga aos outros bancos que o financiaram, mas também uma margem: o spread.</p>
<p>Assim, o spread não é mais do que o lucro que o banco tem, quando lhe empresta dinheiro. E a taxa de juro que lhe cobram resulta da soma da Euribor com a taxa de juro.</p>
<p>Então se é o lucro porque é que o spread do seu crédito não é o mesmo do seu amigo? A resposta é simples: o spread traduz o risco que o banco corre quando empresta dinheiro.</p>
<h2><strong>Há uma relação entre o risco que o banco corre, a aprovação do crédito e o spread </strong></h2>
<p>Quando pede um crédito ao banco, este tem em conta algumas variáveis para decidir se empresta ou não o montante que pediu. Ou seja, qual o risco que corre se lho emprestar.</p>
<p>Se considerar que o risco que corre é muito elevado, ou seja, a probabilidade de não ser reembolsado for muito alta, não lhe concede o crédito.</p>
<p>Se por outro lado considerar que é aceitável, concede -lhe o crédito e o spread traduz o risco que o banco assume que está a correr. Dito de outra forma, se considerar que o risco é baixo o spread é baixo, caso contrário é alto.</p>
<h2><strong>A taxa de esforço e incumprimentos são variáveis que condicionam a aprovação do crédito.</strong></h2>
<p>Estas são duas variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito, podem levar a que o banco o recuse.</p>
<p>Se a sua <a href="https://reorganiza.pt/taxa-de-esforco-o-que-e-e-como-saber-a-sua/">taxa de esforço</a>, ou seja, o rácio entre as suas prestações mensais o seu rendimento líquido for superior a 30%, então o seu crédito dificilmente lhe é concedido. Isto porque o risco de incumprimento é elevado.</p>
<p>Da mesma forma, se nos últimos anos tiver tido pagamentos em atraso, esta informação consta no seu <a href="https://reorganiza.pt/mapa-de-responsabilidades-de-credito-do-banco-de-portugal/">Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal</a>, e do mesmo modo, dificilmente o seu pedido de crédito é aprovado.</p>
<h2><strong>Estabilidade no rendimento, tipo de consumo e garantias influenciam o valor de spread</strong></h2>
<p>Por outro lado, existem variáveis que influenciam o spread que o banco lhe cobra, nomeadamente:</p>
<h3><strong>Estabilidade no rendimento </strong></h3>
<p>Se trabalhar por conta de outrem e tiver um contrato sem termo, ou seja, se for efetivo, o banco considera que é baixo o risco de deixar de ter rendimentos, pelo que o spread que lhe cobram é mais baixo do que se tiver um contrato a termo, ou se trabalhar a recibos verdes.</p>
<h3><strong>O bem que der como garantia ao banco </strong></h3>
<p>Se ao pedir um empréstimo, der como garantia do seu reembolso, a hipoteca de um imóvel, o spread é seguramente mais baixo do que se dar apenas o seu aval, ou um fiador.</p>
<h3><strong>O valor do bem que der como garantia do empréstimo face ao valor que pedir emprestado</strong></h3>
<p>Se pedir ao banco 80.000€ para comprar uma casa que vale 200.000€, o seu spread é seguramente mais baixo do que se pedir 150.000€ para comprar a mesma casa.</p>
<h3><strong>O seu tipo de consumo </strong></h3>
<p>Se não pedir o empréstimo no seu banco, certamente lhe vão pedir os últimos extratos bancários. A razão é simples: vão analisar que tipo de consumo faz durante o mês, ou seja o seu estilo de vida. Se tiver gastos em jogo ou casino, por exemplo, o banco até pode não conceder o empréstimo. Mas caso o conceda vai seguramente cobrar um spread mais alto, do que se tiver apenas gastos correntes e até conseguir poupar dinheiro.</p>
<h2><strong>Fale com a Reorganiza </strong></h2>
<p>Temos uma equipa de especialistas de crédito, que sem custos para si, o ajudarão a analisar as variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito e a conseguir o empréstimo nas condições que melhor se ajustam à sua situação financeira.</p>
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É possível.</h2>
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	</div>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSTRUÇÃO</span></p>
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		<title>Taxa de Esforço &#8211; Como Calcular e Limites para Crédito Habitação</title>
