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	<title>Arquivo de Crédito - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Crédito - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Mais-Valias de Imóveis: o que são e como funcionam para empresas e heranças</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mais-valias-imoveis-empresas-herancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de Créditos]]></category>
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		<p>A venda de um imóvel por um valor superior ao da sua aquisição pode gerar uma mais-valia e, consequentemente, obrigações fiscais. No entanto, o cálculo não corresponde simplesmente à diferença entre o preço de compra e o preço de venda.</p>
<p>A forma de apuramento e tributação depende de vários fatores, incluindo a identidade do proprietário, a origem do imóvel, as despesas suportadas e a finalidade que lhe foi atribuída. Um imóvel pertencente a uma pessoa singular, uma empresa ou uma herança indivisa pode ter enquadramentos fiscais diferentes.</p>
<h2><strong>O que são as Mais-Valias de Imóveis?</strong></h2>
<p>As mais-valias de imóveis correspondem, de forma simplificada, ao ganho obtido com a sua alienação. O <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs10.aspx">Código do IRS</a> considera como mais-valias os ganhos resultantes da alienação onerosa de direitos reais sobre bens imóveis, desde que não sejam tratados como rendimentos empresariais, profissionais, de capitais ou prediais.</p>
<p>No cálculo da mais-valia podem ser considerados determinados encargos com a valorização do imóvel realizados nos últimos 12 anos, bem como despesas necessárias e devidamente comprovadas relacionadas com a aquisição e a venda.</p>
<p>É o caso, por exemplo, de algumas obras de valorização, do IMT, do Imposto do Selo, dos registos e da comissão imobiliária.</p>
<h3><strong>Um exemplo prático</strong></h3>
<p>Imagine um imóvel comprado por 160.000€ e vendido, mais tarde, por 230.000€. Se o valor de aquisição atualizado e as despesas elegíveis somarem 190.000€, a mais-valia apurada é de 40.000€.</p>
<p>No caso de uma pessoa singular, este valor ainda tem de ser enquadrado nas regras de IRS aplicáveis. Em regra, apenas 50% do saldo das mais-valias imobiliárias é considerado para tributação, sem prejuízo das exceções previstas na lei.</p>
<h3><strong>Como funcionam as Mais-Valias de Imóveis para empresas?</strong></h3>
<p>Quando o imóvel pertence a uma empresa, não se aplicam as regras gerais das mais-valias imobiliárias de uma pessoa singular. O resultado é apurado no âmbito do IRC e depende também da forma como o imóvel está reconhecido na contabilidade.</p>
<p>Se o imóvel estiver registado como ativo fixo tangível ou propriedade de investimento, a eventual mais-valia é calculada de acordo com o <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/lei/2014-64205634">regime das mais-valias e menos-valias do Código do IRC</a>. O cálculo considera a diferença entre o valor de realização, líquido dos encargos associados, e o valor fiscal do ativo, tendo em conta as depreciações, imparidades e outras correções fiscalmente relevantes.</p>
<p>Isto significa que não existe uma taxa autónoma e universal de “mais-valias para empresas”.</p>
<h2><strong>O reinvestimento pode reduzir a tributação?</strong></h2>
<p>Em determinadas situações, o reinvestimento pode permitir benefícios fiscais ou reduzir o valor considerado para efeitos de lucro tributável.</p>
<p>Como este regime depende de vários requisitos legais, é aconselhável obter apoio contabilístico e fiscal antes da venda.</p>
<h2><strong>Como são calculadas as Mais-Valias de Imóveis Herdados?</strong></h2>
<p>Receber um imóvel por herança não gera, por si só, uma mais-valia. A tributação pode surgir quando o herdeiro decide vender o imóvel por um valor superior ao valor fiscal considerado na aquisição gratuita.</p>
<p>Nestes casos, não se utiliza o preço que o falecido pagou originalmente. Segundo o <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs45.aspx">artigo 45.º do Código do IRS</a>, considera-se como valor de aquisição aquele que foi utilizado, ou que serviria de base, para a liquidação do Imposto do Selo.</p>
<p>Nos imóveis, esse montante corresponde frequentemente ao Valor Patrimonial Tributário relevante para efeitos fiscais, mas cada situação deve ser confirmada através da documentação da herança.</p>
<p>Podem ainda ser considerados os encargos documentados relacionados com a venda e determinadas obras de valorização realizadas depois da aquisição do imóvel.</p>
<h2><strong>A venda de um Imóvel Herdado tem alguma isenção automática?</strong></h2>
<p>A venda de um imóvel herdado não beneficia de uma isenção automática pelo simples facto de resultar de uma herança. Também não existe uma redução da mais-valia apenas porque o imóvel foi vendido pouco tempo depois do falecimento.</p>
<p>Se o imóvel se tornar a habitação própria e permanente do herdeiro e forem cumpridas todas as condições legais, poderá existir exclusão total ou parcial da tributação através do reinvestimento do valor de realização noutra habitação própria e permanente.</p>
<p>Esta possibilidade depende do cumprimento das condições legais aplicáveis à habitação própria e permanente e ao reinvestimento.</p>
<h2><strong>Como funcionam as Mais-Valias numa Herança Indivisa?</strong></h2>
<p>Existe uma herança indivisa enquanto os bens deixados pelo falecido ainda não foram formalmente partilhados entre os herdeiros.</p>
<p>Se um imóvel pertencente à herança for vendido antes da partilha, o ganho terá de ser apurado considerando o valor fiscal de aquisição, o valor de realização e as despesas elegíveis.</p>
<p>Em regra, cada herdeiro terá de declarar a parte da mais-valia que lhe corresponde, de acordo com a respetiva quota na herança e com a forma como a venda é realizada.</p>
<p>Perante uma herança indivisa ou uma partilha com tornas, é aconselhável confirmar o tratamento fiscal antes de celebrar qualquer contrato.</p>
<h2><strong>Que despesas podem reduzir a Mais-Valia?</strong></h2>
<p>As despesas elegíveis podem reduzir o ganho sujeito a imposto, desde que sejam necessárias, efetivamente suportadas e devidamente comprovadas.</p>
<p>O <a href="https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs51.aspx">artigo 51.º do Código do IRS</a> permite considerar os encargos com a valorização do imóvel realizados nos últimos 12 anos e as despesas inerentes à aquisição e alienação.</p>
<p>Podem estar incluídos, consoante o caso:</p>
<ul>
<li>IMT e Imposto do Selo suportados na aquisição;</li>
<li>escritura, registos e documentação;</li>
<li>comissão da agência imobiliária;</li>
<li>obras que tenham valorizado o imóvel.</li>
</ul>
<p>As faturas e os restantes comprovativos devem ser conservados. Uma despesa sem documentação poderá não ser aceite pela Autoridade Tributária.</p>
<h2><strong>Quando pode existir isenção por reinvestimento?</strong></h2>
<p>A exclusão de tributação por reinvestimento destina-se, em regra, à venda de uma habitação própria e permanente quando o valor de realização, depois da amortização de eventual crédito associado, é reinvestido noutra habitação com a mesma finalidade.</p>
<p>O reinvestimento tem de respeitar os prazos e condições previstos na lei e ser indicado na declaração de IRS.</p>
<p>Quando apenas uma parte do valor é reinvestida, a exclusão da tributação poderá ser proporcional.</p>
<h2><strong>Como declarar a venda de um imóvel?</strong></h2>
<p>As pessoas singulares devem declarar a venda do imóvel na declaração de IRS relativa ao ano em que ocorreu a transação, indicando os valores da aquisição, da venda e das despesas elegíveis.</p>
<p>Já as empresas registam a operação na contabilidade e incluem o respetivo resultado no apuramento do lucro tributável.</p>
<h2><strong>Mais-Valias de Imóveis: planeie antes de vender</strong></h2>
<p>A tributação das mais-valias pode variar bastante entre uma venda realizada por uma pessoa singular, uma empresa ou uma herança indivisa.</p>
<p>O valor de aquisição, as despesas documentadas, a utilização do imóvel e a possibilidade de reinvestimento podem alterar significativamente o resultado.</p>
<p>Antes de vender, reúna os documentos da aquisição ou da herança, as faturas das obras e os comprovativos das restantes despesas.</p>
<p>Uma simulação antecipada permite compreender o possível impacto fiscal e evitar decisões baseadas apenas no preço de venda.</p>
<p>Nos casos que envolvam empresas, partilhas, tornas ou vários herdeiros, é particularmente importante analisar a situação antes de avançar.</p>
<p>A Reorganiza pode fazer essa simulação por si e mostrar, antes de avançar com a venda, quanto vai efetivamente receber.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que são as mais-valias de imóveis?<br />
</strong>São os ganhos obtidos com a venda de um imóvel, depois de considerados o valor de aquisição, a correção monetária e as despesas fiscalmente elegíveis.</li>
<li><strong>Apenas 50% da mais-valia é tributada?<br />
</strong>Em regra, nas vendas realizadas por pessoas singulares, 50% do saldo da mais-valia imobiliária é considerado para efeitos de IRS. Existem, contudo, situações excecionais em que o ganho pode ser considerado integralmente.</li>
<li><strong>As empresas pagam IRS sobre as mais-valias?<br />
</strong>Não. As empresas estão sujeitas a IRC. O resultado da venda integra o respetivo lucro tributável de acordo com a classificação contabilística do imóvel e as regras fiscais aplicáveis.</li>
<li><strong>Qual é o valor de aquisição de um imóvel herdado?<br />
</strong>É, em regra, o valor considerado ou que serviria de base à liquidação do Imposto do Selo, e não o preço originalmente pago pelo falecido.</li>
<li><strong>Vender rapidamente um imóvel herdado reduz a mais-valia?<br />
</strong>Não automaticamente. O ganho depende da diferença entre o valor de venda e o valor fiscal de aquisição, corrigido e acrescido das despesas elegíveis.</li>
<li><strong>Posso evitar o imposto através do reinvestimento?<br />
</strong>Pode existir exclusão total ou parcial quando estão reunidas as condições legais aplicáveis à venda e ao reinvestimento do valor de uma habitação própria e permanente.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
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		<item>
		<title>Renegociar Crédito: Como Conseguir Melhores Condições Para o Seu Empréstimo</title>
		<link>https://reorganiza.pt/renegociar-credito-dicas-estrategias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de Créditos]]></category>
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		<p>Gerir um crédito pode tornar-se desafiante, sobretudo quando surgem imprevistos financeiros ou quando as condições do mercado mudam. Nestes casos, a renegociação de crédito surge como uma solução eficaz para aliviar o peso das prestações e recuperar o equilíbrio financeiro.</p>
<p>No entanto, nem sempre está associada a dificuldades: pode também resultar de uma evolução positiva, como um aumento de rendimento, que lhe permita melhorar as condições do seu empréstimo &#8211; por exemplo, reduzindo o prazo e o montante total de juros a pagar. Mas como funciona este processo e quando vale realmente a pena?</p>
<h2><strong>O que é a renegociação de crédito?</strong></h2>
