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	<title>Arquivo de Investimento - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Investimento - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Fundos de Investimento: Tudo o que precisa de saber para investir com confiança</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fundos-de-investimento-guia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 16:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer rentabilizar as suas poupanças e está com dúvidas sobre o que são fundos de investimento? Já conhece estes fundos mas não sabe como escolher o melhor para o seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer rentabilizar as suas poupanças e está com dúvidas sobre o que são fundos de investimento? Já conhece estes fundos mas não sabe como escolher o melhor para o seu caso concreto? Neste guia, procuraremos responder às principais questões para que possa rentabilizar o seu dinheiro com mais segurança.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#F1">O que são fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F2">Os fundos de investimento são um património autónomo</a></li>
<li><a href="#F3">O que é uma unidade de participação?</a></li>
<li><a href="#F4">Tipos de fundos de Investimento</a></li>
<li><a href="#F5">Porque investir em fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F6">Como avaliar o retorno de um fundo de investimento?</a></li>
<li><a href="#F7">Porque é que a gestão ativa costuma falhar?</a></li>
<li><a href="#F8">ETFs. Vs. Fundos de investimento convencionais</a></li>
<li><a href="#F9">Como investir em fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F10">Avaliar custos associados: comissões e taxas.</a></li>
<li><a href="#F11">Dicas para investir em fundos de investimento</a></li>
<li><a href="#F12">Conclusão</a>.<a id="F1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são fundos de investimento?</h2>
<p>Os fundos de investimento são instrumentos de investimento coletivo, significando isso que agregam o interesse de vários investidores num único produto. Ao agregar este interesse, conseguem captar mais capital para com isso <a href="https://reorganiza.pt/poupar-nao-e-investir-objetivos-e-estrategias-para-poupar-e-investir/">explorar diferentes alternativas de investimento</a> de forma diversificada e profissional, como falaremos de seguida.<a id="F2"></a></p>
<h3>Os fundos de investimento são um património autónomo</h3>
<p>Uma das características mais relevantes associadas aos fundos de investimento prende-se com o facto de ser um património autónomo. Quer isso dizer que é um património que a sociedade gestora não coloca nas suas contas (no seu balanço). Assim, em caso de insolvência da sociedade gestora, este património não é chamado à massa falida. Simplesmente, cada unidade de participação está em nome do seu detentor e a ele pertence.<a id="F3"></a></p>
<h3>O que é uma unidade de participação?</h3>
<p>Podemos considerar as unidades de participação como ações do fundo de investimento. Na prática, ao investir num fundo o que está a fazer é comprar unidades de participação (UP), que o fundo cria para lhe entregar. No momento de venda, o gestor entrega-lhe o capital que lhe pertence e cancela as unidades de participação. Por outro lado, cada UP tem associado o mesmo conjunto de direitos e de deveres, sendo todas as UP iguais entre investidores.<a id="F4"></a></p>
<h2>Tipos de fundos de Investimento</h2>
<p>Existem vários tipos de fundos de investimento, podendo-se nesta fase destacar dois:</p>
<ul>
<li>Fundos <strong>Fechados</strong> – Neste tipo de fundos, o número de unidades de participação é definido no momento da subscrição inicial, não variando ao longo de toda a maturidade do investimento.</li>
<li>Fundos <strong>Abertos</strong> – É possível comprar e vender unidades de participação do fundo durante a vida do investimento.<a id="F5"></a></li>
</ul>
<h2>Porque investir em fundos de investimento?</h2>
<p>O investimento nestes instrumentos tem sido muito procurado dado existir um conjunto interessante de vantagens para o investidor, sendo de destacar:</p>
<ol>
<li><strong>Mínimo de Investimento</strong> – É possível investir através de fundos com um montante relativamente reduzido de investimento. Dependendo da sociedade gestora e do banco comercializador, é possível investir a partir da compra de 1 unidade de participação. Noutros casos, poderá ter de comprar 500€ ou 1.000€, no mínimo.</li>
<li><strong>Diversificação de riscos</strong> – Cada fundo de investimento tem uma política de investimento que define como o dinheiro é gerido ao longo do tempo. Em qualquer dos casos, a compra de uma unidade de participação permite ao investidor diversificar o seu risco por uma infinidade de ativos, uma vez que o valor da sua UP depende do valor de todos estes ativos.</li>
<li><strong>Gestão profissional</strong> – Se acredita nos benefícios da gestão profissional, ao comprar uma unidade de um fundo está a delegar a gestão do seu dinheiro a uma equipa de gestores que analisam o ciclo e fazem uma correta alocação de ativos. Não significa que consigam atingir o seu objetivo, mas é esta a sua proposta de valor.</li>
<li><strong>Acesso a mercados e ativos</strong> – O investimento coletivo dá-os acesso a vários mercados ou ativos que, de outro modo, estão vedados aos investidores particulares. Por exemplo, investir em <em>hedge funds</em> ou em imobiliário no Sul da Ásia será fácil para um gestor profissional mas praticamente impossível para um pequeno aforrador em Portugal.<a id="F6"></a></li>
</ol>
<h2>Como avaliar o retorno de um fundo de investimento?</h2>
<p>O sucesso ou insucesso da equipa de gestão do fundo está associado ao desempenho do fundo em comparação com um índice de referência. Neste capítulo, trazemos à discussão dois conceitos:</p>
<ul>
