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	<title>Arquivo de Finanças Pessoais -</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Finanças Pessoais -</title>
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	<item>
		<title>IRS Jovem 2025: Quem Pode Aderir, Benefícios e Como Preencher</title>
		<link>https://reorganiza.pt/irs-jovem-2025-como-funciona-e-quem-tem-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[form_ss]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[IRS Jovem]]></category>
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					<description><![CDATA[O IRS Jovem é uma medida fiscal que visa apoiar os jovens trabalhadores em Portugal, oferecendo uma redução na taxa de IRS durante os primeiros anos de vida profissional. Neste...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IRS Jovem é uma medida fiscal que visa apoiar os jovens trabalhadores em Portugal, oferecendo uma redução na taxa de IRS durante os primeiros anos de vida profissional. Neste artigo, explicamos tudo sobre o IRS Jovem em 2025, incluindo benefícios, quem tem direito, como preencher a declaração e como utilizar o simulador para calcular os descontos.</p>
<h2>O que é o IRS Jovem?</h2>
<ul>
<li>
<h3><strong>Definição e objetivo do Regime Fiscal</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O IRS Jovem é um benefício fiscal que isenta total ou parcialmente o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) aos jovens trabalhadores no início da sua carreira. A isenção aplica-se durante 10 anos ou até o jovem atingir os 35 anos. O objetivo do regime é apoiar os jovens no início da vida profissional, permitindo-lhes aumentar o rendimento disponível e incentivar a permanência no mercado de trabalho.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Quem tem direito ao IRS Jovem?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Podem beneficiar do IRS Jovem:</p>
<ul>
<li>Pessoas até 35 anos de idade;</li>
<li>Trabalhadores por conta de outrem (Categoria A) e/ou trabalhadores independentes (Categoria B);</li>
<li>Residentes em Portugal.</li>
</ul>
<p>Não existem restrições quanto à escolaridade.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Benefícios fiscais e descontos no IRS Jovem</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O regime consiste numa redução progressiva do IRS sobre os rendimentos do trabalho, com um limite temporal máximo de 10 anos. A isenção tem limites definidos pelo valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais), atualmente cerca de €28 700, e aplica-se da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>1º ano: 100% de isenção;</li>
<li>2º ao 4.º ano: 75% de isenção;</li>
<li>5º ao 7.º ano: 50% de isenção;</li>
<li>8º ao 10.º ano: 25% de isenção.</li>
</ul>
<p>A contagem dos anos considera todos os anos em que o jovem obtém rendimentos das categorias A ou B como não dependente.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Quanto é que um jovem vai poupar?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Para um jovem com um rendimento mensal de 1000 € (total de 14000 €/ano):</p>
<ul>
<li>Poupará cerca de 800€ de IRS no primeiro ano;</li>
<li>Ao longo de 10 anos, a poupança total pode ultrapassar €7 200, o que representa um aumento de quase 3500€ face ao regime anterior de 2024.</li>
</ul>
<h2><strong>O que mudou no IRS Jovem 2025?</strong></h2>
<p>As principais alterações são:</p>
<ol>
<li>Idade máxima: aumenta de 30 para 35 anos;</li>
<li>Duração do benefício: duplica de 5 para 10 anos;</li>
<li>Escolaridade: deixa de ser critério de acesso;</li>
<li>Limite de isenção: aumenta de 40 IAS para 55 IAS, cerca de €28 700.</li>
</ol>
<h2><strong>Como aderir ao IRS Jovem?</strong></h2>
<ul>
<li>
<h3><strong>Passo a Passo para solicitar o regime</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>A adesão faz-se através da declaração de IRS, com anexos específicos dependendo do tipo de rendimento.</p>
<h3><strong>Anexo A: Rendimentos de Trabalho Dependente</strong></h3>
<ol>
<li>Preencha o Anexo A com os rendimentos e retenções;</li>
<li>Indique o seu NIF e o NIF da entidade empregadora;</li>
<li>Para 2025, use os códigos gerais de rendimentos (por exemplo, 401), evitando o código 417 reservado a 2024;</li>
<li>Declare valores habituais: rendimentos, retenções na fonte, contribuições obrigatórias e, se aplicável, quotizações sindicais.</li>
</ol>
<h3><strong>Anexo B: Rendimentos de Trabalho Independente</strong></h3>
<ol>
<li>Declare os rendimentos de Categoria B, conforme o regime aplicável (simplificado, ato isolado);</li>
<li>Assinale a opção pelo IRS Jovem no Quadro 3E.1 – anos de 2025 e seguintes, marcando SIM se reunir os requisitos.</li>
</ol>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>O quadro antigo, relacionado com ciclo de estudos/QNQ, aplica-se apenas a anos anteriores.</li>
</ul>
</li>
<li>
<h3><strong>Simulador IRS Jovem: como funciona?</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>O simulador do IRS Jovem é uma ferramenta prática que permite ao contribuinte calcular antecipadamente o valor aproximado do desconto fiscal, facilitando a gestão do orçamento anual. Esta ferramenta é especialmente útil para planeamento financeiro e simulação de cenários futuros, ajudando a antecipar o impacto da redução de IRS nos primeiros 10 anos de carreira.</p>
<h2><strong>Prazos para submissão da declaração</strong></h2>
