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	<title>Arquivo de fintechs - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de fintechs - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Será que ainda vale a pena investir na Raize?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/sera-que-ainda-vale-a-pena-investir-na-raize/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Raize]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo vou abordar mais uma vez a plataforma de investimentos Raize e dar a minha opinião sobre os últimos desenvolvimentos e daquelas que são as alterações que irei fazer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo vou abordar mais uma vez a plataforma de investimentos Raize e dar a minha opinião sobre os últimos desenvolvimentos e daquelas que são as alterações que irei fazer à minha estratégia.</p>
<h2>O que é a Raize?</h2>
<p> A Raize é uma plataforma de investimento colaborativo portuguesa que permite o encontro entre investidores e empresários que precisam de crédito para os seus negócios. Na prática, um mercado que permite investir em empréstimos novos ou em empréstimos em curso, o chamado marcado de cessões.</p>
<p> De notar que a Raize é uma plataforma com grande aceitação e com uma base de investidores bastante vasta, sendo também regulada pela CMVM e pelo Banco de Portugal e cotada em bolsa, o que obriga a um grande escrutínio das suas contas e das suas atividades. Ao nível de credibilidade não há nada a apontar.</p>
<h2>Porquê investir na Raize?</h2>
<p> Iniciei os meus investimentos na Raize há bastante tempo, atraído pela novidade da plataforma e pela relação risco / retorno que percecionei na altura. Na prática, eram-nos prometidos retornos na ordem dos 6% a 7% ao ano, numa altura em que o incumprimento de contratos de crédito parecia ser reduzido.</p>
<p> Como já tive oportunidade de relatar noutro artigo, a evolução dos meus investimentos tem sido para uma <a href="https://reorganiza.pt/porque-vou-vender-a-minha-carteira-na-raize/">venda progressiva da minha carteira</a>. Simplesmente deixei de estar satisfeito com a retorno dos meus investimentos (se retirarmos o capital que não é investido por falta de empréstimos e os incumprimentos, o retorno torna-se muito baixo mesmo), sendo que também não fiquei nada confortável com a entrada da empresa em bolsa (pelo preço, pela informação disponibilizada no prospeto, pela venda da posição pelos seus atuais acionistas e pela pressão que previa na concessão de crédito).</p>
<h2>Porque vou vender todos os meus investimentos?</h2>
<p> Tendo ficado claro que deixei de ficar confortável com o retorno e com o risco dos investimentos, parece-me relevante reforçar dois desenvolvimentos que me deixam alerta:</p>
<h2>Qualidade dos investimentos</h2>
<p> A Raize promove empréstimos a empresas com taxas de juro elevadas. Numa altura em que os bancos estão desejosos de emprestar dinheiro a empresas rentáveis e a taxas muito próximas de 1% ao ano, é importante que pensemos qual o tipo de empresas que prefere pedir dinheiro emprestado através da Raize e pagar mais por isso. Facilmente percebemos que com alguma probabilidade não serão as empresas com maior solidez financeira.</p>
<p> É importante que tenhamos também em mente que atualmente existem linhas de crédito com garantia parcial do Estado, o que tem baixado o risco das operações para a banca e justificam o apetite da Banca a conceder estes créditos. Logo, percebemos também que para existir uma oferta de créditos para tantos investidores…</p>
<h2>Introdução de comissões</h2>
<p> Este ponto é crítico. A Raize surgiu como uma plataforma de investimento isenta de comissões e rapidamente inverteu esta tendência. Percebo os motivos, sendo que talvez o mais premente se prenda mesmo com a dificuldade de financiar novos projetos e ter a necessidade de procurar fontes alternativas de receita. Temos então um conjunto de comissões:</p>