<li>Gestão <strong>ativa</strong> – A gestão ativa consiste na procura dinâmica dos melhores ativos do mercado. Para tal, a equipa de gestão realiza operações de compra e de venda de ativos de modo a captar as melhores oportunidades do momento;</li>
<li>Gestão <strong>passiva</strong> – A gestão passiva acredita que é impossível ter um desempenho superior ao índice de referência de forma sistemática / consistente. Logo, o gestor contenta-se em replicar a carteira do índice de referência, tentando minimizar as operações de compra e de venda ao mínimo indispensável para replicar o desempenho deste índice.<a id="F7"></a></li>
</ul>
<h2>Porque é que a gestão ativa costuma falhar?</h2>
<p>A gestão ativa tende a ter insucesso porque tem associados vários tipos de custos que acabam encarecendo a gestão:</p>
<ol>
<li>Comissão de <strong>gestão</strong>;</li>
<li>Comissão de <strong>transação</strong>;</li>
<li>Impostos sobre lucros.</li>
</ol>
<p>Se considerarmos estes custos, o gestor tem de ter um desempenho consistentemente 3% a 5% acima do índice de referência, o que significa que acerta muito mais e com muito mais sucesso que todos os restantes investidores do mercado. A estatística comprova o insucesso.<a id="F8"></a></p>
<h2>ETFs. Vs. Fundos de investimento convencionais</h2>
<p>Para explorar esta dificuldade de ter um desempenho acima do índice de referência, poderá comprar ETF ou Exchange Traded Funds. Os ETF assemelham-se a fundos de investimento mas com algumas características das ações:</p>
<ol>
<li>Património autónomo;</li>
<li>Investimento coletivo;</li>
<li>Gestão passiva, procurando seguir o desempenho de índices de referência;</li>
<li>Custos de gestão minimizados;</li>
<li>Possibilidade de compra e venda no mercado, praticamente no imediato (depende da liquidez do produto).<a id="F9"></a></li>
</ol>
<h2>Como investir em fundos de investimento?</h2>
<p>O investimento ou compra de fundos de investimento é feito através de um intermediário financeiro. Podemos comprar fundos em bancos tradicionais (como aquele onde tem a sua conta à ordem ou o seu <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a>) ou em bancos supermercados de fundos. No primeiro caso, talvez só consiga comprar fundos geridos pela gestora do banco, sendo no segundo caso possível investir em fundos geridos pelas principais entidades gestoras de todo o mundo. Percebemos onde tem mais liberdade e menos conflito de interesses.<a id="F10"></a></p>
<h3>Avaliar custos associados: comissões e taxas</h3>
<p>A atividade de gestão e de comercialização dos fundos de investimento tem de ser paga. E imagine quem o faz? O investidor, naturalmente. Assim, para escolher a sua carteira de fundos deve ter muita atenção a todas as comissões que lhe são aplicadas:</p>
<ul>
<li>Comissão de <strong>gestão</strong> – Custo que se destina-se a compensar o trabalho da equipa de gestão ou da Sociedade Gestora. É uma taxa anual mas que é cobrada diariamente;</li>
<li>Comissões de <strong>Subscrição</strong> – Devida no momento da compra de unidades de participação e na generalidade dos fundos situam-se entre 0 e 3,5%. Paga para ter o “privilégio” de investir nesse fundo?</li>
<li>Comissão de <strong>Resgate</strong> – Devida no momento de venda de unidades de participação e normalmente só existem quando o prazo médio de duração de investimento não é cumprido pelo investidor;</li>
<li><strong>Custos de Transação</strong> – As operações de compra e venda de títulos implicam custos de corretagem, que são suportados pelo cliente. Dependendo da classe de ativos, estas comissões/custos podem representar até 2-3% do montante anual sob gestão.</li>
<li>Comissão de <strong>performance</strong> – Comissão pouco comum nos fundos convencionais. Pode ter duas faces da medalha. Por um lado, estimulam a equipa gestora para a obtenção de resultados melhores. Por outro, podem induzir um nível demasiado elevado de risco, de modo a obter esses mesmos resultados.</li>
</ul>
<p>Todos estes custos são publicitados no prospeto e na ficha de informação ao investidor. Recomendamos que os analise com cautela, porque sendo comissões pouco visíveis, “roem” o seu retorno de forma expressiva para prazos mais longos.<a id="F11"></a></p>
<h3>Dicas para investir em fundos de investimento</h3>
<p>Não vamos deixar dicas sobre como escolher o fundo mais quente do momento, porque isso varia muito ao longo do tempo. No entanto, algumas dicas úteis para tentar aumentar a taxa de sucesso da sua carteira:</p>
<ol>
<li>Invista apenas no que conhece. Se não sabe os riscos e potencialidades de determinado fundo, não o compre. Procure que o gestor lhe explique muito bem como funciona o fundo;</li>
<li>Atenção à <a href="https://reorganiza.pt/como-montar-uma-estrategia-de-investimento/">estratégia de investimento</a>, que deve ser enquadrada com o seu perfil de risco, horizonte de investimento, conhecimentos e objetivos.</li>
<li>Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. Tenha em mente que a publicidade é muito assente no retorno do ano anterior, se for bom, ou nos anos anteriores, se for bom. Logo, a publicidade pode enganar;</li>
<li>Invista de acordo com o seu horizonte de investimento, procurando enquadrar o prazo de investimento recomendado com a sua necessidade de liquidez;</li>
<li>Analise o retorno do investimento ao longo de ciclos longos, procurando perceber como o fundo se comporta em momentos de expansão e em momentos de crise económica;</li>
<li>Atente à moeda do investimento, que pode ser um risco a considerar.</li>
<li>Olhe para a taxa de custos global, evitando gestores que “rodam” muito a carteira.</li>
<li>Descarregue o nosso <a href="https://reorganiza.pt/livros/o-guia-do-investimento/">Guia do Investimento</a>, com mais dicas importantes;</li>
