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	<title>Imobiliário - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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		<title>Transferência Crédito Habitação: Como Mudar e Poupar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/transferencia-credito-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[transferências]]></category>
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		<p>Se tem um crédito habitação, sabe que as condições do mercado podem mudar rapidamente e o que era uma boa proposta há alguns anos pode já não ser a mais vantajosa hoje. A transferência de crédito habitação é uma solução cada vez mais utilizada por famílias que procuram reduzir a prestação mensal ou melhorar as condições do seu empréstimo.</p>
<p>Neste artigo explicamos, de forma simples, como funciona este processo, quando faz sentido avançar e como pode poupar significativamente ao mudar o seu crédito para outro banco.</p>
<h2><strong>O que é a transferência de Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>A transferência de crédito habitação é o processo de mudar o seu empréstimo de um banco para outro que ofereça melhores condições. Na prática, o novo banco “compra” a sua dívida ao banco atual e passa a ser o responsável pelo seu crédito.</p>
<h3><strong>Como funciona o processo de transferência</strong></h3>
<p>A transferência implica pedir um novo crédito, o que pode tornar o processo algo trabalhoso. Ainda assim, o objetivo é simples: conseguir melhores condições e reduzir o custo total do empréstimo. De forma resumida, o processo inclui a comparação de propostas entre bancos, o pedido de novo crédito com entrega de documentação, a avaliação do imóvel, a abertura de conta no novo banco, o cancelamento da hipoteca antiga, a atualização dos seguros e a escritura final.</p>
<h3><strong>Benefícios de transferir o Crédito Habitação</strong></h3>
<p>Transferir o crédito pode trazer várias vantagens, como a redução da taxa de juro e do spread, a diminuição da prestação mensal, a melhoria das condições dos seguros associados, a possibilidade de consolidar ou ajustar prazos e o acesso a campanhas promocionais dos bancos.</p>
<h3><strong>Quando faz sentido transferir o crédito?</strong></h3>
<p>A transferência de crédito habitação pode compensar em várias situações, especialmente quando existem melhores condições no mercado ou quando o contrato atual já não é o mais vantajoso.</p>
<p>Faz sentido considerar a mudança, por exemplo, quando consegues encontrar um spread mais competitivo. O spread representa a margem de lucro do banco e, quando é mais baixo noutra instituição, pode traduzir-se numa poupança significativa na prestação mensal. Ainda assim, é sempre aconselhável tentar primeiro renegociar com o banco atual.</p>
<p>Outra situação relevante é em casos de dificuldades financeiras ou sobreendividamento, em que a transferência pode ajudar a reduzir a prestação mensal e aliviar o orçamento familiar. Dependendo do caso, pode também ser avaliada a consolidação de créditos como alternativa.</p>
<p>Por fim, a transferência pode ser vantajosa quando a TAEG do crédito atual é elevada. Como esta taxa inclui todos os custos associados ao empréstimo, uma proposta com TAEG mais baixa pode representar uma poupança relevante ao longo do tempo.</p>
<h2><strong>Como transferir o Crédito Habitação em 6 passos</strong></h2>
<ol>
<li><span style="font-size: 16px;"><strong>Analisar o crédito atual: </strong>comece por avaliar a TAEG, o MTIC, o spread, o prazo e os custos com seguros. Isto permite perceber se a transferência compensa.</span></li>
<li><strong>Comparar propostas de outros bancos:</strong> faça simulações e compare não só a prestação mensal, mas também a TAEG e o MTIC, que refletem o custo total do crédito.</li>
<li><strong>Avaliar os custos da transferência: </strong>tenha em conta possíveis custos como comissão de amortização antecipada, avaliação do imóvel, escritura e comissões do novo banco.</li>
<li><strong>Pedir a transferência ao novo banco: </strong>após escolher a melhor proposta, o novo banco trata do processo e comunica com o banco atual, que tem 10 dias úteis para responder.</li>
<li><strong>Rever seguros e produtos associados:</strong> aproveite para renegociar seguros de vida, multirriscos e outros produtos associados ao crédito.</li>
<li><strong>Assinar a nova escritura: </strong>o novo banco liquida o crédito antigo e é formalizada a nova escritura. A transferência fica concluída e o novo contrato entra em vigor.</li>
</ol>
<h2><strong>Bancos com as melhores condições para transferência de crédito</strong></h2>
<h3><strong>Como escolher o melhor banco para transferir o Crédito Habitação</strong></h3>
<p>Na escolha do banco, deve-se avaliar vários fatores como o TAEG, as condições dos seguros associados, as comissões e encargos aplicáveis e a estabilidade das condições ao longo do tempo.</p>
<h3><strong>Transferência de Crédito Habitação gratuita: é possível?</strong></h3>
<p>Sim. Em alguns casos, a transferência pode não ter custos para o cliente, sobretudo quando o banco assume as despesas como parte de uma campanha comercial.</p>
<h2><strong>Transferir ou renegociar o Crédito Habitação?</strong></h2>
<h3><strong>Vantagens e desvantagens da renegociação</strong></h3>
<p>Renegociar com o banco atual pode ser mais simples, mas nem sempre mais vantajoso. Entre as vantagens estão um processo mais rápido, menos burocracia e menores custos iniciais. No entanto, existem também desvantagens, como menor margem para melhoria das condições e propostas geralmente menos competitivas.</p>
<h3><strong>O que considerar antes de tomar uma decisão?</strong></h3>
<p>Antes de escolher, avalie a taxa de juro atual face ao mercado, o spread e as condições de revisão do contrato, os custos associados à mudança e o impacto nos seguros.</p>
<h2>Em resumo</h2>
<p>Em conclusão, a transferência de crédito habitação pode ser uma forma eficaz de reduzir custos e melhorar as condições do empréstimo, desde que seja bem analisada e comparada com as alternativas disponíveis no mercado.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Vale a pena transferir o crédito habitação?<br />
</strong>Sim, especialmente se conseguir uma taxa mais baixa e reduzir custos mensais.</li>
<li><strong>Quanto tempo demora a transferência de crédito?<br />
</strong>Em média, a transferência de crédito habitação demora algumas semanas, não existindo um prazo fixo. A duração do processo depende sobretudo da rapidez na entrega dos documentos, da marcação da avaliação do imóvel, do agendamento da escritura e do tempo de resposta do banco atual e do novo banco.</li>
<li><strong>Quais são os custos da transferência?<br />
</strong>Pode envolver comissões, registos e escritura, mas alguns bancos cobrem esses custos.</li>
<li><strong>Posso transferir o crédito habitação sem custos?<br />
</strong>Sim, alguns bancos oferecem campanhas de transferência gratuita.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Crédito Habitação Mais Barato: Encontre as Melhores Taxas</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-habitacao-mais-barato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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		<p>Comprar casa é uma das decisões financeiras mais importantes da nossa vida. Por isso, encontrar um crédito habitação mais barato pode representar uma poupança significativa ao longo dos anos.</p>
<p>No entanto, a proposta com a prestação mais baixa nem sempre é a mais vantajosa. Para tomar uma boa decisão, é importante analisar vários fatores além das taxas de juro.</p>
<h2><strong>O que é o Crédito Habitação e como funciona?</strong></h2>
<p>O crédito habitação é um empréstimo concedido por uma instituição financeira para apoiar a compra, construção ou transferência de um imóvel.</p>
<p>Em troca, o cliente compromete-se a devolver o valor financiado através de prestações periódicas que incluem <strong>capital</strong>, <strong>juros</strong> e <strong>outros encargos associados ao contrato</strong>.</p>
<p>Como estes contratos podem durar vários anos, pequenas diferenças nas condições oferecidas podem ter um impacto significativo no valor total pago.</p>
<h2><strong>Como encontrar o Crédito Habitação mais barato</strong></h2>
<p>Encontrar uma solução mais económica exige um trabalho de comparação e análise. Mais do que olhar apenas para a prestação inicial, é importante perceber quanto vai custar o crédito ao longo de todo o contrato.</p>
<h3><strong>Comparar as taxas de juro</strong></h3>
<p>A <a href="https://reorganiza.pt/diferentes-tipos-de-taxas-de-juro/"><strong>taxa de juro</strong></a> continua a ser um dos elementos mais importantes de qualquer crédito habitação.</p>
<p>Uma diferença aparentemente pequena pode traduzir-se numa poupança significativa ao longo dos anos.</p>
<p>Por isso, vale a pena comparar propostas de diferentes entidades financeiras antes de tomar uma decisão.</p>
<h3><strong>Escolher entre taxa fixa ou variável</strong></h3>