<p>A renegociação de crédito consiste na alteração das condições de um contrato de empréstimo já existente. Este processo pode envolver a revisão da taxa de juro, o alargamento do prazo de pagamento, a redução do valor das prestações mensais ou até a consolidação de vários créditos num só.</p>
<p>O objetivo principal é adaptar o crédito à realidade financeira atual do cliente, tornando-o mais sustentável e, idealmente, mais vantajoso. Trata-se de uma solução comum tanto para créditos pessoais como para crédito habitação ou dívidas associadas a cartões de crédito</p>
<h2><strong>Porque devo renegociar o meu crédito?</strong></h2>
<p>A renegociação de crédito é frequentemente associada a momentos de dificuldade financeira, funcionando como uma forma de evitar o incumprimento e as consequências associadas. No entanto, nem sempre resulta de uma situação negativa. Em alguns casos, pode surgir na sequência de uma melhoria na situação financeira, como um aumento de rendimento, permitindo-lhe ajustar o contrato para reduzir o prazo de reembolso e, consequentemente, o montante total de juros a pagar.</p>
<p>Este processo pode ser aplicado a diferentes tipos de financiamento, incluindo crédito habitação e crédito pessoal, tornando-se uma ferramenta flexível de gestão financeira.</p>
<p>De acordo com o Banco de Portugal, existem vários tipos de renegociação, que refletem diferentes contextos:</p>
<ul>
<li><strong>Renegociação regular</strong>: quando o contrato é revisto por iniciativa do cliente ou do banco, por exemplo, para alterar o spread ou outras condições;</li>
<li><strong>Renegociação por incumprimento</strong>: ocorre quando já houve falhas nos pagamentos e é necessário ajustar o contrato para regularizar a situação;</li>
<li><strong>Renovação automática</strong>: acontece quando o contrato é automaticamente renovado com base nas condições previamente estabelecidas.</li>
</ul>
<p>Assim, renegociar o crédito pode ser uma decisão estratégica, seja para ultrapassar dificuldades ou para otimizar as condições do seu empréstimo.</p>
<h2><strong>Como renegociar o crédito com o banco ou credor?</strong></h2>
<p>O processo de renegociação deve ser preparado com cuidado. Eis os principais passos a seguir:</p>
<ol>
<li><strong>Avalie a sua situação financeira:</strong> faça um levantamento detalhado dos seus rendimentos, despesas e dívidas atuais.</li>
<li><strong>Defina um objetivo claro: </strong>pretende reduzir a prestação mensal? Diminuir a taxa de juro? Alongar o prazo?</li>
<li><strong>Reúna a documentação necessária:</strong> recibos de vencimento, declarações de IRS, mapa de responsabilidades de crédito, entre outros.</li>
<li><strong>Contacte o banco ou credor: </strong>explique a sua situação de forma transparente e apresente uma proposta realista.</li>
<li><strong>Negocie as condições:</strong> esteja aberto a diferentes soluções e avalie cuidadosamente as propostas apresentadas.</li>
</ol>
<p>Uma abordagem organizada e fundamentada aumenta significativamente as probabilidades de obter condições mais favoráveis.</p>
<h2><strong>Quais são as vantagens da renegociação de crédito?</strong></h2>
<p>Renegociar o crédito pode trazer vários benefícios, entre os quais:</p>
<ul>
<li>Redução da taxa de juro</li>
<li>Diminuição do valor das prestações mensais</li>
<li>Alargamento do prazo de pagamento</li>
<li>Maior equilíbrio no orçamento familiar</li>
<li>Prevenção de incumprimentos e penalizações</li>
</ul>
<p>Ao ajustar o crédito à sua capacidade financeira atual, consegue evitar atrasos nos pagamentos e proteger o seu histórico de crédito.</p>
<h2><strong>O que acontece se não conseguir renegociar o crédito?</strong></h2>
<p>Se não conseguir renegociar o crédito e entrar em incumprimento, a situação pode agravar-se rapidamente. O incumprimento ocorre quando uma prestação não é paga na data estipulada, dando origem a custos adicionais.</p>
<p>Nestes casos, a instituição de crédito pode exigir, para além da prestação em falta, o pagamento de juros de mora, comissões pela recuperação dos valores em dívida e outras despesas associadas. Estes encargos fazem com que o montante total em dívida aumente, tornando ainda mais difícil regularizar a situação.</p>
<p>Para além do impacto financeiro imediato, o incumprimento é comunicado à Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) do Banco de Portugal, frequentemente conhecida como “lista negra”. Este registo pode dificultar significativamente o acesso a novos financiamentos no futuro, incluindo a obtenção de novos créditos ou até de um simples cartão de crédito.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">Por isso, é fundamental atuar atempadamente e procurar soluções antes de entrar em incumprimento, sendo a renegociação uma das principais formas de prevenir este cenário.</span></p>
<h2><strong>Como renegociar a dívida do crédito com a Segurança Social ou as Finanças?</strong></h2>
<p>No caso de dívidas à Segurança Social ou às Finanças, existem mecanismos específicos que permitem regularizar a situação através de planos prestacionais.</p>
<p>Estes planos possibilitam o pagamento da dívida em prestações mensais, ajustadas à capacidade financeira do contribuinte. Para aderir, é necessário apresentar um pedido formal e cumprir determinados requisitos, como não ter outras dívidas em incumprimento ou garantir o pagamento regular das prestações acordadas.</p>
<p>Em alguns casos, podem também existir regimes excepcionais com condições mais favoráveis, como redução de juros ou dispensa de coimas.</p>
<h2><strong>A renegociação de crédito vale a pena?</strong></h2>
<p>Na maioria dos casos, a renegociação de crédito vale a pena, sobretudo quando permite aliviar o peso das prestações mensais e melhorar a sua saúde financeira. Em contextos de descida das taxas de juro ou quando há alterações no seu perfil financeiro &#8211; como um aumento de rendimento ou maior estabilidade profissional -, é possível conseguir condições mais vantajosas.</p>
<p>Pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença: uma redução no spread ou um ajuste no prazo do crédito podem traduzir-se em poupanças significativas ao longo do tempo. Por exemplo, reduzir ligeiramente a taxa de juro pode diminuir o montante total pago em juros ao longo dos anos, enquanto encurtar o prazo pode permitir liquidar a dívida mais rapidamente.</p>
<p>Ainda assim, é importante analisar todos os fatores envolvidos. O alargamento do prazo, por exemplo, pode reduzir a prestação mensal, mas aumentar o custo total do crédito. Por isso, a decisão deve ser ponderada e alinhada com os seus objetivos financeiros, garantindo que a solução escolhida é sustentável a médio e longo prazo.</p>
<p>Sempre que possível, procurar aconselhamento especializado pode ajudar a tomar uma decisão mais informada e a negociar condições realmente vantajosas.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é renegociar crédito?<br />
</strong>Renegociar crédito significa alterar as condições do contrato de empréstimo ou financiamento, ajustando prazos, juros ou valor das prestações, de forma a tornar a dívida mais acessível ao devedor.</li>
<li><strong>Quais são as vantagens de renegociar o crédito?<br />
</strong>As principais vantagens incluem a redução dos juros, alongamento do prazo de pagamento e a possibilidade de reduzir as prestações mensais, tornando o pagamento da dívida mais fácil de gerir.</li>
<li><strong>Como posso renegociar o meu crédito com o banco?<br />
</strong>Pode entrar em contacto com o banco, explicar a sua situação financeira, solicitar uma revisão do contrato e propor novas condições de pagamento. O banco irá avaliar a sua proposta com base na sua capacidade financeira.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
	</div> 
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Spread Crédito Habitação &#8211; Descubra como Pode Pagar Menos</title>
		<link>https://reorganiza.pt/spread-credito-habitacao-como-conseguir-o-melhor-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Spread]]></category>
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		<p>Quando contrata um crédito habitação, o spread é um dos primeiros valores a que deve prestar atenção. Quanto mais baixo for, menor será a taxa aplicada ao empréstimo, desde que os restantes elementos do contrato se mantenham iguais.</p>
<p>Ainda assim, escolher uma proposta apenas pelo spread pode sair caro. Os seguros, as comissões, os produtos associados e o prazo também influenciam o custo do financiamento. Para encontrar uma solução competitiva, é necessário olhar para o crédito como um todo.</p>
<h2><strong> </strong><strong>O que é o spread do Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>Nos contratos com taxa variável, <a href="https://clientebancario.bportugal.pt/pt-pt/taxas-de-juro-no-credito-habitacao">a taxa de juro resulta normalmente da soma entre a Euribor e o spread.</a> A <a href="https://www.euribor-rates.eu/pt/taxas-euribor-actuais/">Euribor</a> é o indexante que acompanha o mercado, enquanto o spread é a componente definida pela instituição financeira.</p>
<p>Imagine que o seu contrato está indexado a uma Euribor de 2% e tem um spread de 0,80%. Nesse período, a taxa de juro nominal aplicada será de 2,80%.</p>
<p>A Euribor pode subir ou descer ao longo do contrato. O spread tende a manter-se, embora possa ser alterado por acordo entre o banco e o cliente no âmbito de uma renegociação.</p>
<h2><strong> </strong><strong>De que depende o valor do spread?</strong></h2>
<p>O banco define o spread depois de avaliar o risco da operação e a capacidade financeira do cliente. Os rendimentos, a estabilidade profissional, a taxa de esforço, o montante pedido e a relação entre o financiamento e o valor do imóvel podem influenciar a proposta.</p>
<p>Também é comum os bancos apresentarem um spread bonificado mediante a contratação de produtos ou serviços, como a domiciliação do salário, cartões ou seguros. Se deixar de cumprir essas condições, o banco poderá aplicar o spread sem bonificação previsto no contrato.</p>
<p>Por isso, um spread mais baixo não representa automaticamente um crédito mais económico. A poupança nos juros pode ser anulada pelo custo dos produtos necessários para manter a bonificação.</p>
<h2><strong> </strong><strong>Como conseguir um spread mais competitivo?</strong></h2>
<p>Comparar propostas de diferentes instituições é um dos passos mais importantes. Os bancos não avaliam todos os clientes da mesma forma e uma proposta competitiva para uma família pode ser pouco vantajosa para outra.</p>
<p>Ter rendimentos estáveis, cumprir os créditos existentes e apresentar uma taxa de esforço equilibrada pode reforçar a sua posição negocial. Também deve preparar antecipadamente os comprovativos de rendimentos, a declaração de IRS e os restantes elementos necessários para a avaliação do financiamento.</p>
<p>Sempre que faz uma simulação, deve receber uma <a href="https://clientebancario.bportugal.pt/pt-pt/noticias/banco-de-portugal-divulga-regras-relativas-ficha-de-informacao-normalizada-europeia-fine">Ficha de Informação Normalizada Europeia</a>, conhecida como FINE. Este documento permite comparar as condições apresentadas pelos bancos utilizando a mesma estrutura de informação.</p>