<li>Não se esqueça do seu perfil de risco nem de não investir o dinheiro que lhe fará falta para o dia-a-dia.<a id="F12"></a></li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os fundos de investimento são importantes ativos numa carteira de investimento. pelas suas características, são procurados para diversificar riscos e para ter acesso a carteiras geridas profissionalmente. Podem ser bons investimentos, mas devem ser analisados com cautela para garantir que o seu risco / retorno é adequado ao interesse do investidor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depósitos a Prazo – Guia completo para uma poupança segura</title>
		<link>https://reorganiza.pt/depositos-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2024 14:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Depósitos a Prazo]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[Os depósitos a prazo são um dos produtos preferidos dos portugueses para aplicar as suas poupanças. Neste guia vamos explicar todos os detalhes para que consiga tirar melhor partido dos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os depósitos a prazo são um dos produtos preferidos dos portugueses para aplicar as suas poupanças. Neste guia vamos explicar todos os detalhes para que consiga tirar melhor partido dos depósitos a prazo e rentabilizar as suas poupanças com segurança e tranquilidade.</p>
<ul>
<li><a href="#dp1">O que são depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp2">Tipos de depósitos a prazo</a>
<ul>
<li><a href="#dp3">Depósitos simples</a></li>
<li><a href="#dp4">Depósitos estruturados</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#dp5">Os depósitos a prazo têm risco?</a></li>
<li><a href="#dp6">Por que investir em depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp7">Como escolher um depósito a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp8">Como ter mais juro no depósito a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp9">Riscos e cuidados a ter ao investir em depósitos a prazo</a>
<ul>
<li><a href="#dp10">Impacto da inflação na rentabilidade</a></li>
<li><a href="#dp11">Penalizações por mobilização antecipada</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#dp12">Qual a fiscalidade dos depósitos a prazo?</a></li>
<li><a href="#dp13">Quais as alternativas aos depósitos a prazo?</a><a id="dp1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são depósitos a prazo?</h2>
<p>Como referido, os depósitos a prazo são um dos produtos de poupança preferidos dos portugueses, embora muitas pessoas não conheçam ao certo o que são e como funcionem. Aliás, nas nossas formações de finanças pessoais perguntamos o que são depósitos a prazo e a maioria das pessoas não percebe que é uma das formas de nos tornarmos o banco do nosso banco.</p>
<p>Um depósito a prazo é um contrato de financiamento que une o Banco a um cliente aforrador, seja ele uma pessoa ou uma empresa. Neste contrato, são definidas as regras de funcionamento e os direitos e deveres das partes, nomeadamente:</p>
<ul>
<li><strong>Menção Depósito a Prazo</strong>, devendo garantir que o documento refere que está a fazer um depósito a prazo, de modo a evitar tornar-se o lesado de um qualquer banco;</li>
<li><strong>Montante do depósito</strong>, existindo um mínimo de constituição que costuma rondar os 500€ (em depósitos de entregas programadas, o mínimo tende a ser mais baixo mas com o compromisso de entregas durantes vários meses);</li>
<li><strong>Prazo do depósito</strong>, que define a data em que o dinheiro é devolvido ao seu dono;</li>
<li><strong>Condições de mobilização e tipo de taxa de juro</strong>;</li>
<li><strong>Taxa de juro contratada</strong>, que como veremos depende do montante, do prazo e do Banco.<a id="dp2"></a></li>
</ul>
<h2>Tipos de depósitos a prazo</h2>
<p>Os depósitos a prazo não são todos iguais antes, tendem a variar com base na taxa de juro, na possibilidade de mobilização (possível ou não e com ou sem penalização de juros) e na forma de pagamento do juro (no início ou no fim do contrato).<a id="dp3"></a></p>
<h3>Depósitos simples</h3>
<p>Os depósitos a prazo simples são os mais comuns. Nestes, existe um pagamento de um juro fixo ao longo do contrato, sendo na maturidade entregue o montante investido, acrescido do juro líquido de impostos.<a id="dp4"></a></p>
<h3>Depósitos estruturados</h3>
<p>Os depósitos estruturados são produtos que têm capital garantido, sendo o juro dependente, total ou parcialmente, da evolução de um produto financeiro com risco. Na prática, quando aplica dinheiro em depósitos estruturados não sabe qual o retorno que terá, pois esta depende, por exemplo, do preço de uma ou mais ações, da evolução de índices de ações, de cotações de taxas de câmbio, entre outros.</p>
<p>Para contratar depósitos estruturados, sugerimos que analise um conjunto de características fundamentais:</p>
<ol>
<li>Como é determinada a taxa de juro, procurando perceber se existe uma taxa de retorno mínima;</li>
<li>Qual o risco que corre ao investir nestes produtos;</li>
<li>Quais os custos associados.</li>
</ol>
<p>Os depósitos estruturados podem fazer sentido na sua carteira de poupança e de investimento mas deve trata-los como algo diferente dos depósitos tradicionais, visto que não tendo risco de capital, têm risco de taxa de retorno, podendo aplicar dinheiro sem ganhar nada com isso.<a id="dp5"></a></p>
<h2>Os depósitos a prazo têm risco?</h2>
<p>Uma das características que torna estas aplicações tão populares numa população avessa ao risco é a sua ausência de risco (pelo menos em teoria). De facto, ao contratar um depósito (seja a prazo ou à ordem), está a emprestar dinheiro ao banco. Assim, o risco que corre é a possibilidade de o banco não lhe devolver o dinheiro, o que acontece em caso de insolvência. No entanto, para garantir que os depositantes têm confiança em colocar o dinheiro no banco (e não debaixo do colchão), foi criado um fundo de garantia de depósitos.</p>
<p>O <a href="http://www.fgd.pt">Fundo de Garantia de Depósitos</a> é uma garantia tácita de que, em caso de falência do banco, o dinheiro dos depositantes é devolvido, com alguns limites:</p>
<ul>
