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	<title>Arquivo de Destak - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Destak - Reorganiza</title>
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		<title>Crédito Fácil &#8211; Será que Existe?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
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					<description><![CDATA[Acreditamos mesmo que existe crédito fácil? O que significa crédito fácil? Segundo o relatório mais recente do Banco de Portugal as dívidas das famílias portuguesas estão acima dos 153 mil...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acreditamos mesmo que existe crédito fácil? O que significa crédito fácil? Segundo o relatório mais recente do Banco de Portugal as dívidas das famílias portuguesas estão acima dos 153 mil milhões de euros, o que significa que cada português tem à partida 17.000€ em dívidas (os nossos dados apontam para um número médio de créditos a rondar os 7).</p>
<p> A facilidade de acesso ao <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal-mais-barato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">crédito</a> implica necessariamente taxas de juro mais elevadas. É intuitivo perceber que quanto maior o risco de um crédito, maior terá de ser a taxa de juro associada a esse crédito.</p>
<p> Os bancos têm de aumentar a probabilidade dos clientes pagarem o dinheiro emprestado pelo que terão de <strong>cobrar mais juros a quem aparenta mais risco</strong> de modo a compensar eventuais incumprimentos. Em muitos casos, é comum estar a pagar uma prestação e ficar com a sensação de que o valor em <a href="/como-reduzir-prestacoes/ ‎">dívida</a> não baixa. De facto, o valor não baixa pois a pessoa está apenas a pagar o valor dos juros.</p>
<h2>O Crédito Rápido e Fácil é Difícil de Pagar</h2>
<p> O assédio do crédito fácil é comum em todas as épocas, especialmente no Natal, tanto pelas empresas como pelas instituições financeiras. Tudo são facilidades e as pessoas são induzidas ao consumo, em <strong>créditos que são fáceis de contratar</strong> mas difíceis (impossíveis?) de pagar. Tenha cautela e pense mesmo se precisa do dinheiro. Se faz sentido comprar presentes a crédito.</p>
<p> Na Reorganiza batalhamos muito pela utilização de crédito responsável. Vemos muitos casos de pessoas com dificuldades em pagar os seus créditos e de pessoas com o nome na <a href="/como-sair-da-lista-negra-banco-de-portugal">lista negra do Banco de Portugal</a> pois começaram uma trajetória de contratação de crédito de curto prazo com taxas de juro muito elevadas. Se estiver nessa situação não hesite e procure alternativas para <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-consolidado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">baixar os custos financeiros</a>.</p>
<p> <strong>Nota: Artigo Publicado no Jornal Destak</strong></p>
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		<title>As Dívidas Podem Não Ser Um Sufoco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
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					<description><![CDATA[Os problemas de excesso de endividamento são problemas transversais a todas as classes sociais e económicas. Apesar de ser um problema real, e cada vez mais dramático e notório, é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas de excesso de endividamento são problemas transversais a todas as classes sociais e económicas. Apesar de ser um problema real, e cada vez mais dramático e notório, é importante perceber que há um caminho a percorrer. Há alternativas e é necessário olhar para o problema e encará-lo de frente. João Raposo, o nosso diretor comercial, dá-nos a sua opinião.</p>
<p>O sufoco das dívidas e dos encargos financeiros elevados não é um problema de quem tem pouco dinheiro. É um problema que afeta todas as classes sociais e a generalidade das famílias.</p>
<h2>Alivie o Orçamento Familiar Com a Renegociação de Créditos</h2>
<p>O recurso ao crédito foi uma constante durante vários anos. Com a queda de rendimentos e o aumento de impostos, as responsabilidades financeiras ficaram mais difíceis de suportar. No entanto, saiba que é possível aliviar o seu orçamento familiar através da <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">renegociação dos seus créditos</a>.</p>
<p>O receio que os bancos têm de aumentar o número de clientes que não pagam as prestações (o incumprimento está em níveis nunca antes vistos) traduz-se numa maior abertura para negociar novas condições.</p>
<h2>PARI e o PERSI Ajudam a Reduzir Prestações</h2>
<p>Adicionalmente, para facilitar a renegociação, foi criada legislação que protege os devedores em dificuldades e que força a banca a apresentar medidas de prevenção ou correção do incumprimento. Falamos do PARI (Plano de Ação para o Risco de Incumprimento) e do PERSI (Procedimento Extrajudicial para Regularizar Situações de Incumprimento). Conheça-os e goze os seus direitos.</p>
<p>É importante deixar claro que a renegociação tem custos associados que devem ser bem calculados. Pode acordar uma prestação mais baixa, mas saiba que o custo total do empréstimo poderá aumentar significativamente. No entanto, a renegociação poderá fazer a diferença entre pagar e não pagar os créditos. Lembre-se que a alternativa de pagar é sempre a mais barata. Todos sabemos as consequências do incumprimento.</p>
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