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	<title>Arquivo de Destak - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Destak - Reorganiza</title>
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		<title>Dia Mundial da Poupança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[Na próxima terça-feira, dia 31, celebra-se o Dia Mundial da Poupança. Vivemos um tempo em que todos os dias é um “dia de alguma coisa”, por isso podemos correr o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira, dia 31, celebra-se o Dia Mundial da Poupança. Vivemos um tempo em que todos os dias é um “dia de alguma coisa”, por isso podemos correr o risco de passar por esta efeméride sem alcançar o significado mais profundo da sua celebração.</p>
<p> <span id="more-4169"></span></p>
<p> A necessidade de celebrar este dia surgiu, em Itália, no ano de 1924 e tinha como propósito alertar os clientes bancários da necessidade de canalizar dinheiro para produtos de poupança. Já há mais de 90 anos que se sente necessidade de alertar para a criação do bom hábito da poupança. No entanto, parece que ainda não assimilámos essa importância, pelo que este dia ganha maior relevância.</p>
<h2>Em Portugal Estamos Com Poupanças Demasiado Baixas</h2>
<p> Sabia que em Portugal estamos com os níveis de poupança mais baixos desde que há registos? Por cada 10€ um português poupa 38 cêntimos! E se a justificação é porque estamos a atravessar uma fase financeira mais difícil e por isso é muito difícil poupar, então, como justificar que no final de 2012, por cada 10€ conseguíamos poupar 90 cêntimos?</p>
<p> <strong>Esta diminuição da taxa, de 9% para 3,8%, em apenas 5 anos, é algo que nos deve levar a refletir</strong>. Sobretudo, não podemos dizer que não poupamos porque não há dinheiro disponível, pois creio que estamos todos de acordo que nestes últimos 5 anos ganhámos liquidez.</p>
<h2>Será Que Os Comportamentos Financeiros Mudaram?</h2>
<p> Se não é uma questão de disponibilidade de dinheiro, então, provavelmente é uma questão comportamental. Quando estamos mais “aflitos”, e com incerteza do futuro, poupamos mais. Quando pensamos que estamos numa fase mais expansionista poupamos menos. Este raciocínio revela um comportamento de puro imediatismo. Revela que não queremos estar preocupados com o dia de amanhã, pois há sempre alguém que nos ajudará a ter hoje o que ainda não podemos. No entanto, <strong>muitas destas “ajudas” acabam por ser uma prisão que nos limita para o futuro</strong>. Mais vale contar com o que realmente temos, e teremos tanto mais, quanto conseguirmos poupar nos momentos de maior liquidez.</p>
<h2>Crédito Não É Rendimento Disponível</h2>
<p> Muitas pessoas consideram que o dinheiro disponível a crédito, seja com cartões de crédito sejam as <a href="https://reorganiza.pt/abrir-conta-ordem-4-bancos-em-analise/">contas ordenado</a>, é rendimento disponível. O <a href="https://reorganiza.pt/perigos-e-riscos-da-utilizacao-dos-cartoes-de-credito/">dinheiro a crédito não é nosso</a>. Teremos de devolver esse dinheiro. E teremos de pagar juros. Qual o sentido que isto faz?</p>
<p> Nota: Artigo adaptado de crónica no jornal Destak</p>
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		<title>Crédito Fácil &#8211; Será que Existe?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-facil-sera-que-existe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
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					<description><![CDATA[Acreditamos mesmo que existe crédito fácil? O que significa crédito fácil? Segundo o relatório mais recente do Banco de Portugal as dívidas das famílias portuguesas estão acima dos 153 mil...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acreditamos mesmo que existe crédito fácil? O que significa crédito fácil? Segundo o relatório mais recente do Banco de Portugal as dívidas das famílias portuguesas estão acima dos 153 mil milhões de euros, o que significa que cada português tem à partida 17.000€ em dívidas (os nossos dados apontam para um número médio de créditos a rondar os 7).</p>
<p> A facilidade de acesso ao <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal-mais-barato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">crédito</a> implica necessariamente taxas de juro mais elevadas. É intuitivo perceber que quanto maior o risco de um crédito, maior terá de ser a taxa de juro associada a esse crédito.</p>
<p> Os bancos têm de aumentar a probabilidade dos clientes pagarem o dinheiro emprestado pelo que terão de <strong>cobrar mais juros a quem aparenta mais risco</strong> de modo a compensar eventuais incumprimentos. Em muitos casos, é comum estar a pagar uma prestação e ficar com a sensação de que o valor em <a href="/como-reduzir-prestacoes/ ‎">dívida</a> não baixa. De facto, o valor não baixa pois a pessoa está apenas a pagar o valor dos juros.</p>
<h2>O Crédito Rápido e Fácil é Difícil de Pagar</h2>
<p> O assédio do crédito fácil é comum em todas as épocas, especialmente no Natal, tanto pelas empresas como pelas instituições financeiras. Tudo são facilidades e as pessoas são induzidas ao consumo, em <strong>créditos que são fáceis de contratar</strong> mas difíceis (impossíveis?) de pagar. Tenha cautela e pense mesmo se precisa do dinheiro. Se faz sentido comprar presentes a crédito.</p>