<ul>
<li><strong>Comissão de Cedência de Empréstimos</strong> – Quando decidi vender alguns dos meus empréstimos fui confrontado com uma comissão, embora que reduzida, para vender cada um dos empréstimos (1% do montante cedido). Não estava à espera.</li>
<li>
<h2>Comissão de Processamento de Juros – Apareceu agora uma comissão por cada prestação que recebo que será 10% ou 12% do montante total de juros que recebo no mês.</h2>
</li>
</ul>
<p> Ou seja, tenho de pagar pelos juros que recebo e se não estou satisfeito e quiser vender o empréstimo tenho de pagar pela venda. É legítimo, naturalmente que sim. É necessário, para repor rendimentos da plataforma.</p>
<h2>Como está a minha carteira?</h2>
<p> Como referido, tenho vindo a vender a minha carteira sempre que tenho paciência para isso. Na prática, tenho de vender cada empréstimo um a um, o que acaba por consumir algum tempo.</p>
<p> Tendo vindo a vender a minha carteira, tenho ainda 48 empréstimos em curso, a grande maioria porque não consigo vender os créditos, por dois motivos:</p>
<ol>
<li>Porque estão em incumprimento;</li>
<li>Porque a comissão de venda de contratos em incumprimento é brutal (o que se justifica, porque a probabilidade de receber alguma coisa é pequena).</li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p> A plataforma Raize é a plataforma de investimento colaborativo mais conhecida em Portugal. É uma plataforma com muito mérito e credibilidade. Dito isto, as taxas de retorno não justificam o investimento. O nível de risco irá crescer com o tempo e os incumprimentos poderão continuar a aumentar.</p>
<p> Como todos os ativos, se tiver uma carteira de investimentos diversificada pode fazer sentido contentar-se com estes baixos níveis de retorno. Para mim simplesmente não faz qualquer sentido aplicar o dinheiro nesta plataforma, ainda para mais que agora tenho de pagar comissões. De notar, finalmente, que<a href="https://reorganiza.pt/estrategia-de-investimento-com-a-raize/"> ganhei dinheiro com os meus investimentos na Raize</a>, pelo que o balanço acabou por ser positivo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Revolut Business: o Revolut para empresas</title>
		<link>https://reorganiza.pt/revolut-business-o-revolut-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Revolut]]></category>
		<category><![CDATA[Revolut for Business]]></category>
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					<description><![CDATA[A fintech que lançou o Cartão Revolut está no mercado desde 2015, é britânica e, em 2018, obteve a sua licença bancária europeia. Começa agora a tomar os primeiros passos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>fintech</em> que lançou o Cartão Revolut está no mercado desde 2015, é britânica e, em 2018, obteve a sua licença bancária europeia. Começa agora a tomar os primeiros passos para, em breve, oferecer serviços habituais nos bancos, como aceitar depósitos ou conceder crédito, também em Portugal.</p>
<p> <span id="more-4476"></span></p>
<h2>Revolut For Business</h2>
<p> A <em>fintech</em> com o crescimento mais acelerado no mundo, a quem já chamam a ‘Amazon dos bancos’, lançou o <em>Revolut for Business</em>, para empresas e freelancers. Conheça as características da conta Revolut for Business.</p>
<p> O Revolut, lançado em 2015, é uma espécie de cartão-aplicação, cuja ideia foi revolucionar a relação bancária das pessoas e empresas, com processos simples.</p>
<p> O cartão tornou-se especialmente útil entre os viajantes, sobretudo fora da zona Euro; para quem faz compras online, um sector em franco crescimento, ou para quem recebe/envia dinheiro do/para o estrangeiro. Destacou-se por poupar dinheiro ao utilizador em taxas de levantamento e transferências (sendo hoje alternativa para quem passou a pagar MBWay), e também por facilitar a segurança, até porque basta um toque num botão, na aplicação, para ativar e bloquear o cartão físico.</p>