<h2><strong> </strong><strong>O spread é o fator mais importante?</strong></h2>
<p>O spread é importante, mas representa apenas uma parte do custo do empréstimo. Na comparação de propostas, deve analisar sobretudo a TAEG e o MTIC.</p>
<p>A <a href="https://clientebancario.bportugal.pt/pt-pt/taxas-de-juro-no-credito-habitacao">TAEG</a> traduz o custo total do crédito numa percentagem anual e considera elementos como juros, comissões, impostos e seguros exigidos para obter as condições apresentadas.</p>
<p>O MTIC mostra o montante global que terá de pagar ao longo do contrato, somando o capital emprestado aos custos do financiamento. Estes indicadores ajudam a perceber por que motivo uma proposta com um spread ligeiramente superior pode acabar por ser mais vantajosa.</p>
<p>Também deve comparar o prazo, o tipo de taxa, as condições dos seguros e os produtos associados. A prestação mensal é relevante para o orçamento, mas não revela, por si só, qual é o crédito mais barato.</p>
<h2><strong> </strong><strong>Quando vale a pena renegociar o spread?</strong></h2>
<p>Se contratou o crédito há vários anos, se a sua situação financeira melhorou ou se encontra propostas mais competitivas, pode fazer sentido pedir ao banco uma revisão das condições.</p>
<p>O spread pode ser alterado por acordo entre o banco e o cliente. Uma renegociação também pode envolver o prazo, o tipo de taxa, os seguros ou outros elementos do contrato.</p>
<p>Antes de aceitar uma alteração, compare a nova TAEG e o novo MTIC. Reduzir o spread sem avaliar os restantes encargos pode não produzir a poupança esperada.</p>
<h2><strong>Transferir o Crédito Habitação pode compensar?</strong></h2>
<p>Quando o banco atual não apresenta condições competitivas, pode avaliar a transferência do crédito para outra instituição. Esta mudança pode permitir reduzir o spread, rever o prazo, alterar o tipo de taxa ou contratar seguros mais económicos.</p>
<p>A decisão deve considerar a poupança total esperada e os eventuais custos da operação. Algumas instituições suportam parte das despesas de transferência, mas as condições variam e devem ser confirmadas antes de avançar.</p>
<h2><strong>Como pagar menos pelo Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>Pagar menos não significa encontrar apenas o spread mais baixo. Significa escolher uma proposta com uma prestação sustentável, custos totais competitivos e condições adequadas à sua situação financeira.</p>
<p>Para comparar cenários, pode utilizar o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-habitacao/">simulador de Crédito Habitação da Reorganiza</a>. A ferramenta permite obter uma estimativa do financiamento e iniciar uma análise ajustada ao montante, prazo e finalidade pretendidos.</p>
<p>Através do <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">serviço de Crédito Habitação da Reorganiza</a>, pode ainda comparar propostas de diferentes entidades financeiras e receber apoio na interpretação das condições apresentadas. A Reorganiza atua como intermediária de crédito registada no Banco de Portugal e o serviço não tem custos adicionais para o cliente.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é considerado um spread competitivo?<br />
</strong>O valor depende das condições do mercado, do perfil do cliente, do financiamento pedido e dos produtos associados. Em vez de procurar um número isolado, compare a TAEG, o MTIC e o custo dos seguros em diferentes propostas.</li>
<li><strong>É possível reduzir o spread depois de contratar o crédito?<br />
</strong>Sim. Pode tentar renegociar as condições com o banco ou avaliar a transferência do crédito para outra instituição.</li>
<li><strong>Um spread baixo significa sempre uma prestação menor?<br />
</strong>Não necessariamente. A prestação também depende do indexante, do capital em dívida, do prazo e do sistema de reembolso.</li>
<li><strong>O spread é mais importante do que a TAEG?<br />
</strong>Não. O spread influencia os juros, mas a TAEG apresenta uma visão mais completa dos custos incluídos na proposta.</li>
<li><strong>É possível contratar um crédito com spread de 0%?<br />
</strong>Podem existir campanhas com spread temporariamente reduzido ou de 0%, normalmente sujeitas a condições específicas. Antes de contratar, deve verificar durante quanto tempo se aplica, que produtos exige e qual é a TAEG da proposta.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transferência Crédito Habitação: Como Mudar e Poupar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/transferencia-credito-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[transferências]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=12289</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
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		<p>Se tem um crédito habitação, sabe que as condições do mercado podem mudar rapidamente e o que era uma boa proposta há alguns anos pode já não ser a mais vantajosa hoje. A transferência de crédito habitação é uma solução cada vez mais utilizada por famílias que procuram reduzir a prestação mensal ou melhorar as condições do seu empréstimo.</p>
<p>Neste artigo explicamos, de forma simples, como funciona este processo, quando faz sentido avançar e como pode poupar significativamente ao mudar o seu crédito para outro banco.</p>
<h2><strong>O que é a transferência de Crédito Habitação?</strong></h2>
<p>A transferência de crédito habitação é o processo de mudar o seu empréstimo de um banco para outro que ofereça melhores condições. Na prática, o novo banco “compra” a sua dívida ao banco atual e passa a ser o responsável pelo seu crédito.</p>
<h3><strong>Como funciona o processo de transferência</strong></h3>
<p>A transferência implica pedir um novo crédito, o que pode tornar o processo algo trabalhoso. Ainda assim, o objetivo é simples: conseguir melhores condições e reduzir o custo total do empréstimo. De forma resumida, o processo inclui a comparação de propostas entre bancos, o pedido de novo crédito com entrega de documentação, a avaliação do imóvel, a abertura de conta no novo banco, o cancelamento da hipoteca antiga, a atualização dos seguros e a escritura final.</p>
<h3><strong>Benefícios de transferir o Crédito Habitação</strong></h3>
<p>Transferir o crédito pode trazer várias vantagens, como a redução da taxa de juro e do spread, a diminuição da prestação mensal, a melhoria das condições dos seguros associados, a possibilidade de consolidar ou ajustar prazos e o acesso a campanhas promocionais dos bancos.</p>
<h3><strong>Quando faz sentido transferir o crédito?</strong></h3>
<p>A transferência de crédito habitação pode compensar em várias situações, especialmente quando existem melhores condições no mercado ou quando o contrato atual já não é o mais vantajoso.</p>
<p>Faz sentido considerar a mudança, por exemplo, quando consegues encontrar um spread mais competitivo. O spread representa a margem de lucro do banco e, quando é mais baixo noutra instituição, pode traduzir-se numa poupança significativa na prestação mensal. Ainda assim, é sempre aconselhável tentar primeiro renegociar com o banco atual.</p>
<p>Outra situação relevante é em casos de dificuldades financeiras ou sobreendividamento, em que a transferência pode ajudar a reduzir a prestação mensal e aliviar o orçamento familiar. Dependendo do caso, pode também ser avaliada a consolidação de créditos como alternativa.</p>
<p>Por fim, a transferência pode ser vantajosa quando a TAEG do crédito atual é elevada. Como esta taxa inclui todos os custos associados ao empréstimo, uma proposta com TAEG mais baixa pode representar uma poupança relevante ao longo do tempo.</p>
<h2><strong>Como transferir o Crédito Habitação em 6 passos</strong></h2>
<ol>
<li><span style="font-size: 16px;"><strong>Analisar o crédito atual: </strong>comece por avaliar a TAEG, o MTIC, o spread, o prazo e os custos com seguros. Isto permite perceber se a transferência compensa.</span></li>
<li><strong>Comparar propostas de outros bancos:</strong> faça simulações e compare não só a prestação mensal, mas também a TAEG e o MTIC, que refletem o custo total do crédito.</li>
<li><strong>Avaliar os custos da transferência: </strong>tenha em conta possíveis custos como comissão de amortização antecipada, avaliação do imóvel, escritura e comissões do novo banco.</li>
<li><strong>Pedir a transferência ao novo banco: </strong>após escolher a melhor proposta, o novo banco trata do processo e comunica com o banco atual, que tem 10 dias úteis para responder.</li>
<li><strong>Rever seguros e produtos associados:</strong> aproveite para renegociar seguros de vida, multirriscos e outros produtos associados ao crédito.</li>
<li><strong>Assinar a nova escritura: </strong>o novo banco liquida o crédito antigo e é formalizada a nova escritura. A transferência fica concluída e o novo contrato entra em vigor.</li>
</ol>
<h2><strong>Bancos com as melhores condições para transferência de crédito</strong></h2>
<h3><strong>Como escolher o melhor banco para transferir o Crédito Habitação</strong></h3>
<p>Na escolha do banco, deve-se avaliar vários fatores como o TAEG, as condições dos seguros associados, as comissões e encargos aplicáveis e a estabilidade das condições ao longo do tempo.</p>
<h3><strong>Transferência de Crédito Habitação gratuita: é possível?</strong></h3>
<p>Sim. Em alguns casos, a transferência pode não ter custos para o cliente, sobretudo quando o banco assume as despesas como parte de uma campanha comercial.</p>
<h2><strong>Transferir ou renegociar o Crédito Habitação?</strong></h2>
<h3><strong>Vantagens e desvantagens da renegociação</strong></h3>
<p>Renegociar com o banco atual pode ser mais simples, mas nem sempre mais vantajoso. Entre as vantagens estão um processo mais rápido, menos burocracia e menores custos iniciais. No entanto, existem também desvantagens, como menor margem para melhoria das condições e propostas geralmente menos competitivas.</p>
<h3><strong>O que considerar antes de tomar uma decisão?</strong></h3>
<p>Antes de escolher, avalie a taxa de juro atual face ao mercado, o spread e as condições de revisão do contrato, os custos associados à mudança e o impacto nos seguros.</p>
<h2>Em resumo</h2>
<p>Em conclusão, a transferência de crédito habitação pode ser uma forma eficaz de reduzir custos e melhorar as condições do empréstimo, desde que seja bem analisada e comparada com as alternativas disponíveis no mercado.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Vale a pena transferir o crédito habitação?<br />
</strong>Sim, especialmente se conseguir uma taxa mais baixa e reduzir custos mensais.</li>
<li><strong>Quanto tempo demora a transferência de crédito?<br />
</strong>Em média, a transferência de crédito habitação demora algumas semanas, não existindo um prazo fixo. A duração do processo depende sobretudo da rapidez na entrega dos documentos, da marcação da avaliação do imóvel, do agendamento da escritura e do tempo de resposta do banco atual e do novo banco.</li>
<li><strong>Quais são os custos da transferência?<br />
</strong>Pode envolver comissões, registos e escritura, mas alguns bancos cobrem esses custos.</li>
<li><strong>Posso transferir o crédito habitação sem custos?<br />
</strong>Sim, alguns bancos oferecem campanhas de transferência gratuita.</li>
</ul>
	</div>
</div>




