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	<title>Mafalda Morais Barbosa, autor em Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Mafalda Morais Barbosa, autor em Reorganiza</title>
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		<title>Ideias para reduzir custos com as festas de anos das crianças</title>
		<link>https://reorganiza.pt/ideias-para-reduzir-custos-com-as-festas-de-anos-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[Festejar a data em que os nossos filhos nascem é, sem dúvida, muito importante. No entanto, o mercado está repleto de ofertas para as festas de anos que são espetaculares...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Festejar a data em que os nossos filhos nascem é, sem dúvida, muito importante. No entanto, o mercado está repleto de ofertas para as festas de anos que são espetaculares mas que facilmente podem conduzir o orçamento familiar à beira de um «esgotamento» financeiro.</p>
<p> Celebrar? Sim, claro! Mas com a contenção e a racionalidade financeira necessárias para não levar a família à bancarrota.</p>
<p> Aqui ficam algumas sugestões de como pode reduzir os custos das festas de anos dos seus filhos.</p>
<p> <strong>Juntar aniversariantes</strong></p>
<p> Quem disse que só pode haver um rei da festa?</p>
<p> Identifique primos, filhos de amigos próximos ou mesmo colegas da sala que façam anos em datas próximas e proponha juntar as comemorações. Assim poderá dividir os custos da festa, o que certamente irá causar um menor impacto financeiro.</p>
<p> <strong>Piqueniques no Verão (e sempre que o tempo o permitir)</strong></p>
<p> Haverá sítio melhor para as crianças do que o ar livre? A nossa sugestão é que faça piqueniques sempre que o tempo o permitir.</p>
<p> Escolha um jardim com um parque de diversões que as crianças gostem e leve uma ou duas mesas para por o lanche.</p>
<p> Assim, as crianças brincam felizes e os pais conversam (enquanto vão observando os filhos).</p>
<p> O jardim é grátis e pode escolher um lanche não muito dispendioso.</p>
<p> <strong>Festas em casa</strong></p>
<p> As festas em casa são ideais para crianças mais velhas, idealmente a partir dos 6 anos.</p>
<p> Uma ideia que faz muito sucesso é fazer um almoço ou jantar de pizzas ou cachorros, seguido de uma sessão de cinema com pipocas.</p>
<p> <strong>Amigos </strong></p>
<p> Muitas festas de anos podem ser feitas em salas de condomínios. Se não tiver na sua casa, procure um amigo próximo com uma sala de condomínio simpática e pergunte se é possível fazer lá a festa em troca do valor do aluguer &#8211; que geralmente é muito baixo ou mesmo inexistente.</p>
<p> <strong>Procure espaços mais económicos </strong></p>
<p> Embora a grande maioria dos espaços para festas seja bastante dispendiosa, existem alternativas que não só são mais baratas como têm boas condições.</p>
<p> Algumas opções poderão incluir a <strong>Fundação Inatel</strong>, que tem atividades como mini golf ou campo de futebol de 5 para os mais novos a preços bastante reduzidos; Espaços e ginásios de muitas <strong>Juntas de Freguesia</strong> que alugam para festas de anos e que geralmente praticam preços mais baixos; espaço de festas em <strong>Escolas ou Colégios</strong>, como os Salesianos, entre outros que alugam estes espaços.</p>
<p> Em alternativa, também poderá procurar sítios um pouco mais dispendiosos, mas com a opção de levar o lanche, permitindo-lhe assim poupar alguma coisa no custo final.</p>
<p> <strong>O mais importante…</strong></p>
<p> Acima de tudo, o objetivo principal da festa de anos do seu filho é celebrar a sua vida e o dia em que nasceu! E que ele e os seus convidados estejam muito divertidos e felizes.</p>
<p> Tudo <a href="https://reorganiza.pt/sim-ao-consumo-familiar-responsavel/">o resto pode ser acessório</a>.</p>
<p> Aproveite esta ideia de poupança para saber mais sobre educação financeira para os mais novos. É nestas idades que se pode começar a passar informação que eles assimilam com facilidade. Descarregue gratuitamente o nosso <a href="https://reorganiza.pt/porque-um-livro-sobre-a-educacao-financeira-das-criancas/">livro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sim ao consumo familiar responsável</title>
		<link>https://reorganiza.pt/sim-ao-consumo-familiar-responsavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem várias famílias que se debatem, todos os dias, com problemas financeiros. Cada passo implica uma escolha financeira que, muitas vezes, pode-se mostrar difícil, dada a escassa liquidez dessa família....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem várias famílias que se debatem, todos os dias, com problemas financeiros. Cada passo implica uma escolha financeira que, muitas vezes, pode-se mostrar difícil, dada a escassa liquidez dessa família.</p>
<p> <span id="more-4259"></span></p>
<p> No entanto, em muitos casos, o problema reside nas escolhas de consumo que são feitas, já que, ao fazer um planeamento cuidado e informado daquilo que compra, poder-se-ão fazer reduções significativas do valor despendidos.</p>
<p> Por tudo isto, propomos neste artigo é que responda a algumas questões por forma a perceber se está a fazer um consumo responsável e preventivo de uma saúde financeira arriscada.</p>
<h2>Faz as escolhas corretas quando compra alguma coisa?</h2>
<p> Esta pergunta pode adaptar-se tanto a compras de hipermercado como a artigos mais acessórios.</p>
<p> A pergunta-chave que deve fazer no momento da compra é «<strong>neste momento preciso disto?</strong>». Se a resposta for afirmativa, informe-se dos produtos com melhor preço-qualidade por forma a fazer uma compra regrada e inteligente.</p>
<p> Se a resposta for negativa, não a ignore!</p>
<h2>Informa-se e planeia as suas compras?</h2>
<p> É essencial planear as suas compras e informar-se acerca dos preços praticados pelas empresas concorrentes.</p>
<p> Faça listas de compras para evitar gastos excessivos, informe-se dos produtos que estão em promoção, procure bons negócios e opiniões online. Acima de tudo recolha informações e organize-se. Este trabalho de casa vai poupar-lhe gastos significativos no fim do mês.</p>