<p> <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-cartao-para-pagamentos-no-estrangeiro/">Veja aqui o nosso artigo sobre como pedir o Revolut completamente gratuito </a></p>
<p> Do patamar dos particulares &#8211; que tem a modalidade gratuita (suficiente para a grande maioria dos utilizadores) e outras que são pagas, consoante o nível de exigência e correspondentes benefícios &#8211; o Revolut passou para as empresas, lançando o <a href="http://Revolut-for-Business.ngih.net/c/1810589/607276/9943"><em>Revolut for Business</em></a>, também com uma versão gratuita e três pagas para organizações, e uma gratuita e outra paga para freelancers</p>
<h2>Em que consiste o Revolut for Business?</h2>
<p> Funciona como uma conta bancária digital, através da qual os titulares de empresas, gestores ou freelancers podem fazer transferências nacionais e internacionais, pagamentos, débitos diretos ou operações de câmbio, sem comissões bancárias ou pagando comissões mais baixas que aquelas que são cobradas pelos bancos. Tem ainda a vantagem de ter uma API aberta, ou seja, é possível integrar dados de outras plataformas, o que, neste sector, é fundamental para o utilizador poder integrar e cruzar dados.</p>
<h2>Que empresas podem abrir conta?</h2>
<p> O serviço está disponível para empresas registadas e com presença física no Espaço Económico Europeu e na Suíça. As associações, cooperativas, fundações, instituições de solidariedade social, empresas públicas ou empresas que giram fundos de capital de risco estão ainda excluídas. Também pode ser utilizado por trabalhadores independentes ou freelancers, neste caso via versão gratuita ou com um tarifário mensal de 7 euros.</p>
<h2>Quais as vantagens e opções de escolha?</h2>
<p> As opções de escolha são quatro, com faturação mensal: gratuito, 25€, 100€ e 1000€, para que as empresas paguem à medida do que precisam e mudem quando lhes for mais conveniente. Consulte os pormenores dos quatro <a href="https://www.revolut.com/pt-PT/os-nossos-planos?irgwc=1&amp;p=i&amp;ext=1803701_EconomiasBusinessPlans">planos</a> e perceba o que mais se adequa ao seu perfil empresarial.</p>
<p> As vantagens para as empresas, sobretudo as que têm negócios com entidades estrangeiras são muitas. Por exemplo, e neste momento:</p>
<ul>
<li>Contas com IBAN único em 29 moedas;</li>
<li>Pagamentos gratuitos e instantâneos para outras contas (pessoais e empresariais) Revolut;</li>
<li>Pagamentos em massa: fazer vários pagamentos de forma instantânea e simultânea;</li>
<li>Cartões pré-pagos para o empresário/gestor e os seus trabalhadores, com gastos controlados;</li>
<li>Integração com outros serviços, por exemplo: Slack, SAGE, Xero;</li>
<li>Promoções e descontos em serviços selecionados;</li>
<li>Design exclusivo para cartões Business.</li>
</ul>
<h2>Como abrir conta empresarial?</h2>
<p> O Revolut for Business exige um pouco mais de documentos e passos do que a conta particular Revolutl. Por isso, o ideal é ter a <strong>Certidão Permanente</strong> da empresa válida (ou o extrato de registo mais recente), guardá-la como documento Pdf, e submetê-la no site para concretizar o processo de adesão. Isto porque a empresa vai exigir dados empresariais básicos, como o nome registado ou formulário jurídico, que constam da certidão. O utilizador pode sempre concluir o processo no seu próprio ritmo, no seu computador e com o apoio do suporte técnico, se necessário.</p>
<p> Terá de <a href="http://Revolut-for-Business.ngih.net/c/1810589/607276/9943">preencher um pequeno formulário de candidatura online</a>, que promete não ocupar o cliente mais de <strong>10 minutos</strong>. O processo até à abertura oficial deste tipo de conta demora entre <strong>1 e 7 dias</strong>, mas poderá demorar mais se existir um grande número de candidaturas pendentes.</p>