<p> Na Reorganiza batalhamos muito pela utilização de crédito responsável. Vemos muitos casos de pessoas com dificuldades em pagar os seus créditos e de pessoas com o nome na <a href="/como-sair-da-lista-negra-banco-de-portugal">lista negra do Banco de Portugal</a> pois começaram uma trajetória de contratação de crédito de curto prazo com taxas de juro muito elevadas. Se estiver nessa situação não hesite e procure alternativas para <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-consolidado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">baixar os custos financeiros</a>.</p>
<p> <strong>Nota: Artigo Publicado no Jornal Destak</strong></p>
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		<title>Destak: Porque Valorizamos Tanto o Consumo?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/destak-porque-valorizamos-tanto-o-consumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[Ano novo, vida nova. Janeiro é época de resoluções de ano Novo. Prometemos deixar de fumar, fazer dieta, poupar… estas resoluções obrigam a um projeto de vida com bases sólidas....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ano novo, vida nova. Janeiro é época de resoluções de ano Novo. Prometemos deixar de fumar, fazer dieta, poupar… estas resoluções obrigam a um projeto de vida com bases sólidas. Implicam uma alteração do nosso estilo de vida se queremos ter um sucesso duradouro.</p>
<p>Em Dezembro assistimos ao aumento do consumo das famílias portuguesas em 6.1%. Se quem quer emagrecer deve alimentar-se de forma saudável, quem quer <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">poupar dinheiro</a> deve consumir de forma saudável. Aliás, devemos ter muita cautela com a contratação de créditos, pois temos visto que este aumento de consumo tem sido muito por recurso ao <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal/">crédito pessoal</a>.</p>
<p>Será que a economia mudou assim tanto para assistirmos a este comportamento? Apesar dos sinais económicos serem causa de otimismo moderado ainda é cedo para festejar. Daí que recomendemos que se perceba por que valorizamos tanto o consumo, as marcas, a imagem ou os bens materiais. Não defendemos uma vida de restrição, nem pretendemos condicionar a forma de vida de ninguém. Aliás, sabemos que uma vida financeira saudável exige alguns prazeres, gastos de lazer e afins. De outro modo a desmotivação ganha terreno e os problemas aumentam de proporção.</p>
<p>Defendemos noutras ocasiões que os portugueses deram grandes provas de coragem. Já mudaram a sua visão do consumo e ajustaram-se a uma nova realidade. Cortaram custos e deram uma verdadeira lição de boa gestão de <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-cuidado-com-o-consumo/">orçamento familiar</a>. Neste ponto, recordamo-nos de alguém que nos dizia que a <strong>gestão do dinheiro tem muito que ver com a gestão dos afetos</strong>. E acrescentamos que tem tudo que ver com uma clara definição de prioridades… o que conclui?</p>
<p>Nota: Artigo publicado no <strong>Jornal Desta</strong>k de dia 9 de Janeiro de 2015</p>
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		<title>As Dívidas Podem Não Ser Um Sufoco</title>
		<link>https://reorganiza.pt/dividas-podem-nao-ser-um-sufoco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destak]]></category>
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					<description><![CDATA[Os problemas de excesso de endividamento são problemas transversais a todas as classes sociais e económicas. Apesar de ser um problema real, e cada vez mais dramático e notório, é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas de excesso de endividamento são problemas transversais a todas as classes sociais e económicas. Apesar de ser um problema real, e cada vez mais dramático e notório, é importante perceber que há um caminho a percorrer. Há alternativas e é necessário olhar para o problema e encará-lo de frente. João Raposo, o nosso diretor comercial, dá-nos a sua opinião.</p>
<p>O sufoco das dívidas e dos encargos financeiros elevados não é um problema de quem tem pouco dinheiro. É um problema que afeta todas as classes sociais e a generalidade das famílias.</p>
<h2>Alivie o Orçamento Familiar Com a Renegociação de Créditos</h2>
<p>O recurso ao crédito foi uma constante durante vários anos. Com a queda de rendimentos e o aumento de impostos, as responsabilidades financeiras ficaram mais difíceis de suportar. No entanto, saiba que é possível aliviar o seu orçamento familiar através da <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">renegociação dos seus créditos</a>.</p>
<p>O receio que os bancos têm de aumentar o número de clientes que não pagam as prestações (o incumprimento está em níveis nunca antes vistos) traduz-se numa maior abertura para negociar novas condições.</p>
<h2>PARI e o PERSI Ajudam a Reduzir Prestações</h2>
<p>Adicionalmente, para facilitar a renegociação, foi criada legislação que protege os devedores em dificuldades e que força a banca a apresentar medidas de prevenção ou correção do incumprimento. Falamos do PARI (Plano de Ação para o Risco de Incumprimento) e do PERSI (Procedimento Extrajudicial para Regularizar Situações de Incumprimento). Conheça-os e goze os seus direitos.</p>
<p>É importante deixar claro que a renegociação tem custos associados que devem ser bem calculados. Pode acordar uma prestação mais baixa, mas saiba que o custo total do empréstimo poderá aumentar significativamente. No entanto, a renegociação poderá fazer a diferença entre pagar e não pagar os créditos. Lembre-se que a alternativa de pagar é sempre a mais barata. Todos sabemos as consequências do incumprimento.</p>
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