<li>Até 100.000€;</li>
<li>Por banco;</li>
<li>Por número de contribuinte.</li>
</ul>
<p>Saiba que nos casos dos problemas bancários que vivemos há vários anos, o fundo de garantia não foi acionado, porque os produtos contratados não eram depósitos. Por outro lado, em caso de falência de um banco importante, o fundo de garantia não tem capacidade financeira para honrar os compromissos.<a id="dp6"></a></p>
<h2>Por que investir em depósitos a prazo?</h2>
<p>Os depósitos a prazo são uma solução segura e previsível para aplicar as suas poupanças e dispõem de um conjunto de vantagens e características que deve conhecer. Podemos destacar alguns motivos para constituir um depósito:</p>
<ol>
<li>Constituir o seu <strong>fundo de emergências</strong>, que deve ser aplicado em soluções sem risco e com mobilização imediata, mesmo que com perda de parte ou da totalidade do juro corrido;</li>
<li><strong>Criar hábitos de poupança</strong>, sendo uma forma muito boa para perceber como funcionam os produtos de poupança e a tributação que lhes está associada;</li>
<li><strong>Evitar gastos de dinheiro</strong>, já que podemos ter uma entrega automática que nos reduz o rendimento disponível para gastar todos os meses;</li>
<li><strong>Conferir estabilidade a uma carteira de investimento</strong>, servindo como uma reserva de capital para aproveitar oportunidades de investimento que surjam, por exemplo, com uma queda repentina do mercado.<a id="dp7"></a></li>
</ol>
<h2>Como escolher um depósito a prazo?</h2>
<p>Sendo produtos muito semelhantes entre si, não significa que sejam iguais em todos os bancos. Assim, sugerimos que tenha atenção a 3 fatores:</p>
<ul>
<li><strong>Credibilidade</strong> da instituição financeira, devendo escolher bancos sólidos e confiáveis. Por exemplo, se tiver um banco a oferecer uma taxa de juro muito superior aos restantes, tenha cautela;</li>
<li><strong>Prazo</strong> do depósito, que deve ser enquadrado com o momento em que irá precisar do dinheiro, evitando ter de mobilizar o capital antecipadamente com penalização de juros;</li>
<li><strong>Taxa de juro</strong>, que pode negociar com o banco, mas que depende da credibilidade do banco e do prazo contratado.<a id="dp8"></a></li>
</ul>
<h2>Como ter mais juro no depósito a prazo?</h2>
<p>Os bancos dão diferentes taxas de juro para diferentes clientes, sendo que estas taxas variam também da altura do ano em que são contratados. Assim, algumas dicas que podem ser úteis para ter mais juros no seu depósito:</p>
<ol>
<li>As taxas de juro costumam ser<strong> maiores para prazos mais longos</strong>, embora nem sempre seja verdade. Desde modo, pode contratar vários depósitos com prazos diferentes para tentar captar diferentes taxas;</li>
<li>As taxas de juro costumam ser <strong>maiores no final do ano</strong>. De facto, os bancos não querem perder depósitos no final do ano, pois pode comprometer o seu fecho de contas. Assim, é comum ter taxas maiores nos últimos meses do ano, algo que pode aproveitar;</li>
<li>É possível<strong> negociar as taxas de juro com o seu gestor de conta</strong>. Logo, se tiver mais capital e disponibilidade, fale com o seu gestor e peça uma taxa maior do que a apresentada no site do banco;</li>
<li>Os<strong> depósitos das crianças tendem a ter taxas mais baixas do que os depósitos dos adultos</strong>, isto porque quando fazemos depósitos para os nossos filhos normalmente não olhamos para a taxa mas antes para a conveniência.<a id="dp9"></a></li>
</ol>
<h2>Riscos e cuidados a ter ao investir em depósitos a prazo</h2>
<p>Quem aplica o seu dinheiro em depósitos a prazo deve ter em atenção algumas cautelas, nomeadamente o impacto da inflação, as penalizações por mobilização antecipada e o risco de insolvência do banco.<a id="dp10"></a></p>
<h3>Impacto da inflação na rentabilidade</h3>
<p>O tema da inflação é muito relevante para quem poupa. De facto, não é equivalente ter uma taxa de juro de 3% quando a taxa de inflação é de 1% ou quando é de 6%. No primeiro cenário, existe um retorno real de 2% e no segundo existe uma perda de 3%. Em ambos, por cada 100€ investidos recebemos 3€ no final de 12 meses. No entanto, a inflação tira-nos poder de compra, podendo mesmo implicar uma perda de poder de compra, como no segundo caso. Logo, em cenários de elevada inflação, devemos procurar investir com risco de modo a, pelo menos, acompanhar a inflação.<a id="dp11"></a></p>
<h3>Penalizações por mobilização antecipada</h3>
<p>A maioria dos depósitos a prazo tem penalização de juros por mobilização antecipada. Assim, deve analisar com cuidado as características do depósito para saber com o que pode contar. Por norma, se resgatar o capital antes do fim do prazo irá perder todos os juros corridos. Logo, tenha muita cautela e associe o prazo ao momento em que irá precisar do seu capital. Em caso de dúvida, divida o dinheiro em vários depósitos.<a id="dp12"></a></p>
<h2>Qual a fiscalidade dos depósitos a prazo?</h2>
<p>O rendimento dos depósitos a prazo tem associada uma tributação, como qualquer rendimento em Portugal. Assim, conte com dois tipos de tributação:</p>
<ul>
<li><strong>Taxa liberatória</strong> – Neste caso, há lugar à retenção na fonte de 28% do juro recebido, não sendo necessário declarar o rendimento na sua declaração de IRS;</li>
<li><strong>Taxa englobada</strong> – Podemos englobar o rendimento no nosso IRS, sendo a taxa de imposto a taxa do total do rendimento, podendo ter uma devolução do imposto retido na fonte. Por norma, esta alternativa não é interessante.<a id="dp13"></a></li>
</ul>
<h2>Quais as alternativas aos depósitos a prazo?</h2>
<p>Com alguma probabilidade, existem alternativas mais interessantes para quem quer aplicar o seu dinheiro. Infelizmente, tendemos a procurar apenas soluções com capital garantido, e nestes casos temos três alternativas:</p>
<ul>