<p> <strong><em>Revolut</em></strong><strong> em Portugal e no mundo: a inovação tecnológica que está a abanar a banca tradicional</strong></p>
<p> A empresa considerada um unicórnio (&#8216;start-up&#8217; tecnológica avaliada em mais de mil milhões de dólares), vai abrir a sua segunda maior unidade da Europa, em Portugal, Matosinhos, até ao final de 2019.</p>
<p> Neste momento a Revolut tem mais de <strong>300 mil utilizadores</strong> em Portugal. Esta app de serviços financeiros tinha cerca de 100 mil utilizadores no final de 2018 e triplicou esse número em menos de um ano: há agora mais de 315 mil pessoas a usar Revolut.</p>
<p> “Em 2020, queremos atingir o meio milhão de utilizadores em Portugal”, afirmou o responsável da empresa, assumindo um crescimento atual a um ritmo de “1000 a 1200 utilizadores por dia”.</p>
<p> Há quase tantas pessoas a usar a app em Portugal como em Espanha (390 mil utilizadores), sendo que o país vizinho tem mais de 40 milhões de habitantes. A nível global, os dados apontam para cerca de <strong>sete milhões</strong> de utilizadores da app.</p>
<p> A Revolut e Mastercard anunciaram, entretanto, uma parceria a nível global que levará os serviços financeiros da fintech liderada por Nikolay Storonsky ao mercado norte-americano até ao final do ano. E esta semana foi anunciada também a entrada em Singapura.</p>
<p> Criada em 2015 por dois ex-banqueiros de investimento do Credit Suisse e do Deutsche Bank, a Revolut vai passar a operar nos próximos meses, nos EUA, Canadá, Japão e Nova Zelândia. Só nos Estados Unidos, a empresa anunciou ter já uma lista de espera superior a 120 mil utilizadores.</p>
<p> <a href="http://Revolut-for-Business.ngih.net/c/1810589/607276/9943">Se quiser, abra a sua Conta Revolut for Business</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe o que são criptomoedas?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/sabe-o-que-sao-criptomoedas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Cavaleiro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Luís Cavaleiro Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
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					<description><![CDATA[A criptografia abarca um conjunto de métodos que visam estabelecer um código entre o emissor e o receptor de maneira a que ninguém consiga decifrar o código, sem ser os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criptografia abarca um conjunto de métodos que visam estabelecer um código entre o emissor e o receptor de maneira a que ninguém consiga decifrar o código, sem ser os envolvidos. Esta codificação é representada geralmente por algoritmos matemáticos e estabelece uma <strong>informação </strong><b>inteligível</b> restrita às duas únicas pessoas acima referidas.</p>
<h2>Em que pode ser utilizada a criptografia?</h2>
<p> Este método pode ser usado para telefonemas, e-mails, etc., visto que torna o processo <strong>mais seguro e privado</strong>. Ele é usado também naturalmente nas criptomoedas. O que se passa neste sector tem a ver com a revolução digital que está a acontecer em todas as áreas e que teria, inevitavelmente, de chegar a esta também.</p>
<h2>Criptografia nas moedas</h2>
<p> Na criptografia das moedas o processo é semelhante. Uma codificação é feita para que ninguém tenha acesso àquela moeda a não ser o dono da mesma. A criptografia nas moedas é também descentralizada, assente no “blockchain”. Descentralização, neste contexto, significa que<strong> não há uma entidade financeira reguladora</strong>. O que salta mais à vista neste aspecto é que as criptomoedas não são reguladas por um estado, o que pode ter vantagens e desvantagens, consoante o ponto de vista.</p>
<h2>Blockchain na criptografia</h2>
