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	<title>Reforma - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Reforma - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Poupança Reforma: Dicas e Soluções para Garantir o Futuro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/poupanca-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 09:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança Reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[Está preocupado com a melhor preparação da sua reforma? Gostava de saber como poupar para a reforma, de modo a garantir um futuro mais risonho? Neste artigo, vamos dar-lhe dicas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está preocupado com a melhor preparação da sua reforma? Gostava de saber como poupar para a reforma, de modo a garantir um futuro mais risonho? Neste artigo, vamos dar-lhe dicas e soluções para que consiga definir a melhor estratégia de poupança para o longo prazo.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#pp1">Porque deve começar a poupar para a reforma já hoje?</a></li>
<li><a href="#pp2">Por que é importante planear o futuro financeiro?</a></li>
<li><a href="#pp3">O que não conseguimos prever?</a></li>
<li><a href="#pp4">O que procurar numa aplicação para a reforma?</a></li>
<li><a href="#pp5">Como poupar para a reforma?</a><a id="pp1"></a></li>
</ul>
<h2>Porque deve começar a poupar para a reforma já hoje?</h2>
<p>A melhor altura para começar a poupar para a reforma é no início da nossa carreira. Como não podemos voltar atrás no tempo, o segundo melhor dia é hoje. E é importante começar já hoje para não perdermos mais tempo. É certo que devemos ter muitos anos pela frente (esperemos). Mas também é certo que quanto mais cedo começarmos, mais cedo iremos colocar em marcha o efeito dos juros compostos.</p>
<p>Para melhor perceber o impacto desta decisão, imagine dois cenários:</p>
<ul>
<li>Poupança mensal de 50€;</li>
<li>Taxa de retorno – 5%;</li>
<li>Início hoje por 30 anos ou início dentro de 10 anos por 20 anos.</li>
</ul>
<p>Se começar hoje, irá acumular cerca de 34.700€ ao final de 30 anos. No entanto, se o início for dentro e 10 anos, irá acumular “apenas” 18.300€ no final do prazo. Ou seja, reduz as entregas em um terço do tempo, mas acumulará cerca de 50% menos. É caso para se dizer que tempo é dinheiro!<a id="pp2"></a></p>
<h2>Por que é importante planear o futuro financeiro?</h2>
<p>Esta pergunta tem respostas evidentes. De forma sumária, temos vários benefícios em planear o nosso futuro financeiro, sendo os principais:</p>
<ol>
<li>Garantir que fazemos o que é preciso para atingir o nível de conforto financeiro e material que idealizamos;</li>
<li>Ter a segurança para encarar o futuro com otimismo, sabendo que teremos poupanças para fazer face a imprevistos;</li>
<li>Atingir os nossos objetivos, quaisquer que eles sejam. Cada pessoa e cada família tem os seus objetivos e aspirações, sendo importante conhecê-los.<a id="pp3"></a></li>
</ol>
<h2>O que não conseguimos prever?</h2>
<p>Neste processo de <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">poupança para a reforma</a> ou, se quiser, poupança para o longo prazo, existem inúmeros fatores que não conseguiremos prever. Não sendo previsíveis, obrigarão a maior conservadorismo quando definimos os nossos planos, nomeadamente o montante que poupamos todos os meses.</p>
<h3><strong>Retorno do Investimento</strong></h3>
<p>Quando falamos de taxas de retorno dos investimentos temos sempre de falar da relação entre o risco que estamos dispostos a correr e o retorno que prevemos obter. Infelizmente, a maioria das pessoas tende a investir para o longo prazo com soluções de poupança sem risco, nomeadamente depósitos a prazo ou <a href="https://reorganiza.pt/poupar-para-a-reforma/">PPR</a> com capital garantido. Dizemos infelizmente porque o investimento de longo prazo permite, em teoria, assumir mais riscos para obter mais retorno. Assim, é fundamental que consigamos que as pessoas mudem a sua postura face ao risco, isto se querem atingir objetivos financeiros mais ambiciosos.</p>
<p>Não sendo possível saber com precisão qual será o retorno do nosso investimento, podemos considerar os retornos históricos. Assim, é comum assumirmos que, para prazos longos, o retorno anual será:</p>
<ul>
<li>Ações – 8%;</li>
<li>Obrigações – 3%-4%.</li>
</ul>
<p>Logo, tendo uma carteira diversificada entre ações e obrigações, será provável que a sua taxa de retorno se situe na casa dos 4% a 8%, dependendo da maior ou menor alocação a ações!</p>
<h3><strong>Valor da sua pensão</strong></h3>
<p>Outro fator que está cheio de incertezas é o valor da sua primeira pensão. Existem inúmeros fatores, como sejam a evolução dos seus salários, a taxa de inflação e o fator de sustentabilidade. Dito isto, é possível ter uma ideia deste valor através da utilização do simulador na sua área reservada na <a href="https://app.seg-social.pt/sso/login">Segurança Social Direta</a>. Por fim, alguns estudos apontam para que a relação entre a primeira pensão e o último salário de alguém na casa dos 40 anos seja na ordem dos 50%. Imagine o que será viver com menos 50% de rendimento e o que isso fará ao seu conforto.</p>
<h3><strong>Idade da reforma</strong></h3>
<p>Fruto do aumento da esperança média de vida, a idade da reforma tem vindo também ela a aumentar. Vivemos mais anos e vivemos mais anos reformados. Se o sistema de pensões é financiado pelas contribuições dos que estão no ativo, facilmente percebemos que alguma coisa terá de mudar. E o que vai mudar serão certamente o valor dos descontos (subir) e o valor dos direitos (descer). Se alguém disser o contrário estará a faltar à verdade!<a id="pp4"></a></p>
<h2>O que procurar numa aplicação para a reforma?</h2>
<p>Tendo como certas estas incertezas e sabendo que o futuro é também ele incerto, é altura de escolhermos uma ou mais aplicações financeiras. Neste contexto, deverá ter em atenção alguns critérios para diferenciar as aplicações:</p>
<h3><strong>Perfil de risco</strong></h3>
<p>O perfil de risco é um dos fatores mais analisados pelos clientes. Como referido, a preferência tem estado assente em produtos em risco e com capital garantido. No entanto, existem produtos com maior exposição a ações, podendo atingir 100% em ações. Assim, saiba qual o seu perfil de risco e qual o nível de risco de cada aplicação, para escolher um produto com o qual se sinta confortável.</p>
<h3><strong>Fiscalidade</strong></h3>
<p>Os produtos de reforma costumam ter associados benefícios fiscais, nomeadamente à entrada (sob a forma de deduções à coleta) e à saída (tributação de lucros). Dito isto, podemos poupar para a reforma noutros produtos, como sejam <a href="https://reorganiza.pt/fundos-de-investimento-guia/">fundos de investimento</a>, ETF ou seguros financeiros. Logo, perceba qual a fiscalidade aplicável ao produto que está a analisar, pensando sempre que diferenças de 10 ou 20 pontos percentuais na taxa de imposto, passados muitos anos, fazem uma grande diferença.</p>
<h3><strong>Qualidade da gestão</strong></h3>
<p>Os produtos de investimento são geridos por sociedades gestoras. Como em tudo nos negócios, existem gestores melhores ou piores e é fundamental que escolha uma sociedade gestora credível e com resultados comprovados. Procure perceber o desempenho histórico dos fundos e compare-o com o desempenho do índice de referência (<em>benchmark</em>).</p>
<h3><strong>Comissões</strong></h3>
<p>Analise com cuidado a estrutura de comissões dos diferentes fundos. No caso dos produtos de reforma, as sociedades gestoras portuguesas costumam cobrar taxas maiores, nomeadamente comissão de subscrição. Adicionalmente, existem as comissões de gestão, resgate e eventualmente de desempenho. Assim, sugerimos que <strong>analise a taxa global de custos</strong>, que representa todos os custos que os clientes suportam, apesar de não os verem (porque deduzidos diariamente ao valor do seu investimento).</p>
<h3><strong>Flexibilidade e facilidade de movimentação</strong></h3>
<p>Um último tópico que deve analisar prende-se com a flexibilidade e facilidade em fazer subscrições e resgates. Neste campo, perceba os sistemas de entregas programadas, os mínimos de subscrição e os critérios de resgate sem penalizações.<a id="pp5"></a></p>
<h2>Como poupar para a reforma?</h2>
<p>Vimos atrás como escolher aplicações financeiras. Agora, importa perceber como conseguiremos encontrar dinheiro para colocar nestas aplicações. Assim, sugerimos:</p>
<ul>
<li>Poupe todos os meses, o que torna o esforço menos difícil (ou mais fácil);</li>
<li>Utilize parte dos seus subsídios de férias e/ou de Natal;</li>
<li>Use parte do seu reembolso de IRS, que apesar de estar a ser reduzido, não deixa de ser um rendimento extra que pode usar para poupar.</li>
</ul>