<h2>Compra racionalmente ou por impulsividade?</h2>
<p> Não ceda à tentação de ser impulsivo, especialmente com bens acessórios e caros. Tenha redobrada atenção a este conselho quando já tem um orçamento esticado para os seus gastos habituais.</p>
<p> A impulsividade nas compras pode levar a situações muito complicadas e é como uma bola de neve, que quanto mais desce a encosta maior fica e mais coisas arrasta com ela.</p>
<h2>Faz uma análise das suas prioridades?</h2>
<p> É essencial estabelecer prioridades quando sustentamos uma família. Há bens que são muito mais importantes do que outros, pelo que é necessário delinear um plano que permita que todas as necessidades da família são asseguradas antes de fazer gastos que possam desequilibrar as suas finanças. Esta regra pode parecer básica, mas não a menospreze.</p>
<h2>Tem tendência para fazer compras de última hora?</h2>
<p> Quando temos bem presentes as nossas prioridades e planeamos os nossos gastos, as compras de última hora tornam-se residuais e cada vez menos frequentes.</p>
<p> Comprar à ultima da hora significa comprar, muitas vezes, sem ter em atenção preços mais altos que o habitual uma vez que podemos estar perante uma situação mais apressada.</p>
<p> Claro que é normal que estas compras existam, mas com planeamento tornam-se mais residuais e implicam um esforço menor no orçamento familiar.</p>
<h2>Soluções?</h2>
<p> Na verdade, não existem soluções mágicas para estas situações. O que pode existir são reflexões e diálogo entre os adultos da casa por forma a que se criem estratégias para combater estas situações de risco financeiro. Importa pensar individualmente e em conjunto sobre o assunto e pensar em soluções à medida.</p>
<p> Muitas vezes os hábitos criam-se sem que demos por eles e, na correria do dia-a-dia, nem nos apercebemos que os estamos a cometer.</p>
<h2>E se gostar muito de ir almoçar ou jantar fora com a família e já não o puder fazer?</h2>
<p> Seja imaginativo! Faça uma refeição em casa como hamburgers ou cachorros e leve a sua família a um piquenique num parque ou numa praia. Nem tudo tem que ser pago para ser divertido e para passar bons momentos em família.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A (difícil) escolha entre uma escola pública e um colégio privado</title>
		<link>https://reorganiza.pt/a-dificil-escolha-entre-uma-escola-publica-e-um-colegio-privado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os pais querem o melhor para a sua família e sonham desde cedo com o futuro brilhante e promissor dos seus filhos. Mas entre o momento em que nascem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os pais querem o melhor para a sua família e sonham desde cedo com o futuro brilhante e promissor dos seus filhos. Mas entre o momento em que nascem e o da escolha de uma carreira, é importante saber definir um caminho adequado às várias circunstâncias que vão surgindo na vida da família.</p>
<p> <span id="more-4251"></span></p>
<p> Poderão ser questões relacionadas com os ideais familiares, com a personalidade ou apetência de cada filho ou com a capacidade económica da família.</p>
<h2>Definir prioridades</h2>
<p> Algumas famílias acreditam que o facto de os filhos frequentarem um colégio privado lhes traz <em>status</em> e prestígio, outras privilegiam o ensino público acreditando que aí estão os professores mais competentes.</p>
<p> Em qualquer dos casos, importa definir, à partida, duas questões importantes:</p>
<ol>
<li>O que é a família valoriza em termos pedagógicos e de formação humana? Quais as melhores soluções que vão ao encontro do que procuram?</li>
<li>Qual a capacidade financeira da família? De que forma poderá fazer face, a médio-longo prazo, de determinados gastos financeiros?</li>
</ol>
<h2>Dar atenção ao orçamento familiar</h2>
<p> Reiterando o que dissemos anteriormente, todos os pais sonham com um futuro brilhante e repleto de oportunidades para os seus filhos.</p>
<p> Contudo, existem riscos financeiros associados às escolhas que fazemos que não devem ser desprezados, principalmente quando os pais se sacrificam a curto-prazo para poder permitir o acesso dos seus filhos às melhores escolas.</p>
<p> Antes de mais, importa fazer uma análise cuidada do <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-principal-ferramenta-poupanca/">orçamento familiar</a> por forma a adequar os gastos mensais da família com as suas reais possibilidades.</p>
<p> Muitas vezes aquilo que parece comportável ou «à risca» pode-se converter, a curto-prazo, num perigo financeiro devido à dificuldade em suportar os custos das obrigações financeiras, onde se incluem os colégios dos filhos.</p>
<h2>O bem-estar da família em primeiro lugar</h2>
<p> Sugerimos que analise, primeiramente, se a relação entre o custo (não só individual, mas também familiar) e o benefício da inscrição num colégio é comportável.</p>
<p> Em todo o caso, lembre-se que existem muitas ofertas extracurriculares que poderão completar e enriquecer a formação académica e humana do seu filho.</p>
<p> Decisões destas nunca são simples ou fáceis e não devem ser tomadas de ânimo leve. Exigem muito diálogo, reflexão e sintonia entre os pais.</p>
<p> Acima de tudo, tente ser prático e descomplicado e ver as situações de um prisma o mais geral possível, já que vivemos numa época em que as possibilidades são cada vez mais abrangentes.</p>
<p> O equilíbrio da sua família depende disso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meu querido filho, o dinheiro não cresce nas árvores</title>
		<link>https://reorganiza.pt/meu-querido-filho-o-dinheiro-nao-cresce-nas-arvores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias que correm, existe uma grande oferta no que respeita à produção e ao consumo dos mais variados bens. Para além de todas as ofertas possíveis, foi criado todo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias que correm, existe uma grande oferta no que respeita à produção e ao consumo dos mais variados bens. Para além de todas as ofertas possíveis, foi criado todo um sistema financeiro que permite acompanhar e facilitar a aquisição desses bens, desde a proliferação dos cartões de créditos, às financeiras ou à facilidade na aquisição de créditos pessoais, entre outros.</p>