<p>A declaração deve ser entregue entre 1 de abril e 30 de junho de 2026.</p>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Quem pode beneficiar do IRS Jovem?<br />
</strong>Jovens até aos 35 anos com rendimentos de trabalho dependente ou independente.</li>
<li><strong>Como faço para aderir ao IRS Jovem?<br />
</strong>A adesão é feita ao preencher a declaração de IRS no Portal das Finanças.</li>
<li><strong>Posso simular o meu IRS Jovem?<br />
</strong>Sim, existem simuladores que calculam o desconto fiscal.</li>
<li><strong>Até quando posso usufruir do IRS Jovem?<br />
</strong>Até 10 anos consecutivos, desde que cumpra os requisitos.</li>
<li><strong>O IRS Jovem aplica-se a trabalhadores independentes?<br />
</strong>Sim, mas é necessário preencher o anexo correto na declaração.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Como Escolher a Melhor Conta à Ordem</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-escolher-a-melhor-conta-a-ordem/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/como-escolher-a-melhor-conta-a-ordem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Contas Bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Procura um banco para se relacionar e não sabe qual a melhor solução? Gostava de poupar dinheiro nas comissões e procura o banco mais barato? Neste guia vamos ajudar na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Procura um banco para se relacionar e não sabe qual a melhor solução? Gostava de poupar dinheiro nas comissões e procura o banco mais barato? Neste guia vamos ajudar na escolha do melhor banco para si.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb1">A importância de um banco</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb2">Como escolher o melhor banco para si?</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb3">Existem bancos sem comissões?</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb4">O que são as contas bancárias de serviços mínimos?</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb5">Diferenças entre contas sem comissões e comissões reduzidas</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb6">A importância de um bom gestor de conta</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb7">Melhor conta a ordem para o dia-a-dia</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb8">Melhor conta à ordem para financiamento</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb9">Melhor conta à ordem para investir</a></li>
<li><a href="https://reorganiza.pt/melhor-conta-ordem/#cb10">Conclusão</a><a id="cb1"></a></li>
</ul>
<h2>A importância de um banco</h2>
<p>Todos sabemos a importância que tem um banco nas nossas vidas. É inegável que precisamos de uma conta bancária para fazer as principais operações financeiras do dia-a-dia. Precisamos de um banco para receber salários, pagar despesas, ter débitos das principais despesas. Também precisamos de uma instituição financeira para pedir crédito ou para investir. Há quem diga erradamente que é um mal necessário. <strong>Os bancos são fundamentais na economia</strong> e podem ajudar-nos a atingir os nossos objetivos.</p>
<p>Defendemos que é cada vez mais importante termos um bom relacionamento com pelo menos um banco. Temos de ter um banco ao nosso lado e temos de encontrar quele que possa ser nosso parceiro nos bons e nos maus momentos. Como verá de seguida, talvez tenhamos de ter mais do que um banco, porque os bancos não são todos iguais.</p>
<p>Finalmente, convém ter em mente que ao longo das nossas vidas iremos ter diferentes necessidades financeiras. No início talvez precise apenas de um banco para as operações do dia-a-dia, mas com o tempo irá precisar de financiamento e de investimento. assim, comece desde logo a criar um bom histórico bancário com uma instituição credível e sólida. Se um banco o conhece irá ter a vida muito facilitada.<a id="cb2"></a></p>
<h2>Como escolher o melhor banco para si?</h2>
<p>A escolha de um banco ou de uma conta bancária é um processo muito pessoal, porque envolve conhecer o banco mais adequado às suas necessidades. Assim, talvez não faça tanto sentido olhar apenas para as comissões bancárias, como seja a comissão de gestão ou de manutenção de conta. Deve-se preocupar com os custos fixos mas deve procurar valorizar outras variáveis, como sejam os produtos e os serviços. Neste ponto, seja rigoroso na sua análise pois a escolha de bancos pouco credíveis com produtos duvidosos já originou muitos problemas em Portugal.</p>
<p>Sugerimos algumas etapas para escolher a melhor conta:</p>
<ol>
<li>Conhecer os seus objetivos e necessidades;</li>
<li>Avaliar a credibilidade do banco;</li>
<li>Avaliar a oferta de produtos e de serviços;</li>
<li>Perceber a confiança e a proximidade com o seu gestor de conta.<a id="cb3"></a></li>
</ol>
<h2>Existem contas à ordem sem comissões?</h2>
<p>Não podemos dizer que existem bancos que não têm comissões. Podemos sim dizer que existem bancos isentos de comissões para as operações mais comuns. Há bancos que não nos cobram comissões de manutenção, comissões de transferência ou de disponibilização de <a href="https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/">cartões de crédito</a>. No entanto, operações menos comuns como levantamento de dinheiro nos balcões, novas emissões de cartões bancários por perda ou câmbio de moeda têm comissões na generalidade dos bancos.<a id="cb4"></a></p>
<h2>O que são as contas bancárias de serviços mínimos?</h2>