<p>A poupança reforma será cada vez mais necessária, dados os grandes desafios que temos na sustentabilidade da nossa Segurança Social. Assim, deverá considerá-la uma prioridade pois, se não o fizer, mais ninguém o fará. Se precisar de algum apoio na escolha do melhor produto não hesite e entre em <a href="https://reorganiza.pt/contactos/">contacto com um dos nossos consultores</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Poupar para a Reforma: Tudo o que Precisa de Saber para um Futuro Seguro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/poupar-para-a-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 15:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema das reformas vai estar cada vez mais na ordem do dia. Neste guia, vamos abordar tudo o que precisa de saber para poupar para a reforma. Mostraremos os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema das reformas vai estar cada vez mais na ordem do dia. Neste guia, vamos abordar tudo o que precisa de saber para poupar para a reforma. Mostraremos os motivos para começar o quanto antes, os produtos mais adequados e as melhores estratégias para atingir os seus objetivos.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#p1">Como são financiadas as reformas em Portugal?</a></li>
<li><a href="#p2">O que é o Sistema de Repartição</a></li>
<li><a href="#p3">Como saber o valor da minha pensão?</a></li>
<li><a href="#p4">O que é a taxa de substituição</a></li>
<li><a href="#p5">Como poupar para a reforma?</a>
<ul>
<li><a href="#p6">Quanto tenho de poupar?</a></li>
<li><a href="#p7">Onde investir para a reforma?</a></li>
<li><a href="#p8">Como investir para a reforma?</a></li>
<li><a href="#p9">Quanto poupar todos os meses?</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#p10">O que concluir?</a><a id="p1"></a></li>
</ul>
<h2>Como são financiadas as reformas em Portugal?</h2>
<p>Saber como são financiadas as reformas é meio caminho andado para perceber porque é que tem de começar o quanto antes. Vai perceber que o sistema, tal como está, não é sustentável.<a id="p2"></a></p>
<h2>Sistema de Repartição</h2>
<p>As pensões de reforma do Estado são financiadas pelos trabalhadores no ativo. Ou seja, são os trabalhadores no ativo que pagam as pensões dos reformados, um sistema que é conhecido como sistema de repartição. Este sistema implica que exista uma solidariedade entre gerações, porque quem paga agora faz isso não só porque é obrigado mas, também, porque acredita que virá alguém no futuro que pague as suas pensões.</p>
<p>As contribuições atuais para a Segurança Social são:</p>
<ul>
<li>11% deduzido do salário do trabalhador, pelo que é pago por si;</li>
<li>75% que a entidade patronal paga acima do salário bruto, chamado Taxa Social Única ou TSU.</li>
</ul>
<p>Deste valor, sensivelmente 20% é destinado a pagar pensões de velhice, sendo o restante distribuído por outros benefícios sociais, como sejam fundo de desemprego ou baixas de maternidade. Por fim, este desconto permite formar um direito no futuro, chamado de benefício definido. Não se alterando as regras, o que nos parece cada vez mais difícil, poderá simular quanto irá ser a sua pensão ou, pelo menos, os critérios que contribuem para a sua formação.<a id="p3"></a></p>
<h2>Como saber o valor da minha pensão?</h2>
<p>A maneira mais simples de calcular a sua possível pensão é utilizar o<a href="https://app.seg-social.pt/sso/login?service=https%3A%2F%2Fapp.seg-social.pt%2Fptss%2Fcaslogin"> simulador disponibilizado pela Segurança Social Direta</a>. Tenha em atenção que esta informação não é vinculativa e que assume um conjunto de pressupostos, nomeadamente sobre a evolução do seu rendimento no futuro. Para fazer a simulação, entre na sua área pessoal e selecione pensões. Nesse campo, terá duas opções:</p>
<ol>
<li>Simulação Automática, com base nos salários que se encontram registados na Segurança Social;</li>
<li>Simulação à Medida, onde poderá simular reformas antecipadas e incluir ou alterar rendimentos futuros.</li>
</ol>
<p>Utilize esta informação com cautela e como uma ideia de base. No entanto, deve ser conservador e considerar que este será o melhor dos cenários. Por fim, pense sempre que a tendência será para uma alteração das regras do jogo, nomeadamente o aumento das contribuições e/ou a redução de benefícios.<a id="p4"></a></p>
<h2>O que é a taxa de substituição</h2>
<p>Alguns estudos têm procurado perceber como irão evoluir as pensões nos próximos anos, tendo em conta fatores económicos e demográficos. Estes estudos tentam perceber a relação entre a nossa primeira pensão e o nosso último salário, aquilo que é conhecido como taxa de substituição.</p>
<p>Se reparar, a tendência é para uma queda acentuada da taxa de substituição. Por exemplo, se estiver na casa dos 20 anos, saberá que a sua primeira pensão será, no máximo, 45% do seu último salário. Com base nesta estimativa, poderá pensar:</p>
<ul>
<li>Para manter o meu padrão de vida, terei de encontrar forma de financiar estes 55% de quebra;</li>
<li>Não quero poupar, pelo que terei de assumir que o meu padrão de vida vai cair bastante.</li>
</ul>
<p>Não existem caminhos fáceis. A taxa de substituição irá evoluir deste modo porque vivemos mais anos e temos menos filhos. A nossa população está a envelhecer, e não é razoável pensar que trabalhamos 40 anos com descontos para viver outros 25 a 35 anos reformados. A matemática não engana, apesar de nos quererem fazer acreditar no contrário.<a id="p5"></a></p>
<h2>Como poupar para a reforma?</h2>
<p>Aqui chegados, é importante procurarmos responder a algumas questões. Nomeadamente, quanto teremos de poupar para a reforma, qual a idade ideal para começar e quais as contas a fazer. Obviamente que não será uma resposta científica, mas iremos conseguir dar algumas pistas para pequenas mudanças de comportamentos que serão necessárias.<a id="p6"></a></p>
<h2>Quanto tenho de poupar?</h2>
<p>A primeira questão a responder é quanto tenho de poupar para a reforma. Não é simples. Para responder, deverá ter em atenção qual o seu nível de vida desejado. Saiba que as despesas enquanto reformado irão aumentar consideravelmente, nomeadamente as despesas de saúde e de lazer.</p>
<p>Tendo por base esta expetativa e utilizando o simulador de reforma da Segurança Social, saberá quanto tem de acumular para a reforma. Imagine que o seu último salário é 1.000€ e que a taxa de substituição é de 50%, irá ter de obter um complemento de reforma de 500€ mensais ou 6.000€ por ano. Se contar viver dos 67 anos até aos 85, saberá que tem de dispor de um valor poupado de 108.000€. Parece muito, mas como verá, se começar a poupar cedo, é relativamente fácil atingir esse valor.</p>
<p>Uma outra fórmula de cálculo assenta na taxa de retorno que pode obter numa carteira de investimento diversificada. Neste caso, assumindo uma taxa de 4%, para obter uma renda de 500€ ou os mesmos 6.000€ por ano. Assim, dividindo 6.000€ por 4%, irá ter de poupar 150.000€. Uma vantagem desta fórmula é que assume que se tiver este valor aforrado, mantendo o capital investido, poderá retirar 500€ de rendimento todos os meses sem delapidar o seu património. Acabará deixando uma herança aos seus filhos ou, em alternativa, poderá gastar mais todos os meses até que o seu dinheiro se esgote.<a id="p7"></a></p>
<h2>Onde investir para a reforma?</h2>
<p>Para acumular este património poderá recorrer a um conjunto vasto de produtos e aplicações, quer sejam financeiras quer sejam não financeiras, como o caso do imobiliário. Neste contexto, é relevante distinguir dois conceitos, que apesar de próximos não são sinónimos:</p>
<h3><strong>Poupança</strong></h3>
<p>Em que a preocupação da pessoa é a preservação do capital. Por outras palavras, quem poupa tem como preocupação não perder dinheiro, sendo que para tal não assume riscos e compromete o retorno;</p>
<h3><strong>Investimento</strong></h3>
<p>Em que a preocupação e o foco é ganhar poder de compra. Assim, quem investe assume algum (ou muito) risco, na expetativa de vir a ganhar dinheiro.</p>
<p>Quando falamos da reforma e como para a generalidade das pessoas ainda faltam bastantes anos para esse evento, preferimos falar do conceito de investimento. Infelizmente, os nossos compatriotas tendem a preferir poupar, o que faz com que os montantes acumulados sejam muito baixos. E defendemos que as pessoas devem investir para a reforma pois acreditamos que beneficiam muito do efeito dos juros compostos num horizonte temporal grande.</p>
<p>Quem investe para a reforma, pode optar por vários produtos, sendo de se destacar 3:</p>
<h3><strong>Planos Poupança Reforma (PPR)</strong></h3>
<p>São das soluções favoritas em Portugal, dadas as suas vantagens fiscais, nomeadamente ao nível da tributação das mais-valias e na possibilidade de dedução à coleta de IRS. Para mis detalhes sobre estes produtos, sugerimos a leitura do <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">Guia dos PPR</a>.</p>
<h3><strong>Fundos de Pensões</strong></h3>
<p>Soluções mais procuradas por empresas, dado o enquadramento fiscal na sua política de remunerações. Os <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/fundo-de-pensoes/">fundos de pensões</a> são soluções de investimento que podem ter mais ou menos risco e que são vantajosas em termos fiscais (IRS, TSU e Segurança Social).</p>
<h3><strong>Imobiliário</strong></h3>
<p>Nomeadamente a <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/">compra de imóveis para arrendamento</a>, beneficiando assim de um retorno mensal sob a forma de renda e a valorização do ativo, que tende a acompanhar a taxa de inflação.<a id="p8"></a></p>
<h2>Como investir para a reforma?</h2>