<p>A escolha entre <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao-taxa-fixa-ou-variavel/"><strong>taxa fixa e taxa</strong> <strong>variável</strong></a> também influencia o custo do crédito.</p>
<p>A <strong>taxa fixa</strong> oferece estabilidade, mantendo a prestação constante durante o período contratado. Já a <strong>taxa variável</strong> acompanha a evolução da Euribor, podendo resultar em prestações mais baixas ou mais elevadas ao longo do tempo.</p>
<p>A melhor opção depende do perfil financeiro de cada família e da sua tolerância ao risco.</p>
<h3><strong>Analisar o custo total do crédito</strong></h3>
<p>Um erro comum é focar-se apenas na prestação mensal. Além dos juros, existem outros custos que podem influenciar significativamente o valor final do empréstimo, como comissões, seguros obrigatórios ou despesas associadas ao processo.</p>
<p>Por isso, é importante analisar indicadores como a <a href="https://www.bportugal.pt/page/o-que-e-taeg-e-para-que-serve-o-banco-de-portugal-explica">TAEG</a> e o <a href="https://www.bportugal.pt/page/mtic-uma-sigla-do-credito-que-vale-pena-decorar">MTIC</a>, que ajudam a perceber o custo total do crédito.</p>
<h2><strong>Dicas para obter um Crédito Habitação mais barato</strong></h2>
<p>Existem alguns fatores que podem aumentar as probabilidades de conseguir condições mais competitivas.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Cuide do seu perfil financeiro</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Antes de aprovar um crédito, os bancos analisam a situação financeira do cliente.</p>
<p>Ter rendimentos estáveis, uma taxa de esforço equilibrada e um bom histórico de crédito pode ajudar a obter melhores condições de financiamento.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Avalie o prazo do empréstimo</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Os créditos com prazos mais longos tendem a ter prestações mais baixas, mas geralmente resultam num custo total superior devido ao maior volume de juros pagos.</p>
<p>Por outro lado, um prazo mais curto aumenta a prestação mensal, mas pode reduzir significativamente o valor total do financiamento.</p>
<p>Encontrar o equilíbrio certo é essencial.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Compare mais do que um banco</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Muitas pessoas aceitam a proposta do banco onde já têm conta. No entanto, as diferenças entre instituições podem ser relevantes.</p>
<p>Comparar várias propostas continua a ser uma das formas mais eficazes de conseguir melhores condições.</p>
<h2><strong>Como saber qual é a melhor proposta?</strong></h2>
<p>A melhor proposta não é necessariamente a que apresenta a prestação mais baixa no momento.</p>
<p>É aquela que combina um custo total competitivo com uma prestação adequada ao seu orçamento e aos seus objetivos financeiros.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">Por isso, antes de assinar um contrato, vale a pena analisar diferentes cenários e perceber o impacto que pequenas diferenças nas condições podem ter ao longo dos anos.</span></p>
<h2><strong>Simule o seu Crédito Habitação e compare propostas</strong></h2>
<p>Encontrar o crédito habitação mais barato nem sempre significa escolher a prestação mais baixa. Para tomar uma decisão informada, é importante comparar diferentes cenários e perceber o impacto das taxas, do prazo e dos restantes encargos no custo total do financiamento.</p>
<p>Antes de avançar, pode utilizar o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-habitacao/">Simulador de Crédito Habitação da Reorganiza</a> para obter uma estimativa da sua prestação e perceber melhor quais as condições mais adequadas ao seu perfil.</p>
<p>Se precisar de apoio adicional, a Reorganiza pode ajudá-lo a comparar propostas de várias entidades financeiras e a encontrar a solução mais equilibrada para os seus objetivos e capacidade financeira.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Posso negociar o crédito habitação com o banco?<br />
</strong>Sim. Dependendo do seu perfil financeiro e das condições de mercado, pode ser possível negociar spread, comissões ou outras condições do contrato.</li>
<li><strong>Qual a diferença entre taxa fixa e taxa variável?<br />
</strong>A taxa fixa mantém-se estável durante o período contratado. A taxa variável acompanha a Euribor e pode subir ou descer ao longo do tempo.</li>
<li><strong>O crédito habitação mais barato é sempre o que tem a prestação mais baixa?<br />
</strong>Não. É importante analisar o custo total do crédito, incluindo juros, seguros, comissões e restantes encargos.</li>
<li><strong>O prazo influencia o custo do crédito?<br />
</strong>Sim. Em regra, prazos mais longos reduzem a prestação mensal, mas aumentam o valor total de juros pagos ao longo do contrato.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Crédito Habitação: Taxa Fixa ou Variável, qual a melhor opção?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-habitacao-taxa-fixa-ou-variavel/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/credito-habitacao-taxa-fixa-ou-variavel/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[melhor crédito habitação taxa variável]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Taxas EURIBOR]]></category>
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		<p>Ao contratar um crédito habitação, uma das decisões mais importantes é escolher o tipo de taxa de juro. Esta escolha vai influenciar diretamente o valor das prestações e o custo total do empréstimo ao longo dos anos.</p>
<p>Nos últimos anos, a subida da Euribor trouxe esta questão para o centro das atenções. Afinal, será melhor optar pela segurança da taxa fixa ou pela flexibilidade da taxa variável?</p>
<p>A resposta depende do seu perfil, dos seus objetivos e da forma como encara o risco.</p>
<h2><strong>O que são as taxas de juro no Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>A taxa de juro é o custo que paga ao banco pelo dinheiro que lhe empresta para comprar casa.</p>
<p>No crédito habitação, existem dois modelos principais: <strong>taxa fixa</strong> e <strong>taxa variável</strong>. A diferença está na forma como o valor da prestação evolui ao longo do contrato.</p>
<h2><strong>Taxa fixa e taxa variável: principais diferenças</strong></h2>
<p>Na <strong>taxa fixa</strong>, a prestação mantém-se igual durante todo o período contratado. Independentemente da evolução da economia ou das taxas de mercado, sabe sempre quanto vai pagar.</p>
<p>Na <strong>taxa variável</strong>, a prestação é atualizada periodicamente com base na Euribor. Isso significa que pode diminuir, mas também aumentar ao longo do tempo.</p>
<p>A escolha entre uma e outra não depende apenas da taxa apresentada pelo banco. Depende sobretudo da previsibilidade que procura e da sua capacidade para lidar com eventuais oscilações nas prestações.</p>
<h2><strong>Taxa fixa no Crédito Habitação: vantagens e desvantagens</strong></h2>
<p>A taxa fixa tornou-se mais popular nos últimos anos, especialmente entre quem procura estabilidade financeira.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Vantagens da taxa fixa</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>A principal vantagem é a previsibilidade. Como a prestação não muda, torna-se mais fácil gerir o orçamento familiar e planear despesas futuras.</p>
<p>Esta estabilidade pode ser particularmente importante para famílias com menor margem financeira ou para quem prefere evitar surpresas ao longo dos anos.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Desvantagens da taxa fixa</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>A segurança tem um custo. Em muitos casos, a taxa fixa começa por ser mais elevada do que a taxa variável, o que se traduz numa prestação inicial mais alta.</p>
<p>Além disso, se as taxas de mercado descerem, quem tem taxa fixa não beneficia dessa redução.</p>
<h2><strong>Taxa variável no Crédito Habitação: vantagens e desvantagens</strong></h2>
<p>A taxa variável continua a ser uma das opções mais escolhidas em Portugal, sobretudo pela possibilidade de começar com prestações mais baixas.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Vantagens da taxa variável</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Quando a Euribor está em níveis reduzidos, a prestação tende a ser mais competitiva do que numa solução de taxa fixa.</p>
<p>Além disso, se as taxas de referência descerem, o encargo mensal pode diminuir automaticamente.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Desvantagens da taxa variável</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>A principal desvantagem é a incerteza. Ninguém consegue prever com exatidão a evolução da Euribor ao longo de um contrato que pode durar 30 ou 40 anos. Se as taxas subirem, a prestação acompanha essa subida, podendo criar pressão adicional no orçamento familiar.</p>
<div>Por outro lado, importa sublinhar que existem soluções ao longo do tempo para mitigar este risco. Sempre que as condições de mercado mudam, é possível renegociar o contrato com o banco ou transferir o crédito para outra entidade com condições mais vantajosas. Para avaliar essas oportunidades de forma rigorosa, o mais indicado é recorrer a um intermediário de crédito, que analisa as FINEs e os contratos disponíveis no mercado e identifica potenciais poupanças ou possibilidades de redução da prestação mensal ajustadas a cada situação.</div>