<li><a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/"><strong>Seguros de capitalização</strong></a>, soluções com capital e taxa de juro garantida e com um enquadramento fiscal muito mais interessante do que os depósitos a prazo, especialmente para prazos de poupança mais alargados;</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/"><strong>Certificados de aforro</strong></a>, soluções de poupança do Estado que têm taxas de juro interessantes, não têm risco e permitem o investimento com baixos montantes (o mínimo são 100€);</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/"><strong>PPR</strong></a>, existindo alguns também com capital e taxa de juro garantida, sendo o imposto sobre os lucros muito mais baixo do que outras alternativas.</li>
</ul>
<p>Os depósitos a prazo podem ser uma solução interessante para aplicar o seu dinheiro sem risco e com bons níveis de liquidez. Podem também ser uma forma boa de parquear o seu dinheiro esperando boas oportunidades de investimento que surjam com a queda do mercado. Em ambos os casos, é fundamental que seja criterioso na escolha do banco e que negoceie as taxas de juro para garantir que maximiza o seu retorno.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimento imobiliário – Como investir em imóveis?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 09:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Investir em imóveis pode ser bastante rentável. É certamente muito interessante e desperta muita curiosidade. Mas como ganhar dinheiro no investimento imobiliário? Neste guia iremos introduzir o imobiliário como classe...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investir em imóveis pode ser bastante rentável. É certamente muito interessante e desperta muita curiosidade. Mas como ganhar dinheiro no investimento imobiliário? Neste guia iremos introduzir o imobiliário como classe de ativos para investimento e abordar os principais conteúdos que precisa de conhecer para se iniciar como investidor.</p>
<h2>Porquê investir em imóveis?</h2>
<p>O investimento imobiliário tem um conjunto de características que o tornam um investimento particularmente interessante. Destacamos algumas destas características:</p>
<ol>
<li><strong>Ativos tangíveis</strong> – Os imóveis são um ativo tangível. Podemos apalpar. Ver. Acompanhar de perto. E esta característica faz com que o avaliemos como algo menos arriscado, talvez porque o conhecimento reduz a sensação de risco.</li>
<li><strong>Ativos imóveis</strong> – Como o próprio nome indica, os imóveis não se podem mover. Logo, são ótimos ativos para dar como garantia num empréstimo junto da banca. Assim, facilmente conseguimos financiamento barato para comprar um imóvel para investir, o que nos permite alavancar retornos e investir mesmo tendo muito pouco dinheiro disponível.</li>
<li><strong>Valor intrínseco</strong> – Uma casa tem sempre um valor intrínseco. No prior das hipóteses podemos ir viver para esse ativo, pelo que podemos dizer que nunca perde todo o seu valor. Pode desvalorizar, mas tem sempre valor. Se for um ativo de qualidade, deverá ter pessoas interessadas em morar nos imóveis, especialmente numa altura em que não há oferta para tanta procura.</li>
<li><strong>Acompanha a inflação</strong> – O valor dos imóveis tende a acompanhar a inflação. É certo que podemos ter momentos de desvalorização a que se seguirão momentos de grande valorização. No entanto, na generalidade dos mercados, o preço dos imóveis tende a acompanhar a inflação em prazos alargados, o que acaba por permitir pelo menos a manutenção do poder de compra do investidor.</li>
</ol>
<p>Sugerimos que leia o artigo que escrevemos sobre quais as <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-quais-as-vantagens-do-imobiliario/">vantagens do investimento em imóveis</a> que dá mais algum detalhe sobre este tópico.</p>
<h2>Vantagens do investimento imobiliário</h2>
<p>Existem vários motivos para investir em imóveis, como já referimos. Existem, ainda, outras vantagens que tornam esta classe de ativos muito favorável para quem quer ter uma boa relação risco/retorno. São elas:</p>
<ol>
<li>Risco do investimento &#8211; O risco do investimento imobiliário é potencialmente baixo. Como referido, o imóvel tem um valor intrínseco, pelo que a probabilidade de perder todo o dinheiro é muito reduzida. Se perder algum dinheiro também não deverá ser assim tanto (pelo menos em termos percentuais) porque a casa tem um valor que não desaparece (pronto, se explodir com a casa poderá perder o seu dinheiro, mas assumindo que não somos doidos isso não deverá acontecer).</li>
<li>Alavancagem &#8211; Como os imóveis têm um valor intrínseco e como são imóveis, são ótimos ativos para dar como garantia a operações de crédito. Sendo uma boa garantia, o custo do crédito irá ser mais baixo, o que nos permite pedir crédito para investir, o que torna o investimento muito mais rentável e apetecível.</li>
<li>Rendimento crescente &#8211; Seja pela valorização do imóvel, seja pela evolução das rendas, o rendimento proveniente do imobiliário tende a ser crescente.</li>
</ol>
<h2>Por onde começar o investimento imobiliário?</h2>
<p>O primeiro passo no investimento imobiliário consiste em vencer a inércia. É verdade, para começar temos de o querer fazer. Realmente. Ser consequentes. Assim, devemos definir:</p>
<ol>
<li>Quais os nossos objetivos com o investimento?</li>
<li>Qual ou quais as estratégias que queremos seguir?</li>
<li>Quais os mercados que queremos dominar?</li>
</ol>
<p>A resposta a estas 3 perguntas irá permitir definir uma estratégia e fazer planos, passo prévio para iniciarmos o nosso percurso enquanto investidores. Para o ajudar, sugerimos que vejo o vídeo sobre <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">como começar a investir em imóveis</a>.</p>
<h2>Quais as estratégias de investimento imobiliário?</h2>
<p>Existem diferentes modalidades ou estratégias para investir em imóveis, apresentamos de seguida 3 estratégias, as duas primeiras mais conhecidas e a terceira menos popular, mas nem por isso menos rentável:</p>