<p>A melhor forma de investir para a reforma ou para o longo prazo de forma mais genérica consiste em contratar um produto com entregas programadas. A dinâmica é simples:</p>
<ol>
<li>Escolha de um produto com risco;</li>
<li>Fazer entregas mensais de um montante determinado;</li>
<li>De forma automática, de modo a beneficiar do efeito inércia.</li>
</ol>
<p>Diz-nos a experiência que esta forma de investimento é das mais bem-sucedidas, na medida em que torna o processo automático de tal modo que acabamos esquecendo que estamos a poupar. Se não acredita, experimente durante uns meses.<a id="p9"></a></p>
<h2>Quanto poupar todos os meses?</h2>
<p>O montante que deve poupar todos os meses para o longo prazo depende dos seus objetivos e do espaço que tem no seu orçamento familiar para o efeito. A sugestão é que comece o quanto antes, de modo a colocar em marcha o efeito dos juros compostos.</p>
<p>Lembra-se de termos dito que poupar mais de 100.000€ não era assim tão difícil? Pois bem, se optar por começar com 25 anos, bastarão 35€ por mês, até que chegue à idade da reforma, para atingir 135.000€ de aforro. É certo que estas contas implicam que tenha uma taxa de retorno anual de 8%, o que só é possível com uma estratégia de investimento diversificada. Por outro lado, se fez o investimento através do imobiliário e com recurso a crédito habitação, com facilidade atinge taxas de retorno bastante superiores. Já se começar a investir mais tarde, o esforço mensal exigido é muito superior&#8230;</p>
<p><strong>Figura &#8211; Poupança mensal exigida para obter 135.000€ até aos 67 anos</strong></p>
<h2><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-10851 size-full aligncenter" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2025/02/Poupar-para-a-reforma.jpg" alt="Poupar para a reforma" width="783" height="327" srcset="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2025/02/Poupar-para-a-reforma.jpg 783w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2025/02/Poupar-para-a-reforma-300x125.jpg 300w, https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2025/02/Poupar-para-a-reforma-768x321.jpg 768w" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" /><a id="p10"></a></h2>
<h2>O que concluir?</h2>
<p>É notório que temos de poupar para a reforma, porque a taxa de substituição de pensões será muito baixa. Caso não queiramos perder qualidade de vida, temos de começar a poupar o quanto antes e optar por constituir uma carteira de investimento diversificada, com risco, para obter maior retorno. Se precisar de algum tipo de apoio ou de esclarecer as suas dúvidas, queira <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">preencher o formulário</a> ou entrar diretamente em <a href="https://reorganiza.pt/contactos/">contacto conosco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PPR &#8211; Como escolher um PPR</title>
		<link>https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
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					<description><![CDATA[Está preocupado com a sua Reforma? A situação atual da Segurança Social leva-o a pensar que não vai ter uma reforma decente no futuro? Se respondeu afirmativamente a estas duas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está preocupado com a sua Reforma? A situação atual da Segurança Social leva-o a pensar que não vai ter uma reforma decente no futuro? Se respondeu afirmativamente a estas duas questões está no bom caminho. É essencial poupar para a Reforma e temos de começar a poupar o quanto antes. Neste artigo vamos falar-lhe dos PPR, um dos produtos de poupança para a reforma mais populares em Portugal</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#P1">O que é um PPR?</a></li>
<li><a href="#P2">Quais os diferentes tipos de PPR que existem?</a></li>
<li><a href="#P3">Quais as Vantagens De Investir num Plano Poupança Reforma</a></li>
<li><a href="#P4">Existem Desvantagens nos Planos Poupança Reforma?</a></li>
<li><a href="#P5">Quais as comissões cobradas pelos PPR?</a></li>
<li><a href="#P6">Os Planos Poupança Reforma têm risco?</a></li>
<li><a href="#P7">Como avaliar o risco dos Planos Poupança Reforma?</a></li>
<li><a href="#P8">Posso transferir o meu PPR para outro banco?</a></li>
<li><a href="#cppr1">Como colocar o PPR no IRS?</a></li>
<li><a href="#P9">Posso cancelar as entregas mensais?</a></li>
<li><a href="#P10">Quando é que devo iniciar o investimento em PPR?</a></li>
<li><a href="#P11">Como escolher o PPR certo para mim?</a></li>
<li><a href="#P12">Como garantir que poupo para a reforma?</a></li>
<li><a href="#P13">Existem alternativas aos PPR na poupança para a reforma?</a></li>
<li><a href="#P14">Dicas para Escolher O Seu Plano Poupança Reforma?</a></li>
<li><a href="#nppr1">Como resgatar o PPR</a></li>
<li><a href="#nppr2">Resgate do PPR após 5 anos de entrega.</a></li>
</ul>
<h2><a id="P1"></a>O que é um PPR?</h2>
<p>Um PPR ou Plano Poupança Reforma é um produto financeiro que foi criado para captar o aforro das pessoas e famílias em Portugal. Quando foi criado, foi <strong>pensado para a poupança para a reforma</strong>, como forma de constituir um complemento para essa fase da vida. Alterações legislativas que foram lançadas acabaram desvirtuando este produto, que agora pode ser usado para investir em prazos curtos. No entanto, pensamos neles como ótimos instrumentos de investimento de longo prazo, pois os seus benefícios são mais visíveis em prazos mais longos.</p>
<h2><a id="P2"></a>Quais os diferentes tipos de PPR que existem?</h2>
<p>Existem dois tipos de Planos Poupança Reforma, que variam no seu enquadramento jurídico e nas garantias que têm associadas:</p>
<ul>
<li><strong>Fundo de Investimento</strong> – O PPR pode ser constituído como um fundo de investimento, gerido por uma sociedade gestora. Neste caso, trata-se de um património autónomo, o que é especialmente relevante em caso de falência da sociedade gestora (o capital não entra para a massa falida);</li>
<li><strong>Seguro de Vida</strong> – Podemos ter PPR em formato de seguro de vida financeiro, nomeadamente os <a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/">seguros de capitalização</a> e os seguros <em>unit linked</em>. A grande diferença para os fundos de investimento é que não falamos de um património autónomo. Logo, em caso de falência da companhia de seguros, o seu capital pode estar em risco.</li>
</ul>
<h2><a id="P3"></a>Quais as Vantagens De Investir num Plano Poupança Reforma</h2>
<p>Os Planos Poupança Reforma foram pensados para o longo prazo. Assim, para “compensar” uma reduzida liquidez foram concedidos benefícios fiscais para quem investe em PPR. Assim, destacamos dois grandes benefícios que pode considerar:</p>
<ul>
<li><strong>Incentivos à compra</strong> – Uma dedução fiscal em sede de IRS, que se traduz na possibilidade de dedução à coleta de até 20% dos montantes entregues. De notar que esta dedução concorre para os limites de dedução, pelo que pode não existir para muitas pessoas;</li>
<li><strong>Benefícios na venda</strong> – Se resgatar o seu PPR dentro dos critérios legais terá uma taxa de imposto sobre os lucros muito mais vantajosa do que nos restantes produtos de aforro. Falamos de uma diferença que pode chegar a 20 pontos percentuais de diferença na taxa de imposto sobre mais-valias.</li>
</ul>
<p>Infelizmente, têm existido várias alterações ao <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/bf_rep/Pages/estatuto-dos-beneficios-fiscais-indice.aspx">Estatuto dos Benefícios Fiscais</a>, o que tem provocado algumas dúvidas sobre estes produtos. Do ponto de vista fiscal, os PPR são dos produtos mais interessantes que tem ao seu dispor, embora deva escolher com cautela pois há fundos bem geridos e outros nem tanto.</p>
<h2><strong><a id="P4"></a>Existem Desvantagens nos Planos Poupança Reforma?</strong></h2>
<p>Algumas pessoas apontam a falta de liquidez como uma das grandes desvantagens dos PPR. Esta restrição de movimentação do dinheiro aqui investido faz todo o sentido uma vez que este é um investimento para o longo prazo. Assim, se o seu objetivo for poupar para a reforma a liquidez não é uma desvantagem.</p>
<p>Uma análise ao nível de comissões e de retorno tem trazido também várias críticas. Dizem os críticos que as comissões são superiores (verdadeiro, especialmente se não souber como escolher um PPR) e que as taxas de retorno são inferiores (também devido ao nível superior de comissões). No entanto, um estudo mais rigoroso indica-nos que estas críticas não costumam ser merecidas.</p>
<p>Tenha também em atenção que se resgatar antecipadamente o seu PPR pode vir a ter penalizações fiscais. Assim, para escolher um bom PPR deverá procurar toda a informação e escolher diferentes entidades gestoras. Em breve iremos fazer uma análise sobre o melhor PPR do mercado.</p>
<h2><a id="P5"></a>Quais as comissões cobradas pelos PPR?</h2>
<p>Ao olharmos para os planos poupança reforma, deveremos ter em consideração que as comissões acabam por nos “comer” o nosso retorno. Isto é verdade quer falemos de PPR ou de outros fundos de investimento. Na prática, alguém tem de pagar a equipa de gestão, certo? Assim, tenha em atenção as seguintes comissões:</p>
<ol>