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		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito Habitação Mais Barato: Encontre as Melhores Taxas</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-habitacao-mais-barato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Habitação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=12282</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
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		<p>Comprar casa é uma das decisões financeiras mais importantes da nossa vida. Por isso, encontrar um crédito habitação mais barato pode representar uma poupança significativa ao longo dos anos.</p>
<p>No entanto, a proposta com a prestação mais baixa nem sempre é a mais vantajosa. Para tomar uma boa decisão, é importante analisar vários fatores além das taxas de juro.</p>
<h2><strong>O que é o Crédito Habitação e como funciona?</strong></h2>
<p>O crédito habitação é um empréstimo concedido por uma instituição financeira para apoiar a compra, construção ou transferência de um imóvel.</p>
<p>Em troca, o cliente compromete-se a devolver o valor financiado através de prestações periódicas que incluem <strong>capital</strong>, <strong>juros</strong> e <strong>outros encargos associados ao contrato</strong>.</p>
<p>Como estes contratos podem durar vários anos, pequenas diferenças nas condições oferecidas podem ter um impacto significativo no valor total pago.</p>
<h2><strong>Como encontrar o Crédito Habitação mais barato</strong></h2>
<p>Encontrar uma solução mais económica exige um trabalho de comparação e análise. Mais do que olhar apenas para a prestação inicial, é importante perceber quanto vai custar o crédito ao longo de todo o contrato.</p>
<h3><strong>Comparar as taxas de juro</strong></h3>
<p>A <a href="https://reorganiza.pt/diferentes-tipos-de-taxas-de-juro/"><strong>taxa de juro</strong></a> continua a ser um dos elementos mais importantes de qualquer crédito habitação.</p>
<p>Uma diferença aparentemente pequena pode traduzir-se numa poupança significativa ao longo dos anos.</p>
<p>Por isso, vale a pena comparar propostas de diferentes entidades financeiras antes de tomar uma decisão.</p>
<h3><strong>Escolher entre taxa fixa ou variável</strong></h3>
<p>A escolha entre <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao-taxa-fixa-ou-variavel/"><strong>taxa fixa e taxa</strong> <strong>variável</strong></a> também influencia o custo do crédito.</p>
<p>A <strong>taxa fixa</strong> oferece estabilidade, mantendo a prestação constante durante o período contratado. Já a <strong>taxa variável</strong> acompanha a evolução da Euribor, podendo resultar em prestações mais baixas ou mais elevadas ao longo do tempo.</p>
<p>A melhor opção depende do perfil financeiro de cada família e da sua tolerância ao risco.</p>
<h3><strong>Analisar o custo total do crédito</strong></h3>
<p>Um erro comum é focar-se apenas na prestação mensal. Além dos juros, existem outros custos que podem influenciar significativamente o valor final do empréstimo, como comissões, seguros obrigatórios ou despesas associadas ao processo.</p>
<p>Por isso, é importante analisar indicadores como a <a href="https://www.bportugal.pt/page/o-que-e-taeg-e-para-que-serve-o-banco-de-portugal-explica">TAEG</a> e o <a href="https://www.bportugal.pt/page/mtic-uma-sigla-do-credito-que-vale-pena-decorar">MTIC</a>, que ajudam a perceber o custo total do crédito.</p>
<h2><strong>Dicas para obter um Crédito Habitação mais barato</strong></h2>
<p>Existem alguns fatores que podem aumentar as probabilidades de conseguir condições mais competitivas.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Cuide do seu perfil financeiro</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Antes de aprovar um crédito, os bancos analisam a situação financeira do cliente.</p>
<p>Ter rendimentos estáveis, uma taxa de esforço equilibrada e um bom histórico de crédito pode ajudar a obter melhores condições de financiamento.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Avalie o prazo do empréstimo</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Os créditos com prazos mais longos tendem a ter prestações mais baixas, mas geralmente resultam num custo total superior devido ao maior volume de juros pagos.</p>
<p>Por outro lado, um prazo mais curto aumenta a prestação mensal, mas pode reduzir significativamente o valor total do financiamento.</p>
<p>Encontrar o equilíbrio certo é essencial.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Compare mais do que um banco</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Muitas pessoas aceitam a proposta do banco onde já têm conta. No entanto, as diferenças entre instituições podem ser relevantes.</p>
<p>Comparar várias propostas continua a ser uma das formas mais eficazes de conseguir melhores condições.</p>
<h2><strong>Como saber qual é a melhor proposta?</strong></h2>
<p>A melhor proposta não é necessariamente a que apresenta a prestação mais baixa no momento.</p>
<p>É aquela que combina um custo total competitivo com uma prestação adequada ao seu orçamento e aos seus objetivos financeiros.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">Por isso, antes de assinar um contrato, vale a pena analisar diferentes cenários e perceber o impacto que pequenas diferenças nas condições podem ter ao longo dos anos.</span></p>
<h2><strong>Simule o seu Crédito Habitação e compare propostas</strong></h2>
<p>Encontrar o crédito habitação mais barato nem sempre significa escolher a prestação mais baixa. Para tomar uma decisão informada, é importante comparar diferentes cenários e perceber o impacto das taxas, do prazo e dos restantes encargos no custo total do financiamento.</p>
<p>Antes de avançar, pode utilizar o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-habitacao/">Simulador de Crédito Habitação da Reorganiza</a> para obter uma estimativa da sua prestação e perceber melhor quais as condições mais adequadas ao seu perfil.</p>
<p>Se precisar de apoio adicional, a Reorganiza pode ajudá-lo a comparar propostas de várias entidades financeiras e a encontrar a solução mais equilibrada para os seus objetivos e capacidade financeira.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Posso negociar o crédito habitação com o banco?<br />
</strong>Sim. Dependendo do seu perfil financeiro e das condições de mercado, pode ser possível negociar spread, comissões ou outras condições do contrato.</li>
<li><strong>Qual a diferença entre taxa fixa e taxa variável?<br />
</strong>A taxa fixa mantém-se estável durante o período contratado. A taxa variável acompanha a Euribor e pode subir ou descer ao longo do tempo.</li>
<li><strong>O crédito habitação mais barato é sempre o que tem a prestação mais baixa?<br />
</strong>Não. É importante analisar o custo total do crédito, incluindo juros, seguros, comissões e restantes encargos.</li>
<li><strong>O prazo influencia o custo do crédito?<br />
</strong>Sim. Em regra, prazos mais longos reduzem a prestação mensal, mas aumentam o valor total de juros pagos ao longo do contrato.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Certidão de Não Dívida à Segurança Social: Como Obter e Regularizar a Sua Situação</title>
		<link>https://reorganiza.pt/certidao-de-nao-divida-a-seguranca-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=12099</guid>

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		<p>A certidão de não dívida à Segurança Social é um documento essencial para particulares e empresas em Portugal que necessitam de comprovar que estão em dia com as suas obrigações contributivas.</p>
<p>Este certificado é frequentemente exigido em processos como obtenção de crédito, participação em concursos públicos ou mesmo em operações imobiliárias. Neste artigo, explicamos o que é a certidão, como obtê-la e o que fazer caso existam dívidas pendentes.</p>
<h2><strong>O que é a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social ou Declaração de Situação Contributiva é um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte, seja pessoa singular ou coletiva, não tem quaisquer dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social é necessária em quais situações?</strong></h2>
<p>A sua importância é significativa, uma vez que serve como prova de regularidade contributiva, sendo muitas vezes solicitada em situações como:</p>
<ul>
<li>Participação em concursos públicos;</li>
<li>Candidaturas a apoios, incentivos ou fundos comunitários;</li>
<li>Celebração de contratos com o Estado ou entidades públicas;</li>
<li>Pedidos de financiamento bancário ou leasing;</li>
<li>Processos de licenciamento, subsídios ou apoios sociais;</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<h2><strong>Como obter a Certidão de Não Dívida à Segurança Social?</strong></h2>
<p>A certidão de não dívida à Segurança Social pode ser solicitada por três vias: online, por correio ou presencialmente.</p>
<h3><strong>1.       </strong><strong>Online (Segurança Social Direta)</strong></h3>
<p>O método mais rápido é através da Segurança Social Direta. Siga estes passos:</p>
<ol>
<li><strong>Aceda à plataforma e autentique-se</strong> utilizando um dos seguintes métodos:
<ul>
<li>Cartão de Cidadão;</li>
<li>Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe;</li>
<li>Chave Móvel Digital.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Navegue pelas opções:</strong> Conta-corrente &gt; Situação Contributiva &gt; Obter declaração de situação contributiva.</li>
<li>Pode consultar pedidos anteriores e imprimir a declaração diretamente na plataforma.</li>
<li>Após concluir o pedido, receberá um email de notificação. Em muitos casos, a declaração é disponibilizada imediatamente.</li>
</ol>
<h3><strong>2. Por correio</strong></h3>
<ol>
<li>Preencha o formulário Pedido de Declaração (RC3042).</li>
<li>Envie-o para o Centro Distrital correspondente à sua morada de residência (para pessoas singulares) ou à sede da sua entidade empregadora (para empresas).</li>
<li>A declaração é emitida no prazo de 10 dias úteis após a receção do pedido completo.</li>
</ol>
<h3><strong>3. Presencialmente</strong></h3>
<ol>
<li>Dirija-se aos serviços de atendimento da Segurança Social e solicite a declaração diretamente.</li>
<li>A emissão segue o mesmo prazo de 10 dias úteis, quando aplicável.</li>
</ol>
<p>A declaração é gratuita e, se solicitada pelo Ministério Público ou em contexto judicial, também será emitida no prazo legal.</p>
<h2><strong>Como resolver dívidas à Segurança Social para obter a Certidão de Não Dívida?</strong></h2>
<p>Para regularizar a situação e conseguir a certidão, siga estas orientações:</p>
<ol>
<li><strong>Consultar o detalhe das dívidas:</strong> através da Segurança Social Direta, identifique os valores em atraso.</li>
<li><strong>Efetuar o pagamento:</strong> pode liquidar o montante total ou optar por parcelamento da dívida, se a situação financeira não permitir pagamento imediato.</li>
<li><strong>Confirmar a regularização:</strong> após a quitação ou acordo de pagamento aprovado, a plataforma atualiza automaticamente a situação.</li>
<li><strong>Solicitar a certidão novamente:</strong> com as pendências resolvidas, pode agora emitir a certidão de não dívida sem problemas.</li>
</ol>
<p>Regularizar as dívidas é fundamental para evitar juros, coimas ou outras sanções legais.</p>