<p> <span id="more-4255"></span></p>
<p> O grande mote é «compre já e pague agora… ou pague depois… ou logo se vê como poderá pagar».</p>
<p> Este facilitismo, no entanto, poderá esconder uma série de armadilhas, já que o «pagar depois» poderá originar duas situações financeiras perigosas e a evitar:</p>
<ol>
<li>O risco da acumulação de dívidas, através dos cartões de crédito (conheça a solução para eliminar mais rápido o seu cartão de crédito), fazendo com que, no final do mês, o seu rendimento total fique aquém das dividas que contraiu. Ou seja, vive sempre em défice por não conseguir fazer face ao valor em dívida;</li>
<li>Os juros associados a esse pagamento atrasado, que ainda agravam mais as dívidas que já tem que regularizar.</li>
</ol>
<h2>Educar pelo exemplo</h2>
<p> Para além de todos os riscos que estas questões trazem para a saúde financeira da família, não nos podemos esquecer que os filhos, esses pequenos seres «aparentemente» ingénuos, absorvem e imitam tudo aquilo que os pais fazem, na expetativa de se igualarem aos pais.</p>
<p> É importante que lidere a sua família pelo exemplo, demonstrando que os seus padrões de comportamento são elevados e que vão ao encontro daquilo que quer transmitir aos seus filhos.</p>
<p> O dinheiro exige esforço para ser ganho, e este facto poderá ser constatado pelo seu filho quando, por exemplo, vê o pai ou a mãe não só a cuidar muito bem da sua família e a passar tempo de qualidade em família, mas também quando têm a preocupação de aumentar a sua competência profissional, seja pelo estudo, pela leitura ou por outros mecanismos de aperfeiçoamento que estão ao seu alcance.</p>
<h2>Viver com o que nos pertence</h2>
<p> Proteja os seus filhos do falso facilitismo em adquirir todos os bens e mais alguns.</p>
<p> É importante <a href="https://reorganiza.pt/educacao-financeira-das-criancas/">educar financeiramente o seu filho</a>. Pode começar por falar com ele usando a velha máxima que «o dinheiro não cresce nas árvores», que aquisição do dinheiro implica esforço, trabalho e competência, pelo que é importante que trabalhe para estudar bem e ter um emprego adequado às suas expectativas e capacidades.</p>
<p> Em termos práticos, pode evitar a utilização de cartões de crédito ou o hábito de «pedir fiado» na mercearia ou na padaria quando está com os seus filhos. No entanto, se tiver de o fazer, explique sempre os motivos e garanta que irá regularizar a dívida o quanto antes.</p>
<p> Não são os bens que tem ou que dá ao seu filho que definem a sua família nem que proporcionarão uma felicidade em pleno, mas sim os <a href="https://reorganiza.pt/como-sera-futuro-financeiro-filhos/">valores e formas de estar na vida</a> que o vão fortificar e fazer crescer como um ser humano com mais carácter e mais completo, humanamente falando.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A coragem de um casamento sóbrio</title>
		<link>https://reorganiza.pt/casamento-sobrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Um casamento é uma ocasião de muita felicidade para os noivos, mas também envolve muitas despesas. Neste artigo falamos da valentia de algumas pessoas que conseguem contornar os gastos avultados...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casamento é uma ocasião de muita felicidade para os noivos, mas também envolve muitas despesas. Neste artigo falamos da valentia de algumas pessoas que conseguem contornar os gastos avultados de uma grande festa de casamento.</p>
<p> <span id="more-4227"></span></p>
<h2>O casamento nos dias de hoje e o divórcio em Portugal</h2>
<p> É um facto que, em Portugal, o número de casamentos tem vindo a diminuir ao longo das décadas. Comparando com a década de 60, este número sofreu uma redução para mais de metade: em 1960 o número total de casamentos era de 69.457, sendo que em 2016 o mesmo número era de 32.399.</p>
<p> Números aparte, o casamento e tudo o que o envolve sofreu uma grande transformação não só pela forma como é encarado, mas também pelo modo como é vivido.</p>
<p> Em grande parte dos casamentos atuais, a expressão «casamento para a vida» foi substituída e alargada pela vontade de um</p>
<blockquote><p>«casamento para a vida de acordo com as expectativas de cada um e até que deixe de ser gratificante para um dos dois».</p></blockquote>
<p> Assim sendo, não podemos ficar surpreendidos quando verificamos que, perante esta atualização de mentalidade vigente na nossa sociedade, as taxas de divórcio reforçam esta mudança de mentalidades. Enquanto que em 1960 por cada 100 casamentos o número de divórcios era de 1.1, em 2016 assume a expressão de 69 divórcios em cada 100 casamentos.</p>
<h2>O que realmente importa</h2>
<p> Apesar de todas estas alterações e da quebra que o número de casamentos tem sofrido nas últimas décadas, ainda existem muitas pessoas a querer casar e que se preocupam com a essência da própria união entre o casal.</p>
<p> Existem formas de dar a atenção especial ao que realmente merece, isto é, à cerimónia que confere uma união particular àquele casal.</p>
<p> Por tudo isto, há que admirar a valentia das pessoas que não cedem à pressão de um casamento com uma festa de arromba e com toda a pompa e circunstância a que têm direito. Não desprezando estas ocasiões, que são muito divertidas e manifestam a alegria da união entre aquelas duas pessoas.</p>
<p> De qualquer modo, há que ter noção que, quando não é possível fazer tais gastos ou quando se têm objetivos importantes de poupança para o futuro, como a compra ou arrendamento de uma casa, por exemplo, há certos custos que têm que ser evitados.</p>
<p> Assim, porque não fazer um casamento mais económico, não deixando de parte todos aqueles de quem gostamos e também fazem parte desse dia?</p>
<h2>Boas ideias…</h2>
<p> Por forma a contornar estas questões, e fugindo a uma eventual «bancarrota», algumas pessoas optam por, depois da cerimónia, celebrar com champanhe e bolo de noiva no espaço exterior da Igreja ou numa sala cedida no local para o efeito. Ou ainda há quem faça o mesmo e, seguidamente, almoce ou jante apenas com a família mais próxima.</p>