<li><strong>Comissão de Subscrição</strong> –Nunca devemos pagar comissões de subscrição de produtos financeiros. Deverá ser um privilégio do banco ter-nos como clientes e não o contrário. As comissões de subscrição são uma forma de a sociedade gestora se apropriar de parte do benefício fiscal, supostamente para fazer face a custos administrativos e afins. Procure sociedades gestoras que não cobrem estes custos;</li>
<li><strong>Comissão de gestão</strong> – A comissão que visa pagar o trabalho da equipa de gestão do fundo. Estas comissões variam bastante de gestor para gestor e estão também associadas ao nível de risco que corremos. Assim, se procura PPR com capital e taxa garantida, a comissão de gestão tende a ser baixa. Se vai mais para PPR com muito risco, que têm de investir mais em ações, a comissão pode chegar quase a 2% ao ano.</li>
<li><strong>Comissão de transferência</strong> – Antes de subscrever o seu PPR, deve analisar quanto lhe custará se quiser mudar o PPR para outra sociedade gestora. Tenha em mente que algumas sociedades suportam o custo de transferência (já viu, para terem o privilégio de o ter como cliente).</li>
<li><strong>Comissão de reembolso</strong> – O custo que poderá ter no momento de reembolsar o seu dinheiro. Tenderão a ser decrescentes com o tempo e servem como incentivo para manter o seu investimento durante mais tempo.</li>
</ol>
<p>Tenha em mente que todas estas comissões podem pesar no seu retorno de longo prazo. Se uma diferença de 1% num ano pode parecer pouco, pense que 1% multiplicado por 30 anos é um rombo enorme no seu esforço de poupança para a reforma.</p>
<h2><a id="P6"></a>Os Planos Poupança Reforma têm risco?</h2>
<p>Quando nos fazem esta pergunta, o nível de risco que preocupa os nossos clientes é o risco de perda do capital investido. No que toca ao risco, existem dois tipos de PPR:</p>
<ol>
<li><strong>Capital e taxa garantida</strong> – Produtos pensados apenas para a poupança e a preservação do capital. Por norma, a taxa de retorno é inferior à taxa de inflação, pelo que acabamos perdendo poder de compra sem nos darmos conta. Estes são ótimos produtos para dar dinheiro à sociedade gestora;</li>
<li><strong>Sem capital e taxa garantida</strong> – São produtos pensados para o investimento, pelo que procuram ter taxas de retorno mais elevadas do que a taxa de inflação. Se falamos de investimentos de longo prazo, devemos apostar em produtos sem garantia de capital de modo a podermos ganhar algum dinheiro.</li>
</ol>
<h2><a id="P7"></a>Como avaliar o risco dos Planos Poupança Reforma?</h2>
<p>Por norma, o risco do investimento em PPR está associado ao seu peso na classe de ativos de ações. Assim, produtos com maior peso em ações têm mais risco, ao passo que produtos com maior peso em obrigações são mais conservadores. A grande vantagem de produtos que têm a liberdade de investir em várias classes de ativos é que o gestor pode adequar o risco ao contexto de mercado. Em momentos de maior risco tendem a aumentar o peso em obrigações e quando o potencial é maior, aumentam a exposição a ações.</p>
<h2><a id="P8"></a>Posso transferir o meu PPR para outro banco?</h2>
<p>Uma dúvida que surge muitas vezes. Quer esteja a iniciar o seu esforço de poupança quer já tenho um PPR em curso, é possível transferir o seu PPR para outra sociedade gestora. Se não está satisfeito com a sociedade gestora pode mudar para outra do seu agrado. Tenha em mente que no caso dos PPR de capital garantido, <strong>pode existir uma comissão de transferência até 0.5% do capital a transferir</strong>, sendo que várias sociedades gestoras cobrem este custo.</p>
<h2><a id="cppr1"></a>Como colocar o PPR no IRS?</h2>
<p>Como sabemos, um dos grandes argumentos para subscrever um Plano Poupança Reforma é obter benefícios fiscais em sede de dedução à coleta no IRS. Ao subscrever um PPR, a entidade financeira deverá comunicar as suas entregas diretamente à Autoridade Tributária. Este valor irá ser identificado no Anexo H, que já deverá estar pré-preenchido (sugerimos que confira se os dados estão corretos). Caso não queira ficar com o montante imobilizado, poderá eliminar essa linha na sua declaração, o que fará com que não tenha benefício fiscal e, consequentemente, que evite penalizações por mobilização antecipada do capital.</p>
<p>Na eventualidade de ter resgatado o PPR fora das condições legalmente permitidas, o campo 803 deverá também ter identificado o valor do resgate para que tenha um acréscimo à coleta por incumprimento das condições contratuais. Simples!</p>
<h2><a id="P9"></a>Posso cancelar as entregas mensais?</h2>
<p>Outra dúvida que surge e que importa eliminar desde já. O PPR não é um casamento. Logo, quando inicia as suas entregas mensais pode sempre cancelar as transferências automáticas sem qualquer tipo de penalizações. Claro que sugerimos que as mantenha para maximizar o potencial ganho que terá. Mas pode sempre deixar de contribuir e <a href="https://reorganiza.pt/quanto-deverei-poupar-reforma-planear-reforma/">eventualmente voltar a contribuir mais tarde</a>. A escolha é sempre sua.</p>
<h2><a id="P10"></a>Quando é que devo iniciar o investimento em PPR?</h2>
<p>Quando se fala na poupança para a reforma tendemos a pensar que temos tempo. Que podemos esperar alguns anos, porque existem agora outras necessidades. Sendo verdade que a reforma, para alguns, pode demorar muito tempo, também é verdade que podemos começar desde cedo a beneficiar do efeito dos <a href="https://reorganiza.pt/juros-simples-juros-compostos/">juros compostos</a>.</p>
<p>A nossa sugestão é que comece a poupar para a reforma o quanto antes. E sugerimos isto porque se começar mais cedo o esforço que lhe vai ser exigido para atingir os seus objetivos financeiros será menor. Por outras palavras, pode poupar menos todos os meses. Ou pode ganhar mais dinheiro. A escolha é sua, mas comece o quanto antes.</p>
<h2><a id="P11"></a>Como escolher o PPR certo para mim?</h2>
<p>A escolha de um bom PPR não é algo complexo. Aliás, envolve alguns passos simples, sendo que o principal é estar disposto a poupar para o longo prazo. Assim, sugerimos:</p>
<ul>
<li><strong>Avalie a qualidade da sociedade gestora</strong>. Pode não ser fácil, mas a credibilidade da sociedade gestora e da equipa de gestão é fundamental. Foque-se numa equipa com experiência e evite as marcas da moda. Procure consistência, mesmo que alguma marca possa estar a ser muito promovida;</li>
<li><strong>Pense no prazo de investimento</strong>. Saber o prazo do investimento é essencial para perceber se deve <a href="https://reorganiza.pt/como-colocar-o-ppr-no-irs/">inscrever as entregas na sua declaração de IRS</a> e o nível de risco que pode assumir (prazos mais curtos devem implicar menor risco);</li>
<li><strong>Perceba quanto quer poupar</strong>. Quais são os seus objetivos de poupança? Saber o prazo e os objetivos é fundamental para determinar quanto tem de poupar todos os meses e qual o risco que tem de correr para atingir os seus objetivos. Nesta fase, tem de decidir se vai aumentar o valor das entregas mensais ou se tem de assumir mais risco.</li>
</ul>
<h2><a id="P12"></a>Como garantir que poupo para a reforma?</h2>
<p>A melhor estratégia de poupança para a reforma (ou para o longo prazo) é subscrever uma ou duas entregas programadas para um PPR à sua escolha. Por exemplo, um PPR que permita atingir os limites legais de entregas em sede de IRS (entre os 1.500€ e os 2.000€ de entregas anuais) e outro para o remanescente. O fundamental é que o programa seja automático e que retire o dinheiro da sua conta à ordem, de modo a garantir que poupa sem se dar conta disso. Se precisar de sugestões de PPR não hesite e entre em contacto com um consultor especializado.</p>
<h2><a id="P13"></a>Existem alternativas aos PPR na poupança para a reforma?</h2>
<p>A resposta é naturalmente que sim. Existem outras alternativas que deve conhecer. Para o ajudar, preparámos um artigo comparativo de <a href="https://reorganiza.pt/ppr-ou-fundos-de-pensoes/">PPR ou Fundo de Pensões</a> e <a href="https://reorganiza.pt/ppr-ou-seguro-financeiro-qual-a-melhor-escolha/">PPR ou Seguros Financeiros</a>. Estes produtos podem ser alternativos ou complementares, cada qual cumprindo a sua função, sempre assumindo a lógica de diversificação de riscos. Aliás, se tiver uma empresa, os <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/fundo-de-pensoes/">fundos de pensões</a> podem ser soluções muito interessantes para remuneração sem os impactos fiscais ao nível da Segurança Social e do IRS (que é diferido).</p>
<h2><a id="P14"></a>Dicas para Escolher O Seu Plano Poupança Reforma?</h2>
<p>Os PPR têm características muito distintas entre si, nomeadamente no que toca ao nível de risco que têm associado. Sugerimos as seguintes dicas para a escolha do seu PPR:</p>
<ul>
<li><strong>Invista com risco</strong> – O investimento para a reforma é um investimento para o longo prazo pelo que deve fugir dos PPR com capital garantido e optar por produtos que invistam uma percentagem do seu património em ações.</li>
<li><strong>Não pague comissões de subscrição</strong> – As comissões de subscrição são um dos grandes penalizadores da sua poupança. Assim, deverá evitar a todo o custo as comissões de subscrição (se reparar o melhor banco em termos e PPR não lhe cobra estas comissões…)</li>