<h2><strong>A Certidão de Não Dívida à Segurança Social e o seu prazo de validade</strong></h2>
<p>A declaração de situação contributiva, equivalente à certidão de não dívida à Segurança Social, é <strong>emitida até 10 dias úteis</strong> após a submissão do pedido completo ou após notificação judicial, quando solicitada pelo Ministério Público.</p>
<p>Quanto à validade, a declaração é <strong>válida por 4 meses</strong> a contar da data de emissão. Após este período, é necessário solicitar uma nova declaração se pretender utilizá-la em processos oficiais, como concursos públicos, pedidos de financiamento ou celebração de contratos com entidades públicas.</p>
<h2><strong>O que acontece se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas?</strong></h2>
<p>Se as dívidas à Segurança Social não forem regularizadas, pode ocorrer a penhora judicial dos bens do devedor, que acontece 30 dias depois da notificação da dívida. Neste caso, é possível pedir um plano prestacional até à publicação do anúncio de venda dos bens.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>O que é a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>É um documento oficial emitido pela Segurança Social que confirma que o contribuinte não tem dívidas em atraso com o sistema de contribuições sociais.</li>
<li><strong>Como posso obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Pode obter a certidão através da Segurança Social Direta. Após consultar a sua situação fiscal e verificar que não há pendências, pode solicitar a certidão diretamente na plataforma online.</li>
<li><strong>O que fazer se não conseguir obter a certidão de não dívida à Segurança Social?<br />
</strong>Se não conseguir a certidão, é necessário regularizar as dívidas ou pendências fiscais junto à Segurança Social. Após a regularização, poderá obter a certidão sem problemas.</li>
</ul>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mapa de Responsabilidades do Banco de Portugal: Como Utilizar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/mapa-de-responsabilidades-de-credito-do-banco-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 10:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[CRC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10878</guid>

					<description><![CDATA[O mapa de responsabilidades de crédito, muitas vezes denominado de lista negra do Banco de Portugal, é uma ferramenta muito importante para melhor gerir os seus créditos. Neste guia, vamos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa de responsabilidades de crédito, muitas vezes denominado de lista negra do Banco de Portugal, é uma ferramenta muito importante para melhor gerir os seus créditos. Neste guia, vamos ajudar a obter e a interpretar o seu mapa de créditos para que consiga otimizar os seus créditos de forma eficiente.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#crc1">O que é o Mapa de Responsabilidades?</a></li>
<li><a href="#crc2">Informação disponível no Mapa de Responsabilidades</a></li>
<li><a href="#crc3">Quem tem acesso ao Mapa de Créditos?</a></li>
<li><a href="#crc4">Como obter o Mapa de Responsabilidades de Crédito?</a></li>
<li><a href="#crc7">Frequência recomentada para consultar o mapa?</a></li>
<li><a href="#crc5">Como usar o Mapa de Créditos para otimizar as suas finanças?</a></li>
<li><a href="#crc6">Dicas para gerir os créditos em família</a><a id="crc1"></a></li>
</ul>
<h2>O que é o Mapa de Responsabilidades?</h2>
<p>Mapa de Responsabilidades de Crédito ou Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) é uma lista de todos os contratos de crédito que um contribuinte tem em seu nome no final de um determinado mês. No final do mês, todos os bancos em Portugal comunicam ao seu regulador (o Banco de Portugal) a lista de créditos por contribuinte. De seguida, o Banco de Portugal compila a informação e lista os contratos que o contribuinte tem em seu nome em todos os bancos.</p>
<p>Sendo uma centralização de todos os contratos, este mapa permite que tire uma fotografia imediata à sua situação creditícia. Por outro lado, permite aos bancos e demais instituições financeiras fazer análises de crédito mais acertadas e fidedignas. Assim, torna-se uma ferramenta importante para todos os agentes de mercado, contribuindo para uma melhor gestão de créditos e de riscos.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se teve um incumprimento de crédito, depois de o regularizar, espere 1 a 2 meses até ver o seu mapa regularizado.<a id="crc2"></a></p>
<h2>Informação disponível no Mapa de Responsabilidades</h2>
<p>O seu mapa de responsabilidades contém todas as informações sobre todos os seus créditos ativos e sobre créditos potenciais. Dito de outra forma, contém a informação relativa aos contratos que tem em curso, sejam créditos pessoais, crédito habitação ou crédito automóvel mas, também, informação sobre créditos potenciais. Ou seja, as linhas disponíveis mas não utilizadas de cartões de crédito, o descoberto autorizado da conta ordenado ou a sua responsabilidade enquanto fiador (de contratos pessoais) ou avalista (de contratos empresariais).</p>
<p>A informação disponibilizada contém:</p>
<ul>
<li>Tipo de crédito;</li>
<li>Entidade financeira que concedeu o crédito;</li>
<li>Prestação mensal;</li>
<li>Montante contratado;</li>
<li>Montante em dívida;</li>
<li>Situação do crédito (regular ou em incumprimento);</li>
<li>Valor de eventuais garantias.</li>
</ul>
<p>No que toca aos créditos potenciais, é referido o valor em dívida atualmente e o estado do crédito. Assim, uma sugestão/dica muito útil é que acompanhe o seu mapa de créditos para perceber se o seu familiar ou amigo de quem foi fiador está a cumprir com o crédito. Se não cumprir, rapidamente será contactado pelo banco para se responsabilizar pelo cumprimento.<a id="crc3"></a></p>
<h2>Quem tem acesso ao Mapa de Créditos?</h2>
<p>O acesso ao mapa de créditos é restrito a poucas entidades. Na prática, tem acesso ao mapa de créditos o seu titular ou a quem este deu autorização ou códigos de acesso ao portal das finanças. Assim, saiba que cada mapa é pessoal e que o seu mapa, com alguma probabilidade, irá diferir do mapa do seu marido ou mulher. Logo, ditam as regras da fidelidade financeira que tenham ambos acesso ao mapa e que falem abertamente sobre as suas implicações.</p>
<p>Quando pede um novo crédito, a instituição de crédito irá pedir que preencha uma autorização de acesso aos seus dados junto do Banco de Portugal. Pode recusar, mas se o fizer não lhe será concedido crédito. Como referido, este mapa é fundamental para que as entidades tracem o seu perfil de crédito, percebam o valor das prestações e calculem taxas de esforço.<a id="crc4"></a></p>
<h2>Como obter o Mapa de Responsabilidades de Crédito?</h2>
<p>O processo para retirar o seu mapa de créditos é muito simples.</p>
<ol>
<li>Aceder ao site do <a href="https://www.bportugal.pt/en/area-cidadao/formulario/227">Banco de Portugal</a>;</li>
<li>Aceitar condições de acesso;</li>
<li>Indicar mês e ano do mapa que pretende;</li>
<li>Autenticação com os dados de acesso ao Portal das Finanças ou Chave Móvel Digital.</li>
<li>Abrir o ficheiro que é descarregado automaticamente.<a id="crc7"></a></li>
</ol>
<h2>Frequência recomentada para consultar o mapa?</h2>
<p>Pode consultar o seu mapa de créditos sempre que o desejar. Por norma, irá ter um novo mapa nos últimos dias de cada mês, com informação referente ao mês anterior. Assim, há um ligeiro desfasamento temporal.</p>
<p>Se for fiador ou avalista de um contrato de crédito, sugerimos que consulte o seu mapa todos os meses, de modo a garantir que o contrato está a ser cumprido. Caso não o seja, poderá consultar o mapa uma vez por trimestre, de modo a perceber se a sua informação está correta ou se poderá ter alguma surpresa que necessite de correção. Por exemplo, não é incomum que algum cartão de crédito seja clonado e usado sem o seu conhecimento ou que uma conta à ordem entre em descoberto pelo pagamento de comissões de manutenção que pensava não existirem.<a id="crc5"></a></p>
<h2>Como usar o Mapa de Créditos para otimizar as suas finanças?</h2>
<p>Como referimos, este mapa é uma ferramenta importante para que consiga otimizar os seus créditos. Assim, sugerimos algumas etapas que podem ajudar quem tem mais do que um crédito:</p>
<ol>
<li>Identifique as instituições financeiras com créditos ativos;</li>
<li>Liste as características dos vários créditos, nomeadamente prazos, montantes e taxas de juro. Para algumas destas informações, poderá ter de recorrer ao seu homebanking ou extrato bancário;</li>
<li>Defina uma estratégia para otimizar os créditos. Poderá começar com a <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">consolidação de créditos</a> ou com a <a href="https://reorganiza.pt/amortizar-credito/">amortização progressiva dos créditos</a> de curto prazo.<a id="crc6"></a></li>
</ol>
<h2>Dicas para gerir os créditos em família</h2>
<p>Como referido, se o mapa de créditos é individual, é comum que marido e mulher tenham mapas distintos. E isto pode acontecer porque:</p>
<ul>
<li>Os créditos foram contratados antes do casamento – Uma sugestão para quem vai casar, pode fazer sentido conhecer o mapa do seu noivo/noiva.</li>
<li>Existe um regime de casamento em separação de bens, por exemplo;</li>
<li>Alguns créditos de curto prazo não obrigam à assinatura dos dois conjugues. Ou seja, se contratar um cartão de crédito, não será exigida a assinatura do seu marido/mulher. Logo, pode acontecer que o seu companheiro esteja a acumular dívidas sem a informar.</li>
</ul>
<p><strong>Muito diálogo!</strong></p>
<p>Deixamos estas notas para alertar para a necessidade de haver muito diálogo sobre todos os temas em casa, com especial destaque para os temas financeiros. É sabido que muitos problemas familiares surgem por questões financeiras que poderiam facilmente ser evitados com diálogo e honestidade. E desengane-se quem acha que este tema não é comum. É mais comum do que se pensa. Normalmente começa com uma pequena dívida que depois vamos pagar. O problema é que a vida acontece-nos e acabamos por não conseguir pagar, sendo que o problema avoluma. A nossa sugestão:</p>
<ol>
<li>Defina um dia por mês para falar sobre dinheiro e para fazer um <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">orçamento familiar</a>;</li>
<li>Defina objetivos em família;</li>
<li>Poupe uma percentagem do rendimento familiar para imprevistos.</li>
</ol>
<p>Se seguir estes 3 passos a vida torna-se muito mais fácil e, acima de tudo, liberta tempo para o que mais importa na vida (certamente que não envolve dinheiro).</p>
<p>Como percebemos, o mapa de responsabilidades de crédito pode facilitar-nos a vida e pode evitar muitos problemas. Sendo fácil de obter, não há desculpa para não ganhar um controlo rigoroso dos seus empréstimos, meio caminho andado para ter sucesso financeiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Funciona um Cartão de Crédito: Tudo o Que Precisa Saber</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Cartões de Crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[O cartão de crédito pode ser uma importante ferramenta para a gestão das suas finanças mensais, se bem utilizado. Contudo, pode trazer graves problemas caso seja mal utilizado. Neste artigo,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cartão de crédito pode ser uma importante ferramenta para a gestão das suas finanças mensais, se bem utilizado. Contudo, pode trazer graves problemas caso seja mal utilizado. Neste artigo, explicamos o que é um cartão de crédito, como funciona, vantagens, desvantagens, perigos. Enfim, tudo o que precisa de saber para escolher e utilizar o melhor cartão de crédito para si.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#ccc1">O que é um cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc2">Diferenças entre cartão de crédito e débito?</a></li>