<p>As contas bancárias de <a href="https://www.bportugal.pt/page/o-que-e-uma-conta-de-servicos-minimos-bancarios" target="_blank" rel="noopener">serviços mínimos</a> são contas com um nível de produtos e de comissões tabelados por lei. Com a cobrança de uma comissão baixa que corresponde a 1% do valor do IAS (em 2025 significa um custo máximo anual de 5.22€), tem acesso a um conjunto de serviços. Como facilmente percebemos, é um custo residual para a maioria das famílias em Portugal.</p>
<p>Dito isto, se reparar, é possível ter acesso aos serviços todos sem ter de suportar comissões. São exemplos, bancos como o BNI Europa ou o Bankinter (em alguns casos), que proporcionam mais serviço por um preço mais baixo.<a id="cb5"></a></p>
<h2>Diferenças entre contas sem comissões e comissões reduzidas</h2>
<p>Como referido, existem contas sem comissões, pelo menos as principais. Existem soluções como a conta de serviços mínimos bancários, que têm um conjunto de serviços com comissão muito baixa, mas com critérios de acesso e de manutenção muito restritivos. Por exemplo, só podemos ter uma conta bancária.</p>
<p>O importante neste tópico é considerar que <strong>existe uma relação entre o que pagamos e o serviço que podemos exigir ou esperar</strong>. Assim, vários bancos têm optado por incluir em contas pacote um conjunto mais alargado de serviços, um pouco à semelhança dos tarifários de telecomunicações que passaram de pagar pelo serviço para ter um valor pré-pago com tudo incluído. A escolha e a diferença estão na utilização que fazemos da conta bancária. Outros optam por serviços de valor acrescentado, como os gestores 360 de alguns bancos.<a id="cb6"></a></p>
<h2>A importância de um bom gestor de conta</h2>
<p>Temos abordado a questão do serviço com muita regularidade. Também no serviço da Reorganiza, privilegiamos a qualidade do serviço. Na banca como na intermediação de crédito, temos de saber que podemos escolher serviços simples, mecanizados e assentes na falta de personalização. Ou podemos escolher serviços de elevado valor acrescentado que envolvem ter um gestor que nos acompanha ao longo da nossa vida financeira.</p>
<p>Quando falamos de contas bancárias, devemos considerar a importância que damos ao gestor de conta. É certo que temos de estar atentos, porque o gestor também estará interessado numa vertente comercial. Mas verá que a construção de uma relação de confiança e duradoura fará toda a diferença, porque recebe o acompanhamento e aconselhamento que precisa de uma pessoa de quem acabará por gostar bastante (também pessoalmente!).<a id="cb7"></a></p>
<h2>Melhor conta a ordem para o dia-a-dia</h2>
<p>É daquelas pessoas que precisa do banco apenas para satisfazer as necessidades básicas do dia-a-dia? Movimentar o seu dinheiro, fazer pagamentos e transferências bancárias? Nesse caso, deverá procurar informar-se sobre:</p>
<ul>
<li>Custo de Manutenção ou de gestão de conta. Este custo pode variar se domiciliar o vencimento na instituição financeira.</li>
<li>Quais as vantagens de domiciliar o seu vencimento. Pode ter diversas vantagens como a redução de comissões, descontos em parceiros, taxas de depósitos a prazo mais atrativas, entre outros.</li>
<li>Custo de transferências bancárias;</li>
<li>Anuidade do cartão multibanco e do cartão de crédito;</li>
<li>Conveniência e qualidade do serviço de internet banking.</li>
</ul>
<p><strong>Dica</strong>: Da análise feita recentemente, os melhores bancos para a sua conta à ordem assumindo este critério serão o ActivoBank, o Banco CTT ou o Bankinter. Se procura o apoio de um bom gestor, poderá valorizar a oferta da CGD, do BPI ou do MillenniumBCP.<a id="cb8"></a></p>
<h2>Melhor conta à ordem para financiamento</h2>
<p>Se a preocupação é estabelecer uma relação com um banco para ter acesso a boas condições de financiamento, seja <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a> ou crédito pessoal, por exemplo, a escolha poderá recair sobre outros bancos. Se procura crédito atualmente, talvez encontre boas condições com o seu banco atual. Por outro lado, poderá beneficiar dos serviços de intermediação de crédito da Reorganiza e ter logo acesso a boas condições de crédito sem ter relação bancária (as vantagens do apoio profissional).</p>
<p>A quem procura um banco para crédito, sugerimos que analise algumas rúbricas:</p>
<ul>
<li>Spread médio praticado nos últimos meses, o que lhe dará uma perceção da maior ou menor agressividade comercial. Fizemos recentemente uma análise do <a href="https://reorganiza.pt/melhor-credito-habitacao-taxa-variavel/">melhor banco para crédito habitação</a> que a pode ajudar.</li>
<li>Quota de mercado do banco e sua evolução, o que poderá indicar a agressividade comercial do banco. Por exemplo, existem 2 bancos que marcam tendência no crédito habitação e se um perde quota face ao outro, será natural que responda comercialmente para recuperar o caminho.</li>
<li>Taxa de juro média praticada no crédito pessoal, automóvel e/ou no leasing. Para facilitar pode utilizar o <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal/">simulador de crédito</a> da Reorganiza;</li>
<li>Prazo máximo dos créditos e relação prazo/taxa de juro;</li>
<li>Comissões médias praticadas nos pedidos de análise (comissão de dossier, comissão de estudo do processo ou outras)</li>
<li>Nível de exigência de <em>cross-selling</em> (muitas vezes os bancos obrigam à contratação de diversos produtos/serviços que acabam por encarecer bastante a proposta inicial.</li>