		<link>https://reorganiza.pt/taxa-de-esforco-calcular-limites/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/taxa-de-esforco-calcular-limites/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[form_ch]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de esforço é um dos indicadores financeiros mais importantes na análise de crédito. É utilizada por bancos e outras instituições financeiras para avaliar se uma pessoa tem capacidade...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de esforço é um dos indicadores financeiros mais importantes na análise de crédito. É utilizada por bancos e outras instituições financeiras para avaliar se uma pessoa tem capacidade para assumir novos encargos mensais sem comprometer o seu equilíbrio financeiro.</p>
<p>Este indicador é particularmente relevante no <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a>, mas também é aplicado em <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal/">créditos pessoais</a>, outros empréstimos e até em situações de arrendamento. Vamos então responder à maior pergunta que acompanha este tema: o que é a taxa de esforço e como se calcula?</p>
<h2><strong>O que é a taxa de esforço?</strong></h2>
<p>Corresponde à percentagem do rendimento mensal líquido que é utilizada para pagar dívidas e compromissos financeiros.</p>
<p>Inclui, por exemplo:</p>
<ul>
<li>prestação do crédito habitação;</li>
<li>créditos pessoais;</li>
<li>crédito automóvel;</li>
<li>outros empréstimos ou financiamentos regulares.</li>
</ul>
<p>Esta taxa é usada pelas instituições financeiras para <strong>avaliar o risco</strong> associado à concessão de crédito. Quanto mais elevada for esta taxa, maior é o peso das dívidas no orçamento mensal e maior o risco de incumprimento.</p>
<h2><strong>Como calcular a taxa de esforço?</strong></h2>
<p>O cálculo desta taxa é simples e baseia-se numa fórmula direta.</p>
<p><em><u>Fórmula da taxa de esforço</u></em></p>
<p><em>Taxa de esforço (%) = (Total das prestações mensais / Rendimento líquido mensal) × 100</em></p>
<p>No total das prestações mensais devem ser incluídos <strong>todos os créditos e empréstimos existentes</strong>, não apenas o novo financiamento pretendido.</p>
<p><strong>Exemplo prático</strong></p>
<ul>
<li>Rendimento líquido mensal: 1.500 €</li>
<li>Total das prestações mensais: 500 €</li>
</ul>
<p>Taxa de esforço = (500 / 1.500) × 100 = <strong>33,33%</strong></p>
<p>Neste caso, cerca de um terço do rendimento mensal está comprometido com o pagamento de dívidas.</p>
<h2><strong>Qual a taxa de esforço máxima permitida para crédito habitação?</strong></h2>
<p>No crédito habitação, esta taxa assume um papel central na decisão de aprovação.</p>
<p>De forma geral:</p>
<ul>
<li>a taxa de esforço recomendada situa-se entre 33% e 40% do rendimento líquido mensal;</li>
<li>valores acima dos 40% são considerados de maior risco.</li>
</ul>
<p>Quando a taxa de esforço é elevada, o banco pode:</p>
<ul>
<li>recusar o crédito;</li>
<li>exigir garantias adicionais;</li>
<li>aplicar condições mais exigentes (spread mais alto, por exemplo).</li>
</ul>
<p><strong>Existem exceções?</strong></p>
<p>Sim. Em alguns casos, como rendimentos elevados, estabilidade profissional ou garantias adicionais, algumas instituições podem aceitar uma taxa de esforço superior, embora isso não seja a regra.</p>
<h2><strong>Como funciona a taxa de esforço para crédito pessoal e empréstimos?</strong></h2>
<p>No crédito pessoal e noutros empréstimos, a lógica desta taxa é semelhante à do crédito habitação.</p>
<p>Apesar de estes créditos terem prazos mais curtos e valores geralmente mais baixos, as instituições financeiras continuam a analisar:</p>
<ul>
<li>o rendimento líquido mensal;</li>
<li>o total de encargos já existentes;</li>
<li>a taxa de esforço resultante.</li>
</ul>
<p>Na prática, uma taxa de esforço até 40% continua a ser a referência mais comum, embora possa existir alguma flexibilidade dependendo do perfil do cliente.</p>
<h2><strong>Como funciona a taxa de esforço e arrendamento?</strong></h2>
<p>Esta taxa também é usada para avaliar a capacidade de pagamento no arrendamento, embora de forma menos formal do que no crédito bancário.</p>
<p>Neste contexto, considera-se:</p>
<ul>
<li>o valor mensal da renda;</li>
<li>outros encargos fixos, como créditos existentes.</li>
</ul>
