Porque nos preocupamos com as pessoas?

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Amizade

Já ouviu falar dos intermediários de crédito e do que podem fazer por si? Já procurou ajuda para poupar dinheiro e teve uma má experiência? Neste artigo vamos mostrar-lhe como podemos marcar a diferença. Porque pode estar descansado ao entregar a sua vida financeira à Reorganiza.

Na época em que vivemos temos ao dispor uma vasta quantidade de informação, fazendo com que se torne difícil distinguir a sua qualidade. A literacia financeira ainda é muito escassa no nosso país, facilitando desta forma o comprometimento com certos produtos que podem não ser os mais indicados para a necessidade do momento.

Parece-me que o que acompanha este desconhecimento sobre os direitos e deveres do consumidor, como também o entendimento do sistema económico que nos rodeia, é o constrangimento, a timidez de questionar e de dizermos que não sabemos e que queremos perceber.

Com quem estou a falar?

Assim surge esta importante área de serviço ao consumidor chamada intermediação de crédito. Os intermediários de crédito são responsáveis por disponibilizar informação ao cliente antes e na altura de contratar um produto. O objetivo é encontrar a melhor solução para o seu caso concreto.

Já reparou que quando temos uma questão de saúde vamos falar com um médico ou quando temos um problema no nosso carro iremos certamente procurar um mecânico? Fará certamente sentido falar com alguém que entenda deste tema e nos responda às questões relacionadas com a nossa saúde financeira.

O que é que faz uma pessoa expor a sua saúde e medos mais profundos a um médico? O que faz alguém colocar o seu veículo nas mãos de outra pessoa para arranjar travões ou sistemas de segurança do seu carro? Dois aspectos essenciais:

Confiança e ausência de julgamento

O departamento de crédito pessoal e consolidado é, dado a situação actual dos portugueses, um serviço de ajuda muito procurado. Só é pena que o pedido seja feito numa altura ou estado financeiro em que já se torna muito difícil ajudar. Este serviço é prestado maioritariamente por telefone, apesar de as consultas poderem ser feitas presencialmente.

Acredito que haja um motivo para ser mais confortável por esta via. Há um certo conforto no contacto telefónico, pois a sensação de comprometimento é menor (mas do lado do consultor deve ser total) como também oferece um à vontade para os tais constrangimentos que se possa sentir em fazer certo tipo de questões.

Não existe julgamento à primeira vista (segundo certos estudos nós, seres humanos, assim que conhecemos alguém fazemos um juízo de valor dessa pessoa, bom ou mau), pois não podem ver o nosso aspecto e vice versa – o nosso aspecto é a nossa voz, a atenção que disponibilizamos naquele momento a alguém que precisa de ser ouvido e não o que vestimos, se somos feitos ou bonitos.

Pretendo um crédito consolidado mas não estou assim tão aflito

O perfil do cliente de crédito consolidado é de alguém que já tem algumas dívidas, que se encontra a cumprir todas elas mas que pretende soluções. No entanto estas pessoas podem dividir-se em dos grupos.

  1. Cliente preventivo: Que já tem grande carga mensal mas que tem um ordenado confortável. Simplesmente procura poupança porque sabe que é possível (por vezes) obtê-la.
  2. Cliente novelo de lã: Que já tem grande carga mensal e sobra muito pouco para viver o seu dia-a-dia. A sua vida financeira já se encontra enrolada como um novelo de lã apenas com uma pequena ponta de fora e sem saber muito bem por onde desenrolar.

O que estes cliente têm em comum é que a maioria já se sente cansada de procurar soluções pelos seus próprios meios sem saber muito bem quais as suas possibilidades. São pessoas que já ouviram de tudo e já não sabem distinguir a verdade. Mas são os clientes “novelo de lã” que já vêm um pouco derrotados, descrentes e por vezes desconfiados, especialmente quando já foram vítimas de burlas por empresas fantasma.

Humanos Vs. Máquinas

É certo que as qualidades técnicas dos consultores são importantes mas é também de extrema importância a componente humana e a sensibilidade por parte do intermediário que lida com os dois lados do processo. Tanto com as famílias que precisam de ajuda e aconselhamento como também com os parceiros e analisam os pedidos que fazemos pelos nossos clientes.

Num mundo cada vez mais mecanizado e individualista é legítimo estranhar e duvidar que uma voz do lado de lá do telefone esteja genuinamente preocupada com as condições financeiras de certo individuo ou mesmo de desejar um bom trabalho ao analista que irá analisar determinado processo.

A tendência é de facto mecanizar. Mais rapidez, menos conversa, mais resultados e menos questões. No entanto, o que as pessoas não realizam com este método é que quanto menos conversa com um ser humano de verdade menos informação, mais ignorância e mais probabilidade de sermos enganados numa próxima vez.

Carácter de um consultor de crédito consolidado

É sem dúvida importante gostar de pessoas, importarmo-nos de facto, pois quanto mais tivermos gosto em compreender como elas são, de as ouvir, de reconhecer aflições ou descontrações nas suas vozes, mais facilmente vão confiar em nós.

É necessário levar a vida com alguma leveza e nada impede de ouvirmos uma boa história do lado de lá do telefone se dermos oportunidade para tal, ou de rirmos em conjunto com alguém que nunca vimos, de sermos compreensivos. Pois é tudo isto que vai facilitar um processo financeiro que por si só já é muito pesado, não podendo ser ignorado que vamos falar com a mesma pessoa três a quatro vezes por semana e que também ela fará parte do nosso dia a dia.

Quando um dia me perguntarem porque é que a Reorganiza é diferente de tantas outras empresas intermediárias de crédito, é por isto tudo – É pela componente humana, por haver pessoas reais dos dois lados daquele telefonema. Por isso é que o mote da Reorganiza é “As Suas Finanças Em Boas Mãos”.

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Leonor Canelas
Licenciei-me em Design numa vertente mais industrial, de equipamento e inclusão. No entanto, arrisquei trabalhar em várias áreas, desde vendas a guia turística, com o intuito de descobrir a minha verdadeira vocação. Em 2016 dou os primeiros passos no mundo financeiro onde recebi a formação necessária que me permitiu seguir mediação de crédito, pois é nesta combinação de uma função mais técnica com a possibilidade de ajudar pessoas que enquadro o meu propósito. Formações e vocações à parte, a vertente criativa está muito intrínseca na minha vida, entre o desenho, música, escrita, desporto e viagens. Acredito que é possível aprendermos tudo o que quisermos e que devemos fazê-lo caso faça sentido para a nossa vida e nosso próprio proveito. Considero que a realidade actual do mundo pede que sejamos versáteis nas nossas capacidades profissionais e é nesta lógica que me posiciono.

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