<li><a href="#ccc3">Como funciona um cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc4">Quais são as modalidades de pagamento?</a></li>
<li><a href="#ccc5">Qual a taxa de juro do cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc6">Quais as vantagens da utilização do cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc7">Quando usar o cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc8">Desvantagens ou Perigos</a></li>
<li><a href="#ccc9">Como escolher o melhor cartão de crédito?</a></li>
<li><a href="#ccc10">Dicas para usar o cartão de crédito de forma segura</a></li>
<li><a href="#ccc11">Não precisamos de mais do que um cartão!</a></li>
<li><a href="#ccc12">Sinais de alerta de má utilização de cartão de crédito</a></li>
<li><a href="#ccc13">Como eliminar uma dívida do cartão de crédito?</a><a id="ccc1"></a></li>
</ul>
<h2>O que é um cartão de crédito e como funciona?</h2>
<p>Um cartão de crédito é um meio de pagamento muito popular em Portugal. De facto, cada vez mais pessoas usam estes cartões sendo que os dados mais recentes apontam para que tenhamos mais do que um cartão de crédito por adulto!</p>
<p>Na prática, o cartão de crédito é um cartão igual ao Cartão Multibanco mas que disponibiliza o acesso a um montante de crédito pré-aprovado pelo seu banco. Ou seja, pode pedir dinheiro emprestado sem ter de prestar contas a ninguém e sem que tenha dinheiro disponível na conta á ordem.<a id="ccc2"></a></p>
<h3>Diferenças entre cartão de crédito e débito?</h3>
<p>Como referido, o cartão de crédito é em tudo idêntico ao cartão de débito. No entanto, destacamos algumas diferenças que&#8230; fazem toda a diferença:</p>
<ul>
<li><strong>Acesso a plafond de crédito</strong> &#8211; Ao usar o cartão de crédito, tem automaticamente acesso a um montante de crédito pré-aprovado, ao passo que no cartão de débito só utiliza o dinheiro que depositou na sua conta;</li>
<li><strong>Acesso a benefícios</strong> &#8211; O cartão de crédito tem associado um conjunto de benefícios que podem fazer toda a diferença, como poderá conhecer mais abaixo.<a id="ccc3"></a></li>
</ul>
<h3>Como funciona um cartão de crédito?</h3>
<p>O funcionamento do cartão de crédito é em tudo semelhante ao cartão de débito. Pode usar o cartão na generalidade dos terminais de pagamento, sendo que alguns apenas aceitam os cartões de débito. Quando faz um pagamento de produtos ou de serviços, o seu fornecedor de cartão de crédito (pode ser um Banco ou uma Instituição Financeira) empresta o dinheiro e lança o valor em dívida na sua conta cartão. Ou seja, vai acumulando um valor em dívida que terá de ser pago de acordo com a modalidade de pagamento.</p>
<p>Para melhor compreendermos, podemos considerar este empréstimo como uma <strong>conta corrente</strong>. Quando pedimos dinheiro emprestado a conta aumenta e quando pagamos a conta diminui. Podemos pagar no final do mês ou quando quisermos, bastando para tal consultarmos as referências para pagamento no <em>Homebanking</em> do nosso fornecedor. Um outro exemplo que pode ajudar é pensar na dívida do cartão de crédito em paralelismo com o descoberto da conta ordenado, se bem que esta última cobra juros desde o primeiro segundo em que temos dívida. Já agora, veja o que é preferível, <a href="https://reorganiza.pt/conta-ordenado-ou-carto-de-credito/">cartão de crédito ou conta ordenado</a>.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se sente que pode ter alguma dificuldade de controlo das suas despesas mensais, opte por fazer liquidações antecipadas do capital em dívida. Deste modo, reduz a probabilidade de vir a ter dificuldades de pagamento no futuro.<a id="ccc4"></a></p>
<h3>Quais são as modalidades de pagamento?</h3>
<p>A modalidade de pagamento é um acordo entre o cliente e o fornecedor do cartão, que determina o prazo de pagamento da dívida. Podemos definir diferentes modalidades, sendo a mais recomendável o pagamento a 100% no final do mês (neste caso, não paga juros e usa o dinheiro gratuitamente até 50 dias). Outras modalidades são associadas ao valor em dívida, existindo um mínimo que varia de cartão para cartão, mas que pode ira até 2%. Neste caso, saiba que irá pagar muito dinheiro em juros e, com grande probabilidade, nunca mais se vai livrar daquela dívida. Fará sentido? E fará sentido ter dinheiro em depósitos a prazo ou outros investimentos quando acumula dívidas de cartão de crédito?<a id="ccc5"></a></p>
<h2>Qual a taxa de juro do cartão de crédito?</h2>
<p>Como referimos atrás, não precisamos de dar satisfações ao banco de como utilizamos o <em>plafond</em> disponível do cartão. Por outro lado, a única garantia que damos ao banco está associada à nossa qualidade de crédito. Ou seja, o risco para o banco é bastante elevado. Logo, a taxa de juro associada é a taxa máxima permitida por lei, a chamada taxa de usura. De notar que a taxa de usura pode variar várias vezes por ano, tanto para cima como para baixo. No entanto, ao contratarmos um cartão de crédito ficamos com a taxa determinada para sempre, salvo alterações negociadas com o banco.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Analise a taxa de juro que está associada ao seu cartão de crédito e compare com as taxas de juro de mercado. Se contratou o cartão há vários anos, é bem provável que a taxa que lhe é cobrada seja desajustada. Isto significa que pode poupar muito dinheiro ao negociar a taxa de juro com o seu banco!<a id="ccc6"></a></p>
<h2>Quais as vantagens da utilização do cartão de crédito?</h2>
<p>Os cartões de crédito cresceram muito em popularidade porque têm um conjunto de vantagens muito relevantes:</p>
<ul>
<li><strong>Facilidade de utilização</strong> – Os cartões das principais redes (<a href="https://www.visa.pt/">Visa</a>, <a href="https://www.mastercard.pt/pt-pt.html">Mastercard</a>) são aceites em Portugal e em todo o mundo, o que facilita bastante a nossa vida;</li>
<li><strong>Flexibilidade de pagamento</strong> – Podemos escolher modalidades de pagamento que se adequem à nossa vida financeira. Em momentos de maior aperto podemos diferir pagamentos (mas pagamos juros), mas devemos ter cuidado;</li>
<li><strong>Possibilidade de ter crédito gratuito</strong> – Pagando o valor em dívida a 100% no dia acordado, podemos usar o dinheiro do banco sem pagar juros. Este prazo pode chegar até 50 dias;</li>
<li><strong>Seguros associados</strong> – A generalidade dos cartões tem um conjunto de seguros associados, que embora desconhecidos ou esquecidos são muito relevantes. Por exemplo, seguros de acidentes, seguros de viagem ou mesmo <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-vida/">seguros de vida</a>.</li>
<li><strong>Programas de Fidelização</strong> – A grande maioria dos cartões tem associados esquemas de fidelização para promover a sua utilização (o banco ganha comissões pelas transações realizadas, pagas pelos vendedores). Assim, programas como milhas em transportadoras aéreas, sistemas de <em>cashback</em>, descontos em diversos comerciantes, entre outros.<a id="ccc7"></a></li>
</ul>
<h2>Quando usar bem o seu cartão?</h2>
<p>A utilização do cartão de crédito não é uma inevitabilidade. Podemos escolher usar ou não usar. No entanto, podemos destacar alguns momentos que podem justificar melhor o recurso a esta facilidade:</p>
<ol>
<li>Despesas planeadas e pagamentos fracionados &#8211; Pode planear algumas despesas mais avultadas e usar o cartão para poder fazer pagamentos fracionados. Neste caso, sugerimos que garanta que o fracionamento não tem qualquer custo ou comissão associada pois, caso contrário, a compra irá ficar bastante mais cara;</li>
<li>Benefícios em compras online &#8211; Podemos ter benefícios por fazer compras online, sendo que maioria das vezes precisamos de ter um cartão de crédito;</li>
<li>Pagamento de Viagens &#8211; O pagamento de viagens com cartão de crédito permite ter acesso a seguros que podem ser muito vantajosos!<a id="ccc8"></a></li>
</ol>
<h2>Desvantagens ou Perigos</h2>
<p>Como em quase tudo na vida, as vantagens podem vir acompanhadas de desvantagens ou de grandes perigos. De facto, a má utilização dos cartões de crédito está associada a situações de grandes dificuldades financeiras por parte dos (incautos) utilizadores. Siga as nossas dicas e tenha cuidado com:</p>
<ol>
<li><strong>Taxa de juro</strong> – Como referido acima, a taxa de juro dos cartões de crédito é a mais alta do mercado. Não é incomum vermos clientes que recorrem aos nossos serviços de <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">consolidação de crédito</a> a ter taxas de juro superiores a 20%. Ou seja, por cada 100€ em dívida pagam mais 20€ de juros por ano, todos os anos. Cautela!</li>
<li><strong>Pagamentos Mínimos</strong> – No momento de pagar, existe uma grande tentação de não fazer o pagamento da totalidade do valor em dívida. Assim, acabamos escolhendo modalidades de pagamento muito baixas, o que perpetua a dívida por muitos anos;</li>
<li><strong>Fraudes</strong> – Existe várias fraudes com cartões, sejam de crédito ou de débito. Apesar de existirem seguros que protegem os clientes, isso obriga a que estes estejam atentos ao extrato do cartão para controlar os movimentos.</li>
<li><strong>Tentação ao consumo</strong> – Um dos grandes perigos do cartão de crédito é que separa o momento do pagamento do momento da compra. Isto significa que temos o prazer da compra mas não sentimos a dor do pagamento. Logo, a tentação a gastar acima das possibilidades é muito grande. Cuidado. A compra fracionada implica, em média, que gastemos pelo menos mais 15% do que gastaríamos se pagássemos a pronto pagamento.</li>
<li><strong>Cash Advance</strong> &#8211; Pode transferir dinheiro da conta do seu cartão para a sua conta à ordem. No entanto, esta &#8220;facilidade&#8221; tem associado um valor de comissões de juros que pode ser proibitivo. Assim, evite ao máximo usar esta ferramenta.<a id="ccc9"></a></li>
</ol>
<h2>Como escolher o melhor cartão de crédito?</h2>
<p>A escolha do cartão mais adequado às suas necessidades passa, em grande medida, por conhecer quais são essas necessidades. Para que precisa de um cartão? Compras recorrentes? Para viagens? Qual a periodicidade de utilização?</p>
<p>A resposta a estas questões habilita-o a procurar o cartão mais adequado para si. Tenha em atenção alguns aspetos, como sendo:</p>
<ul>
<li><strong>Taxa de juro</strong>, procurando negociar as atualizações da taxa de juro quando o Banco de Portugal atualiza as taxas de usura (se tem um cartão de crédito antigo, é provável que a taxa de juro que lhe é cobrada esteja muito superior ao que poderia contratar hoje em dia;</li>