</ul>
<p><strong>Dica</strong>: As taxas de juro médias praticadas (TAEG) são muito semelhantes nos diversos bancos comerciais e mesmo nas principais instituições financeiras de crédito. Nesta análise, talvez pensemos em primeiro lugar em bancos como o Banco BPI, a CGD ou o MillenniumBCP.<a id="cb9"></a></p>
<h2>Melhor conta à ordem para investir</h2>
<p>Uma última categoria são as contas bancárias para investimentos. Neste contexto, poderá optar por serviços de corretoras, muito focadas nas transações de compra e venda de vários ativos. Ou pode optar por bancos mais voltados para uma oferta abrangente e com acesso a gestores de conta especializados. Para escolher a melhor conta para investir, sugerimos que procure:</p>
<ul>
<li>Abrangência de oferta, com especial enfoque na oferta de gestoras que não estejam ligadas ao banco;</li>
<li>Qualidade do serviço de apoio ao cliente;</li>
<li>Facilidade de abertura e gestão burocrática da conta (em alguns casos é mesmo uma dor de cabeça).</li>
</ul>
<p>Se quiser ter um apoio nesta procura, preencha o formulário de <a href="https://reorganiza.pt/contactos">contacto</a> e um dos nossos gestores ajudará na escolha do melhor banco para investir o seu dinheiro.<a id="cb10"></a></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Como repara, não existe uma melhor solução para todas as pessoas. É importante que saiba o que pretende e o serviço que valoriza. Partindo daí, conseguirá encontrar a melhor solução para o seu caso concreto.</p>
]]></content:encoded>
					
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			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de Finanças Pessoais: Como Organizar o Seu Dinheiro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/gestao-financas-pessoais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 15:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Controlo Financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10990</guid>

					<description><![CDATA[Uma correta gestão de finanças pessoais é essencial para alcançar a estabilidade financeira e para concretizar os seus objetivos de longo prazo. Neste artigo, propomos-lhe algumas ideias para sua reflexão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma correta gestão de finanças pessoais é essencial para alcançar a estabilidade financeira e para concretizar os seus objetivos de longo prazo. Neste artigo, propomos-lhe algumas ideias para sua reflexão e dicas para melhorar a gestão das suas finanças pessoais.</p>
<h2>A importância da gestão financeira pessoal</h2>
<p>Ao começar a ter um rendimento, seja pela atribuição de uma mesada, seja por termos um salário, temos a necessidade de o gerir da melhor forma possível. E a melhor forma possível é aquela que lhe permite atingir os seus objetivos pessoais, quaisquer que eles sejam.</p>
<p>Uma boa gestão financeira permite-lhe mudar hábitos para que consiga poupar dinheiro, passo essencial para investir (para que ganhe mais dinheiro) e tarefas fundamentais para garantir a sua segurança financeira. Ao gerir bem o seu dinheiro, evita dívidas e cria oportunidades para o crescimento do seu património.</p>
<h2>Dicas para um controlo financeiro pessoal eficaz</h2>
<ol>
<li>Criar um Orçamento Familiar – Dedicámos um <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">Guia para o Orçamento Familiar</a> para mostrar a importância desta ferramenta no controlo financeiro pessoal. Um orçamento irá permitir que estabeleça limites de despesas e categorize os seus gastos, entre outros.</li>
<li>Acompanhar os Gastos – Saber os limites de despesas e categorizar os gastos permitirá fazer um acompanhamento próximo, de modo que consiga atingir os seus objetivos.</li>
<li>Pagar dívidas – Uma das grandes prioridades deve ser pagar dívidas, especialmente as dívidas de curto prazo que têm taxas de juro muito elevadas (se precisar, porque não <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">consolidar créditos</a>?). Ao pagar as suas dívidas irá livrar-se rapidamente de uma despesa financeira mensal elevada.</li>
<li>Poupar consistentemente – Reserve sempre uma parte do orçamento familiar para poupar. Não defendemos a poupança pela poupança mas, antes, a poupança pela segurança e conforto financeiro</li>
</ol>
<h2>A Gestão Pessoal Financeira e a Importância de Estabelecer Metas</h2>
<p>A gestão pessoal financeira envolve mais do que controlar o dinheiro. Envolve também definir metas claras e trabalhar para alcançar os seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Assim, algumas sugestões:</p>
<ul>
<li><strong>Estabeleça objetivos financeiros de curto e de longo prazo</strong>. Todos temos ambições e desejos. Os objetivos de longo prazo podem ser liquidar a totalidade do seu crédito habitação ou poupar para a reforma (poucas pessoas pensam nisto, mas não custa tentar). Já os objetivos de curto prazo podem ser poupar para as férias ou simplesmente comprar um telemóvel ou um televisor específico sem ter de recorrer a crédito. Dito isto, há um objetivo que teve ter sempre em mente: criar o seu fundo de emergências para que consiga garantir a segurança financeira da sua família.</li>
<li><strong>Defina objetivos SMART</strong>, ou seja, seja específico (como poupar para liquidar o seu crédito habitação), mensuráveis (liquidar 100.000€), alcançável (para o atingir vou pôr de lado o meu subsídio de ferias e o reembolso do IRS e poupar 500€ por mês, algo que seja realista), Relevante (porque quero ficar livre de dívida), Limitado no tempo (em 15 anos);</li>