<li><strong>Faça reforços periódicos</strong> – Para poupar uma boa quantia deverá alimentar o seu PPR todos os meses. Faça reforços automáticos e garanta que o seu bolo vai crescendo todos os meses. Se possível, faça também reforços pontuais com algum rendimento com que não estava a contar. Lembre-se que tudo o que poupar será seu!</li>
<li><strong>Leia atentamente toda a documentação</strong> – Existem muitos documentos a que deve dar atenção antes de subscrever um PPR. Na prática, poderá ler o prospeto do PPR, que na prática lhe diz (de forma extensa) quais os riscos, as classes de ativos onde investe, as comissões associadas, etc.). Pode também ler a ficha informativa que tem estes dados já condensados;</li>
<li><strong>Conheça os riscos</strong> – Os PPR não são todos iguais. Existem PPR com risco e outros sem risco. Uns com taxa de retorno garantida e outros cuja taxa depende da evolução de um conjunto de ativos;</li>
<li><strong>Cuidado com as comissões</strong> – Como em tudo na Banca, existem comissões associadas aos PPR. Assim, sugerimos que tenha em atenção em especial as comissões de subscrição, as comissões de gestão e as comissões de resgate. Procure planos poupança reforma sem comissão de subscrição e de resgate (pergunte-nos quais são se preferir) para evitar estar a gastar dinheiro desnecessariamente;</li>
<li><strong>Conheça a sociedade gestora</strong> – Existem sociedades gestoras que têm uma maior especialização na gestão de planos poupança reforma. Outras são mais focadas em fundos de outras tipologias. Escolha sociedades especialistas para procurar outros níveis de retorno.</li>
</ul>
<p>O investimento para a reforma deverá ser uma prioridade. Poderá achar que não precisa de poupar já (pois ainda tem “muito tempo”) ou que não consegue poupar. Acredite que já nos cruzámos com centenas de pessoas que recebem o rendimento mínimo e têm poupanças automáticas para o seu PPR. Tornar o processo automático vai fazer toda a diferença.</p>
<p>A <strong>escolha de um plano poupança reforma</strong> não é nenhuma ciência mas envolve alguns cuidados. Aliás, não devemos entregar o nosso dinheiro a uma qualquer sociedade gestoras. Tenha em atenção as nossas dicas e <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">comece a poupar para a sua reforma</a>. Se precisar de esclarecimentos ou apoio na escolha do melhor PPR não hesite e entre em contacto com um consultor Reorganiza.<a id="nppr1"></a></p>
<h2>Como resgatar o PPR?</h2>
<p>Pode estar na situação de ter de resgatar o seu PPR. Nesse caso, saiba que pode resgatar o PPR nas seguintes condições:</p>
<ul>
<li>Reforma por velhice;</li>
<li>A partir dos 60 anos de idade;</li>
<li>Desemprego de Longo Duração do cliente ou de qualquer membro do agregado familiar;</li>
<li>Incapacidade Permanente para o Trabalho do Segurado ou de qualquer membro do agregado familiar;</li>
<li>Doença Grave do Segurado ou de qualquer membro do agregado familiar;</li>
<li>Amortização de crédito habitação</li>
</ul>
<p>Aliás, pode resgatar o PPR sempre que quiser. No entanto, se o fizer nestas condições, não irá ter qualquer penalização. Caso não respeite as condições de resgate antecipado, saiba que tem de devolver o valor do benefício fiscal que recebeu, acrescido de uma penalização de 10% por cada ano em que o seu dinheiro esteve investido. Daí que deixemos sempre a sugestão de pensar muito bem se deve colocar o PPR para efeitos de deduções à coleta.<a id="nppr2"></a></p>
<h2>Resgate do PPR Após 5 Anos Da Entrega</h2>
<p>Porém existe a possibilidade de solicitar o reembolso total desde que decorridos 5 anos a primeira entrega se o montante das entregas efetuadas na primeira metade da vigência do contrato representar pelo <strong>menos 35% da totalidade das entregas</strong>.</p>
<p>O que isto quer dizer é que o montante total do plano de poupança reforma pode ser resgatado desde que no decorrer de metade do prazo tenham sido entregues mais de 35% do total, eliminando assim a possibilidade de levantamento total do planos de poupança reforma que, por proximidade da data fim, tenham sido reforçados com vista a aumentos de rentabilidade ou benefício das vantagens fiscais.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Se desconto para a Segurança Social, onde estão os meus descontos?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/se-desconto-para-a-seguranca-social-onde-estao-os-meus-descontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganizauser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupanças]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem trabalha e desconta para a Segurança Social acaba por ficar algo revoltado quando lhe dizem que não vai ter a reforma que lhe foi prometida. Neste artigo explicamos-lhe porquê...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem trabalha e desconta para a Segurança Social acaba por ficar algo revoltado quando lhe dizem que não vai ter a reforma que lhe foi prometida. Neste artigo explicamos-lhe porquê e dizemos-lhe onde estão os seus descontos para a Segurança Social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como são financiadas as nossas reformas?</h2>



<p>É fundamental que perceba o esquema de financiamento da sua reforma para que perceba os desafios que estão pela sua frente. Na realidade, o Sistema Público de Reformas em Portugal é financiado na sua maioria num sistema de Repartição. O Sistema de Repartição significa que <strong>as responsabilidades pelo pagamento das pensões são assumidas pelos trabalhadores no ativo</strong>. Por outras palavras, são os trabalhadores no ativo que pagam as pensões de quem está reformado.</p>



<p>Ao considerar este sistema de repartição rapidamente se apercebe que os seus descontos para a Segurança Social (na prática, os seus descontos e os descontos da sua entidade patronal) não estão numa conta bancária à sua espera mas antes vão parar às contas bancárias dos nossos reformados. Assim percebemos o termo de Solidariedade Intergeracional pois as novas gerações são chamadas a ser solidárias com as gerações que as precederam, na expectativa de que a geração que se segue lhes pague as suas reformas. Percebemos assim o risco?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem outros sistemas?</h2>



<p>Sim, existem outros sistemas de financiamento das pensões e não podemos dizer que um dos sistemas é melhor do que o outro. Ao sistema de repartição contrapõe-se o sistema de capitalização. No caso da capitalização todas as contribuições são aplicadas para provisionar os custos futuros. Este é o sistema aplicável nos <a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/">seguros de capitalização</a> ou <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">planos poupança reforma</a>, onde o dinheiro é depositado numa conta bancária, é investido e o rendimento gerado por esses investimentos é capitalizado e reinvestido ao longo dos anos. A outra grande diferença é que na repartição o dinheiro não esgota, porque as diferenças são suportadas pelo orçamento de Estado. No caso da capitalização, os benefícios estão diretamente relacionados com as poupanças e o resultado do investimento (na prática, quando acabar o dinheiro, acaba-se o benefício).</p>



<p>O sistema de repartição é um sistema que tem vindo a ser desafio em termos de sustentabilidade na medida em que se são os contribuintes no ativo a financiar os contribuintes reformados, é necessário que exista um equilíbrio. Para repor este equilíbrio torna-se necessário aumentar as contribuições ou reduzir os benefícios. Não há volta a dar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como me posso acautelar?</h2>



<p>É possível que tenha a consciência das alterações que têm vindo a ser feitas às fórmulas de cálculo das pensões de reforma. Estas alterações têm-se traduzido no aumento da idade da reforma (fruto do fator de sustentabilidade), no aumento de impostos (a chamada diversificação de fontes de financiamento) e na redução do valor das pensões. Assim, caso queira manter o seu nível de vida na reforma deverá <a href="https://reorganiza.pt/como-escolher-o-melhor-ppr/">constituir as suas poupanças</a>, pelo que pode fazer sentido conhecer os planos poupança reforma e os seguros financeiros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rendimentos passivos – É possível ou é uma miragem?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/rendimentos-passivos-e-possivel-ou-e-uma-miragem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos Passivos]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia dos rendimentos passivos tem surgido em grande força nos últimos anos, especialmente com o crescimento do movimento do FIRE. Neste artigo vamos explicar em que consistem estes rendimentos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia dos rendimentos passivos tem surgido em grande força nos últimos anos, especialmente com o crescimento do movimento do FIRE. Neste artigo vamos explicar em que consistem estes rendimentos e dar-lhe algumas ideias ou sugestões.</p>
<h2>O que são rendimentos passivos</h2>