<ol>
<li>Compra para revenda, conhecida por Fix and Flip. Uma estratégia ideal para quem quer ganhar dinheiro rapidamente. Envolve encontrar boas oportunidades (não abundam), eventualmente fazer algumas obras de melhoria e revender a um preço mais elevado. Está mais dependente do nosso trabalho, do nosso conhecimento e do preço de mercado;</li>
<li>Compra para arrendamento, a estratégia que preferimos. Uma estratégia para quem quer acumular riqueza num prazo mais alargado. Costumamos dizer que quem compra para arrendar, especialmente com recurso a um bom crédito habitação, nunca perde dinheiro.</li>
<li>Compra de casas arrendadas, uma estratégia que permite comprar imóveis já arrendados e que, por isso, acabam por ter um preço mais baixo. Por norma, temos casas com rendas antigas com grandes descontos, sendo o retorno conseguido em prazos mais alargados. Sugiro a leitura de um caso prático, onde falamos do <a href="https://reorganiza.pt/o-meu-primeiro-investimento-imobiliario/">primeiro investimento imobiliário</a> de um dos sócios da Reorganiza.</li>
</ol>
<h2>Passos para ganhar dinheiro no imobiliário</h2>
<p>Fizemos um vídeo em que detalhamos <a href="https://reorganiza.pt/5-passos-para-ganhar-dinheiro-no-investimento-imobiliario/">5 passos para ganhar dinheiro no investimento imobiliário</a> que sugerimos que veja. De forma resumida, falamos de 5 passos simples:</p>
<ol>
<li>Determinar o rendimento do imóvel, tanto o atual como o potencial;</li>
<li>Calcular as despesas do imóvel;</li>
<li>Determinar o rendimento líquido, que na prática é o rendimento menos as despesas que temos;</li>
<li>Calcular o custo financeiro, caso tenhamos recorrido a endividamento para fazer a compra;</li>
<li>Calcular a <em>Yield</em> do investimento, que relaciona o retorno líquido de custos com o investimento que realizamos. Neste campo, falamos da <em>Yield</em> total e da <em>Yield</em> dos capitais próprios, e será interessante perceber o impacto que o endividamento tem no retorno que obtemos.</li>
</ol>
<h2>Como avaliar o retorno do investimento em imóveis</h2>
<p>Investir em imóveis é um investimento que deve ser comparado com outras classes de ativos. Esta comparação deve ter em conta a relação entre o retorno que obtemos e o risco que corremos. Assim, preparámos uma vídeo onde mostramos <a href="https://reorganiza.pt/como-avaliar-o-retorno-do-investimento-imobiliario/">como avaliar o retorno do investimento em imóveis</a>, tendo em consideração os 5 passos que referimos acima.</p>
<p>De forma simples, o investir em imóveis tem a vantagem de nos proporcionar uma renda potencialmente muito interessante (temos imóveis com yields acima de 10%, se bem que o mais razoável atualmente são yields na casa dos 4%-5%) ao mesmo tempo que goza do potencial de valorização do imóvel. Claro que a decisão de compra é hoje em dia mais difícil porque os imóveis estão com valores bastante inflacionados, embora nos pareça que não vão baixar (já que não construímos muitas casas em Portugal).</p>
<h2>Quais os impostos no imobiliário?</h2>
<p>Quem investe, como quem respira em Portugal, tem de pagar impostos. Assim, temos um conjunto de impostos na compra (IMT, imposto do selo), impostos na manutenção do imóvel em nossa posse (IMI, AIMI) e impostos sobre as rendas ou sobre as mais-valias.</p>
<p>Dominar a fiscalidade do imobiliário é fundamental para que consigamos otimizar os nossos rendimentos. Implica estar atento à legislação, que está em constante mutação. E ter o apoio de um bom contabilista. Para o ajudar, fizemos um vídeo com um fiscalista da <a href="https://www.eversheds-sutherland.pt/en/">Eversheds Sutherland</a> sobre <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-quais-os-impostos-na-compra-e-na-manutencao/">fiscalidade no imobiliário</a> e montámos um <a href="https://angularfinance.pt/">escritório de contabilidade</a> especializado neste tipo de negócios. Não deixe de nos consultar para perceber o melhor enquadramento para o seu negócio. E já agora, será que vale a pena montar uma empresa para investir em imóveis? Talvez sim… talvez não compense. Depende da dimensão e da sua ambição.</p>
<h2>Como é o financiamento para compra de imóveis de investimento?</h2>
<p>A escolha do melhor crédito para investir em imóveis depende da sua escolha entre investir em título particular ou criar uma empresa para o efeito:</p>
<ol>
<li><a href="/credito-habitacao">Crédito habitação</a> – Permite alargar o prazo do investimento para perto de 30 anos e baixar a taxa de juro. Torna-se um financiamento barato e com uma prestação mensal potencialmente bastante baixa. Aliás, a taxa de juro tende a ser mais baixa do que a yield do investimento;</li>
<li>Crédito Empresa – Os prazos são mais curtos e as taxas de juro mais elevadas. Permite deduzir os juros como despesa, abatendo assim no imposto sobre os lucros.</li>
<li>Crédito hibrido – Alguns bancos permitem financiar um imóvel em nome particular dando como garantia um imóvel de uma empresa. Uma solução que pode ser interessante para alguns investidores.</li>
</ol>
<h2>Guia do Investimento Imobiliário</h2>
<p>Fruto de vários anos e de várias operações de compra para arrendamento, decidimos escrever um livro para servir de <a href="https://reorganiza.pt/livros/guia-do-investimento-imobiliario/">guia do investimento imobiliário</a>. Poderá consultar e ficar a par de todos os conteúdos que necessita para dominar esta classe de ativos, sendo certo que nada vence a experiência. Ao iniciar o seu caminho, vai certamente aprender que o imobiliário não é um bicho de sete cabeças e que é até bastante simples. Por outro lado, sugerimos que assista à nossa <a href="https://orientwa.com/masterclasses/">masterclass sobre investimento imobiliário</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como gerir os reembolsos do IRS?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-gerir-os-reembolsos-do-irs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Reembolsos IRS]]></category>