<li><strong>Defina uma regra</strong>, como por exemplo a regra dos 50-30-20, em que 50% do rendimento é para as necessidades essenciais, 30% para lazer e outras despesas de conforto e 20% para poupar. Claro que esta é uma regra genérica e que deve ser ajustada à sua realidade.</li>
</ul>
<h2>Porque é tão importante o controlo financeiro pessoal?</h2>
<p>Não é incomum que o foco das famílias para a melhoria da sua vida financeira seja ganhar mais dinheiro. Focamos na possibilidade de ganhar mais dinheiro, seja pelo aumento do rendimento, seja por procurar maior rentabilidade nos nossos investimentos. No entanto, diz-nos a experiência que o controlo financeiro pessoal é tão ou mais importante. E com controlo financeiro dizemos:</p>
<ol>
<li>Saber quanto ganhamos e onde gastamos o dinheiro;</li>
<li>Garantir que gastamos o dinheiro naquilo que consideramos prioritário, o que significa que tiramos o melhor partido do nosso dinheiro;</li>
</ol>
<p>Tenha em mente que grande parte do descontrolo financeiro está na forma como gastamos o dinheiro. Aliás, é sabido que quando temos aumentos de vencimento acabamos por aumentar a nossa estrutura de custos. O rendimento e as despesas andam a par e passo e o controlo financeiro pessoal ajuda a garantir que as despesas estão dentro dos limites e que estamos a poupar o suficiente para garantirmos um futuro confortável.</p>
<h2>Última dica…</h2>
<p>Uma dica muito importante para quem quer ganhar o controlo das suas <a href="https://reorganiza.pt/financas-pessoais/">finanças pessoais</a> é assumir uma postura de corte de custos. Não é sermos os forretas mas, antes, ganharmos consciência do verdadeiro valor que o dinheiro tem. E isso é possível ao estarmos atentos à forma como nos levam o dinheiro da carteira. Assim, facilmente perceberá as potencialidades de:</p>
<ol>
<li><a href="/credito-habitacao">Transferir o seu crédito habitação</a> e com isso poupar muito dinheiro;</li>
<li>Negociar o <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-vida-credito/">seguro de vida do crédito habitação</a> e o seguro multirriscos, de modo a conseguir uma grande poupança ao mesmo tempo que aumenta as coberturas;</li>
<li>Negociar os pacotes de telecomunicações e conseguir uma redução de custos na fatura da eletricidade e do gás;</li>
<li>Cortar comissões bancárias desnecessárias e escolher um banco mais amigo da sua carteira.</li>
</ol>
<p>Estas e outras dicas são essenciais para que consiga ganhar o controlo do destino que dá ao seu dinheiro. Como facilmente percebemos, é tudo uma questão de postura face ao dinheiro e de colocarmos o dinheiro no seu devido lugar. Nem mais, nem menos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancos Sem Comissões: Descubra as Melhores Opções</title>
		<link>https://reorganiza.pt/bancos-sem-comissoes-descubra-as-melhores-opcoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Contas Bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/melhor-conta-ordem/</guid>

					<description><![CDATA[Escolher um banco sem comissões é uma das formas mais simples de reduzir despesas fixas mensais. Em Portugal, existem várias opções que permitem gerir o seu dinheiro sem pagar custos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um banco sem comissões é uma das formas mais simples de reduzir despesas fixas mensais. Em Portugal, existem várias opções que permitem gerir o seu dinheiro sem pagar custos de manutenção, transferências ou cartões. Neste artigo, explicamos o que são comissões bancárias, quais os bancos sem comissões disponíveis e como escolher a melhor conta para o seu perfil.</p>
<h2><strong>O que são comissões bancárias?</strong></h2>
<p>As comissões bancárias são taxas que os bancos cobram pelos serviços que prestam. Podem incluir a manutenção da conta, cartões, transferências, levantamentos de dinheiro, entre outras. Apesar de muitas vezes serem valores baixos, estas comissões acumulam-se ao longo do tempo e podem pesar no orçamento familiar.</p>
<p>Existem contas sem comissões, pelo menos para os serviços bancários mais comuns. Existem também soluções como a conta de serviços mínimos bancários, que oferecem um conjunto básico de serviços com uma comissão muito reduzida, embora tenham critérios de acesso e de manutenção bastante restritivos.</p>
<h2><strong>Bancos sem comissões em Portugal</strong></h2>
<ul>
<li><strong>ActivoBank </strong>(Conta Simples / Conta à Ordem Simplificada)<strong><br />
</strong>Conta sem comissão de manutenção, com levantamentos ilimitados gratuitos e cartão de débito sem custos. Abertura 100% digital e pode oferecer vantagens adicionais com a domiciliação de ordenado.</li>
<li><strong>Openbank </strong>(Conta à Ordem Open)<br />
Isenta de comissão de manutenção, inclui cinco levantamentos gratuitos por mês na zona euro e levantamentos ilimitados nas caixas Santander. O cartão de débito é gratuito e o IBAN é espanhol.</li>
<li><strong>Banco Best </strong>(Conta Digital)<strong><br />
</strong>Não cobra comissão de manutenção e permite levantamentos gratuitos. O cartão de débito é gratuito no primeiro ano, passando depois a ter um custo anual aproximado de 19,50 €. Exige um depósito inicial mínimo de 100 € e apresenta melhores condições com a domiciliação de ordenado.</li>
<li><strong>Bankinter </strong>(Conta Bankinter Online)<strong><br />