<p> Todos sabemos que um casamento é uma ocasião muitíssimo especial. Mas também é um <strong>evento que tem vindo a ser cada vez mais comercializado</strong>, envolvendo toda uma indústria especializada para fazer desse dia «o mais feliz e perfeito da vida dos noivos». Toda essa indústria cria produtos particulares que, uma vez que é para um dia tão especial, apresentam um valor em muito superior a um mesmo produto existente num mercado paralelo que não é destinado a um casamento.</p>
<p> Procure estar atento e evitar custos que possam desequilibrar fortemente as suas finanças. Peça a fatura das despesas para evitar problemas com os impostos bem como para ter mais <a href="https://reorganiza.pt/sao-deducoes-coleta-no-irs/">despesas que possam ser deduzidas à coleta</a> e <a href="https://reorganiza.pt/como-conseguir-poupar-mais-dinheiro/">poupar algum dinheiro</a> aí.</p>
<p> E mais importante que isso, centre-se naquilo que é realmente importante e essencial: o vínculo entre o novo casal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Telemóveis, tablets e afins: pequenas mudanças comportamentais para pais e filhos</title>
		<link>https://reorganiza.pt/telemoveis-tablets-pequenas-mudancas-comportamentais-pais-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Criar uma família é tudo menos uma tarefa fácil. Actualmente, os pais trabalham muito e passam menos tempo do que gostariam com os filhos. Muitas vezes é difícil deixar o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criar uma família é tudo menos uma tarefa fácil. Actualmente, os pais trabalham muito e passam menos tempo do que gostariam com os filhos. Muitas vezes é difícil deixar o cansaço de lado e dar a atenção que as crianças realmente precisam e merecem.</p>
<p> <span id="more-4228"></span></p>
<p> Paralelamente a tudo isto, as brincadeiras a correr e a saltar na rua com os amigos foram substituídas por uma vida mais sedentária e supostamente mais segura em casa a ver televisão ou a jogar em tablets e telemóveis.</p>
<p> Quando tudo isto é aliado ao facto de, em Portugal, pelas mais diversas circunstâncias, cada vez mais famílias terem apenas um filho, este cenário facilmente deu lugar a duas questões importantes muito debatidas na atualidade:</p>
<ol>
<li>O aumento da obesidade infantil, fruto da sedentarização crescente das crianças;</li>
<li>A crescente solidão e dificuldade na comunicação familiar, resultado do uso cada vez maior dos telemóveis, tablets e afins.</li>
</ol>
<h2>Os gadgets e a televisão não são babysitters</h2>
<p> Todos os pais querem o melhor para os seus filhos e aquilo que mais querem é vê-los felizes. No entanto, os pais enquanto adultos, têm de saber <strong>distinguir entre «entretenimento imediato» e felicidade</strong>.</p>
<p> Quando falamos em entretenimento imediato falamos em tempos (demasiado) longos a jogar ou a ver televisão. São criadas sensações de bem-estar e euforia nas crianças. As crianças estão sossegadas e os pais também.</p>
<p> Mas não podemos deixar de relembrar algumas das consequências tão negativas que o uso excessivo destas tecnologias pode ter: aumento da obesidade infantil e crescente isolamento a par de uma carência cada vez maior de competências sociais.</p>
<h2>A força do exemplo</h2>
<p> A utilização dos telemóveis, televisões, tablets e playstations podem ser feitos de forma salutar e equilibrada.</p>
<p> No entanto, tenha em atenção que os pais são os primeiros exemplos dos filhos. Não é conveniente que exija aos seus filhos que não estejam todo o dia agarrados ao telemóvel quando os próprios pais o fazem sem contenção. Para além de correr o risco de cair em descrédito, passa a mensagem de que «afinal não faz mal».</p>
<h2>Crie regras e tenha atenção às excepções</h2>
<p> Implementar regras é essencial para controlar o bom funcionamento e a boa utilização destes dispositivos.</p>
<p> Há quem restrinja a utilização aos fins de semana e ainda quem limite o seu uso a uma ou duas horas por dia. De qualquer forma, não existem fórmulas mágicas mas sim boas medidas adaptadas à realidade de casa família. Aconselhamos a que o<strong>s pais cheguem juntos a um consenso acerca da melhor medida a adaptar</strong> no caso da sua família.</p>
<p> No entanto, não esqueça que todas as regras têm excepções. Em situações excepcionais, pode permitir a utilização pontual desse aparelho. Tenha só em <strong>atenção para que a excepção não se torne regra</strong> e assim o uso se torne descontrolado.</p>
<h2>O seu filho não vai ser um infeliz se não jogar tanto…</h2>
<p> Tendo todas as regras e horários de utilização bem definidos, torna-se importante dar alternativas para o tempo em que a criança não vai estar a jogar ou a ver televisão:</p>
<ul>
<li><strong>Incentive as brincadeiras com brinquedos, com desenhos ou pinturas e com a leitura de livros</strong>. Desta forma, está a colaborar com um desenvolvimento cognitivo mais completo do seu filho já que, no que aos tablets e televisões diz respeito, estes criam todo o imaginário pelas crianças, não permitindo que sejam as próprias a desenvolver essa capacidade de construção da imaginação;</li>
<li><strong>Aproveite para aumentar o tempo que passa com os seus filhos</strong>: leve-os a passear em jardins, a andar de bicicleta ou de patins, ou faça brincadeiras com ele em casa. O tempo é escasso, mas com alguma organização conseguirá fazer o seu filho mais feliz que nunca ao dar-lhe o seu tempo e a sua companhia. Por quinze minutos que sejam…</li>
</ul>
<p> Muitas vezes, na correria do dia-a-dia, pode sentir que não tem tempo a perder e que «no nosso caso isto não acontece». Mas no fundo, poderá ter alguma consciência que às vezes é mesmo preciso <a href="https://reorganiza.pt/criancas-e-premios/">mudar comportamentos e atitudes</a>.</p>