<p>O conceito de rendimento passivo está associado ao esforço que temos de fazer para o obter. Na sua forma mais pura, um rendimento passivo é o rendimento que nos entra na conta bancária sem que nada tenhamos de fazer para o receber. Por exemplo, se subscrever um depósito a prazo ou um certificado de aforro, o único esforço que tem de fazer está apenas associado à subscrição em si. Na prática, falamos da célebre expressão de “por o dinheiro a trabalhar para nós”.</p>
<p>Demos dois exemplos de rendimentos passivos: os juros associados aos depósitos a prazo ou aos certificados de aforro. No entanto, podemos ter outro tipo de rendimentos passivos, embora alguns não sejam puros. Ou seja, se os ativos financeiros nos permitem ter rendimentos sem ter qualquer esforço, já outros tipos de rendimento têm um esforço associado. Por exemplo, as rendas de um imóvel ou as comissões de seguros, exigem a gestão do imóvel ou do segurado.</p>
<h2>Exemplos de rendimentos passivos</h2>
<ol>
<li><strong>Juros de aplicações a prazo</strong> – Como referido, falamos dos juros recebidos pela aplicação das poupanças em depósitos a prazo. As taxas recebidas são negociadas com os bancos e dependem de vários fatores, nomeadamente o banco, o montante investido e o prazo de investimento.</li>
<li><strong>Juros de certificados de aforro</strong> – Nos dias que correm, os <a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/">certificados de aforro</a> devem ser a melhor aplicação de tesouraria. São empréstimos ao Estado, com prazos a partir de 3 meses e montantes mínimos de investimento de 100€, com uma boa taxa de retorno para um ativo sem risco.</li>
<li><strong>Rendas de imóveis</strong> – Referimos acima que as rendas líquidas de custos de imóveis arrendados podem ser encaradas como um rendimento passivo. Poderá ter algum trabalho no processo, mas a relação esforço/rendimento deverá ser muito favorável. É certo que não é fácil ter capital suficiente para ter um imóvel arrendado, embora seja possível comprar um imóvel com recurso a <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a> para investir.</li>
<li><strong>Comissões de seguros</strong> – Na Reorganiza trabalhamos com muitas pessoas e empresas que têm uma boa rede de contatos onde colocam os nossos seguros. Pela referenciação poderá receber uma comissão ao longo de todo o contrato. É certo que pode fazer sentido fazer uma formação para o efeito, mas depois passa a receber pela carteira angariada.</li>
</ol>
<p>Apresentamos 4 ideias de rendimentos passivos que podem servir de sugestão para que pense em formas de ter <strong>novas fontes de rendimento</strong>. Estas novas fontes irão servir de complemento ao seu rendimento do trabalho, mas com o tempo poderão ser tão expressivas que possa viver de rendimentos. Já imaginou não ter de trabalhar para ganhar dinheiro? Parece uma miragem? Então que tal saber mais sobre o movimento <a href="https://reorganiza.pt/fire-o-que-e-isto-do-fire/">FIRE</a>?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PPR – um produto muito vantajoso para si</title>
		<link>https://reorganiza.pt/ppr-produto-vantajoso-em-termos-de-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[poupar para reforma]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
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					<description><![CDATA[Os PPR &#8211; os Planos de Poupança Reforma &#8211; são um produto muito vantajoso para si em termos de impostos. São, por isso, uma boa opção para quem quer rentabilizar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os PPR &#8211; os Planos de Poupança Reforma &#8211; são um produto muito vantajoso para si em termos de impostos. São, por isso, uma <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/" target="_blank" rel="noopener">boa opção para quem quer rentabilizar as suas poupanças</a> e preparar a sua vida financeira para quando entrar na reforma.</p>
<p>Os benefícios fiscais centram-se no IRS e pode obtê-los sempre que aplica o seu dinheiro neste produto ou quando o resgata. Mas note que existem situações em que pode ter de devolver os benefícios que teve, nomeadamente quando faz o seu resgate antecipado. Mas vamos por partes.</p>
<h2><strong>O que é um PPR?</strong></h2>
<p>Um PPR pode ser constituído sobre a forma de <a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/">seguro de capitalização</a>, e por isso é na sua generalidade de capital garantido. É por isso um produto que no final irá recuperar na integra o valor que investir e ainda acrescido da remuneração.</p>
<p>Pode optar por fazer entregas de forma regular, ou em alternativa pode fazer apenas entregas pontuais quando quiser (ou puder), ou apenas uma entrega inicial.</p>
<h2><strong>As vantagens em termos de impostos dos PPR</strong></h2>
<h3><strong>Ao aplicar o seu dinheiro – benefícios “à entrada”</strong></h3>
<p>Esta é uma boa noticia nos anos em que aplica as suas poupanças neste produto.</p>
<p>O benefício nesta fase é uma <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/bf_rep/Pages/ebf-artigo-21-ordm-.aspx" target="_blank" rel="noopener">dedução à coleta</a> de 20% do valor aplicado no ano anterior. No entanto, o valor da dedução à coleta tem limites máximos que dependem da sua idade.</p>
<p>Ou seja, se tiver:</p>
<ul>
<li>menos de 35 anos, a dedução máxima é de 400€,</li>
<li>entre 35 e 50 anos a dedução máxima é de 350€</li>
<li>mais de 50 ano a dedução máxima é de 300€</li>
</ul>
<p>Por isso o valor máximo que aplicar, e que lhe vai gerar benefícios é de 2.000€ (se tiver menos de 35 anos); 1.750€ (se tiver ente 35 e 50 anos) e de 1.500€ nos restantes casos. Claro que pode investir mais do que esse valor, mas não tem benefícios fiscais “à entrada” sobre o valor que exceder esse montante máximo.</p>
<p>Note que para além da idade, o valor máximo da dedução depende também do seu rendimento e da totalidade das restantes deduções à coleta (saúde e educação, por exemplo), já que as deduções totais dependem do escalão do rendimento coletável.</p>
<p>No entanto, note que se fizer um resgate antecipado fora das condições legais pode ter de devolver os benefícios que obteve “à entrada” com penalização de 10% por cada ano decorrido desde que os obteve.</p>
<h3><strong>Ao resgatar o seu dinheiro – benefícios “à saída”</strong></h3>
<h4><strong>No resgate nas situações previstas da lei</strong></h4>
<p>Se resgatar o valor do seu <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">PPR</a> nas situações legalmente permitidas apenas irá pagar 8% sobre o valor de juros que obteve, e não a taxa liberatória de 28% aplicada sobre os demais produtos de poupança.</p>
<p>Ou seja, neste caso vai ter no PPR um benefício máximo na “entrada” e “saída”, sendo por isso um produto muito vantajoso para si. Mas, relembramos que tal só acontece nas condições legalmente previstas na lei, nomeadamente:</p>
<p>Depois de cumprido o prazo mínimo de 5 anos após a entrega:</p>
<ul>
<li>ao fazer 60 anos ou estar reformado</li>
<li>Se o valor se destinar a pagar prestações do crédito habitação da sua morada permanente (mas não a sua amortização antecipada)</li>
</ul>
<p>Sem prazo mínimo após a entrega:</p>
<ul>
<li>Se for desempregado de longa duração</li>
<li>No caso de incapacidade para o trabalho ou doença grave de algum membro do seu agregado familiar</li>
</ul>
<h4><strong>No resgate fora das situações previstas da lei</strong></h4>
<p>Caso faça o resgate noutra situação a taxa de IRS sobre os rendimentos que obtiver varia tendo em conta a data em que aplicou as suas poupanças.</p>
<p>Dito de outra forma, a taxa de IRS é de 21,5% se o resgate for feito os primeiros 5 anos, 17,2% se for feito entre o 5º e 8 anos, e de 8,6% se for feiro a partir do 8 º ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>6 vantagens de ter um PPR</title>
		<link>https://reorganiza.pt/6-vantagens-de-ter-um-ppr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[poupar para reforma]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
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					<description><![CDATA[Se está a pensar no que tem de fazer para conseguir ter um complemento monetário à sua reforma, então tem de conhecer 6 vantagens de ter um PPR. Até pode...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se está a pensar no que tem de fazer para conseguir ter um complemento monetário à sua reforma, então tem de conhecer 6 vantagens de ter um PPR.</p>
<p>Até pode ter começado agora a sua vida profissional, e a reforma ser para si uma situação ainda longínqua, mas a verdade é que é esta a <a href="https://reorganiza.pt/planear-reforma-mais-cedo-possivel/" target="_blank" rel="noopener">altura certa de começar a poupar</a> para colmatar a redução de rendimentos que irá ter quando entrar na reforma.</p>
<p>E como estamos a falar de uma poupança de longo prazo, os Plano de Poupança Reforma (PPR) são um dos produtos indicados para o conseguir. E neste artigo vamos indicar-lhe 6 vantagens dos PPR</p>
<h2><strong>1 Têm capital garantido </strong></h2>
<p>Existem inúmeros PPR no mercado que pode subscrever, e a maioria tem capital garantido, ou seja não perde o dinheiro que investir. No entanto verifique com atenção as condições do produto antes de o subscrever.</p>
<h2><strong>2 Facilidade em fazer reforços </strong></h2>