</strong>Isenta de comissão de manutenção, inclui levantamentos gratuitos e cartão de débito gratuito para o primeiro titular e oferece campanhas atrativas para clientes com ordenado domiciliado.</li>
<li><strong>Moey<br />
</strong>Conta sem comissão de manutenção, com dois levantamentos gratuitos por mês noutras redes e cartão de débito sem custos. Não paga juros, destaca-se pela app simples e moderna, sendo uma marca do Crédito Agrícola com integração total com MB Way.</li>
<li><strong>Revolut </strong>(Conta Standard)<strong><br />
</strong>Não cobra comissão de manutenção, permite levantamentos gratuitos na zona euro e inclui cartão de débito físico (o envio pode ter custo).</li>
</ul>
<h2><strong>Alternativas a Bancos sem comissões</strong></h2>
<p>Em alguns casos, pagar comissões pode fazer sentido, dependendo do tipo de serviços utilizados.</p>
<ul>
<li><strong>Bancos com comissões reduzidas: </strong>alguns bancos tradicionais oferecem pacotes com custos mais baixos em troca de condições como domiciliação de ordenado ou utilização regular da conta.</li>
<li><strong>Vantagens e desvantagens de pagar comissões: </strong>pagar comissões pode garantir acesso a serviços premium, apoio personalizado ou produtos financeiros exclusivos. No entanto, para muitos clientes, esses benefícios não compensam o custo.</li>
</ul>
<h2><strong>Como escolher a melhor conta bancária?</strong></h2>
<p>Escolher a conta certa depende das suas necessidades e hábitos financeiros. Para tomar a melhor decisão, deve:</p>
<ul>
<li><strong>Comparar taxas e comissões:</strong> verifique se há custos escondidos em transferências, levantamentos ou cartões adicionais.</li>
<li><strong>Analisar os serviços incluídos:</strong> confirme se a conta oferece cartão de débito, transferências gratuitas, MB Way ou pagamentos de serviços.</li>
<li><strong>Considerar o acesso a caixas e agências:</strong> se valoriza atendimento presencial, veja a rede de agências e Multibanco disponíveis.</li>
<li><strong>Avaliar a app e o online banking:</strong> uma boa aplicação facilita a gestão diária da conta e evita deslocações desnecessárias.</li>
</ul>
<h2><strong>Perguntas frequentes </strong><strong>(FAQS)</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Que bancos em Portugal oferecem contas sem comissões?<br />
</strong>Activo Bank, Bankinter ou Moey são algumas das opções mais conhecidas em Portugal.</li>
<li><strong>Vale a pena abrir conta num Banco Digital sem comissões?<br />
</strong>Para quem valoriza baixos custos, tecnologia e gestão online, os bancos digitais sem comissões podem ser uma excelente escolha.</li>
</ul>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Escolher um banco sem comissões ou com comissões reduzidas pode fazer toda a diferença no seu orçamento. Compare as opções disponíveis, avalie as vantagens e simplifique a gestão das suas finanças.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundo de Emergência: O Guia Completo para Proteger as Suas Finanças</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fundo-de-emergencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 11:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Emergencia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10872</guid>

					<description><![CDATA[As regras de prudência e de segurança financeira ditam que temos de dispor de poupanças para emergências. É certo que imprevistos acontecem, só não sabemos quando acontecem. Logo, devemos ter...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As regras de prudência e de segurança financeira ditam que temos de dispor de poupanças para emergências. É certo que imprevistos acontecem, só não sabemos quando acontecem. Logo, devemos ter um fundo de emergência bem constituído e guardado. Neste guia, vamos levá-lo ao mundo dos Fundos de Emergência onde perceberá como proteger as suas finanças.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#FE1">O que é uma emergência?</a></li>
<li><a href="#FE2">O que é um fundo de emergência?</a></li>
<li><a href="#FE3">Porque deve ter um fundo de emergência?</a></li>
<li><a href="#FE4">Qual o valor a poupar?</a></li>
<li><a href="#FE5">Como constituir um Fundo de Emergência Passo a Passo?</a></li>
<li><a href="#FE6">E se tiver dívidas?</a></li>
<li><a href="#FE7">Como financiar o fundo de emergências?</a></li>
<li><a href="#FE8">Onde aplicar o seu Fundo de Emergência?</a><a id="FE1"></a></li>
</ul>
<h2>O que é uma emergência?</h2>
<p>Antes de avançarmos, é fundamental que se defina o que são emergências, pois este costuma ser um conceito algo… fluido. Uma emergência é um acontecimento que é impossível de prever. No contexto das finanças pessoais, é um acontecimento imprevisível e com um impacto financeiro, direto ou indireto. Por exemplo, ter um acidente de trabalho que nos deixa incapacitados ou bater com o carro, são duas emergências, porque imprevisíveis e com impactos financeiros. Já o pagamento do prémio anual do <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/outros-seguros/">seguro automóvel</a> ou o pagamento da prestação do crédito não só não são imprevistos como deviam ter sido corretamente orçamentados.<a id="FE2"></a></p>
<h2><strong>O que é um Fundo de Emergência?</strong></h2>
<p>Sabendo o que é uma emergência na esfera das finanças pessoais é fácil definir um fundo de emergência. Na prática, o fundo de emergência é uma poupança que constituímos para termos a segurança de saber que conseguiremos financiar acontecimentos imprevistos.<a id="FE3"></a></p>