<p> Se assim for, comece já a <strong>pensar em estratégias para acabar com os excessos dos aparelhos eletrónicos</strong> em sua casa porque acabam por prejudicar não só a criança, mas também as próprias relações familiares.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As crianças e os brinquedos: como ensinar aos filhos o valor do dinheiro?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/as-criancas-e-os-brinquedos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Os brinquedos fazem e devem fazer parte da vida de qualquer criança, já que estimulam a sua imaginação, a diversão e a partilha de experiências com outras crianças ou adultos....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os brinquedos fazem e devem fazer parte da vida de qualquer criança, já que estimulam a sua imaginação, a diversão e a partilha de experiências com outras crianças ou adultos.</p>
<p> <span id="more-4212"></span></p>
<p> Felizmente vivemos numa época em que, cada vez mais, existe uma grande variedade de brinquedos cujos preços são muito competitivos e beneficiam todas as carteiras.</p>
<h2>Podemos oferecer brinquedos cada vez mais baratos</h2>
<p> Há que encarar esta vantagem como uma mais valia ao pensarmos que, por um valor monetário menor, podemos oferecer um brinquedo com uma determinada utilidade e outras tantas características que, há alguns anos atrás, assumiriam um valor monetário muito mais avultado.</p>
<p> Apesar de todas estas vantagens, é<strong> importante que estejamos atentos à acumulação excessiva de brinquedos</strong>.</p>
<h2>Muitos brinquedos podem passar uma mensagem errada</h2>
<p> <a href="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2018/01/photo-1518331647614-7a1f04cd34cf.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25530" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2018/01/photo-1518331647614-7a1f04cd34cf.jpg" alt=" width=" height="1000" /></a></p>
<p> Se por um lado temos acesso a brinquedos melhores por valores mais competitivos, por outro lado podemos cair na tentação de acumular brinquedos que, por serem tantos, ficarão esquecidos nos armários dos nossos filhos e que, muitas vezes, só são experimentados uma única vez por mera curiosidade.</p>
<p> Não esqueçamos, também, que ao possibilitar este excesso de brinquedos ou de outros bens materiais aos nossos filhos, estamos a <a href="https://reorganiza.pt/criancas-e-premios/">passar uma mensagem de facilidade e ausência de esforço na aquisição de bens materiais</a>, pelo que é importante que estejamos atentos a este facto.</p>
<p> Muitas vezes, não conseguimos evitar que os nossos filhos recebam muitos brinquedos, nem mesmo que utilizem pouco os brinquedos por terem mais do que o necessário.</p>
<p> Como alternativa, ficam algumas ideias que pode usar para moderar ou suavizar esta questão:</p>
<h2>Rever brinquedos com periodicidade</h2>
<p> Com a ajuda dos seus filhos, faça uma revisão de brinquedos duas ou três vezes por ano. Veja os brinquedos que estão estragados, os que ainda estão bons, aqueles que estão completamente esquecidos, os que estão incompletos, entre outros.</p>
<p> Defina uma estratégia para evitar que os seus filhos arranjem argumentos para todos os brinquedos que decidir excluir. Dê os brinquedos em boas condições a instituições de solidariedade social ou a Igrejas.</p>
<h2>Doar um brinquedo estimado</h2>
<p> Fomente a generosidade dos seus filhos e incentive-os a ceder um brinquedo que gostem a uma criança mais desfavorecida. O mais natural é que a primeira reação não seja de recetividade, mas se for falando deste assunto ao longo do tempo e com naturalidade, os seus filhos irão agir de acordo com o que lhes está a pedir e, quando menos esperar, irão voluntariamente escolher um brinquedo para dar.</p>
<p> Desta forma, não só estará a transmitir valores importantes para a formação do seu carácter, como a generosidade e a solidariedade, como o ajudará a crescer como um adulto mais atento aos outros e não tanto a si próprio.</p>
<h2><a href="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2018/01/criancas-doar-brinquedos.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25531" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2018/01/criancas-doar-brinquedos.jpg" alt=" width=" height="1000" /></a>Distribuir brinquedos ao longo do ano</h2>
<p> Geralmente as crianças recebem muitos brinquedos no Natal e quando fazem anos, fazendo com que muitas vezes nem sequer tenham capacidade para dar atenção a todos os brinquedos.</p>
<p> Nestas ocasiões, guarde alguns brinquedos e distribua-os ao longo do ano, evitando assim o excesso de bens materiais que pode conduzir a uma banalização e uma falsa sensação de falta de esforço em adquirir esses mesmos bens.</p>
<p> Acima de tudo, lembre-se que mesmo as situações mais banais podem ser propícias à <a href="https://reorganiza.pt/dicas-ajudar-familia-poupar/">transmissão de mensagens positivas aos seus filhos</a>, por forma a que, com a sua ajuda, cresçam para ser <a href="https://reorganiza.pt/menos-bens-materiais-e-mais-afeto/">adultos mais equilibrados e completos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As Crianças e Os Prémios</title>
		<link>https://reorganiza.pt/criancas-e-premios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Salvo raras excepções, as crianças não conseguem compreender o verdadeiro valor do dinheiro e do esforço que implica trabalhar para o obter. Neste artigo vamos dar-lhe refletir sobre os prémios...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salvo raras excepções, as crianças não conseguem compreender o verdadeiro valor do dinheiro e do esforço que implica trabalhar para o obter. Neste artigo vamos dar-lhe refletir sobre os prémios que damos aos nossos filhos.</p>
<p> <span id="more-4186"></span></p>
<p> É normal que assim seja, já que falamos de crianças, e estas estão num caminho de crescimento e aprendizagem que lhes permitirá, com a ajuda dos pais, da escola e de outros adultos de referência, compreender que ganhar dinheiro exige um esforço por etapas: primeiro através do estudo e depois ao longo da sua carreira profissional.</p>
<h2>Fomente O Contacto Com O Dinheiro Desde Cedo</h2>