<p>O objetivo é garantir que o arrendatário consegue pagar a renda sem comprometer excessivamente o orçamento, reduzindo o risco de dificuldades financeiras ao longo do contrato.</p>
<h2><strong>Quais são os limites máximos da taxa de esforço?</strong></h2>
<p>Embora não exista um limite legal único e obrigatório, existem orientações claras:</p>
<ul>
<li>33% a 40%: intervalo geralmente considerado saudável;</li>
<li>até 50%: pode ser aceite em situações muito específicas, mas envolve maior risco;</li>
<li>acima de 50%: normalmente visto como insustentável a médio prazo.</li>
</ul>
<p>O <strong>Banco de Portugal</strong>  nas suas recomendações de uma abordagem prudente, privilegiando a sustentabilidade financeira das famílias e evitando níveis de endividamento excessivos, não fala em taxa de esforço, mas em <a href="https://www.bportugal.pt/page/limites-ao-racio-ltv-ao-dsti-e-maturidade">DSTI (debt service-to-income)</a>, que é a relação entre a soma de todas as prestações mensais dos empréstimos de uma pessoa ou família e o seu rendimento mensal líquido.</p>
<h2><strong>Como calcular a taxa de esforço para famílias com filhos?<br />
</strong></h2>
<p>Quando existem filhos ou outros dependentes, a análise desta taxa pode ser ajustada.</p>
<p>Embora os encargos com filhos <strong>não entrem diretamente na fórmula</strong>, muitas instituições financeiras:</p>
<ul>
<li>consideram o número de dependentes;</li>
<li>ajustam os limites aceites;</li>
<li>avaliam com maior detalhe a capacidade financeira do agregado.</li>
</ul>
<p>Famílias com filhos têm, regra geral, despesas fixas mais elevadas, o que pode influenciar a decisão de crédito.</p>
<h2><strong>Qual a taxa de esforço ideal?</strong></h2>
<p>A taxa ideal é aquela que permite cumprir os compromissos financeiros de forma segura, mantendo margem no orçamento para lidar com imprevistos e assegurando qualidade de vida a médio e longo prazo.</p>
<p>Como referência geral:</p>
<ul>
<li>até 33%: situação confortável;</li>
<li>33% a 40%: aceitável, mas exige controlo;</li>
<li>acima de 40%: risco acrescido e menor flexibilidade financeira.</li>
</ul>
<h2><strong>Como usar calculadoras de taxa de esforço?</strong></h2>
<p>Para obter uma estimativa rápida da sua taxa, pode recorrer a uma <strong>calculadora de taxa de esforço online</strong>.</p>
<p>A Reorganiza disponibiliza uma <a href="https://reorganiza.pt/simuladores-e-ferramentas/taxa-de-esforco/"><strong>calculadora gratuita de taxa de esforço</strong></a>, que permite perceber de forma simples qual a percentagem do rendimento mensal que está comprometida com créditos e encargos financeiros.</p>
<p>Para utilizar a calculadora, basta:</p>
<ol>
<li>indicar o rendimento líquido mensal;</li>
<li>introduzir o valor total das prestações de crédito;</li>
<li>analisar automaticamente a taxa de esforço apresentada.</li>
</ol>
<p>Esta ferramenta é útil para uma <strong>primeira avaliação</strong>, ajudando a perceber se a sua taxa se encontra dentro dos limites geralmente recomendados antes de avançar com um pedido de crédito.</p>
<h2><strong>Nota final</strong></h2>
<p>Em situações em que esta taxa é elevada, pode ser útil analisar os créditos existentes e perceber se existem alternativas mais ajustadas à realidade financeira do agregado.</p>
<p>A Reorganiza é <strong>intermediária de crédito registada no Banco de Portugal</strong>, acompanhando famílias na análise de crédito, comparação de soluções e apoio na tomada de decisões financeiras mais informadas.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a taxa de esforço?<br />
</strong>É a percentagem do rendimento mensal líquido destinada ao pagamento de dívidas e encargos financeiros.</li>
<li><strong>Como calcular a taxa de esforço?<br />
</strong>A fórmula para calcular a taxa de esforço é:<br />
Taxa de esforço (%) = (Total das prestações mensais de crédito ÷ Rendimento líquido mensal) × 100</li>
<li><strong>Qual é o limite máximo de taxa de esforço para crédito habitação?<br />
</strong>O limite recomendado é, regra geral, 40% do rendimento mensal.</li>
<li><strong>Como calcular a taxa de esforço para crédito pessoal?<br />
</strong>O cálculo é igual ao do crédito habitação, considerando o rendimento líquido e todas as prestações existentes.</li>