<li><strong>Anuidade</strong> – Se for um utilizador regular, a anuidade costuma ser eliminada e a taxa de juro tende a ser mais baixa;</li>
<li><strong>Penalidades por atraso de pagamento</strong> (acontecem e alguns bancos são mais agressivos do que outros);</li>
<li><strong>Programas de fidelização</strong>;</li>
<li><strong>Taxas de utilização do cartão no estrangeiro</strong> e taxas de câmbio.<a id="ccc10"></a></li>
</ul>
<h2>Dicas para usar o cartão de forma segura</h2>
<p>Algumas dicas podem ajudar a que tome melhor proveito do cartão de crédito, nomeadamente:</p>
<ol>
<li>Antes de escolher um cartão de crédito, compare alternativas e escolha o que tem mais benefícios e custos mais baixos;</li>
<li>Ler as condições do contrato, garantindo que conhece as datas de pagamento e o funcionamento dos seguros contra fraudes;</li>
<li>Pague a dívida a 100%, de modo a evitar juros que podem ser muito pesados;</li>
<li>Se não conseguir pagar a dívida a 100%, nunca faça o pagamento do valor mínimo. Tente sempre pagar mais e sempre que possível fazer amortizações antecipadas da dívida;</li>
<li>Consulte o extrato com regularidade, pois as fraudes e a clonagem de cartões é uma realidade cada vez mais comum;</li>
<li>Guarde os comprovativos de pagamento e confirme sempre o valor das transações, sem perder o cartão de vista quando efetua pagamentos.</li>
<li>Uma última dica&#8230; pare de usar o cartão de crédito, porque mais tarde ou mais cedo poderá cair em tentações e acabar nas malhas das financeiras.<a id="ccc11"></a></li>
</ol>
<h3>Não precisamos de mais do que um cartão!</h3>
<p>A tentação de acumular vários cartões de crédito é muito grande. Surgem os cartões com benefícios nas grandes superfícies, os cartões dos clubes de futebol, o cartão associado ao <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a>, o cartão que lhe ofereceu o telemóvel (já agora, se fez um cartão para aproveitar esta campanha, veja quando o pode cancelar e faça-o). Não é por acaso que temos tantos cartões destes em Portugal. Se precisar de contratar um cartão de crédito e não sabe como escolher, teremos todo o gosto em ajudar. Entre em contacto com um dos nossos <a href="http://reorganiza.pt/contacto">consultores de crédito</a> e coloque as suas dúvidas.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se tem mais do que um cartão, analise o melhor para si e defina uma estratégia para acabar com todos os outros. Se não tiver valor em dívida é simples, contacte a financeira e peça para cancelar o cartão. Pode também aproveitar esta oportunidade para negociar melhores condições, sob o pretexto de mudar de fornecedor.<a id="ccc13"></a></p>
<h3>Sinais de alerta de má utilização do cartão de crédito</h3>
<p>Existem vários sinais que o devem alertar para que a utilização do seu cartão pode ser perigosa ou mesmo incorreta. Podemos destacar alguns, de entre vários:</p>
<ol>
<li>Dificuldade em fazer o pagamento a 100%, o que implicará pagamento de juros;</li>
<li>Não saber quando e quanto paga em cada cartão;</li>
<li>Pagamento de despesas essenciais, sempre, com recurso à dívida;</li>
</ol>
<p>Se experenciou algum destes sinais, tenha muito cuidado e corra a encontrar estratégias para eliminar rapidamente estas dívidas.</p>
<h2>Como eliminar uma dívida do cartão de crédito?</h2>
<p>Pode acontecer que tenha uma ou mais dívidas de cartões de crédito. Se está nesta fase, saberá certamente que está num momento financeiro bastante perigoso, porque rapidamente poderá perder o controlo. Assim, deve procurar alternativas para liquidar as dívidas do cartão:</p>
<ol>
<li><a href="/credito-consolidado">Consolidar créditos</a> &#8211; Pode tentar consolidar as várias linhas de crédito num único crédito, garantindo com isso uma prestação mais baixa e a efetiva amortização da dívida;</li>
<li>Transformar o cartão de crédito num crédito pessoal &#8211; Baixa a taxa de juro e estipula um prazo para liquidar o crédito;</li>
<li>Negociar as taxas com as diferentes financeiras.</li>
</ol>
<p>Um cartão de crédito pode ser uma ferramenta financeira valiosa se utilizado com responsabilidade. Compare as opções disponíveis, esteja atento às taxas e utilize o crédito de forma consciente para evitar o endividamento.</p>
<p>Se tem várias dívidas, apresse-se e entre em contacto conosco, antes que o problema se alastre!</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Lista negra&#8221; do Banco de Portugal: O Que É e Como Consultar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/lista-negra-banco-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 08:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[form_cc]]></category>
		<category><![CDATA[Lista Negra do Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa de Responsabilidades de Crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[A chamada &#8220;lista negra&#8221; do Banco de Portugal é uma expressão popular usada para descrever o registo de pessoas com incumprimentos financeiros na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Embora...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chamada &#8220;lista negra&#8221; do Banco de Portugal é uma expressão popular usada para descrever o registo de pessoas com incumprimentos financeiros na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Embora o termo não seja oficial, é amplamente utilizado para se referir a situações de atraso ou incumprimento no pagamento de créditos.</p>
<p>Este registo pode ter um impacto significativo na capacidade de obter novos financiamentos. Por isso, é fundamental compreender como funciona a CRC, como consultar a sua situação e quais os passos necessários para regularizar eventuais incumprimentos.</p>
<h2><strong>O que é a lista negra do Banco de Portugal?</strong></h2>
<p>A lista negra do Banco de Portugal refere-se aos registos existentes na CRC, uma base de dados gerida pelo Banco de Portugal que reúne informação sobre todos os créditos contratados por cidadãos e empresas junto das instituições financeiras a operar em Portugal.</p>
<p>Sempre que existe um crédito em incumprimento, essa informação passa a constar na CRC, ficando acessível às entidades financeiras quando analisam pedidos de financiamento.</p>
<h3><strong>Definição e funcionamento</strong></h3>
<p>A Central de Responsabilidades de Crédito funciona como um histórico financeiro, onde são registados todos os empréstimos, créditos e responsabilidades financeiras associados a cada contribuinte, independentemente de estarem a ser pagos regularmente ou não.</p>
<p>Quando ocorre um atraso significativo no pagamento de um crédito, a instituição financeira comunica essa situação ao Banco de Portugal. Esse registo não é uma penalização direta, mas serve como um instrumento de avaliação de risco, permitindo aos bancos tomar decisões mais informadas sobre a concessão de crédito.</p>
<h3><strong>Que créditos podem constar nesta lista?</strong></h3>
<p>A CRC reúne informação sobre responsabilidades de crédito efetivas e potenciais, assumidas por pessoas singulares ou coletivas junto das entidades participantes.</p>
<p>Exemplos de responsabilidades efetivas:</p>
<ul>
<li>Empréstimos para aquisição de habitação;</li>
<li>Empréstimos para aquisição de automóveis, de mobiliário e de outros bens de consumo ou serviços;</li>
<li>Empréstimos para aquisição de títulos (ações, obrigações, etc.);</li>
<li>Desconto de letras e outros efeitos comerciais;</li>
<li>Descobertos em contas bancárias;</li>
<li>Operações de locação financeira (leasing) e de factoring;</li>
<li>Montantes utilizados de cartões de crédito.</li>
</ul>
<p>Além das dívidas efetivas, o Mapa de Responsabilidades de Crédito inclui também responsabilidades de crédito potenciais. Tratam-se de valores já disponibilizados pelas instituições financeiras, mas que ainda não foram utilizados, bem como responsabilidades assumidas enquanto fiador ou avalista.</p>
<p>Nestes casos, podem constar:</p>
<ul>
<li>Montantes não utilizados de cartões de crédito;</li>
<li>Linhas de crédito contratadas;</li>
<li>Garantias prestadas;</li>
<li>Fianças e avales;</li>
<li>Outras facilidades de crédito que podem vir a converter-se em dívida.</li>
</ul>
<h3><strong>Consequências de estar na lista negra</strong></h3>
<p>Se tiver registo de incumprimento na CRC, um novo pedido de empréstimo será, em regra, recusado. As instituições financeiras consultam a CRC para avaliar a sua capacidade de pagamento e verificar se existem prestações em atraso ou créditos renegociados por incumprimento.</p>
<h2><strong>Como consultar a lista negra no Banco de Portugal?</strong></h2>
<p>Qualquer cidadão pode verificar gratuitamente se tem créditos registados ou situações de incumprimento através do Mapa de Responsabilidades de Crédito, disponível no site oficial do Banco de Portugal. Este documento apresenta uma visão detalhada da sua situação financeira atual e passada, sendo essencial para quem pretende manter um controlo responsável das suas finanças.</p>
<h3><strong>Onde e como aceder ao Mapa de Responsabilidades?</strong></h3>
<p>Para consultar o seu Mapa de Responsabilidades de Crédito, siga estes passos simples no site do Banco de Portugal:</p>
<ol>
<li>Aceda ao <a href="https://www.bportugal.pt/area-cidadao/formulario/227">site oficial do Banco de Portugal</a> e dirija-se à área da Central de Responsabilidades de Crédito (CRC).</li>
<li>Leia atentamente as condições de acesso à CRC. Caso concorde, aceite os termos para prosseguir.</li>
<li>Após aceitar as condições, clique em “Obter Mapa” &#8211; se pretender consultar informação histórica sobre as suas responsabilidades de crédito, selecione essa opção e indique o mês e o ano pretendidos.</li>
<li>Autentique-se com as credenciais do Portal das Finanças, garantindo um acesso seguro e confidencial.</li>
<li>Abra (open) ou guarde (save) o ficheiro em formato PDF, onde constará o seu mapa de responsabilidades de crédito.</li>
<li>No final da consulta, feche a sessão segura. Por motivos de segurança, recomenda-se que apague o ficheiro PDF guardado na pasta de ficheiros temporários ou de transferências da internet.</li>
</ol>
<p>A Central de Responsabilidades de Crédito permite a consulta de informação relativa a um período máximo de cinco anos, possibilitando uma análise detalhada do seu histórico financeiro recente.</p>
<h3><strong>Como interpretar as informações do relatório?</strong></h3>
<p>O Mapa de Responsabilidades de Crédito inclui dois documentos: a informação comunicada pelas entidades bancárias, com o detalhe de cada empréstimo, e o resumo das responsabilidades, que apresenta uma visão global da sua situação financeira. No detalhe de cada contrato, poderá encontrar informação como:</p>
<ul>
<li>Produto financeiro: tipo de crédito (habitação, automóvel, cartão de crédito, entre outros)</li>
<li>Tipo de responsabilidade: indica se é devedor ou fiador/avalista</li>
<li>Tipo de negociação: identifica se o crédito é novo, renegociado ou uma renovação automática</li>
<li>Situação judicial: mostra se existe algum litígio judicial associado ao empréstimo</li>
<li>Número de devedores: indica se o crédito é partilhado com outras pessoas</li>
<li>Montante em dívida: valor total ainda por pagar, incluindo eventuais prestações em atraso</li>
<li>Incumprimento: identifica pagamentos em atraso ou créditos abatidos ao ativo</li>