<p> É usual que, a partir de certa idade (5 ou 6 anos, geralmente) as crianças possam receber uma semana, ou mesmo uma mesada quando são mais velhos. Também podem receber presentes em dinheiro de familiares ou algumas gratificações esporádicas que poderão depositar num mealheiro, ou até mesmo numa conta bancária.</p>
<p> Apesar disso, o contacto desde cedo com a temática do dinheiro não é garantia de que compreendam o esforço associado ao proveito do mesmo uma vez que se trata de uma oferta.</p>
<p> Ao abordar estas temáticas com os seus filhos lembre-se que falar de dinheiro deve ser feito de forma positiva e sempre pedagógica, e nunca de forma consumista e descontrolada. Esta temática é muito importante já que os acompanhará pela vida fora.</p>
<h2>Como Transmitir O Valor Do Dinheiro Ao Seu Filho?</h2>
<p> Por forma a conseguir transmitir a mensagem de que o dinheiro não cai das árvores nem é uma espécie de fonte inesgotável, pode optar por dar alternativas aos seus filhos e propor tarefas que os ajudem a compreender que a <a href="https://reorganiza.pt/dicas-ajudar-familia-poupar/">aquisição do dinheiro está associada a um esforço</a>, a um trabalho ou a uma tarefa.</p>
<p> Também importa distinguir que há tarefas que podem ser remuneradas, mas que há outras que não o devem ser, sob pena de que o incentivo do seu filho em realizá-las seja sempre o prémio.</p>
<h2>Ideias De Tarefas Que Podem Ser Premiadas</h2>
<p> Existem várias tarefas que podem ser utilizadas com o propósito de criar uma ligação saudável das crianças com o dinheiro por forma a que compreendam com maior facilidade que para existir um ganho tem que existir um esforço associado.</p>
<p> De notar que as tarefas que falaremos de seguida estão fora do âmbito das que são naturalmente reguladas pela família, tais como fazer a cama, arrumar o quarto, arrumar a loiça, entre outras.</p>
<p> Ficam alguns exemplos de tarefas que pode propor aos seus filhos:</p>
<h2>Concursos de poupança</h2>
<p> Reúna as duas ou três últimas faturas de serviços de gás, luz, água, telecomunicações ou outros serviços. Se, após uma análise cuidada, perceber que há espaço para a poupança, peça aos seus filhos para analisarem a fatura consigo tendo em consideração os items em que <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/">é possível poupar</a>.</p>
<p> Assim, incentive-os a economizar: estando mais atentos quando as luzes ficam acesas, tomando banhos menos demorados, usando menos os dados móveis do telemóvel e outras tantas medidas eficazes. Determine com o seu filho um plano de distribuição justa do <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/como-poupar-dinheiro/">valor que conseguir poupar</a>: pode ser 100% ou uma percentagem razoável (nunca menos de 50%) do valor poupado relativamente à fatura do mês anterior. Se tiver vários filhos, pode distribuir as faturas de serviços diferentes.</p>
<h2>Babysitting</h2>
<p> Se tiver filhos responsáveis, incentive-os a fazer babysitting a crianças da família (que não os irmãos) ou filhos de amigos. Pode ser num almoço de família ou numa reunião de amigos, «contrate-os» para tomar conta das crianças mais novas enquanto aproveita a companhia da sua família ou amigos com mais calma.</p>
<h2>Outras ideias</h2>
<ul>
<li>Vendas de garagem com livros, brinquedos ou outros objetos em bom estado que já não estejam a ser utilizados;</li>
<li>Comprar gomas ou rebuçados com o próprio dinheiro e revender (com uma margem razoável, nada de absurdo);</li>
<li>Fazer pulseiras;</li>
<li>Fazer desenhos;</li>
<li>Fazer uma banca de limonada ou de bolos;</li>
</ul>
<p> A imaginação é o limite. A única coisa que tem que se lembrar é que o esforço tem que ser deles, apesar de poder facilitar numa ou noutra coisa. Daí vai nascer a percepção que o dinheiro ganha-se, não é dado.</p>
<h2>Tarefas Que Não Devem Ser Remuneradas Mas Sim Incentivadas</h2>
<p> Todos os pais se esforçam por dar a melhor educação aos seus filhos, no sentido de fazer com que se tornem pessoas íntegras e bem formadas.</p>
<p> Muita dessa educação passa por tarefas que impliquem muita repetição: arrumar o quarto, fazer a cama, por a mesa, ajudar os pais com algumas tarefas simples, entre outras. Geralmente, a execução destas tarefas pode implicar muita resistência por parte das crianças e um exercício de paciência por parte dos pais para não desistir de fazer esse trabalho que dará frutos muito positivos no futuro.</p>
<h2>Pense Que As Tarefas Constroem O Caráter</h2>
<p> No entanto, estas tarefas constroem o carácter dos seus filhos. Não caia na tentação de os premiar com dinheiro ou bens materiais só para facilitar que ele faça essas tarefas. Esse «falso» incentivo vai distorcer a sua noção de responsabilidade e fazer com que os seus filhos cresçam a achar que têm o direito de ser premiados por todas as tarefas que executam.</p>
<p> Um bom (embora polémico) exemplo de situação que <strong>não</strong> deve ser premiada são as boas notas. A obrigação do seu filho é de trabalhar e esforçar-se para alcançar as notas adequadas às suas capacidades. Se isso não acontecer, <a href="https://reorganiza.pt/menos-bens-materiais-e-mais-afeto/">procure estratégias educativas adaptadas a essas situações</a>, não premeie com presentes e dinheiro.</p>
<h2>O Voluntariado – Importância Do Trabalho Não Remunerado</h2>
<p> Depois do seu filho perceber o valor da remuneração que recebe quando faz determinada tarefa, será uma excelente altura para introduzir a ideia do voluntariado.</p>
<p> Assim, transmita os seus filhos que, caso tenha vontade, poderá colaborar e prestar determinados serviços a instituições de solidariedade social que ajudam muitas pessoas, mas que nem sempre têm os recursos que são precisos para o fazer, pelo que recorrem ao trabalho voluntário.</p>
<p> Qualquer criança compreende este conceito, e poderá colaborar ou não, mas com certeza ganhará essa consciência e fará a sua escolha com toda a liberdade.</p>
<p> O voluntariado não só <a href="/ensine-filhos-poupar-oriente-essencial">apela à generosidade como é uma excelente forma de levar os seus filhos a sair deles próprios</a>, dando-se aos outros e ganhando a noção que há pessoas com oportunidades diferentes das deles e em que poderão ter um impacto muito real e imediato. Recomendamos vivamente!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dicas Para Ajudar A Sua Família A Poupar</title>