<h2><strong>Porque deve ter um Fundo de Emergência?</strong></h2>
<p>Dispor de poupanças para situações imprevistas é fundamental por um conjunto de motivos:</p>
<ul>
<li>Equilíbrio emocional, porque sabemos que se acontecer alguma despesa imprevista, temos o dinheiro para a suportar;</li>
<li>Criação de hábitos de poupança, porque nos obriga a priorizar despesas e poupanças;</li>
<li>Evitar custos desnecessários, como comissões ou penalizações por atrasos de pagamentos;</li>
<li>Evitar endividamento, com custos significativos em termos de juros e comissões.</li>
</ul>
<p>Estes motivos estão também associados às principais causas de problemas financeiros. Como sabemos, algumas destas causas podem ver os seus impactos financeiros minimizados, sejam o desemprego, a doença (e consequente aumento de custos e queda de rendimentos) ou o divórcio.<a id="FE4"></a></p>
<h2>Qual o valor a poupar?</h2>
<p>Percebendo a importância de poupar para imprevistos, qual o valor que deve poupar? Não existe uma resposta única pois o valor vai depender bastante da sua realidade. Por exemplo, um funcionário público tem um risco inferior a um trabalhador a recibos verdes, que pode ver o seu rendimento cessar de um dia para o outro. Por outro lado, um pai solteiro provavelmente terá um risco financeiro maior do que um casal sem filhos.</p>
<p>Feitas estas considerações, podemos apontar para um <strong>valor entre 4 e 6 meses de despesas mensais</strong>. De notar que não associamos este valor ao rendimento, pois interessa-nos garantir que poderá pagar as despesas na situação extrema de perder o seu rendimento. Esta poupança pode ainda ser complementada por um bom seguro de proteção ao emprego ou de acidentes pessoais, seguros que lhe dão um rendimento mensal em caso de alguns imprevistos cobertos.<a id="FE5"></a></p>
<h2>Como constituir um Fundo de Emergência Passo a Passo?</h2>
<p>A constituição de um fundo de emergências não é nada complexa. Aliás, a parte mais difícil é mudar alguns hábitos de modo que consiga libertar rendimento para colocar de parte. No entanto, sugerimos os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Defina o valor que precisa de poupar e um prazo para o atingir;</li>
<li>Construa o seu <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">orçamento familiar</a>, se ainda não o fez, para controlar o destino que dá ao seu dinheiro. Nesta etapa, defina um valor de poupança mensal como uma despesa essencial;</li>
<li>Defina a transferência mensal para o seu fundo de emergência, de modo a tornar o processo automático e sem o seu envolvimento.<a id="FE6" style="font-size: 16px;"></a></li>
</ol>
<h2>E se tiver dívidas?</h2>
<p>Um ponto fundamental neste processo é fazer uma correta gestão entre a poupança para emergências e eventuais dívidas que tenha em curso. De facto, é pouco racional ter dinheiro de parte quanto temos dívidas de curto prazo, porque no primeiro recebemos poucos ou nenhuns juros, enquanto no segundo pagamos das taxas mais elevadas ao banco. Assim, como regra, procure dispor de pelo menos 1.000€ no seu fundo de emergências, libertando o restante para liquidar dívidas de descobertos autorizados da conta ordenado e cartões de crédito. Deixe os outros contratos em curso até que consiga compor o seu fundo de emergência.<a id="FE7"></a></p>
<h2>Como financiar o fundo de emergências?</h2>
<p>Tudo isto é muito interessante mas poderá estar-se a questionar sobre como irá conseguir financiar o seu fundo de emergência. Podemos fazer planos, mas se não encontrarmos formas de poupar, seja pelo corte de custos ou pelo aumento de rendimentos, não conseguiremos atingir este objetivo tão necessário. Algumas ideias que podem ajudar:</p>
<ul>
<li>Considere a poupança como uma despesa prioritária;</li>
<li>Poupe logo no início do mês, que é quando tem dinheiro na conta bancária, o que irá forçar a alguns ajustes no seu nível de vida;</li>
<li>Corte custos, sendo os mais simples a poupança no <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a> e no <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-vida-credito/">seguro de vida do crédito habitação</a>;</li>
<li>Cumpra o seu orçamento familiar, sendo que para tal pode ser necessário acabar com a autorização de descoberto na conta ordenado e com alguns <a href="https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/">cartões de crédito</a> que são autênticas tentações de consumo;</li>
<li>Comece já hoje. Não deixe para amanhã a definição de uma estratégia adequada. Para tal, se for o caso, fale com o seu marido ou a sua mulher e definam um plano em conjunto. Verá que tudo se torna mais fácil, quando a carga é repartida.<a id="FE8"></a></li>
</ul>
<h2>Onde aplicar o seu Fundo de Emergência?</h2>
<p>O investimento desta poupança, dizem as boas práticas, deve ser em aplicações sem risco e com uma grande liquidez. Por outro lado, deve estar depositado numa conta cujo acesso não seja imediato. Algumas sugestões passam por:</p>
<ul>
<li><strong>Depósitos a prazo mobilizáveis</strong> – Os <a href="https://reorganiza.pt/depositos-prazo/">depósitos a prazo</a> são soluções genericamente sem risco e que poderemos mobilizar de imediato. Pode acontecer perder juros corridos mas, em situações de emergência e para os montantes em causa, não será um grande problema;</li>