<p> &#8216;Blockchain&#8217; é uma tecnologia que regista, portanto, todas as transacções destas criptomoedas e garante a descentralização dado que funciona como intermediário entre as duas partes. Este chamado “protocolo de confiança” <strong>assegura a validade</strong> das transacções feitas pelas criptomoedas.</p>
<h2>Criptomoedas e Bitcoin</h2>
<p> As criptomoedas são conhecidas por serem úteis não só porque representam segurança nas transacções, como já referimos, mas também porque essas transacções são feitas <strong>no imediato</strong>.</p>
<p> A Bitcoin é a moeda digital mais conhecida, a primeira a ter sido comercializada, e a que vale mais neste momento. Saiba mais sobre este tema que tem tido grande impacto no sector: leia também o artigo <u><a href="https://reorganiza.pt/criptomoedas-o-que-sao/">Criptomoedas – O que são?</a></u></p>
<p> <strong>Reorganiza &#8211; As Suas Finanças Em Boas Mãos</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fintechs ou Bancos: quem oferece mais benefícios?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fintechs-ou-bancos-quem-oferece-mais-beneficios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Cavaleiro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Luís Cavaleiro Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo, vamos tentar analisar como as fintechs estão a concorrer com os bancos tradicionais, refletindo acerca das suas vantagens e desvantagens. Fintech – o que são Como o nome...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo, vamos tentar analisar como as fintechs estão a concorrer com os bancos tradicionais, refletindo acerca das suas vantagens e desvantagens.</p>
<h2>Fintech – o que são</h2>
<p>Como o nome indica, as Fintechs combinam as finanças com tecnologia. Basicamente, são startups que oferecem soluções no sector financeiro através de tecnologias, a um baixo custo. Alguns dos serviços que oferecem são muito similares aos dos bancos enquanto outros são bastante inovadores e diferenciados.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<ol>
<li>
<h2>Maior eficiência nas Fintechs</h2>
</li>
</ol>
<p>Não há taxas escondidas, toda a informação que precisa está ao seu alcance e é sempre registada, muitas vezes não é necessário ir a um balcão porque o assunto está logo resolvido&#8230;realizar transferências por DOC e TED mais facilmente, etc. As Fintech apresentam geralmente uma eficiência em que tudo é tratado online e é mais simples.</p>
<p>Esta eficiência também acontece devido ao facto de as Fintech normalmente só oferecerem um produto, de modo que conseguem focar-se em aperfeiçoar os processos, enquanto os bancos oferecem várias coisas. As informações acerca de tudo o que é necessário para o negócio estão sempre lá, de maneira simples e eficiente.</p>
<p><strong>Exemplo</strong>: a Warren, Fintech em que as pessoas podem investir, simplifica as múltiplas e demasiado elaboradas informações que os bancos e corretores fornecem para investir, reduzindo-as a uma compreensão mais directa e fácil. Isto é mais eficiente.</p>
<ol start="2">
<li>
<h2>Menores custos nas Fintechs</h2>
</li>
</ol>
<p>Há um corte nos custos operacionais drástico em muitas Fintechs porque é tudo resolvido e tratado nas plataformas digitais sem necessitar de tantas pessoas como necessitam os bancos. Apesar de não haver um atendimento tão personalizado, esse atendimento muitas vezes é dispensado visto que a aplicação móvel das Fintech está já com grande parte das soluções que necessita para resolver os seus problemas.</p>
<p>Estas aplicações móveis são preparadas e desenhadas por alguns dos melhores profissionais do sector e com bastante know-how. Quando bem desenhadas e feitas para não ter os problemas de burocracia de um banco normal, os custos baixam.</p>
<p><strong>Exemplo</strong>:</p>
<p>O GuiaBolso é uma Fintech feita para observar com cuidado onde e como o seu dinheiro está a ser gasto, tendo os dados do seu extracto bancário ao seu dispor. Estas funções são rápidas sem ter de se deslocar a uma caixa multibanco e gratuitas visto que a aplicação contém baixos custos operacionais</p>