		<link>https://reorganiza.pt/dicas-ajudar-familia-poupar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Dicas de poupança são sempre úteis, quer estejamos em crise quer os tempos sejam de maior otimismo. Neste artigo vamos dar-lhe algumas dicas para ajudar a sua família a poupar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dicas de poupança são sempre úteis, quer estejamos em crise quer os tempos sejam de maior otimismo. Neste artigo vamos dar-lhe algumas dicas para ajudar a sua família a poupar dinheiro.</p>
<p> <span id="more-4165"></span></p>
<h2>Procure Toda a Informação</h2>
<p> Leia bons livros ou frequente cursos de ajuda à parentalidade responsável, ou procure pessoas credíveis que o possam ajudar nesse sentido, para se informar e ajudar toda a família a ganhar e/ou a <a href="/ensine-filhos-poupar-oriente-essencial">manter valores e virtudes sólidos e positivos</a>. Nunca se esqueça que o dinheiro assume um papel central na vida das pessoas pelo que é fundamental que desenvolva uma saudável relação como dinheiro.</p>
<h2>Fomente o Voluntariado</h2>
<p> Mesmo que tenha um orçamento familiar apertado, lembre os seus filhos da sorte que têm: comida, uma casa, uma boa educação, pais que se preocupam com eles… e que ao contrário deles, há muitas crianças que não têm nada ou pouco disso.</p>
<p> O voluntariado em família é perfeito para os ajudar a sair de si próprios e ajudar os outros. Existem inúmeras iniciativas que os irão edificar e <a href="https://reorganiza.pt/educacao-financeira-das-criancas/">ajudar a crescer preocupados com os outros</a>. E com isto darão maior valor ao dinheiro, o que lhes confere outro critério no momento de pedir ou de gastar dinheiro</p>
<h2>Proteja-se De Argumentos “Perigosos”</h2>
<p> É inevitável que o seu filho compare as regras que tem em casa com as dos seus amigos. Combine e pense sobre os argumentos mais eficazes para combater estas conversas e defenda-se fazendo com que compreendam os seus argumentos. Faça-o da maneira mais empática possível para não sentirem que são obrigados a aceitar os seus fundamentos. Com persistência e paciência, eles vão acabar por perceber.</p>
<h2>Será Que O Seu Filho Precisa De Um Telemóvel?</h2>
<p> Neste campo, o exemplo do telemóvel é dos mais comuns. Se tem dúvidas sobre se o seu filho tem ou não idade e maturidade para ter um telemóvel, pense bem antes de usar este tipo de argumentos «coitadinho, todos os amigos têm telemóvel, é dos únicos que não tem.».</p>
<p> Antes de tomar uma decisão, não esqueça que o telemóvel deve funcionar como algo utilitário e não lúdico. Muitas famílias optam por oferecer um telemóvel (que não tem de ser topo de gama) aos filhos apenas quando estes começam a ter a responsabilidade de andar sozinhos na rua (de casa para a escola, por ex.).</p>
<p> Oferecer um telemóvel que não seja por uma razão utilitária <strong>pode fazer com que seja o telemóvel a controlar o seu filho e não o contrário</strong>, o que implicará necessariamente mudanças na dinâmica da família (menos diálogo, mais isolamento, menos convívio, menos tolerância às regras, etc). Fale com o seu filho sobre a utilidade real das coisas.</p>
<p> O dinheiro pode e deve ser encarado com toda a naturalidade. Mas como toca em fatores estruturantes nas vidas das pessoas <a href="/como-ensinar-virtude-temperanca-filhos">é essencial que os pais se preocupem cada vez mais em fomentar uma saudável relação com o dinheiro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Ensinar O Seu Filho A Combater O Desperdício?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/ensinar-filho-combater-desperdicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_Mafalda Morais Barbosa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/ensinar-filho-combater-desperdicio/</guid>

					<description><![CDATA[Vivemos numa época em que é essencial criar e perpetuar hábitos que ajudem a evitar o desperdício a vários níveis. Neste artigo, propomos olhar para algumas formas de combate ao...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa época em que é essencial criar e perpetuar hábitos que ajudem a evitar o desperdício a vários níveis. Neste artigo, propomos olhar para algumas formas de combate ao desperdício que estão mais relacionadas com o nosso dia-a-dia em família e que poderá por em prática por forma a ajudar as crianças a crescer com hábitos de consumo e de uso de bens mais moderados e racionais.</p>
<p> <span id="more-4184"></span></p>
<h2>O que entendemos como desperdício?</h2>
<p> De uma forma geral, podemos considerar um desperdício como uma despesa extra ou desnecessária, um esbanjamento ou uma perda, seja esta pequena ou considerável. É certo que podemos gastar dinheiro nestas despesas. Também é certo que algumas despesas dão um “colorido especial” e outra qualidade de vida. Mas é importante que exista um equilíbrio e que sejam feitas tendo em conta os valores da família e as restrições no orçamento familiar.</p>
<h2>Porque é importante combater o desperdício?</h2>
<p> Vivemos numa sociedade com hábitos de consumo muito acentuados e que atingem, nos dias que correm, uma expressividade cada vez maior. Quando se fala em desperdício, o mesmo é usualmente associado à alimentação, mas o desperdício pode assumir muitas outras formas.</p>
<p> Importa tomar medidas para inverter esta tendência de consumo que vivemos sob pena de estarmos a encaminhar passivamente os nossos filhos para um mundo em que cada vez se consome mais e sem necessidade. Um mundo que perde os referenciais e os valores humanos que dão mais sentido às nossas vidas.</p>
<h2>O primeiro modelo das crianças são os pais</h2>
<p> Antes de implementar qualquer uma destas medidas lembre-se que o modelo principal dos filhos são os pais e estes devem sempre ser os primeiros a dar o exemplo. Quando os pais não agem de acordo com aquilo que pedem ou sugerem, caem em descrédito e muito dificilmente os filhos farão o que lhes é pedido.</p>