<li><strong>Qual é a taxa de esforço ideal?<br />
</strong>Idealmente inferior a 40%, para garantir sustentabilidade financeira.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Transferências Imediatas – O Que São, Como Funciona e Bancos Aderentes</title>
		<link>https://reorganiza.pt/transferencias-imediatas-bancos-aderentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 10:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Comissões bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[transferências]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/as-transferencias-imediatas-vao-passar-a-ser-gratuitas-em-janeiro/</guid>

					<description><![CDATA[As transferências imediatas vieram simplificar a forma como enviamos dinheiro entre contas bancárias. Em vez de esperar horas ou dias úteis para que o valor fique disponível, é agora possível...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>transferências imediatas</strong> vieram simplificar a forma como enviamos dinheiro entre contas bancárias. Em vez de esperar horas ou dias úteis para que o valor fique disponível, é agora possível fazer uma transferência que chega ao destinatário em poucos segundos, a qualquer hora do dia.</p>
<p>Mas como funcionam as transferências imediatas? Têm custos? E que bancos aderem a este serviço em Portugal?</p>
<h2><strong>O que são transferências imediatas?</strong></h2>
<p>As transferências imediatas são transferências bancárias que permitem enviar dinheiro para a conta do beneficiário de forma quase imediata, normalmente em menos de 10 segundos.</p>
<p>Ao contrário das transferências bancárias normais, as transferências imediatas funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo fins de semana e feriados.</p>
<h2><strong>Como funcionam as transferências imediatas?</strong></h2>
<p>Para quem utiliza o serviço, o processo é simples e muito semelhante a uma transferência normal.</p>
<p>De forma resumida:</p>
<ol>
<li>Através do homebanking, app ou multibanco o utilizador dá a ordem de transferência;</li>
<li>O banco confirma a existência de saldo suficiente;</li>
<li>A operação é validada em tempo real;</li>
<li>O dinheiro fica imediatamente disponível na conta do destinatário.</li>
</ol>
<p>Todo este processo acontece em segundos, sem os prazos habituais de compensação interbancária.</p>
<h2><strong>As transferências imediatas são sempre instantâneas?</strong></h2>
<p>Na maioria dos casos, sim. No entanto, existem situações em que estas transferências podem não ser possíveis:</p>
<ul>
<li>Se o banco do destinatário não aderir ao sistema de transferências imediatas;</li>
<li>Se o valor ultrapassar o limite definido pelo banco;</li>
<li>Se existirem alertas de segurança ou suspeitas de fraude.</li>
</ul>
<p>Quando isso acontece, a operação pode ser recusada ou convertida numa transferência bancária normal.</p>
<h2><strong>Qual o limite das transferências imediatas?</strong></h2>
<p>Existe um limite máximo definido a nível europeu, mas <strong>cada banco pode aplicar limites próprios</strong>, que variam consoante:</p>
<ul>
<li>o valor por transferência;</li>
<li>o limite diário;</li>
<li>o canal utilizado (app, homebanking ou multibanco);</li>
<li>o perfil do cliente.</li>
</ul>
<p>Antes de realizar uma transferência imediata de valor elevado, é aconselhável confirmar quais os limites aplicáveis no seu banco.</p>
<h2><strong>As transferências imediatas têm custos?</strong></h2>
<p>Os custos das transferências imediatas <strong>dependem do banco e do tipo de conta</strong>.</p>
<p>Atualmente, é possível encontrar situações em que:</p>
<ul>
<li>a transferência imediata tem uma comissão associada;</li>
<li>o serviço é gratuito em determinados pacotes de conta;</li>
<li>o preço varia consoante o canal utilizado.</li>
</ul>
<p>Apesar de existir uma tendência para a redução das comissões, ainda há diferenças relevantes entre instituições, pelo que vale a pena consultar o preçário do seu banco.</p>
<h2><strong>Que bancos aderem às transferências imediatas em Portugal?</strong></h2>
<p>A maioria dos bancos a operar em Portugal já disponibiliza transferências imediatas, mas o serviço só funciona se o banco de quem envia e o banco de quem recebe forem aderentes. Entre os bancos aderentes, encontramos a <strong>Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Novo Banco, Santander</strong> e outros.</p>