<li>Montante potencial: valores que ainda não estão em dívida, mas podem vir a estar</li>
<li>Prestação e periodicidade: valor da prestação e frequência de pagamento</li>
<li>Garantias: tipo e valor das garantias associadas ao crédito</li>
</ul>
<h2><strong>Como sair da lista negra do Banco de Portugal?</strong></h2>
<p>Para sair da lista negra, é necessário regularizar as prestações em atraso junto do banco ou renegociar o crédito no âmbito do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI). Note-se que a informação constante na CRC reporta sempre ao final do mês anterior, pelo que qualquer regularização só terá efeitos no mês seguinte.</p>
<p>A simples renegociação do crédito fora do PARI não permite sair da lista, pois o contrato passa a estar identificado como “renegociação por incumprimento”, sinalizando que houve falta de pagamento.</p>
<p>Já quando a renegociação ocorre ao abrigo do PARI, o crédito é classificado como “renegociação regular”, não sendo distinguido de renegociações feitas por outros motivos, como a melhoria das condições contratuais, permitindo assim sair da lista negra.</p>
<h3><strong>Estratégias para regularizar a situação</strong></h3>
<p>Existem várias formas de sair da lista negra do Banco de Portugal, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>Negociação direta com o banco, solicitando planos de pagamento mais flexíveis</li>
<li>Reestruturação da dívida, ajustando prazos ou valores das prestações</li>
<li>Crédito consolidado, que permite reunir várias dívidas numa única prestação mensal</li>
<li>Pagamento integral da dívida, sempre que possível, acelerando a atualização do registo</li>
</ul>
<p>Cada situação é única, pelo que pode ser útil recorrer a aconselhamento financeiro especializado.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Como posso saber se estou na lista negra?<br />
</strong>Pode consultar o seu Mapa de Responsabilidades de Crédito no site do Banco de Portugal.</li>
<li><strong>Quanto tempo demora para um nome ser removido da Lista Negra?<br />
</strong>Normalmente, cerca de um mês após a regularização da dívida.</li>
<li><strong>Posso pedir um crédito consolidado para sair da lista negra?<br />
</strong>Sim, desde que cumpra os requisitos exigidos pelas instituições financeiras.</li>
</ul>
<h2><strong>Consulte agora a sua situação no Banco de Portugal</strong></h2>
<p>Se tem dúvidas sobre a sua situação financeira ou suspeita de incumprimentos registados, consulte o seu Mapa de Responsabilidades de Crédito. Conhecer o seu histórico é o primeiro passo para recuperar o controlo das suas finanças e melhorar o acesso a futuras oportunidades de crédito.</p>
<p>E se está na chamada “lista negra”, ou receia vir a estar, fale com a Reorganiza. Dispomos de uma equipa de especialistas em crédito pronta para o apoiar, sem qualquer custo, na identificação da solução mais adequada à sua situação financeira. Connosco, as suas finanças estão em boas mãos.</p>
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		<div id="fws_6adcbdacb4b3e"  data-column-margin="default" data-midnight="light" data-top-percent="5%" data-bottom-percent="5%"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row full-width-section vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle bannersCreditos bannersSimuladores top_padding_phone_10pct bottom_padding_phone_10pct"  style="padding-top: calc(100vw * 0.05); padding-bottom: calc(100vw * 0.05); "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer using-image" ><div class="row-bg viewport-desktop using-image"  style="background-image: url(https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/banner_CreditoConsolidado.png); background-position: center center; background-repeat: no-repeat; "></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 light left">
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<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consegue poupar muito, com uma prestação apenas.</span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 

	<div  class="vc_col-sm-3 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
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		<h4><strong>Simule o seu Crédito Consolidado</strong></h4>
	</div>
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		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-consolidado/"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR<br />
CRÉDITOS ATUAIS</span></p>
	</div>
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		</div> 
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	</div> 

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		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-consolidado/"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
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    </div>
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		<p><span style="color: #000000;">CONSOLIDAR E PEDIR VALOR EXTRA</span></p>
	</div>
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		</div> 
	</div>
	</div> 
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			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito</title>
		<link>https://reorganiza.pt/variaveis-que-condicionam-a-aprovacao-do-seu-pedido-de-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 11:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação pedido de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[form_ch]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabe que variáveis condicionam a aprovação do seu pedido de crédito bem como a taxa de juro que vai pagar? E já agora porque tem uma taxa diferente do seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe que variáveis condicionam a aprovação do seu pedido de crédito bem como a taxa de juro que vai pagar? E já agora porque tem uma taxa diferente do seu amigo que, por acaso, até fez um pedido similar no mesmo banco. Vamos neste artigo vamos responder de forma simples a ambas as questões.</p>
<h2><strong>Para os bancos, conceder crédito é um negócio</strong></h2>
<p>De facto, sim, o negócio dos bancos é “vender” dinheiro, ou seja, conceder crédito. E como em todos os negócios, o objetivo é ter lucro.</p>
<p>Ora o seu banco financia-se junto de outros bancos à taxa Euribor. Ou seja, paga pelo dinheiro que os outros bancos lhe emprestam juros à taxa Euribor.</p>
<p>Então para ganhar dinheiro, tem de lhe cobrar a si, a quem vai emprestar dinheiro, não só o que paga aos outros bancos que o financiaram, mas também uma margem: o spread.</p>
<p>Assim, o spread não é mais do que o lucro que o banco tem, quando lhe empresta dinheiro. E a taxa de juro que lhe cobram resulta da soma da Euribor com a taxa de juro.</p>
<p>Então se é o lucro porque é que o spread do seu crédito não é o mesmo do seu amigo? A resposta é simples: o spread traduz o risco que o banco corre quando empresta dinheiro.</p>
<h2><strong>Há uma relação entre o risco que o banco corre, a aprovação do crédito e o spread </strong></h2>
<p>Quando pede um crédito ao banco, este tem em conta algumas variáveis para decidir se empresta ou não o montante que pediu. Ou seja, qual o risco que corre se lho emprestar.</p>
<p>Se considerar que o risco que corre é muito elevado, ou seja, a probabilidade de não ser reembolsado for muito alta, não lhe concede o crédito.</p>
<p>Se por outro lado considerar que é aceitável, concede -lhe o crédito e o spread traduz o risco que o banco assume que está a correr. Dito de outra forma, se considerar que o risco é baixo o spread é baixo, caso contrário é alto.</p>
<h2><strong>A taxa de esforço e incumprimentos são variáveis que condicionam a aprovação do crédito.</strong></h2>
<p>Estas são duas variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito, podem levar a que o banco o recuse.</p>
<p>Se a sua <a href="https://reorganiza.pt/taxa-de-esforco-o-que-e-e-como-saber-a-sua/">taxa de esforço</a>, ou seja, o rácio entre as suas prestações mensais o seu rendimento líquido for superior a 30%, então o seu crédito dificilmente lhe é concedido. Isto porque o risco de incumprimento é elevado.</p>
<p>Da mesma forma, se nos últimos anos tiver tido pagamentos em atraso, esta informação consta no seu <a href="https://reorganiza.pt/mapa-de-responsabilidades-de-credito-do-banco-de-portugal/">Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal</a>, e do mesmo modo, dificilmente o seu pedido de crédito é aprovado.</p>
<h2><strong>Estabilidade no rendimento, tipo de consumo e garantias influenciam o valor de spread</strong></h2>
<p>Por outro lado, existem variáveis que influenciam o spread que o banco lhe cobra, nomeadamente:</p>
<h3><strong>Estabilidade no rendimento </strong></h3>
<p>Se trabalhar por conta de outrem e tiver um contrato sem termo, ou seja, se for efetivo, o banco considera que é baixo o risco de deixar de ter rendimentos, pelo que o spread que lhe cobram é mais baixo do que se tiver um contrato a termo, ou se trabalhar a recibos verdes.</p>
<h3><strong>O bem que der como garantia ao banco </strong></h3>
<p>Se ao pedir um empréstimo, der como garantia do seu reembolso, a hipoteca de um imóvel, o spread é seguramente mais baixo do que se dar apenas o seu aval, ou um fiador.</p>
<h3><strong>O valor do bem que der como garantia do empréstimo face ao valor que pedir emprestado</strong></h3>
<p>Se pedir ao banco 80.000€ para comprar uma casa que vale 200.000€, o seu spread é seguramente mais baixo do que se pedir 150.000€ para comprar a mesma casa.</p>
<h3><strong>O seu tipo de consumo </strong></h3>
<p>Se não pedir o empréstimo no seu banco, certamente lhe vão pedir os últimos extratos bancários. A razão é simples: vão analisar que tipo de consumo faz durante o mês, ou seja o seu estilo de vida. Se tiver gastos em jogo ou casino, por exemplo, o banco até pode não conceder o empréstimo. Mas caso o conceda vai seguramente cobrar um spread mais alto, do que se tiver apenas gastos correntes e até conseguir poupar dinheiro.</p>
<h2><strong>Fale com a Reorganiza </strong></h2>
<p>Temos uma equipa de especialistas de crédito, que sem custos para si, o ajudarão a analisar as variáveis que condicionam a aprovação do seu pedido de crédito e a conseguir o empréstimo nas condições que melhor se ajustam à sua situação financeira.</p>
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É possível.</h2>
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consiga a melhor solução<br />
para o seu Crédito Habitação.</span></p>
	</div>
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			</div> 
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	</div> 

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		<p><span style="color: #000000;">AQUISIÇÃO</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">TRANSFERÊNCIA</span></p>
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		<p><span style="color: #000000;">HIPOTECA</span></p>
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		<div class="vc_column-inner" style="border: 1px solid #4eab3e;"><a class="column-link" target="_self" href="/simulador-credito-habitacao/#construcao"></a><div class="column-bg-overlay-wrap column-bg-layer" data-bg-animation="none"><div class="column-bg-overlay" style="opacity: 1; background-color: #ffffff;"></div></div>
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