<p> No seu esforço de educação deverá usar estratégias que sejam ao mesmo tempo pedagógicas e lúdicas. Os exercícios e as ideias devem ser explicadas à medida que vão ocorrendo e deverá procurar desenvolver as atividades com os seus filhos. Aproveitem para se divertir em conjunto.</p>
<h2>Como combater o desperdício alimentar?</h2>
<p> O desperdício alimentar é aquele com maior visibilidade nos dias de hoje. É também através deste tipo de desperdício que é mais fácil introduzir noções básicas e práticas de poupança e combate ao desperdício junto das crianças.</p>
<p> Frases como «há crianças que não têm nada para comer» ou «há crianças que vão para a cama com fome» podem parecer ineficazes já que, geralmente, as crianças tendem a rebater estes argumentos. No entanto, no caso desta situação aplica-se o mesmo principio da implementação das regras na educação: <strong>o truque está na repetição</strong>.</p>
<p> Ao contrário do que parece, as crianças interiorizam este tipo de mensagens e, quando menos esperamos, relacionam esta realidade e repetem-nas entre os seus pares. Algumas estratégias de reforço podem ser:</p>
<ul>
<li>Não encher muito o prato de cada vez que alguém se serve;</li>
<li>Garantir que não fica comida no prato;</li>
<li>Aproveitar as sobras para fazer novas refeições ou transformando-as;</li>
<li>Ajudar os seus filhos a compreender que não só a comida, como o dinheiro, não caem do céu, e que há muitos meninos que passam fome e não têm o que comer.</li>
</ul>
<h2>Como combater o desperdício nos brinquedos?</h2>
<ul>
<li>Fazer sazonalmente uma limpeza de brinquedos que não se usem;</li>
<li>Oferecer brinquedos que os seus filhos não usem e que estejam em bom estado para instituições de solidariedade (aqui consegue também educar as crianças para os valores de solidariedade porque <a href="https://reorganiza.pt/somos-teres-humanos/">não somos teres humanos</a>);</li>
<li>Caso sejam oferecidos brinquedos em excesso nos anos ou no Natal, guardar alguns e ir gerindo o stock de forma a não dar tudo de uma vez e ir disponibilizando durante todo o ano.</li>
</ul>
<h2>Como combater o desperdício nos gadgets?</h2>
<ul>
<li>Neste caso, não falamos em ter vários telemóveis, mas sim dos tipos de telemóvel. Se o seu filho já tiver idade suficiente para ter um telemóvel (entendemos telemóvel enquanto objeto utilitário e não puramente lúdico) então explique-lhe que <strong>não tem que ser um iphone ou um topo de gama</strong>. Basta ser um telemóvel com um preço razoável e com as funcionalidades necessárias.</li>
<li>No caso de querer oferecer um computador ou um tablet ou outro tipo de dispositivo ao seu filho, comece por pensar na utilidade desse aparelho. Pondere a sua utilidade face à idade do seu filho e ao tipo de utilização que irá fazer. Em alternativa, poderá u<strong>sar um único aparelho partilhado por toda a família e criar algumas regras de utilização</strong> antes de dar acesso ao mesmo.</li>
<li>Em qualquer dos casos acima referenciados sugerimos que controle a utilização, estipulando tempo limite para o seu uso, colocando restrições nas funcionalidades (filtros na internet, proibição de compras online) e <strong>acompanhando as atividades nas redes sociais</strong>.</li>
</ul>
<h2>Como combater o desperdício no material escolar?</h2>
<ul>
<li>Aqui também se aplica o <strong>princípio da utilidade</strong>. Vivemos numa era em que a publicidade atrai quem tem poder de compra (os pais) e quem ainda não o tem (os filhos que ainda não trabalham). Sendo que os pais são aqueles que têm o poder de compra, os filhos não o têm, mas têm um grande poder de persuasão (seja argumentativo ou pura e simplesmente vencendo pelo cansaço).</li>
<li><strong>Antecipe os pedidos «extra» ou os gastos excessivos</strong> com materiais iguais na utilidade, mas superiores no preço. Dê a alternativa ao seu filho de personalizar os materiais em vez de comprar tudo já feito apenas e só porque os amigos também têm.</li>
</ul>
<h2>Como combater o desperdício na roupa?</h2>
<ul>
<li>Crie uma <strong>rede de partilha de roupa</strong> usada e em bom estado com familiares ou amigos de confiança. Assim, pode reutilizar roupas boas e poupar na aquisição das mesmas;</li>
<li>Faça uso de <strong>lojas de roupa usada em bom estado</strong> (como o kid to kid) ou de grupos na internet ou Facebook de venda e compra de roupa usada em bom estado.</li>
<li>Faça uma <strong>revisão sazonal das roupas em bom estado</strong> que já não usam e dê a instituições de solidariedade social.</li>
</ul>
<h2>Como combater o desperdício de água?</h2>
<p> Habitue os seus filhos a <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">poupar dinheiro</a> quando usa água nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li><strong>Os banhos intermináveis</strong> &#8211; Quando os seus filhos começarem a tomar banho sozinhos, pode usar um cronómetro ou um relógio de cozinha que, ao fim de x minutos (dependendo da idade do seu filho), toca e lembra ao seu filho que está na hora de acabar o banho. Pode não resultar nas primeiras vezes, mas em pouco tempo esse hábito será adquirido.</li>
<li><strong>Lavar as mãos e dentes com a água a correr</strong> &#8211; Fala-se muito nos dias que correm que 1 minuto de água a correr equivale a 12 litros de água desperdiçada. Lembre isso aos seus filhos e habitue-os a desligar a torneira quando não estiverem a utilizar a água.</li>
</ul>
<p> Estas e outras ideias (que pedimos que partilhe na caixa de comentários abaixo) podem ser úteis para <a href="https://reorganiza.pt/educacao-financeira-3-dicas-essenciais/">melhorar a relação das crianças com o dinheiro e com os bens materiais</a>. Ajudam certamente a melhorar a relação dos nossos filhos com o meio exterior e dão uma maior <a href="https://reorganiza.pt/dicas-ajudar-familia-poupar/">consciência quanto à importância que o dinheiro deve ter nas nossas vidas</a>. Contribuem, também, para uma maior união familiar e não custam nada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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