<h2><strong>A Euribor: como influencia a taxa de juro no Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>Sempre que se fala em taxa variável, fala-se inevitavelmente da <a href="https://www.euribor-rates.eu/pt/">Euribor.</a></p>
<h3><strong>O que é a Euribor?</strong></h3>
<p>A Euribor é uma taxa de referência utilizada pelos bancos europeus e serve de base para a maioria dos créditos habitação com taxa variável.</p>
<p>A taxa aplicada ao crédito resulta normalmente da soma entre a Euribor e o spread definido pelo banco.</p>
<h3><strong>Como a Euribor impacta a taxa variável?</strong></h3>
<p>Quando a Euribor sobe, a prestação tende a aumentar. Quando desce, o encargo mensal pode diminuir.</p>
<p>Foi precisamente isso que aconteceu nos últimos anos: muitas famílias sentiram um aumento significativo das prestações devido à subida da Euribor.</p>
<p>Por essa razão, é importante avaliar não apenas a prestação atual, mas também a capacidade financeira para suportar eventuais aumentos futuros.</p>
<h2><strong>Como escolher a melhor opção: taxa fixa ou variável?</strong></h2>
<p>Não existe uma resposta universal. A melhor escolha depende da sua situação financeira e daquilo que valoriza mais.</p>
<h3><strong>Quando optar pela taxa fixa?</strong></h3>
<p>A taxa fixa pode fazer sentido para quem:</p>
<ul>
<li>valoriza previsibilidade;</li>
<li>prefere evitar oscilações nas prestações;</li>
<li>tem uma margem financeira mais reduzida;</li>
<li>procura estabilidade a longo prazo.</li>
</ul>
<p>Nestes casos, saber exatamente quanto vai pagar todos os meses pode trazer maior tranquilidade e facilitar a gestão do orçamento.</p>
<h3><strong>Quando optar pela taxa variável?</strong></h3>
<p>A taxa variável pode ser adequada para quem:</p>
<ul>
<li>aceita alguma volatilidade;</li>
<li>acredita numa descida futura das taxas;</li>
<li>tem capacidade financeira para absorver eventuais aumentos da prestação;</li>
<li>procura uma prestação inicial potencialmente mais baixa.</li>
</ul>
<p>Mais do que tentar adivinhar o comportamento da Euribor, importa perceber qual das opções se adapta melhor à sua realidade financeira.</p>
<h2><strong>Taxa fixa ou variável: como decidir?</strong></h2>
<p>A escolha entre taxa fixa e taxa variável deve ter em conta mais do que a prestação inicial. É importante avaliar a estabilidade do seu rendimento, a sua margem financeira e a capacidade para suportar eventuais subidas da Euribor.</p>
<p>Se valoriza previsibilidade, a taxa fixa pode ser uma opção mais confortável. Se aceita alguma variação e tem margem para lidar com possíveis aumentos, a taxa variável pode fazer sentido.</p>
<p>Antes de decidir, compare propostas e <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-habitacao/">simule</a> diferentes cenários. Através do serviço de <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">Crédito Habitação da Reorganiza</a>, pode analisar soluções de várias entidades financeiras e perceber qual se ajusta melhor ao seu perfil, ao custo total do crédito e à sustentabilidade da prestação.</p>
<h2><strong>Simule o seu Crédito Habitação antes de decidir</strong></h2>
<p>Escolher entre taxa fixa e taxa variável não deve ser uma decisão baseada apenas na prestação atual. É importante analisar diferentes cenários e perceber qual o impacto que eventuais alterações das taxas de juro podem ter no seu orçamento.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Qual a diferença entre taxa fixa e taxa variável?<br />
</strong>A taxa fixa mantém a prestação estável durante o período contratado. A taxa variável acompanha a evolução da Euribor.</li>
<li><strong>A Euribor vai sempre subir?<br />
</strong>Não. A Euribor pode subir ou descer ao longo do tempo, dependendo das condições económicas e das decisões do Banco Central Europeu.</li>
<li><strong>Posso mudar de taxa fixa para variável?<br />
</strong>Em alguns casos, sim. No entanto, essa alteração depende das condições do banco e pode implicar novos custos ou renegociação do contrato.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Mudar de casa &#8211; as 14 coisas que tem de fazer</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mudar-de-casa-as-14-coisas-que-tem-de-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 09:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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		<category><![CDATA[mudar de casa]]></category>
		<category><![CDATA[organização familiar]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se só de pensar no sem número de coisas que tem de fazer se mudar de casa, desiste de procurar a casa dos seus sonhos, não o faça. É certo que existem burocracias que tem de tratar, mas não são motivo para não comprar uma nova casa. Nós ajudamos</p>
<h2><strong>Faça uma lista do que tem de tratar ao mudar de casa</strong></h2>
<p>Se já lê os nossos artigos, certamente não estranha o nosso primeiro conselho. Somos adeptos das listas por um simples motivo: funcionam. Permitem organizarmo-nos e ganhar tempo. Por isso comece por fazer uma lista de tudo o que sabe que vai ter de fazer. Se se esquecer de alguma coisa pode sempre acrescentar. Use como ponto de partida a nossa lista.</p>
<h2><strong>1 Pedir a reexpedição da correspondência </strong></h2>
<p>Assegure-se que recebe toda a correspondência enquanto não mudar a morada em todos os serviços do quais recebe cartas. Aliás é um bom meio de saber em que entidades tem de o fazer.</p>
<p>Os CTT têm um serviço de Reexpedição de Correspondência use-o. Para tal tem de ir ao site dos CTT retirar o respetivo impresso. Depois de o preencher, entregue-o no balcão mais perto de si. Como este serviço não é automático, solicite-o pelo menos três dias úteis antes da data da mudança.</p>
<h2><strong>2 Cancelar os serviços de eletricidade, gás e água na morada antiga </strong></h2>
<p>Cancele os serviços de fornecimento de eletricidade, gás e água para a data em sair da sua casa. Justifique que vai mudar de casa. Tire foto aos últimos valores dos contadores e cancele também os débitos diretos que tiver. Se houver alguma fatura para pagar enviar-lhe-ão a fatura com a referência multibanco para o fazer. Confira a data e valor do consumo faturado.</p>
<h2><strong>3 Faça novos contratos de eletricidade, gás e água</strong></h2>
<p>Para a nova casa tem de fazer novos contratos. Aproveite para analisar a oferta e preços dos vários fornecedores e escolha o que lhe for mais económico. Pondere, por exemplo, a <a href="https://reorganiza.pt/ter-tarifa-bi-horaria-na-eletricidade-compensa-depende/">tarifa bi-horária na eletricidade</a>.</p>
<h2><strong>4 Transfirir ou cancelar o serviço de telecomunicações para a nova morada </strong></h2>
<p>Ao mudar de casa o seu operador vai dizer-lhe que tem de cancelar o serviço de telecomunicações e fazer novo contrato, o que implica ter um novo período de fidelização.</p>
<p>Assim, se estiver perto do final do período de fidelização aproveite para analisar a oferta da concorrência. Se encontrar mais barato mude de operadora, ou caso esteja satisfeito com o serviço da sua, aproveite para renegociar o valor que paga.</p>
<p>Se não estiver perto do fim do período de fidelização, para evitar que lhe façam um novo contrato faça um requerimento (por e-mail ou carta registada com aviso de receção) pedindo  para lhe transferirem o serviço. referindo expressamente que quer manter o seu contrato atual sem alterações.</p>
<h2><strong>5 Alterar a morada fiscal </strong></h2>
<p>O mudar de casa tem de <a href="https://reorganiza.pt/como-alterar-morada-fiscal/">mudar a sua morada fiscal</a> , Não só porque é importante em situações no seu dia a dia mas também porque está associada a um conjunto de benefícios fiscais a que tem direito. Tem de o fazer até 60 dias após mudar de casa, sob pena de ter de pagar uma coima que pode ir até aos 375 euros.</p>
<p>Note que apenas tem de mudar a morada no seu cartão de cidadão e a maioria dos seus documentos fica atualizado, incluindo a sua carta de condução. Apenas tem de se preocupar em mudar a morada no Documento Único Automóvel.</p>
<p>Como entrou em vigor do <a href="https://reorganiza.pt/novo-cartao-de-cidadao-o-que-muda/">novo cartão de cidadão</a> vão emitir-lhe um já com o novo formato e funcionalidades.</p>
<h2><strong>6 Alterar a morada no Documento Único Automóvel </strong></h2>
<p>Só o pode fazer depois da morada estar atualizada no seu cartão de cidadão. Necessita de ter o certificado de matrícula e o requerimento do registo automóvel preenchido. Depois pode fazê-lo presencialmente no IRN ou online através da plataforma Automóvel Online</p>
<h2><strong>7 Cancelar os seguros da casa antiga e faça novos para a nova morada </strong></h2>
<p>Cancele os seguros da casa que vai deixar (e os seus débitos diretos). Peça propostas para os que tem de fazer para a nova casa e escolha os que mais o protegem e se adequam ao seu orçamento familiar.</p>