<ol start="3">
<li>
<h2>Pagamentos e investimentos</h2>
</li>
</ol>
<p>Pagamento pode demorar 2 a 3 dias a cair num banco enquanto através de algumas fintech demora apenas 24 horas no máximo. Na categoria dos investimentos há Fintechs como a SoFi que concedem crédito com mais facilidade e mais abrangência do que os bancos como vamos ver no exemplo.</p>
<p><strong>Exemplo</strong>: SoFi</p>
<p>A SoFi é uma empresa que concede empréstimos tendo em conta não só a efetividade da pessoa mas também a aposta que vai fazer nela mesma dado o historial da mesma. Embora seja um pouco arriscado, a SoFi permite investimentos por parte de pessoas com bom historial académico e não só profissional. Este voto de confiança acontece porque a pessoa já demonstrou no passado capacidades importantes que podem tornar-se ganhos futuros para a SoFi.</p>
<ol start="4">
<li>
<h2>Comodidade e flexibilidade por ser online</h2>
</li>
</ol>
<p>A possibilidade de realizar todos os processos online em muitas Fintech é uma comodidade que é útil para o consumidor que não tem de se deslocar ao banco fisicamente.</p>
<p>A flexibilidade é outra característica. Flexibilidade porque tem acesso ao seu extracto e a todas as informações necessárias, independentemente de onde esteja.</p>
<p><strong>Exemplo</strong>: Superdigital</p>
<p>A Superdigital é uma empresa destinada aos “desbancarizados” ou pessoas que têm uma conta corrente, mas preferem uma solução diferente. A Superdigital faz o que foi descrito acima&#8230;tudo online. Não há agências nem postos de atendimento porque a empresa oferece as soluções de maneira digital.</p>
<h2>5. Economia de tempo nas Fintechs</h2>
<p>Tudo o que foi descrito nas outras vantagens faz-nos entender que se perde menos tempo com as Fintech, regra geral. As transferências bancárias, a necessidade de ir a uma agência para realizar operações, são assuntos que são tratados com mais rapidez ou instantaneamente.</p>
<h2>Desvantagens</h2>
<h2>1.Segurança e privacidade das Fintechs</h2>
<p>Há riscos nas questões de segurança e privacidade visto que na internet às vezes há pequenas falhas- Quanto mais dinheiro movimentar, mais riscos irá ter em principio. A pirataria também pode acontecer, havendo pessoas que roubam dados pessoais e praticam fraude na identidade. Atrás das Fintech geralmente há vários funcionários que cuidam destas questões que podem ser problemáticas. Mas será que há suficientes e será que conseguem evitar os problemas de pirataria?</p>
<p><strong>Exemplo</strong>: No Banco Inter houve hackers que roubaram informações confidenciais (equivalente a 40 gigabytes) a milhares de pessoas. Estes &#8220;cibercriminosos&#8221; exigiram um pagamento de quantia elevada ameaçando que iriam vender estas informações.</p>
<p>Por sua vez, no Banco Neon havia uma falha no aplicativo da empresa que permitiu a um hacker que roubasse o número de um cartão de crédito de um cliente.</p>
<ol start="2">
<li>
<h2>Legislação</h2>
</li>
</ol>
<p>As Fintechs não são ilegais, mas carece uma regulamentação que ajude a guiar as políticas do sector em alguns casos. Em alguns países, as Fintechs aliam-se às entidades reguladoras, mas noutros, como Portugal, não. Se esta regulamentação existisse seria mais seguro para o cliente e ele estaria mais protegido.</p>
<p>Para outros artigos relacionados com as Fintech, temos <a href="https://reorganiza.pt/minha-estrategia-investimento-twino/">“Como ganhei 9% com uma fintech”</a> e <a href="https://reorganiza.pt/fintechs-taxas-medias-entre-7-e-12/">“Fintechs – Taxas médias entre 7% e 12%”</a></p>
<p><strong>Reorganiza &#8211; As Suas Finanças Em Boas Mãos</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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