<p>Além disso:</p>
<ul>
<li>algumas contas específicas podem não permitir estas transferências;</li>
<li>determinados bancos podem impor limites mais restritivos.</li>
</ul>
<p>Para confirmar se pode usar transferências imediatas:</p>
<ul>
<li>verifique se a opção surge no seu homebanking ou app;</li>
<li>consulte o preçário do banco;</li>
<li>ou contacte diretamente o seu banco.</li>
</ul>
<h2><strong>Transferência imediata vs transferência normal: qual a diferença?</strong></h2>
<p>A principal diferença está no tempo de disponibilização do dinheiro.</p>
<p>As transferências imediatas são ideais quando:</p>
<ul>
<li>precisa que o valor chegue com urgência;</li>
<li>está a pagar um serviço no momento;</li>
<li>quer evitar atrasos em prazos importantes.</li>
</ul>
<p>As transferências normais continuam a ser uma opção válida quando:</p>
<ul>
<li>não há urgência;</li>
<li>pretende evitar eventuais comissões;</li>
<li>está a transferir valores elevados dentro dos limites habituais.</li>
</ul>
<p>A escolha deve equilibrar rapidez, custo e montante transferido.</p>
<h2><strong>Cuidados a ter ao fazer transferências imediatas</strong></h2>
<p>A rapidez destas transferências também exige maior atenção. Antes de avançar com a operação:</p>
<ul>
<li>confirme cuidadosamente o IBAN do destinatário;</li>
<li>valide o valor a transferir;</li>
<li>tenha presente que <strong>não é possível cancelar</strong> a transferência depois de executada.</li>
</ul>
<p>Pedidos urgentes de pagamento devem ser sempre analisados com cuidado, sobretudo se não forem habituais.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>As transferências imediatas são uma solução prática e cada vez mais utilizada em Portugal. No entanto, os custos, limites e bancos aderentes podem variar.</p>
<p>Conhecer estas diferenças ajuda a escolher o tipo de transferência mais adequado a cada situação e a evitar surpresas.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes (FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que são as transferências imediatas?</strong><strong><br />
</strong>São transferências que permitem que o dinheiro seja transferido de forma instantânea entre contas bancárias, sem precisar esperar dias úteis.</li>
<li><strong>Quais bancos oferecem transferências imediatas?<br />
</strong>Bancos como Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Novo Banco e Santander estão entre os bancos aderentes ao sistema de transferências imediatas.</li>
<li><strong>Posso fazer uma transferência imediata ao fim de semana?<br />
</strong>Sim, as transferências imediatas podem ser feitas a qualquer hora, inclusive ao fim de semana e feriados, sem restrições.</li>
<li><strong>Como faço uma transferência imediata no multibanco?<br />
</strong>Através do multibanco, basta selecionar a opção de transferência imediata, preencher os dados da conta de destino e confirmar o montante.</li>
<li><strong>O que é necessário para realizar uma transferência imediata internacional?<br />
</strong>As transferências internacionais imediatas podem ser feitas, mas podem ter limites de valor ou taxas adicionais, dependendo do destino e dos bancos envolvidos.</li>
</ul>
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		<title>O que é o SPIN? Conheça o novo método para transferir dinheiro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/o-que-e-o-spin-conheca-o-novo-metodo-para-transferir-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 09:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[SPIN]]></category>
		<category><![CDATA[transferências]]></category>
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					<description><![CDATA[O SPIN, abreviatura de Identificador para Derivação de Conta, é um novo método para transferir dinheiro que entra em vigor a 24 de junho deste ano, sendo que até dia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O SPIN, abreviatura de Identificador para Derivação de Conta, é um novo método para transferir dinheiro que entra em vigor a 24 de junho deste ano, sendo que até dia 16 de setembro, todos os bancos o têm de disponibilizar aos seus clientes.</p>