<h2><strong>8 Atualizar a morada nos restantes seguros </strong></h2>
<p>Informe as outras seguradoras da mudança da residência. E aproveite para ver rever os seus seguros. Mas fale connosco. Podemos ajudar a reduzir o prémio que paga por eles</p>
<h2><strong>9 Pedir a isenção de IMI </strong></h2>
<p>Veja se é reúne as condições para pedir a <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/codigo-do-imi-indice.aspx" target="_blank" rel="noopener">isenção de IMI</a> . Se é o seu caso, tem 60 dias após a escritura para o fazer.</p>
<h2><strong>10 Trate do dítico de residente </strong></h2>
<p>Se tinha na morada antiga, tem de o cancelar. Peça outro para a nova morada, mas atenção só o pode fazer depois de alterar a morada no cartão de cidadão</p>
<h2><strong>11 Registar-se no centro de saúde da nova área de residência</strong></h2>
<p>Pode manter o centro de saúde que tem, mas se quiser passar a usar o da nova área de residência tem de se deslocar presencialmente para o fazer, levando o cartão de cidadão com a morada já atualizada.</p>
<h2><strong>12 Informar o seu banco que mudou de casa  </strong></h2>
<p>Mude a morada das suas contas bancárias, já que é obrigatório por lei ter os esses dados pessoais atualizados. Informe-se junto dos bancos onde tem conta o que tem de fazer, já que os procedimentos podem ser diferentes.</p>
<h2><strong>13 Informar a sua entidade patronal </strong></h2>
<p>É mais uma atualização que tem de fazer. Envie um e-mail para os Recursos Humanos da sua entidade patronal informando-os da mudança de morada.</p>
<h2><strong>14 Mudar as crianças de escola </strong></h2>
<p>Se o seu filho andar numa escola pública não tem de o mudar durante o ano letivo, podendo esperar pelo início do período de matrículas para o fazer. No entanto, caso o queira transferir logo, pode usar o serviço “fazer pedidos de transferência de escola” , disponível no <a href="https://eportugal.gov.pt/servicos/pedir-transferencia-de-escola" target="_blank" rel="noopener">Portal das Matrículas do Ministério da Educação</a></p>
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		<div id="fws_6a3de61b42c70"  data-column-margin="default" data-midnight="light" data-top-percent="5%" data-bottom-percent="5%"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row full-width-section vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle bannersCreditos bannersSimuladores right_padding_10pct left_padding_10pct top_padding_phone_10pct bottom_padding_phone_10pct"  style="padding-top: calc(100vw * 0.05); padding-bottom: calc(100vw * 0.05); "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer using-image" ><div class="row-bg viewport-desktop using-image"  style="background-image: url(https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/banner_Habitacao-1.png); background-position: left top; background-repeat: no-repeat; "></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 light left">
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		<p><span style="color: #000000;">TRANSFERÊNCIA</span></p>
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		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-habitacao/#construcao"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSTRUÇÃO</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimento imobiliário – Como investir em imóveis?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 09:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Investir em imóveis pode ser bastante rentável. É certamente muito interessante e desperta muita curiosidade. Mas como ganhar dinheiro no investimento imobiliário? Neste guia iremos introduzir o imobiliário como classe...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investir em imóveis pode ser bastante rentável. É certamente muito interessante e desperta muita curiosidade. Mas como ganhar dinheiro no investimento imobiliário? Neste guia iremos introduzir o imobiliário como classe de ativos para investimento e abordar os principais conteúdos que precisa de conhecer para se iniciar como investidor.</p>
<h2>Porquê investir em imóveis?</h2>
<p>O investimento imobiliário tem um conjunto de características que o tornam um investimento particularmente interessante. Destacamos algumas destas características:</p>
<ol>
<li><strong>Ativos tangíveis</strong> – Os imóveis são um ativo tangível. Podemos apalpar. Ver. Acompanhar de perto. E esta característica faz com que o avaliemos como algo menos arriscado, talvez porque o conhecimento reduz a sensação de risco.</li>
<li><strong>Ativos imóveis</strong> – Como o próprio nome indica, os imóveis não se podem mover. Logo, são ótimos ativos para dar como garantia num empréstimo junto da banca. Assim, facilmente conseguimos financiamento barato para comprar um imóvel para investir, o que nos permite alavancar retornos e investir mesmo tendo muito pouco dinheiro disponível.</li>
<li><strong>Valor intrínseco</strong> – Uma casa tem sempre um valor intrínseco. No prior das hipóteses podemos ir viver para esse ativo, pelo que podemos dizer que nunca perde todo o seu valor. Pode desvalorizar, mas tem sempre valor. Se for um ativo de qualidade, deverá ter pessoas interessadas em morar nos imóveis, especialmente numa altura em que não há oferta para tanta procura.</li>
<li><strong>Acompanha a inflação</strong> – O valor dos imóveis tende a acompanhar a inflação. É certo que podemos ter momentos de desvalorização a que se seguirão momentos de grande valorização. No entanto, na generalidade dos mercados, o preço dos imóveis tende a acompanhar a inflação em prazos alargados, o que acaba por permitir pelo menos a manutenção do poder de compra do investidor.</li>
</ol>
<p>Sugerimos que leia o artigo que escrevemos sobre quais as <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-quais-as-vantagens-do-imobiliario/">vantagens do investimento em imóveis</a> que dá mais algum detalhe sobre este tópico.</p>
<h2>Vantagens do investimento imobiliário</h2>
<p>Existem vários motivos para investir em imóveis, como já referimos. Existem, ainda, outras vantagens que tornam esta classe de ativos muito favorável para quem quer ter uma boa relação risco/retorno. São elas:</p>
<ol>
<li>Risco do investimento &#8211; O risco do investimento imobiliário é potencialmente baixo. Como referido, o imóvel tem um valor intrínseco, pelo que a probabilidade de perder todo o dinheiro é muito reduzida. Se perder algum dinheiro também não deverá ser assim tanto (pelo menos em termos percentuais) porque a casa tem um valor que não desaparece (pronto, se explodir com a casa poderá perder o seu dinheiro, mas assumindo que não somos doidos isso não deverá acontecer).</li>
<li>Alavancagem &#8211; Como os imóveis têm um valor intrínseco e como são imóveis, são ótimos ativos para dar como garantia a operações de crédito. Sendo uma boa garantia, o custo do crédito irá ser mais baixo, o que nos permite pedir crédito para investir, o que torna o investimento muito mais rentável e apetecível.</li>
<li>Rendimento crescente &#8211; Seja pela valorização do imóvel, seja pela evolução das rendas, o rendimento proveniente do imobiliário tende a ser crescente.</li>
</ol>
<h2>Por onde começar o investimento imobiliário?</h2>
<p>O primeiro passo no investimento imobiliário consiste em vencer a inércia. É verdade, para começar temos de o querer fazer. Realmente. Ser consequentes. Assim, devemos definir:</p>
<ol>
<li>Quais os nossos objetivos com o investimento?</li>
<li>Qual ou quais as estratégias que queremos seguir?</li>
<li>Quais os mercados que queremos dominar?</li>
</ol>
<p>A resposta a estas 3 perguntas irá permitir definir uma estratégia e fazer planos, passo prévio para iniciarmos o nosso percurso enquanto investidores. Para o ajudar, sugerimos que vejo o vídeo sobre <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">como começar a investir em imóveis</a>.</p>
<h2>Quais as estratégias de investimento imobiliário?</h2>
<p>Existem diferentes modalidades ou estratégias para investir em imóveis, apresentamos de seguida 3 estratégias, as duas primeiras mais conhecidas e a terceira menos popular, mas nem por isso menos rentável:</p>
<ol>
<li>Compra para revenda, conhecida por Fix and Flip. Uma estratégia ideal para quem quer ganhar dinheiro rapidamente. Envolve encontrar boas oportunidades (não abundam), eventualmente fazer algumas obras de melhoria e revender a um preço mais elevado. Está mais dependente do nosso trabalho, do nosso conhecimento e do preço de mercado;</li>
<li>Compra para arrendamento, a estratégia que preferimos. Uma estratégia para quem quer acumular riqueza num prazo mais alargado. Costumamos dizer que quem compra para arrendar, especialmente com recurso a um bom crédito habitação, nunca perde dinheiro.</li>
<li>Compra de casas arrendadas, uma estratégia que permite comprar imóveis já arrendados e que, por isso, acabam por ter um preço mais baixo. Por norma, temos casas com rendas antigas com grandes descontos, sendo o retorno conseguido em prazos mais alargados. Sugiro a leitura de um caso prático, onde falamos do <a href="https://reorganiza.pt/o-meu-primeiro-investimento-imobiliario/">primeiro investimento imobiliário</a> de um dos sócios da Reorganiza.</li>