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					<description><![CDATA[Já pensou o que vai fazer ao reembolso do seu IRS? Talvez já lhe tenha dado um destino ou ainda esteja a pensar como poderá gastar o dinheiro. Neste vídeo,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou o que vai fazer ao reembolso do seu IRS? Talvez já lhe tenha dado um destino ou ainda esteja a pensar como poderá gastar o dinheiro. Neste vídeo, uma parceria entre o Grupo Reorganiza e o Jornal Económico, abordamos alternativas para aplicar o seu reembolso do IRS.</p>
<p> <iframe width="860" height="415" src="https://www.youtube.com/embed/Ru5UbrSn5CQ" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Alguns destaques:</h2>
<ul>
<li>Garantir que temos um fundo de emergências antes de gastarmos o dinheiro, porque os imprevistos vão sempre acontecer, só não sabemos quando e a sua consequência financeira;</li>
<li>Definir objetivos de poupança, sejam de curto prazo, de médio prazo ou de longo prazo;</li>
<li>Já pensou no regresso às aulas?</li>
<li>E por que não fugir das aplicações tradicionais? Sabia que o dinheiro perde valor se estiver parado na conta à ordem?</li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/">Seguros de Capitalização</a>, <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr/">PPR</a> e afins numa carteira diversificada</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como acumular €100.000 sem grande esforço?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-acumular-e100-000-sem-grande-esforco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Pouparnça]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer poupar dinheiro e não sabe como nem por onde começar? Bem, pode começar por este artigo onde lhe mostramos como é possível acumular muito dinheiro sem grande esforço. Se...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quer poupar dinheiro e não sabe como nem por onde começar? Bem, pode começar por este artigo onde lhe mostramos como é possível acumular muito dinheiro sem grande esforço. Se não acredita, dê-nos o benefício da dúvida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como poupar dinheiro?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para poupar dinheiro tem de querer fazê-lo. Pode não ser politicamente correto dize-lo mas temos de o fazer. Não podemos querer poupar dinheiro se mantemos os mesmos hábitos de consumo ou de despesa. Se o dinheiro praticamente nem chega para as despesas do mês como poderá querer colocar algum dinheiro de parte se não muda nada? Nunca se esqueça que não podemos esperar resultados diferentes se mantemos os mesmos processos. Logo, para poupar dinheiro tem de atacar as principais fontes de despesa com alguma criatividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cortar nos créditos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É tão fácil cortar despesas com créditos. Já reparou na evolução das taxas de juro? Durante vários anos as taxas de juro de mercado têm vindo a cair de forma significativa, tendo mesmo atingido valores negativos. Por outro lado, os bancos estão desejosos de conceder crédito às famílias, especialmente os créditos com garantias, como o caso do crédito habitação. Logo, para cortar dinheiro com créditos tem de perceber se é possível transferir o seu crédito habitação para outro banco e com isso reduzir os custos com juros (redução do spread) e os custos com os produtos e serviços associados (com especial destaque para o seguro de vida do crédito habitação). É também possível cortar com os custos de outros créditos através da consolidação de créditos ou mesmo da negociação de alguns destes créditos diretamente com as instituições financeiras. Se é possível, porque não tenta?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cortar nos seguros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na secção anterior falamos do <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-seguro-de-vida-credito-habitacao/">seguro de vida de crédito habitação</a>, despesa em que é possível cortar mais de 50% com o recurso a uma companhia de seguros especialista. No entanto, existe um potencial muito grande e ainda inexplorado de redução de custos, seja com o seguro automóvel seja com os restantes seguros. É fundamental ter uma boa carteira de seguros, para estar protegido, mas é possível cortar custos de forma significativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cortar nos restantes contratos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É possível cortar custos nos vários contratos que temos, como sendo as despesas com eletricidade e gás (juntando os operadores), as despesas com a água (por exemplo, percebendo se tem descontos pelo número de pessoas do agregado familiar) ou a renegociação dos pacotes de telecomunicações (escolher um pacote adequado às suas necessidades e negociando o preço com o seu operador). O importante mesmo é estar atento e assumir uma postura de negociação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas depois de cortar é preciso…</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É sempre bom cortar as despesas pois estamos a pagar menos pelo mesmo ou mesmo por melhor produto ou serviço. No entanto, se queremos poupar mesmo dinheiro temos de decidir o destino a dar a esta poupança. O nosso velho eu é bem capaz de decidir que tem de destinar este dinheiro para gastar, para fazer novos créditos, para viajar ou para outra coisa qualquer. Talvez seja preciso ter espaço para gastar de modo a garantirmos um mínimo de qualidade de vida. No entanto, na maioria dos casos, se vivíamos bem com aquelas despesas não precisamos de correr a gastar o dinheiro extra noutras despesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o nosso objetivo é poupar dinheiro, devemos destinar o diferencial entre as anteriores despesas e as novas para uma conta poupança. Idealmente, poderemos investir uma parte importante deste capital na expetativa de obtermos um retorno, aumentando assim as possibilidades de consumo futuro. Para o ajudar, preparámos um <a href="https://reorganiza.pt/livro/">Ebook sobre investimentos</a> bem como um pequeno guia para começar a investir o seu dinheiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coaching Financeiro – O que é e para que serve?