<h2><strong>Mas o que é o SPIN?</strong></h2>
<p>O <a href="https://www.bportugal.pt/page/spin-identificador-para-derivacao-de-conta" target="_blank" rel="noopener">SPIN</a> é uma nova funcionalidade disponibilizada nos &#8220;homebankings&#8221; e Apps dos bancos que permite fazer transferências (incluindo transferências imediatas) indicando apenas o número de telemóvel do destinatário, caso este seja um particular, ou o número de identificação de pessoa coletiva (NIPC), no caso deste ser uma empresa.</p>
<p>Com o SPIN ao fazer uma transferência deixa de ter de indicar o IBAN da conta do destinatário, já que este deixa de ser o identificador da conta para onde vai transferir o dinheiro, passando a ser o número de telemóvel (ou NIPC no caso de ser empresa) associado à conta</p>
<h2><strong>Qual a vantagem do SPIN?</strong></h2>
<p>Como os números de telefones e os NIPC são mais fáceis de memorizar, fazer transferências torna-se seguramente mais simples. E sem custos adicionais face às atuais transferências.</p>
<h2><strong>Como pode fazer uma transferência usando o SPIN?</strong></h2>
<p>Antes de mais saiba que pode fazer uma transferência usado o SPIN sem ter associado o identificador à sua conta bancária. No entanto, tem de se assegurar que a pessoa para a qual vai transferir o dinheiro já associou o identificador ao respetivo IBAN.</p>
<p>Depois basta introduzir o número de telemóvel (ou NIPC se estiver a transferir para uma empresa) e parece no ecrã o nome do destinatário. Se estiver correto, insira o valor e confirme a operação.</p>
<h2><strong>Quem recebe o dinheiro tem de ter o novo identificador associado ao IBAN</strong></h2>
<p>Ou seja, para que possa transferir dinheiro através do SPIN, o destinatário tem de ter associado o novo identificador à conta bancária. Do mesmo modo se quer receber dinheiro por esta via tem de associar o seu telemóvel à sua conta bancária.</p>
<h2><strong>Como associar o novo identificador à sua conta bancária.</strong></h2>
<p>Pode associar o identificador através da app do banco, homebanking ou indo ao balcão do seu banco.</p>
<p>Se é particular para receber dinheiro por este meio tem de associar o seu número de telemóvel como identificador do seu IBAN. Ou seja, o seu telemóvel passa a ser o identificador das transferências que recebe. Mas note que, por razões de segurança, o número de telefone que associar tem de ser o mesmo que usa como identificação forte das transferências que executa.</p>
<p>Já se tem uma empresa, tem de associar o seu NIPC.</p>
<h2><strong>Não pode ter o mesmo telemóvel em duas contas</strong></h2>
<p>Saiba que pode associar mais de que um número à mesma conta, se por exemplo tiver uma conta com o seu cônjuge, mas não pode ter um mesmo número associado a mais do que uma conta.</p>
<h2><strong>O SPIN é diferente do MBWay </strong></h2>
<p>É certo que provavelmente já faz transferências através do MBWay, usando apenas o número de telemóvel. Mas note que, ao usar o MBWay, está a transferir dinheiro tendo como suporte o seu cartão de débito. Com o SPIN está a usar a conta bancária.</p>
<h2><strong>Quem pode usar o SPIN?</strong></h2>
<p>Todos os que têm conta bancária em bancos com sede em Portugal. Pelo contrário, se tem a sua conta bancária numa sucursal de um banco com sede noutro país, não pode usufruir deste novo serviço.</p>
<p><strong>Qual o suporte legal deste novo método </strong></p>
<p>A disponibilização do SPIN regula-se pela <a href="https://www.bportugal.pt/sites/default/files/anexos/instrucoes/481532082_4.docx.pdf" target="_blank" rel="noopener">Instrução n.º 2/2024</a> do Banco de Portugal, em vigor desde 8 de fevereiro de 2024, que altera a <a href="https://www.bportugal.pt/sites/default/files/anexos/instrucoes/482349872_1.docx.pdf" target="_blank" rel="noopener">Instrução n.º 8/2018</a> (Regulamento do Sistema de Compensação Interbancária – SICOI).</p>
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		<title>Vai abrir uma conta bancária com um amigo? Cuidado!!!</title>