<p>Pode escolher fazer uma entrega única (que fica a render até ao resgate) ou pode fazer reforços periódicos que lhe são debitados na sua conta bancária. E claro pode deixar de fazer entregas quando quiser.</p>
<h2><strong>3 Reforços com benefícios no IRS </strong></h2>
<p>Esta é uma das principais vantagens deste produto financeiro destinado à reforma. De facto, pode ter um benefício fiscal (dedução à coleta) até 20% sobre os reforços (denominados entregas) que fizer num ano. No entanto, o valor da dedução à coleta tem limites máximos que dependem da sua idade.</p>
<p>Genericamente podemos dizer que se tem menos de 35 anos pode ter uma dedução até 400€, mas para tal tem de aplicar 2000€. Mas se tem entre 35 e 50 anos, pode deduzir até 350€, se aplicar 1750€ e se tem mais de 50 anos, pode deduzir 300€, se aplicar 1500€.</p>
<h2><strong>4 Pode transferir o valor aplicado num PPR para outro PPR </strong></h2>
<p>A qualquer momento pode transferir o montante que aplicou num PPR para outro que considere mais rentável mesmo que seja comercializado por outra entidade.</p>
<h2><strong>5 Pode resgatar sem penalização a qualquer momento se optar por não ter benefícios fiscais nas entregas </strong></h2>
<p>Se resgatar o valor do seu PPR antes do que legalmente é possível, terá uma penalização, ou seja terá de devolver os montantes que deduziu no IRS acrescidos de 10%.</p>
<p>Mas se ao subscrever um PPR pensa que pode necessitar do valor a qualquer momento, basta não usufruir dos benefícios. Assim já o pode resgatar sem qualquer penalização.</p>
<h2><strong>6 Regaste final com benefícios fiscais </strong></h2>
<p>Se fizer o resgate apenas nas situações legalmente permitidas não terá qualquer penalização e ainda beneficia de redução do IRS sobre a rentabilidade obtida, ou seja, apenas vai pagar 8% de IRS.</p>
<p>Mas só pode resgatar sem penalização em determinadas situações:</p>
<ul>
<li>Depois de fazer 60 anos ou estar reformado</li>
<li>Se for desempregado de longa duração</li>
<li>Se o valor se destinar a pagar prestações do crédito habitação da sua morada permanente (mas não a sua amortização antecipada)</li>
<li>No caso de incapacidade para o trabalho ou doença grave de algum membro do seu agregado familiar</li>
</ul>
<p>Se fizer o resgate noutra situação, paga penalização mas ainda vai ter uma redução do IRS sobre os rendimentos obtidos. No entanto a taxa depende da data em que fizer o resgate. Assim, a taxa de IRS é de 21,5% se o resgate for feito os primeiros 5 anos, 17,2% se for feito entre o 5º e 8 anos, e de 8,6% se for feiro a partir do 8 º ano.</p>
<h2><strong>Em conclusão </strong></h2>
<p>Fazer um <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">PPR é uma bom investimento de longo prazo</a> para as suas poupanças, com vantagens importantes nomeadamente em termos de benefícios fiscais. Fale connosco. Iremos ajudá-lo a encontrar o <a href="https://reorganiza.pt/seguros-empresas/plano-de-poupanca-e-reforma-ppr/">PPR</a> mais rentável para o seu futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça o PEPP o novo PPR Europeu</title>
		<link>https://reorganiza.pt/conheca-o-pepp-o-novo-ppr-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisela Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Gisela Marques]]></category>
		<category><![CDATA[PEPP]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Individual de Reforma Pan-Europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[O envelhecimento da população por via do aumento da esperança média de vida e da descida da taxa de natalidade, tem colocado uma pressão crescente na sustentabilidade financeira do sistema...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento da população por via do aumento da esperança média de vida e da descida da taxa de natalidade, tem colocado uma pressão crescente na sustentabilidade financeira do sistema público de pensões, sendo expetável que haja cada vez menos trabalhadores ativos a contribuir e mais reformados. Portugal, no topo do envelhecimento da Europa e do Mundo, deve ter particular preocupação com a vidas das populações idosas. A Comissão Europeia criou um novo produto de poupança para a reforma, comercializado a partir de março de 2022, que olha para um futuro de pensões a baixar, e para a mobilidade dos cidadãos, como para uma espécie de ERASMUS dos PPR. Saiba mais neste artigo.</p>
<p> <span id="more-4844"></span></p>
<p> Apenas 27% dos cidadãos da União Europeia com idades compreendidas entre 25 e 59 anos possui um plano de pensões individual, vulgo Plano de Poupança Reforma (PPR).</p>
<p> Por isso, a Comissão Europeia (CE) criou um novo produto PPR – o PEPP ou Produto Individual de Reforma Pan-Europeu &#8211; com aplicação em todos os países da União Europeia (UE), com um conjunto de regras harmonizadas que garantam uma maior proteção do investidor.</p>
<p> O PEPP é um instrumento de <strong>incentivo à poupança</strong> para a reforma dos cidadãos europeus, estimulando, também, a canalização de poupanças para investimentos a longo prazo na UE. São precisas soluções claras, uma vez a CE estima que a remuneração, na reforma, possa diminuir de 74,0%, em 2019, para 41,4% em 2070.</p>
<p> Este produto é <strong>digital</strong> e possibilita a <strong>mobilidade profissional no espaço europeu</strong>, tendendo a atrair trabalhadores jovens, embora queira atrair também investidores e outros aforradores. O PEPP já foi apelidado de <strong>ERASMUS da poupança</strong> porque nasce para promover a mobilidade profissional e a construção de um mercado único, fazendo face à inúmera oferta de cada país e suas assimetrias: este produto individual de poupança será gerido a nível europeu.</p>
<p> Cada PEPP pode disponibilizar até seis opções de investimento tendo em conta a apetência pelo risco do investidor. Uma das escolhas pode ser o PEPP Base, opção de investimento padrão obrigatória e com características específicas determinadas pelo regulamento PEPP.</p>
<p> &nbsp;</p>
<p> <strong>Características: </strong></p>
<ul>
<li><strong>Simplicidade:</strong><br />
 Tem um regulamento com igual aplicação a todos os países e regras de governação robustas, que contribuem para a facilidade de adesão e proteção dos direitos dos cidadãos.</li>
<li><strong>Abrangência:</strong><br />
 pode ter a forma de seguro de vida, fundo de pensões e de fundo de investimento.</li>
<li>Proteção da poupança<br />
 O PEPP tem de ter garantia de capital ou a sua proteção com estratégias de ciclo de vida.</li>
<li><strong>Transparência:</strong><br />
 A regulamentação focou-se na preparação dos modelos de prestação de informação, uniformes, com a projeção dos benefícios de reforma em capital e em pensão regular, e na total transparência do produto, incluindo no que se refere aos custos e comissões associados. O aconselhamento completo e um teste de adequação são obrigatórios.</li>
<li><strong>Portabilidade:</strong><br />
 Permite a transferência, sem custos, pelo menos a cada cinco anos.</li>
<li><strong>Custos controlados:</strong><br />
 Limite de custos totais de 1%.</li>
<li><strong>Rigidez:</strong><br />
 Como produto de longo prazo, tem regras que impossibilitam ou limitam o reembolso antecipado. Mas durante o período de acumulação o aforrador pode alterar a opção de investimento.</li>
<li><strong>Complementaridade:</strong><br />
 É complementar dos regimes públicos de reforma e dos regimes profissionais existentes.</li>
<li><strong>Benefícios fiscais</strong>:<br />
 A CE solicitou que os estados-membros lhe atribuíssem o melhor regime fiscal disponível.</li>
</ul>
<p> <strong>Quem vão ser os prestadores do produto?</strong></p>
<ul>
<li>Empresas de seguros que exercem atividade no ramo Vida;</li>
<li>Sociedades gestoras de fundos de pensões;</li>
<li>Instituições de crédito;</li>
<li>Empresas de investimento ou de gestão;</li>
<li>Gestores de fundos de investimento alternativos.</li>
</ul>
<p> <strong>Em conclusão: </strong></p>
<p> O PEPP surge então como uma opção de <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">investimento</a> simples e acessível, através de um produto padrão, mas flexível e adaptável às características nacionais. É um produto que promete ser competitivo, com a possibilidade de alteração das condições escolhidas inicialmente pelo aforrador. Tem ainda a vantagem de abranger trabalho em qualquer estado-membro da UE, o que faz cada vez mais sentido, na era da mobilidade e do <a href="https://www.asf.com.pt/NR/rdonlyres/7D085CCC-4AE0-45DD-BDF8-25CD9F09F20B/0/WIW2021PPT_12_10_2021.pdf">trabalho</a> remoto. Fique atento ao PEPP, a partir de março do próximo ano!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FIRE – Qual o ingrediente mais importante?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fire-qual-o-ingrediente-mais-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos de FIRE falamos de um movimento de independência financeira que nos permita deixar de trabalhar com alguma rapidez. Mas sabe qual o ingrediente mais importante nesta estratégia? É...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de FIRE falamos de um movimento de independência financeira que nos permita deixar de trabalhar com alguma rapidez. Mas sabe qual o ingrediente mais importante nesta estratégia? É sobre isso que nos vamos deter de seguida.</p>