</ol>
<h2>Passos para ganhar dinheiro no imobiliário</h2>
<p>Fizemos um vídeo em que detalhamos <a href="https://reorganiza.pt/5-passos-para-ganhar-dinheiro-no-investimento-imobiliario/">5 passos para ganhar dinheiro no investimento imobiliário</a> que sugerimos que veja. De forma resumida, falamos de 5 passos simples:</p>
<ol>
<li>Determinar o rendimento do imóvel, tanto o atual como o potencial;</li>
<li>Calcular as despesas do imóvel;</li>
<li>Determinar o rendimento líquido, que na prática é o rendimento menos as despesas que temos;</li>
<li>Calcular o custo financeiro, caso tenhamos recorrido a endividamento para fazer a compra;</li>
<li>Calcular a <em>Yield</em> do investimento, que relaciona o retorno líquido de custos com o investimento que realizamos. Neste campo, falamos da <em>Yield</em> total e da <em>Yield</em> dos capitais próprios, e será interessante perceber o impacto que o endividamento tem no retorno que obtemos.</li>
</ol>
<h2>Como avaliar o retorno do investimento em imóveis</h2>
<p>Investir em imóveis é um investimento que deve ser comparado com outras classes de ativos. Esta comparação deve ter em conta a relação entre o retorno que obtemos e o risco que corremos. Assim, preparámos uma vídeo onde mostramos <a href="https://reorganiza.pt/como-avaliar-o-retorno-do-investimento-imobiliario/">como avaliar o retorno do investimento em imóveis</a>, tendo em consideração os 5 passos que referimos acima.</p>
<p>De forma simples, o investir em imóveis tem a vantagem de nos proporcionar uma renda potencialmente muito interessante (temos imóveis com yields acima de 10%, se bem que o mais razoável atualmente são yields na casa dos 4%-5%) ao mesmo tempo que goza do potencial de valorização do imóvel. Claro que a decisão de compra é hoje em dia mais difícil porque os imóveis estão com valores bastante inflacionados, embora nos pareça que não vão baixar (já que não construímos muitas casas em Portugal).</p>
<h2>Quais os impostos no imobiliário?</h2>
<p>Quem investe, como quem respira em Portugal, tem de pagar impostos. Assim, temos um conjunto de impostos na compra (IMT, imposto do selo), impostos na manutenção do imóvel em nossa posse (IMI, AIMI) e impostos sobre as rendas ou sobre as mais-valias.</p>
<p>Dominar a fiscalidade do imobiliário é fundamental para que consigamos otimizar os nossos rendimentos. Implica estar atento à legislação, que está em constante mutação. E ter o apoio de um bom contabilista. Para o ajudar, fizemos um vídeo com um fiscalista da <a href="https://www.eversheds-sutherland.pt/en/">Eversheds Sutherland</a> sobre <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-quais-os-impostos-na-compra-e-na-manutencao/">fiscalidade no imobiliário</a> e montámos um <a href="https://angularfinance.pt/">escritório de contabilidade</a> especializado neste tipo de negócios. Não deixe de nos consultar para perceber o melhor enquadramento para o seu negócio. E já agora, será que vale a pena montar uma empresa para investir em imóveis? Talvez sim… talvez não compense. Depende da dimensão e da sua ambição.</p>
<h2>Como é o financiamento para compra de imóveis de investimento?</h2>
<p>A escolha do melhor crédito para investir em imóveis depende da sua escolha entre investir em título particular ou criar uma empresa para o efeito:</p>
<ol>
<li><a href="/credito-habitacao">Crédito habitação</a> – Permite alargar o prazo do investimento para perto de 30 anos e baixar a taxa de juro. Torna-se um financiamento barato e com uma prestação mensal potencialmente bastante baixa. Aliás, a taxa de juro tende a ser mais baixa do que a yield do investimento;</li>
<li>Crédito Empresa – Os prazos são mais curtos e as taxas de juro mais elevadas. Permite deduzir os juros como despesa, abatendo assim no imposto sobre os lucros.</li>
<li>Crédito hibrido – Alguns bancos permitem financiar um imóvel em nome particular dando como garantia um imóvel de uma empresa. Uma solução que pode ser interessante para alguns investidores.</li>
</ol>
<h2>Guia do Investimento Imobiliário</h2>
<p>Fruto de vários anos e de várias operações de compra para arrendamento, decidimos escrever um livro para servir de <a href="https://reorganiza.pt/livros/guia-do-investimento-imobiliario/">guia do investimento imobiliário</a>. Poderá consultar e ficar a par de todos os conteúdos que necessita para dominar esta classe de ativos, sendo certo que nada vence a experiência. Ao iniciar o seu caminho, vai certamente aprender que o imobiliário não é um bicho de sete cabeças e que é até bastante simples. Por outro lado, sugerimos que assista à nossa <a href="https://orientwa.com/masterclasses/">masterclass sobre investimento imobiliário</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como poupar no IMI? Veja se vale a pena pedir nova avaliação da sua casa.</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-poupar-no-imi-veja-se-vale-a-pena-pedir-nova-avaliacao-da-sua-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_user]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 13:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[IMI]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedir nas Finanças, até ao final do ano, a reavaliação da sua casa, pode significar poupar no IMI do próximo ano. Mas atenção que pode, pelo contrário, significar que vai...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedir nas Finanças, até ao final do ano, a reavaliação da sua casa, pode significar poupar no IMI do próximo ano. Mas atenção que pode, pelo contrário, significar que vai pagar mais. Confuso? Nós explicamos.</p>
<h3><strong>O que é o IMI?</strong></h3>
<p>O IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis, é um imposto cuja receita reverte para o município onde a habitação se localiza, sendo devido por quem tem casa própria, que nela habite ou se destine ao arrendamento.</p>
<h3><strong>Como se calcula o IMI? </strong></h3>
<p>O valor que paga de IMI obtém-se pela multiplicação do Valor Patrimonial Tributário (VPT) do imóvel, que consta da respetiva caderneta predial, por uma taxa. Esta varia não só de município para município, mas também com o número de filhos do agregado familiar (o denominado <a href="https://reorganiza.pt/quem-pode-pedir-o-imi-familiar/">IMI familiar</a>)</p>
<p>Por seu lado o VPT engloba vários coeficientes, podendo ser pedida a sua reavaliação às Finanças de três em três anos. Resulta do cálculo da seguinte fórmula:</p>
<p>VPT = Vc x Ab x Ca x Cl x Cq x Cv.</p>
<p>Onde:</p>
<p>Vc – Valor base do imóvel;</p>
<p>Ab – Área bruta de construção adicionada da área excedente à área de implantação;</p>
<p>Ca – Coeficiente de afetação (ou seja, a que se destina o prédio, por exemplo, atividade comercial ou habitação);</p>
<p>Cl – Coeficiente de localização;</p>
<p>Cq – Coeficiente de qualidade e conforto;</p>
<p>Cv – Coeficiente de vetustez, que corresponde à idade do imóvel.</p>
<h3><strong>Vale a pena pedir a reavaliação do imóvel?</strong></h3>
<p>Como as componentes que entram no cálculo do IMI não são atualizadas automaticamente pelas Finanças, a menos que no município da sua residência altere a taxa de IMI ou tenha descontos por filhos, o valor que paga de IMI mantem-se constante ao longo dos anos.</p>
<p>Mas se pedir a reavaliação do imóvel, as componentes são atualizadas para os valores em vigor, o que pode traduzir-se numa redução do VPT, ou num aumento do mesmo. No primeiro caso vai pagar menos IMI; mas no segundo paga mais.</p>
<h3><strong>Então como varia o valor dos componentes do VPT? </strong></h3>
<p>A variação do respetivo valor depende do tipo de componente. Alguns como a vetustez (Cv) reduzem-se com o passar dos anos, mas outros podem subir.</p>
<p>A vetustez (Cv) corresponde à idade do imóvel e pode ter um valor ente 1 e 0,4, <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cimi/Pages/cimi44.aspx">nos termos do artigo 44º do CIMI</a> sendo 1 para imóveis com menos de 2 anos e 0,40 para imóveis com mais de 61 anos.</p>
<p>Por outro lado, se a zona envolvente do imóvel se valorizou, o coeficiente de localização por estar associado a proximidade a serviços públicos, transportes e acessibilidades, pode ter aumentado.</p>
<h3><strong>Antes de pedir a reavaliação da sua casa simule o valor do VPT</strong></h3>
<p>Se pedir a reavaliação da sua casa já não pode voltar atrás. E como o valor do VPT atualizado depende dos valores de cada componente, o melhor mesmo é simular o novo valor do VPT antes de fazer o pedido às Finanças.</p>
<p>Mas as Finanças ajudam, já que <a href="https://zonamentopf.portaldasfinancas.gov.pt/simulador/insertCalculations">no site pode fazer uma simulação para o calcular</a>. Se for inferior ao que consta da caderneta predial, então pode valer a pena pedir a reavaliação do seu imóvel. Mas, mesmo assim, antes de pedir simule o valor do IMI (a sua taxa pode ter mudado) e depois decida.</p>
<h3><strong>Como pedir a reavaliação </strong></h3>
<p>Tem de preencher a declaração do modelo 1 disponível no site das Finanças com os dados do imóvel que constam na caderneta predial. E, para poder pagar menos IMI em 2025 tem de pedir a reavaliação até dezembro de 2014.</p>