		<link>https://reorganiza.pt/vai-abrir-uma-conta-bancaria-com-um-amigo-cuidado-pode-ficar-sem-o-seu-dinheiro-ou-com-uma-divida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 09:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Conta à ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[Abrir uma conta bancária com um amigo tem riscos, já que pode ficar sem o seu dinheiro ou, em caso de terem pedido um crédito, ter de o pagar na totalidade. Ora...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Abrir uma conta bancária com um amigo tem riscos, já que pode ficar sem o seu dinheiro ou, em caso de terem pedido um crédito, ter de o pagar na totalidade.</p>
<p>Ora vejamos com alguns exemplos:</p>
<h2><strong>O Manuel pediu ao João, um amigo no qual tinha total confiança, para ser titular da sua conta bancária</strong></h2>
<p>Pode ter diversas razões que o levaram a fazê-lo, a mais comum foi querer depositar um valor superior a 100.000€ para <a href="https://reorganiza.pt/os-meus-depositos-estao-seguros/">garantir que o mesmo se encontra coberto pelo Fundo de Garantia de Depósitos. </a>Pediu-lhe então que fosse também titular da conta.</p>
<p>E como quer movimentar livremente a sua conta, abriu uma conta coletiva solidária. Ou seja, uma conta que pode ser movimentada livremente por cada um dos titulares. E é aqui que podem começar os problemas.</p>
<h3><strong>1 O dinheiro depositado é de ambos </strong></h3>
<p>Como a conta é solidária, os bancos assumem que os valores depositados são na sua totalidade de ambos (só em falecimento de um deles não é assim). Ou seja, todo o dinheiro que o Manuel deposita é automaticamente do João.</p>
<h3><strong>2 Os dois titulares podem movimentar livremente a conta</strong></h3>
<p>Como referimos as contas solidárias podem ser movimentadas livremente (na sua totalidade) por cada um dos titulares. Ou seja, o João pode movimentar o dinheiro que o Manuel depositou sem o seu conhecimento, apropriando-se indevidamente do mesmo. E apesar de ter agido de má-fé, perante o banco não houve qualquer irregularidade, pelo que a parte lesada, neste caso o Manuel, não pode agir judicialmente contra o João.</p>
<h3><strong>3 Por falecimento do Manuel, os herdeiros apenas têm direito a 50% do valor depositado na conta </strong></h3>
<p>Por falecimento de um titular de uma conta bancária, em termos legais, considera-se que o valor depositado é, em partes iguais de todos os titulares. Assim, ao ter conhecimento do falecimento do Manuel, o banco bloqueia a parte que lhe corresponde, neste caso 50%. E é só este montante a que têm direito os seus herdeiros. A parte restante, para o banco, é do João que pode dispor dela livremente, ficando por isso ao seu critério entregar ou não esse montante aos herdeiros do Manuel.</p>
<h3><strong>4  Os créditos são da responsabilidade dos dois </strong></h3>
<p>O João precisava de um crédito automóvel para comprar um carro. Como o Manuel tem um ótimo historial creditício, pediu-lhe para o contratar na conta em que ambos são titulares, comprometendo-se a depositar mensalmente o valor das prestações devidas.</p>
<p>De facto, os bancos apenas concedem o crédito tendo como mutuários todos os titulares da conta, para que ambos sejam responsáveis pelo pagamento das prestações mensais e consequentemente o seu reembolso, Adicionalmente o valor do crédito fica registado no <a href="https://www.bportugal.pt/area-cidadao/formulario/227" target="_blank" rel="noopener">Mapa de Responsabilidade de Crédito do Banco de Portugal</a> de cada um.</p>
<p>No nosso exemplo, contrataram o crédito em nome dos dois, tendo o João se comprometido a pagar as prestações. No entanto, uns meses depois deixou de depositar na conta o valor da prestação. Para o banco, não importa quem ficou ou não de pagar, já que ambos são responsáveis pelo pagamento da prestação. Assim, ou o Manuel paga a prestação ou considera-se que o crédito está em incumprimento para ambos, sendo registado no Banco de Portugal como tal. Desta forma o Manuel terá de pagar um crédito do qual não teve qualquer benefício, sob pena do seu nome passar a constar na &#8220;lista negra&#8221; do Banco de Portugal.</p>
<h2>Em conclusão</h2>
<p>Se está a pensar abrir uma conta bancária com um amigo, assegure-se que é tem total consciências dos riscos que corre, relativamente ao dinheiro depositado e ao pagamento de possíveis créditos associados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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