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/coaching-financeiro-o-que-e-e-para-que-serve/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/coaching-financeiro-o-que-e-e-para-que-serve/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Cavaleiro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[coaching financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/coaching-financeiro-o-que-e-e-para-que-serve/</guid>

					<description><![CDATA[Tem alguma situação financeira que queira mudar? Gostava de acabar com algum crédito e não sabe por onde começar? Está preocupado com a sua reforma e quer começar a poupar?...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem alguma situação financeira que queira mudar? Gostava de acabar com algum crédito e não sabe por onde começar? Está preocupado com a sua reforma e quer começar a poupar? Estas e outras respostas podem ser dadas pelo coaching financeiro. Neste artigo mostramos-lhe o que é o coaching financeiro e como pode ajudar a atingir os seus objetivos de vida.</p>
<h2>O que é o coaching financeiro?</h2>
<p>Entende-se por coaching financeiro um acompanhamento e orientação em matérias financeiras. Este acompanhamento começa com um diagnóstico e conhecimento da situação atual, a perceção dos objetivos e um acompanhamento repetido e frequente. Um dos grandes objetivos é apoiar a pessoa a desenvolver capacidades de gestão de contas, de virtudes e comportamentos para a melhor tomada de decisões financeiras. Por outro lado, procuramos aumentar os conhecimentos da pessoa através de sessões individualizadas de literacia de investimentos, para que possa tomar as melhores decisões, seja investimento mobiliário ou investimento imobiliário.</p>
<h2>Como se desenvolve o coaching financeiro?</h2>
<p>Podemos enquadrar o coaching financeiro em várias áreas, desde situações de crédito a ocorrências naturais da sua vida ordinária como gestão do dinheiro ou manter-se fiel ao orçamento predelineado, etc. Em todas estas áreas deveremos ter um acompanhamento por algum perito, que o ajuda a chegar às soluções que pretende e que o prepare para enfrentar as decisões financeiras do quotidiano.</p>
<p>Para os puristas do coaching, estas sessões assemelham-se mais a sessões de mentoria, uma vez que existe um envolvimento maior por parte do coach da Reorganiza. Em qualquer dos casos, a nossa preocupação é que a pessoa saia mais capacitada para tomar melhores decisões e que seja autónoma na tomada de decisões financeiras.</p>
<h2>O plano de coaching financeiro da Reorganiza envolve 3 etapas:</h2>
<ol>
<li><strong>Sessão Inicial</strong> – Fazemos um diagnóstico da situação financeira, a construção do orçamento familiar, identificação de pontos de melhoria e o levantamento das necessidades e objetivos da pessoa, traçando-se um caminho a seguir;</li>
<li><strong>Apoio na reestruturação financeira</strong> – Com o apoio das equipas da Reorganiza é feita a reestruturação financeira da família, a redução de encargos e o início do caminho de poupança e investimento, traçando-se as metas e delineando o caminho;</li>
<li><strong>Sessões de Acompanhamento</strong> – Diversas sessões de coaching para garantir uma mudança de hábitos e o atingimento dos objetivos. Estas sessões envolvem ainda o coaching não financeiro, considerando outras facetas da sua vida, bem como sessões de literacia financeira e de investimento.</li>
</ol>
<h2>O acompanhamento financeiro deve ser profundo…</h2>
<p>Este acompanhamento financeiro não pode ficar-se pela solução ou reestruturação financeira. Para que consigamos atingir os nossos objetivos financeiros temos de mudar hábitos. Mudar crenças. Traçar metas e seguir um caminho rigoroso e com o acompanhamento de profissionais qualificados para o efeito. Isto porque o bem-estar pessoal influencia as nossas finanças assim como as finanças influenciam o bem-estar.</p>
<p>Falamos de motivação e desenvolvimento pessoal no sentido de uma evolução decisiva na área humana e interpessoal. Essas áreas são desenvolvidas no coaching, que por sua vez, também se manifestarão na vida financeira. Por outro lado, o coaching assenta nos bons conselhos financeiros, e esses conselhos, se bem aplicados tornarão a sua vida melhor e mais preenchida.</p>
<h2>3 facetas do coaching financeiro</h2>
<p>Podemos dizer que o coaching financeiro tem pelo menos 3 facetas:</p>
<ol>
<li>Necessidade de reabilitação financeira e comportamental para desenvolvermos um padrão de consumo mais responsável, por exemplo;</li>
<li>Aumentar as poupanças ou seguir mais corretamente as suas restrições orçamentais;</li>
<li>Ponderar o investimento futuro de modo a atingir determinado objetivo.</li>
</ol>
<p>Cada uma destas facetas complementa-se mutuamente e irá resultar numa mudança de hábitos e comportamentos que, em última análise, irão facilitar o atingir dos seus objetivos e contribuir para a sua liberdade.</p>
<h2>Como ter um bom acompanhamento?</h2>
<p>Se quer mudar de vida ou se simplesmente precisa de ajuda para tomar uma decisão financeira, pode contar com o <a href="https://reorganiza.pt/coaching-financeiro/" target="_blank" rel="noopener">apoio dos coaches da Reorganiza</a>. Tire as suas dúvidas e atinja os seus objetivos. Para tal, bastará preencher o formulário de contacto e será contactado para perceber como podemos ajudar a atingir os seus objetivos financeiros.</p>
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