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		<item>
		<title>Medidas de apoio para compra de casa para jovens com menos de 35 anos</title>
		<link>https://reorganiza.pt/medidas-de-apoio-do-governo-para-compra-de-casa-para-jovens-com-menos-de-35-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 11:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[beneficios fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Compra de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[form_ch]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[Inserido no programa “Tens Futuro em Portugal” o governo aprovou um conjunto de medidas de apoio à compra de casa por jovens com menos de 35 anos. Estas medidas incluem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inserido no programa <a href="https://eportugal.gov.pt/noticias/governo-aprova-plano-tens-futuro-em-portugal-para-jovens" target="_blank" rel="noopener">“Tens Futuro em Portugal”</a> o governo aprovou um conjunto de medidas de apoio à compra de casa por jovens com menos de 35 anos. Estas medidas incluem não só benefícios fiscais, mas também a garantia pública para o crédito habitação contratado.</p>
<p>Neste artigo explicamos como funciona a garantia do Estado e quais os benefícios fiscais de que pode beneficiar se tem menos de 35 anos e quer comprar a sua primeira casa.</p>
<h2><strong>Garantia Pública – o que é e como funciona </strong></h2>
<p>Um dos problemas com que se pode deparar na aquisição da primeira casa é certamente o valor que tem de ter disponível para poder pedir um crédito habitação. Isto porque os bancos só emprestam até 90% do valor de avaliação do imóvel.</p>
<p>Ora com esta medida agora aprovada pelo governo, e que entra em vigor a 1 de agosto, deixa de ter necessidade de entrar com parte do valor da casa, ou seja, o financiamento é de 100% do valor de avaliação. Na prática o Estado é seu fiador pelo montante que garantir. Note que   depois de pago o valor correspondente à garantia dada, o Estado deixa de estar envolvido no crédito.</p>
<h2><strong>Quem pode beneficiar desta garantia</strong></h2>
<p>Pode beneficiar desta garantia se cumulativamente cumprir as seguintes condições:</p>
<ul>
<li>Ter entre 18 e 35 anos e domicílio fiscal em Portugal</li>
<li>Ter rendimentos que não ultrapassem o 8º escalão do IRS, ou seja 81.199€/ano ou 5.800€ por mês</li>
<li>Pretenda comprar habitação própria e permanente de valor não superior a 450.000€</li>
<li>Não ser proprietário de nenhum outro imóvel de habitação (ou seja, só para a primeira casa)</li>
<li>Não tenha beneficiado ainda da garantia do Estado</li>
</ul>
<h3><strong>Qual o valor da garantia </strong></h3>
<p>A garantia do Estado tem o valor máximo de 15% do valor de transação do imóvel</p>
<h3><strong>Tem ainda benefícios fiscais </strong></h3>
<p>Se tem até 35 anos ao comprar a sua primeira casa beneficia, em determinadas condições) também de isenção de IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis) e de Imposto do Selo, também a partir de 1 de agosto de 2024.</p>
<h3>IMT</h3>
<p>A isenção de <a href="https://reorganiza.pt/simuladores-e-ferramentas/simulador-imt/">pagamento de IMT</a> aplica-se se o imóvel for a primeira aquisição e se destinar a habitação própria e permanente. Para além disso tem de ter um valor até ao 4º escalão de IMT, ou seja até 316.772€.</p>
<p>De acordo com a decisão do governo, para imóveis acima de 316 272€ e até 633 453€ mantém-se a isenção até aos 316.272€, pagando uma taxa de 8% sobre o valor remanescente. Mas se o imóvel for de valor superior não há qualquer isenção.</p>
<h3><strong>Imposto do selo </strong></h3>
<p>A isenção do pagamento deste imposto abrange, como no IMT, imóveis com valor máximo de 316.272€, se tiver até aos 35 anos e se for a sua primeira habitação própria e permanente.</p>
<p>Note que se o imóvel for de valor superior têm de pagar imposto sobre o valor remanescente.</p>
<h2><strong>Fale com a Reorganiza </strong></h2>
<p>Agora que já sabe quais as medidas de apoio do governo à compra da primeira casa por jovens até aos 35 anos, fale connosco. Temos uma equipa especializada que o vai ajudar a encontrar o <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-credito-habitacao-taxa-mista-em-portugal/">melhor crédito habitação</a> com o financiamento que melhor se adequa ao seu caso concreto.</p>
<p><strong>Reorganiza &#8211; As suas finanças estão em boas mãos</strong></p>
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	</div>
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	</div> 

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		<p><span style="color: #000000;">AQUISIÇÃO</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">TRANSFERÊNCIA</span></p>
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		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-habitacao/#construcao"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSTRUÇÃO</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tem rendimentos prediais? Saiba o que mudou com o programa Mais Habitação</title>
		<link>https://reorganiza.pt/tem-rendimentos-prediais-saiba-o-que-mudou-com-o-programa-mais-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 09:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos Prediais]]></category>
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					<description><![CDATA[Se tem uma casa arrendada ou vendeu um terreno, então tem rendimentos prediais. Como não poderia deixar de ser, terá igualmente impostos a pagar. Neste artigo, explicamos em que consiste...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma casa arrendada ou vendeu um terreno, então tem <strong>rendimentos prediais</strong>. Como não poderia deixar de ser, terá igualmente impostos a pagar.</p>
<p>Neste artigo, explicamos em que consiste este tipo de rendimentos, qual a sua carga fiscal bem como o que mudou com o <strong>programa Mais Habitação</strong>.</p>
<h2><strong>Rendimentos prediais: o que diz a lei?</strong></h2>
<p>Segundo o artigo 8.º, n.º 1, do <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs8.aspx" target="_blank" rel="noopener">CIRS</a>, são considerados rendimentos prediais as rendas de prédios rústicos, urbanos e mistos pagas ou colocadas à disposição dos seus proprietários e sempre que não optem pela tributação na categoria B (rendimentos empresariais e profissionais).</p>
<p>Assim, se tem rendimentos desta natureza <strong>terá os declarar às Finanças</strong>. Mas nem tudo são más notícias! Isto porque, com a entrada em vigor do <a href="https://www.portugal.gov.pt/pt/gc23/comunicacao/noticia?i=programa-mais-habitacao-perguntas-e-respostas" target="_blank" rel="noopener"><strong>programa Mais Habitação</strong></a>, terá de pagar menos imposto (IRS) sobre rendimentos que resultem do arrendamento habitacional.</p>
<h2>Rendimentos prediais: qual a tributação e o que muda com o programa Mais Habitação?</h2>
<p>Os rendimentos prediais, mais conhecidos como rendas, para efeitos de IRS são denominados de <strong>rendimentos da categoria F</strong>. São tributados autonomamente, ou seja, separados dos restantes rendimentos. Sobre estes incide uma <strong>taxa de 25% </strong>para contratos de arrendamento destinados a habitação própria e permanente,<strong> com duração até cinco anos</strong>.</p>
<p>Note que, anteriormente, <strong>esta taxa era de 28%.</strong> Esta foi uma das alterações introduzidas pelo pacote Mais Habitação, que entrou em vigor a 7 de outubro de 2023.</p>
<p>Mas há exceções! Os arrendamentos <strong>para fins não habitacionais </strong>(por exemplo, espaços comerciais), continuam a estar sujeitos a uma <strong>taxa autónoma de 28%. </strong></p>
<p>Convém ainda relembrar que, os <a href="https://www.cgd.pt/Site/Saldo-Positivo/protecao/Pages/seguros-para-imovel-alugado.aspx" target="_blank" rel="noopener"><strong>seguros de renda</strong></a> <strong>podem agora ser deduzidos aos rendimentos prediais</strong>. Significa isto que, são considerados uma dedução específica enquadrada na Categoria F (Rendimentos prediais).</p>
<p>Em seguida damos a conhecer as situações em que pode igualmente ter uma redução desta taxa.</p>
<h3>Redução do imposto tendo em conta a duração do contrato</h3>
<p>Quando o contrato de arrendamento habitacional (ou a sua renovação), <strong>é superior a cinco anos, há uma redução da taxa autónoma tendo em conta a duração do contrato</strong>.</p>
<p>De acordo com o Regime atual Mais Habitação, e consoante a duração do contrato, pode contar com as seguintes <strong>taxas de tributação autónoma</strong>:</p>
<ul>
<li>Até 2 anos – <strong>25%</strong> (anteriormente era 28%)</li>
<li>3 a 5 anos – <strong>25%</strong> (a taxa anterior era 26%)</li>
<li>5 a 10 anos – <strong>15%</strong> (antes era 23%)</li>
<li>10 a 20 anos – <strong>10%</strong> (antes era 14%)</li>
<li>Mais de 20 anos – <strong>5%</strong> (anteriormente era 10%)</li>
</ul>
<p>Mas há mais! Caso o seu contrato tenha uma<strong> duração igual ou superior a cinco anos e inferior a 10 anos</strong>, pode contar com uma redução adicional. Na prática, por cada renovação com igual duração, terá uma <strong>redução de 2%</strong> (até ao limite de 10) na taxa a pagar.</p>