<h2>Não compliquemos as coisas</h2>
<p>Desde sempre que tivemos a necessidade de trabalhar para viver. Alguns afortunados têm heranças ou ganham algum prémio que lhes permita deixar de trabalhar. Mas a maioria das pessoas tem de trabalhar para ter um rendimento. De notar que não defendemos que o trabalho seja mau, porque é uma forma de servirmos os outros e de nos realizarmos pessoalmente. O trabalho é bom e não o podemos diabolizar. O que defendemos é que a <a href="https://reorganiza.pt/liberdade-financeira-e-possivel-ou-e-um-mito/">liberdade financeira</a> é algo que nos permite fazer do nosso tempo aquilo que desejarmos. E isso sim tem um grande valor.</p>
<h2>FIRE: Um jogo de entradas e saídas</h2>
<p>O jogo financeiro é um jogo de entradas e saídas. Entra o nosso rendimento, independentemente da sua origem. Saem as nossas despesas, independentemente da sua tipologia ou periodicidade. Simples? Se as entradas são maiores que as saídas podemos <a href="https://reorganiza.pt/quais-as-melhores-estrategias-para-poupar-dinheiro/">poupar dinheiro</a>. Se, por outro lado, as saídas são maiores que as entradas acabamos por nos endividar. O que dificulta o processo é que tendemos a ter sempre muitas necessidades de despesas, maioria das quais somos nós a criar. Por algum motivo o dinheiro nunca chega ao final do mês. Como inverter esta tendência?</p>
<h2>1 – Reduzir as despesas</h2>
<p>O primeiro passo para inverter a tendência e começarmos a poupar dinheiro costuma ser o de reduzir as despesas. Cortamos várias despesas e fazemos sacrifícios, um pouco como aquelas dietas que começamos e que rapidamente desistimos. Pior, acabamos a dieta e engordamos ainda mais do que antes. Sim, reduzir o desperdício faz todo o sentido e devemos procurar fazê-lo, mas tem de ser com critério e com base numa estratégia bem definida, para evitar que o efeito de elástico nos acerte em cheio. Falamos aqui de estratégias como a <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado">consolidação de créditos</a> ou a transferência do <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-seguro-de-vida-credito-habitacao/">seguro de vida crédito</a> para uma seguradora mais amiga da nossa carteira.</p>
<h2>2 – Aumentar o rendimento</h2>
<p>O segundo passo consiste em procurar outras fontes de rendimento. Simplesmente usamos o nosso tempo de outra forma, seja para ganhar mais dinheiro no nosso trabalho (pedir um aumento, por exemplo) ou encontrar um <em>part-time</em>. Ganhar mais dinheiro costuma sair do pelo. Costuma exigir muito esforço e tirar-nos tempo precioso para as nossa famílias. Aliás, defendemos que é mais fácil cortar custos do que ganhar mais dinheiro, mas se queremos atingir a liberdade financeira podemos ter de fazer os dois.</p>
<h2>Qual o ingrediente mais importante no FIRE?</h2>
<p>Estes dois movimentos conjugados acabam por ser explosivos e têm a sua importância no esforço de liberdade financeira. No entanto, de nada valem sem o ingrediente mais importante de todos. Para o FIRE o <strong>ingrediente mais importante é a taxa de poupança</strong>. Ou seja, é a percentagem de rendimento que destinamos a poupar. Podemos ganhar mais e gastar mais, sendo que aí nada poupamos. O fundamental é mesmo a nossa capacidade de colocar o dinheiro de parte e de o investir. Sim, o dinheiro tem de ser colocado numa conta independente, no momento em que recebermos o nosso dinheiro.</p>
<p>Depois de pouparmos, temos de investir em ativos que permitam obter rendimentos, seja pelos dividendos, juros ou valorização do capital. Neste contexto, pode ser útil conhecer as vantagens do <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">investimento imobiliário</a>. Pensar no longo prazo para conseguirmos vencer as tentações do curto prazo. Simples?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FIRE – O que é isto do FIRE?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fire-o-que-e-isto-do-fire/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
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					<description><![CDATA[No mundo das finanças pessoais tem surgido um movimento que com alguma probabilidade já ouviu falar. Pessoas apostadas em independência financeira. Em mudar as prioridades de vida. Em suma, a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo das finanças pessoais tem surgido um movimento que com alguma probabilidade já ouviu falar. Pessoas apostadas em independência financeira. Em mudar as prioridades de vida. Em suma, a colocar em perspetiva o que é importante na vida. Neste artigo vamos falar-lhe do movimento <em><strong>FIRE – Financial Independence, Retire Early</strong></em>. Venha connosco.</p>
<h2>O que é isto do FIRE</h2>
<p>FIRE fala-nos de Independência financeira que nos permita <strong>deixar de trabalhar para viver</strong>. Daí o conceito de reformar-se mais cedo, não implicando com isso que se deva focar em ficar sentado em frente ao sofá a fazer <em>zapping</em>. Antes, fala-nos da lógica de deixar de trabalhar por dinheiro porque já temos a capacidade financeira para viver de rendimentos.</p>
<p>Talvez esteja a pensar que isto é um sonho e que não passa disso mesmo. Que é algo impossível. Que nunca irá conseguir, por mais que tente. Porque terá sempre de trabalhar. Porque o salário que recebe é muito curto para as suas despesas, quanto mais para poupar. E depois de poupar, é preciso investir o dinheiro e talvez não se sinta detentor dos conhecimentos necessários para investir.</p>
<h2>FIRE exige uma mudança de cultura</h2>
<p>As dúvidas do ponto anterior são legítimas. Numa economia em que <strong>somos chamados a gastar sempre mais e mais</strong>. Em que é mais importante aparentar ter um grande património do que viver de forma mais regrada e frugal. Numa sociedade que valoriza muito quem trabalha muitas e longas horas, colocando em causa a sua saúde e, mais importante, a vida em família, este movimento vem em contra corrente.</p>
<p>Se é contra corrente temos de pensar o que queremos fazer em relação a isso. Já iremos às soluções, porque mais importante do que soluções é a mentalidade que nos leva a tomar determinadas decisões. Perguntamos de novo: o que queremos fazer em relação a isto? Queremos baixar os braços? Queremos partir derrotados? Queremos colocar em causa a nossa vida e a vida da nossa família antes de tentarmos?</p>
<p>Mais uma vez, não podemos defender que este caminho é fácil, porque todos os que o seguiram tiveram de fazer sacrifícios. Mas <strong>mais do que sacrifícios foram passos no caminho para o seu objetivo</strong>, o que ajuda a colocar o sacrifício e todos os gestos e atos em perspetiva. E isso exige mudar de cultura. Exige pensar naquilo que é mais importante nas nossas vidas. Pensar o que queremos para a nossa vida e para o nosso futuro. Será que queremos trabalhar todos os dias, durante muitas e longas horas para um chefe de quem nem gostamos?</p>
<h2>FIRE exige poupança</h2>
<p>Para conseguirmos atingir este estado de independência e de liberdade financeira temos de orientar as nossas ações do dia-a-dia para reduzir despesas e, consequentemente aumentar as nossas <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">poupanças</a>. Naturalmente que exige que tenhamos um rendimento que possa ser colocado de parte. Mas exige que cortemos as despesas de modo a maximizar a taxa de poupança. Sim, durante uns anos vai ter de viver de forma mais frugal de modo a aumentar a sua carteira de poupança e de investimento. Mais do que procurar dicas de poupança, vai implicar saber as despesas que são essenciais e sem as quais não consegue viver. E identificar todas as outras. Não precisa de as cortar. Precisa apenas de viver de acordo com o plano que delineou.</p>
<h2>FIRE exige investir</h2>
<p>O dinheiro de pouco serve se estiver parado na conta bancária. Isto porque perderá valor, fruto da inflação (o seu dinheiro simplesmente perde valor com o passar do tempo, pois irá comprar cada vez menos coisas pelo efeito da subida de preços) mas porque irá estar à espera de ser gasto. E bem sabemos o fácil que é para nós encontrar fontes de despesa. Não sabemos?</p>
<p>Assim, para manter o valor do dinheiro temos de investir. Seja investir em imóveis, seja investir nos mercados financeiros. O importante é &#8220;meter o dinheiro a trabalhar para nós&#8221;, de modo a termos <a href="https://reorganiza.pt/como-ter-um-rendimento-passivo/">rendimentos passivos</a>. É esta a essência do FIRE. Poupar dinheiro para investir e com isso obter rendimentos passivos que nos ajudem a viver sem a obrigação de trabalhar.</p>
<p>Estas são algumas ideias sobre o que é o movimento <em>Financial Independence, Retire Early</em> ou FIRE. Esperamos que tenha ficado claro que para entrar neste movimento temos de ganhar consciência de que queremos mesmo a independência financeira e que isso implica tomar <strong>opções conscientes que poderão implicar algum sacrifício</strong>. FIRE implica poupar mas, de seguida, investir o dinheiro para gerar rendimentos no futuro. Veja o nosso próximo artigo se quiser perceber como atingir a independência financeira.</p>
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