<p>Note ainda que:</p>
<p><strong>A redução da taxa de IRS não se aplica a rendimentos prediais decorrentes de contratos de arrendamento celebrados a partir de 1 de janeiro de 2024, caso a renda mensal exceda em 50% os limites gerais de preço de renda, que pode consultar </strong><a href="https://files.diariodarepublica.pt/1s/2019/06/10900/0290402907.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>Por fim, ao fazer o seu IRS, saiba que pode sempre <strong>optar pelo englobamento dos rendimentos prediais</strong>. Em outras palavras, o montante de rendas que recebeu é somado aos restantes rendimentos de trabalho que possui e a tributação é feita <strong>à taxa progressiva de IRS</strong> que lhe está associada de acordo com os respetivos escalões e taxas definidos.</p>
<p>Para seu conhecimento, em 2024 <strong>as taxas variam entre 13,25% e 48%,</strong> de acordo com o escalão de IRS.</p>
<h3>Redução do imposto a pagar para novos contratos com uma renda inferior à atual</h3>
<p>Se celebrar um <strong>novo contrato para o mesmo imóvel com uma renda inferior à atual, </strong>pode igualmente ter uma<strong> redução adicional de 5% </strong>no imposto a pagar. No entanto, este benefício só se aplica para os <strong>contratos a partir de 5 anos e em que o valor da renda seja 5% abaixo da renda que vigorava no contrato anterior</strong>.</p>
<p>Caso prático:</p>
<p>O João (nome fictício) fez um novo contrato de arrendamento com a <strong>duração de 7 anos e com um valor de renda 5% abaixo do anteriormente praticado</strong>. Quer isto dizer que, nesta situação, o João pode contar com uma <strong>redução adicional de 5%</strong>. Assim sendo, em vez de pagar os 15% estipulados para contratos entre 5 e 10 anos, <strong>apenas pagará 10%.</strong></p>
<p>Caso contrario, se o valor da renda mensal de um novo contrato for acima dos <a href="https://files.diariodarepublica.pt/1s/2019/06/10900/0290402907.pdf" target="_blank" rel="noopener">limites do arrendamento acessível</a>, <strong>não haverá lugar à redução da taxa especial com base na duração</strong>, mesmo que o contrato tenha um prazo superior a cinco anos. Ou sejam aplica-se a taxa geral dos rendimentos prediais decorrentes de contratos de arrendamento habitacional, que é de <strong>25%.</strong></p>
<h3>Rendimentos prediais: quais as situações em que está isento?</h3>
<p>Há situações em que, enquanto senhorio, <strong>não tem de pagar imposto sobre as suas rendas</strong>. Assim, ficam isentos de tributação, em sede de IRS (ou IRC), todos os rendimentos prediais que obedeçam às <strong>seguintes condições</strong>:</p>
<ul>
<li>Resultem de contratos enquadrados no <a href="https://www.portaldahabitacao.pt/arrendamento-acessivel" target="_blank" rel="noopener">Programa de Apoio ao Arrendamento</a>;</li>
<li>Sejam obtidos através <strong>do alojamento para estudantes deslocados </strong>desde que o valor da renda não ultrapasse os limites máximos do arrendamento acessível;</li>
<li>Resultem de contratos celebrados <strong>antes de 1990</strong>;</li>
<li>Resultem de <strong>imóveis anteriormente utilizados para alojamento local</strong> &#8211; esta isenção aplica-se sobre as rendas <strong>até ao final de 2029</strong>.</li>
</ul>
<p>Relativamente a esta condição, <strong>acresce dois requisitos a cumprir</strong>:</p>
<ul>
<li>O estabelecimento de alojamento local tem de ter sido registado e afeto a esse fim <strong>até 31 de dezembro de 2022</strong>;</li>
<li>Por fim, o contrato de arrendamento e a inscrição nas Finanças tem de se realizar <strong>até 31 de dezembro de 2024</strong>.</li>
</ul>
<p>Já agora, e porque no “poupar está o ganho”, fique a saber que, os rendimentos prediais resultantes de contratos de arrendamentos para habitação celebrados antes de 1990, <strong>estão isentos de IMI</strong>.</p>
<h3>Pagamento de mais-valias prediais com novas regras<strong> </strong></h3>
<p>Para efeitos de IRS, são consideradas mais-valias todos os ganhos que não se enquadrem em rendimentos empresariais, profissionais, de capitais ou prediais, ou seja, <strong>é o lucro que resulta da venda ou troca de um ativo</strong>, como por exemplo a venda de um imóvel.</p>
<p>Acontece que, o pacote Mais Habitação trouxe também novidades no que diz respeito à <strong>tributação das mais valias realizadas na venda de um imóvel</strong>. Em determinados casos há lugar à isenção de imposto a pagar (se vendeu ou está a pensar vender um imóvel, verifique se alguma destas situações se aplica a si):</p>
<ul>
<li>Venda de terrenos ou de segundas habitações <strong>para amortização de crédito habitação</strong>, em seu nome ou de um descendente;</li>
<li>Venda de um imóvel (habitação própria ou secundária) <strong>ao Estado, às Regiões Autónomas, às entidades públicas empresariais na área da habitação</strong>.</li>
</ul>
<p>Leia ainda: Mais Habitação: <a href="https://reorganiza.pt/mais-habitacao-quais-as-novas-regras-de-reinvestimento-de-mais-valias/">quais as novas regras de reinvestimento de mais valias</a>?</p>
<h2>Como pode beneficiar destas medidas?</h2>
<p>Se é senhorio e quer beneficiar da redução da taxa de IRS sobre as rendas, precisa de <strong>fazer (ou renovar) um contrato de arrendamento de longa duração</strong>, de acordo com as tabelas acima indicadas. Por outro lado, tem ainda de cumprir as seguintes <strong>obrigações fiscais</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Comunicar o contrato de arrendamento</strong>, submetendo a declaração <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/modelos_formularios/imposto_selo/Documents/Modelo_2_IS_Rosto.pdf" target="_blank" rel="noopener">Modelo 2 no Portal das Finanças</a>;</li>
<li><strong>Informar sobre a duração do contrato de arrendamento</strong> até 15 de fevereiro do ano seguinte à celebração ou renovação do contrato.</li>
</ul>
<p>Mas quais os passos a seguir? Tome nota:<strong>    </strong></p>
<ul>
<li>Entre no <a href="https://imoveis.portaldasfinancas.gov.pt/arrendamento/" target="_blank" rel="noopener">Portal das Finanças </a>e faça a sua autenticação;</li>
<li>No menu do lado esquerdo, clique em <strong><em>Contratos </em></strong>e de seguida <strong><em>Comunicar Início</em></strong>;</li>
<li>Preencha com a <strong>informação solicitada sobre o contrato</strong>;</li>
<li>Clique em <strong><em>Guardar rascunho </em></strong>e confirme se está tudo correto;</li>
<li><strong>Submeta o contrato</strong>;</li>
<li>Por fim, pague o <strong>Imposto de Selo (IS)</strong> &#8211; a nota de cobrança é gerada automaticamente.</li>
</ul>
<p>Mas há mais! Até <strong>15 de fevereiro</strong> do ano seguinte à celebração do contrato tem que voltar a entrar no Portal das Finanças e efetuar as seguintes ações:</p>
<ul>
<li>Entre na <strong>área de <em>Arrendamento</em></strong>:</li>
<li>Selecione, no menu da esquerda, a opção <strong><em>contratos de longa duração </em></strong>e de seguida <strong><em>Comunicar Duração Contrato de Arrendamento de Longa Duração</em></strong>;</li>
<li><strong>Escolha o contrato</strong> para o qual pretende comunicar a duração para beneficiar da taxa reduzida;</li>
<li>Por fim, clique em <strong><em>Comunicar</em></strong>.</li>
</ul>
<p>Como forma de combater o número de contratos não declarados às Finanças, o Estado possibilita agora que a <strong>comunicação do contrato de arrendamento possa ser feita pelo arrendatário</strong> (nas situações em que o senhorio não o faça no prazo legal).</p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/rendas-no-irs-como-declarar-rendimentos-e-despesas/">Rendas no IRS: como declarar rendimentos e despesas</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vale a pena vender uma casa nos dias de hoje?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/vale-a-pena-vender-uma-casa-nos-dias-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[consolidação de créditos]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[form_cc]]></category>
		<category><![CDATA[organizar finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de Créditos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/vale-a-pena-vender-uma-casa-nos-dias-de-hoje/</guid>

					<description><![CDATA[Se vale ou não a pena vender uma casa nos dias de hoje depende da razão que o leva a vender o imóvel, e se é o imóvel onde mora...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se vale ou não a pena vender uma casa nos dias de hoje depende da razão que o leva a vender o imóvel, e se é o imóvel onde mora habitualmente ou se é uma segunda casa. De facto, não há uma única resposta a esta pergunta, já que depende da sua situação concreta.</p>
<h2><strong>Se a casa em questão é a casa onde habita </strong></h2>
<p>Com a subida das taxas de juro, a prestação da sua casa certamente aumentou, e o seu orçamento ficou mais apertado. Assim, vender a sua casa e comprar outra mais pequena até pode ser uma situação que já equacionou. Mas será que vale a pena vender a sua casa?</p>
<h3><strong>O preço das casas não baixou </strong></h3>
<p>Apesar da subida das taxas de juro, o preço das casas não baixou até porque a oferta de casas não é muita. Assim pode até obter um valor justo pelo seu imóvel, mas consegue comprar outra mais pequena na zona onde habita e que tanto gosta? Talvez não.</p>
<h3><strong>Não paga mais valias pela venda da casa</strong></h3>
<p>É certo que de acordo com a entrada em vigor da lei da <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/lei/56-2023-222477692" target="_blank" rel="noopener">Lei 56/2023 a 7 de outubro</a>, desde que o imóvel tenha sido a sua habitação própria e permanente nos dois últimos anos não vai pagar mais valias sobre o ganho na venda. Mas a questão mantém-se, não preferia uma solução que lhe permitisse continuar na sua casa e reduzir a sua prestação financeira? Estamos certos de que a sua resposta seria que sim.</p>
<h3><strong>Renegocie ou consolide créditos</strong></h3>
<p>Por isso reduzir a sua prestação mensal pode ser a solução que procura. Considere <a href="https://reorganiza.pt/renegociar-ou-consolidar-creditos-para-nao-entrar-em-incumprimento/" target="_blank" rel="noopener">renegociar as condições do seu crédito habitação ou consolidar todos os seus créditos (pessoais e habitação)</a>. Vai poupar dinheiro e conseguir continuar a viver na sua casa. Fale connosco.</p>
<h2><strong>Se a casa em questão é uma segunda casa </strong></h2>
<p>Se tem uma segunda casa, vendê-la e utilizar o valor da venda para ganhar uma folga financeira e ao mesmo tempo reduzir a dívida do seu crédito habitação (ou mesmo amortizar o dos seus filhos) pode ser o que tem em mente. E até tem vantagens fiscais.</p>
<h3><strong>Não paga mais valias pela venda da casa ao amortizar o seu crédito habitação</strong></h3>
<p>De facto, com a entrada em vigor da Lei 56/2023 a 7 de outubro pelo seu artigo 50º, está isento de mais valias o ganho na venda de imóveis de segunda habitação que seja aplicado na amortização parcial ou total do seu crédito habitação, ou de um dos seus descendentes (filhos ou netos). Mas atenção tem de vender até ao final de 2024 e a amortizar o crédito habitação nos três meses seguintes.</p>
<h3><strong>Mas pode também arrendar</strong></h3>
<p>Existem de facto outras opções à venda do imóvel. Pode arrendar o imóvel e obter um rendimento mensal para aumentar o seu orçamento mensal. Sobre o valor da renda vai pagar IRS, mas este é tanto menos quento maior for o prazo do contrato de arrendamento.</p>
<h3><strong>Renegocie ou consolide créditos</strong></h3>
<p>Claro que se tem um crédito habitação sobre a sua segunda casa, então renegociar o seu crédito ou consolidá-lo com outros créditos que tenha, também é uma solução possível.</p>
<h2><strong>Em conclusão fale com a Reorganiza </strong></h2>
<p>A Reorganiza tem uma equipa de especialistas em crédito que o podem ajudar, sem qualquer custo para si, a encontrar a melhor solução de <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a> e de <a href="/credito-consolidado">crédito consolidado</a>. Connosco as suas finanças estão em boas mãos. Contacte-nos.</p>
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		<div id="fws_6a3de61b58280"  data-column-margin="default" data-midnight="light" data-top-percent="5%" data-bottom-percent="5%"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row full-width-section vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle bannersCreditos bannersSimuladores top_padding_phone_10pct bottom_padding_phone_10pct"  style="padding-top: calc(100vw * 0.05); padding-bottom: calc(100vw * 0.05); "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer using-image" ><div class="row-bg viewport-desktop using-image"  style="background-image: url(https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/banner_CreditoConsolidado.png); background-position: center center; background-repeat: no-repeat; "></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 light left">
	<div  class="vc_col-sm-5 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
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				<div class="nectar-highlighted-text" data-style="regular_underline" data-exp="default" data-underline-thickness="default" data-user-color="true" style="color: #ffffff;" data-using-custom-color="true" data-animation-delay="false" data-color="#4eab3e" data-color-gradient="#a9d42c" style=""><em>Crédito Consolidado</em></div><h2 style="color: #ffffff;text-align: left" class="vc_custom_heading vc_do_custom_heading" >Junte todos os créditos e reduza as suas preocupações</h2>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consegue poupar muito, com uma prestação apenas.</span></p>
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	</div> 

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		<h4><strong>Simule o seu Crédito Consolidado</strong></h4>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR<br />
CRÉDITOS ATUAIS</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR E PEDIR VALOR EXTRA</span></p>
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</div></div>
			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vantagens e os riscos de investir em crowdfunding imobiliário</title>
		<link>https://reorganiza.pt/quais-as-vantagens-e-os-riscos-de-investir-em-crowdfunding-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[crowdfunding]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento através de crowdfunding tem crescido bastante nos últimos anos, com o surgimento e crescimento de plataformas fintech e proptech. Este tipo de plataformas tem permitido a democratização de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento através de crowdfunding tem crescido bastante nos últimos anos, com o surgimento e crescimento de plataformas fintech e proptech. Este tipo de plataformas tem permitido a democratização de alguns investimentos que estavam inacessíveis a muitas pessoas, quer por questões de montante mínimo de investimento quer pelo acesso a classes de ativos distintas, como sendo o imobiliário ou os empréstimos a particulares e a empresas.</p>
<h2><strong>No caso específico do crowdfunding imobiliário destacamos as seguintes vantagens:</strong></h2>
<ol>
<li>Montantes mínimos de investimento relativamente baixos;</li>
<li>Acesso a uma classe de ativos que estaria vedada a muitos investidores;</li>
<li>Diversificação de riscos, pois podemos investir em diversas propriedades.</li>
</ol>
<h2><strong>De notar que existem alguns riscos:</strong></h2>
<ol>
<li>Risco inerente ao próprio investimento, seja o risco de incumprimento de contratos de arrendamento ou o risco da operação financeira (no caso da compra para revenda);</li>
<li>Risco inerente à qualidade de crédito do promotor do projeto imobiliário, que pode condicionar o retorno do investimento ou a recuperação do capital investido;</li>
<li>Risco inerente à plataforma e ao enquadramento legal de cada operação.</li>
</ol>
<p>É importante ter em conta que estes investimentos tendem a ter associado um prazo fixo e uma reduzida liquidez, embora já surjam plataformas com mercado secundário.</p>
<p>Quem pensar investir é uma opção atrativa tendo em conta a alta taxa de rentabilidade prometida por algumas plataformas? Ou pode não ser bem assim?</p>
<p>Os investimentos podem ser ou não ser interessantes de acordo com um conjunto de fatores. Antes de investir, sugerimos sempre que pense:</p>
<ol>
<li>Objetivos de investimento;</li>
<li>Perfil de risco;</li>
<li>Horizonte de investimento, que está associado à liquidez do investimento.</li>
</ol>
<p>Tendo presente estes 3 fatores, o investidor deverá ter uma carteira de investimento diversificado. Neste contexto, poderá ter diversas classes de ativos, podendo privilegiar o investimento coletivo (fundos de investimento e relacionados). O investimento através de <em>crowdfunding</em> poderá fazer parte da carteira de investimento diversificada, sendo necessário avaliar a qualidade da plataforma, o país e a legislação respetiva, a antiguidade, dimensão e o volume intermediado pela plataforma. Não esquecer que já existiram más experiências com plataformas/fintechs que acabaram por encerrar, deixando as perdas para os investidores. Na prática, devemos olhar sempre para a relação risco/retorno, pois uma elevada taxa de retorno pode esconder elevados riscos.</p>
<h2><strong>Que percentagem da carteira de investimento se deve alocar a este tipo de produtos?</strong></h2>
<p>Sendo produtos ainda numa fase inicial de implantação, sugerimos não alocar mais de 5%-10% da carteira a esta classe de ativos. Se quiser investir mais em imobiliário, existem soluções nos mercados financeiros que podem também ser interessantes, como o caso dos REITs. Finalmente, não esquecer que estamos a entrar num ciclo de investimento que pode ser caracterizado por maiores níveis de risco, o que terá consequências para a carteira de investimento de quem se foca apenas no curto prazo. Não esquecer que o <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/">investimento imobiliário</a> deve ter um horizonte temporal mais alargado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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