<li><strong>Certificados de aforro</strong> – Os <a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/">certificados de aforro</a> são soluções sem risco e que podem ter uma taxa de retorno maior do que a generalidade dos depósitos a prazo. No entanto, tenha em atenção que nos primeiros 3 meses o dinheiro irá ficar indisponível. Assim, se não quiser correr risco, poderá fazer subscrições sequenciais, não aplicando o dinheiro todo no primeiro mês, não vá precisar do dinheiro nesse intervalo de tempo;</li>
<li><strong>Seguros financeiros</strong> &#8211; Os seguros financeiros, nomeadamente os <a href="https://reorganiza.pt/o-que-sao-seguros-de-capitalizacao/">seguros de capitalização</a>, podem ser soluções interessantes em termos de rentabilidade, segurança e fiscalidade. É importante escolher soluções que permitam resgates imediatos e isentos de custos. Estas soluções podem ser especialmente interessantes para empresários e gerentes de empresas.</li>
</ul>
<p>Como percebemos, um fundo de emergências pode ser uma ótima ferramenta para garantir a nossa segurança. Permite-nos, certamente, viver mais descansados, sabendo que estamos protegidos face a imprevistos. Vimos, também, que não será difícil começar e constituir a sua segurança financeira e as melhores soluções para aplicar o seu dinheiro. Agora… é só começar!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundos de Investimento: Tudo o que precisa de saber para investir com confiança</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fundos-de-investimento-guia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 16:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer rentabilizar as suas poupanças e está com dúvidas sobre o que são fundos de investimento? Já conhece estes fundos mas não sabe como escolher o melhor para o seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer rentabilizar as suas poupanças e está com dúvidas sobre o que são fundos de investimento? Já conhece estes fundos mas não sabe como escolher o melhor para o seu caso concreto? Neste guia, procuraremos responder às principais questões para que possa rentabilizar o seu dinheiro com mais segurança.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#F1">O que são fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F2">Os fundos de investimento são um património autónomo</a></li>
<li><a href="#F3">O que é uma unidade de participação?</a></li>
<li><a href="#F4">Tipos de fundos de Investimento</a></li>
<li><a href="#F5">Porque investir em fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F6">Como avaliar o retorno de um fundo de investimento?</a></li>
<li><a href="#F7">Porque é que a gestão ativa costuma falhar?</a></li>
<li><a href="#F8">ETFs. Vs. Fundos de investimento convencionais</a></li>
<li><a href="#F9">Como investir em fundos de investimento?</a></li>
<li><a href="#F10">Avaliar custos associados: comissões e taxas.</a></li>
<li><a href="#F11">Dicas para investir em fundos de investimento</a></li>
<li><a href="#F12">Conclusão</a>.<a id="F1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são fundos de investimento?</h2>
<p>Os fundos de investimento são instrumentos de investimento coletivo, significando isso que agregam o interesse de vários investidores num único produto. Ao agregar este interesse, conseguem captar mais capital para com isso <a href="https://reorganiza.pt/poupar-nao-e-investir-objetivos-e-estrategias-para-poupar-e-investir/">explorar diferentes alternativas de investimento</a> de forma diversificada e profissional, como falaremos de seguida.<a id="F2"></a></p>
<h3>Os fundos de investimento são um património autónomo</h3>
<p>Uma das características mais relevantes associadas aos fundos de investimento prende-se com o facto de ser um património autónomo. Quer isso dizer que é um património que a sociedade gestora não coloca nas suas contas (no seu balanço). Assim, em caso de insolvência da sociedade gestora, este património não é chamado à massa falida. Simplesmente, cada unidade de participação está em nome do seu detentor e a ele pertence.<a id="F3"></a></p>
<h3>O que é uma unidade de participação?</h3>
<p>Podemos considerar as unidades de participação como ações do fundo de investimento. Na prática, ao investir num fundo o que está a fazer é comprar unidades de participação (UP), que o fundo cria para lhe entregar. No momento de venda, o gestor entrega-lhe o capital que lhe pertence e cancela as unidades de participação. Por outro lado, cada UP tem associado o mesmo conjunto de direitos e de deveres, sendo todas as UP iguais entre investidores.<a id="F4"></a></p>
<h2>Tipos de fundos de Investimento</h2>
<p>Existem vários tipos de fundos de investimento, podendo-se nesta fase destacar dois:</p>
<ul>
<li>Fundos <strong>Fechados</strong> – Neste tipo de fundos, o número de unidades de participação é definido no momento da subscrição inicial, não variando ao longo de toda a maturidade do investimento.</li>
<li>Fundos <strong>Abertos</strong> – É possível comprar e vender unidades de participação do fundo durante a vida do investimento.<a id="F5"></a></li>
</ul>
<h2>Porque investir em fundos de investimento?</h2>
<p>O investimento nestes instrumentos tem sido muito procurado dado existir um conjunto interessante de vantagens para o investidor, sendo de destacar:</p>
<ol>
<li><strong>Mínimo de Investimento</strong> – É possível investir através de fundos com um montante relativamente reduzido de investimento. Dependendo da sociedade gestora e do banco comercializador, é possível investir a partir da compra de 1 unidade de participação. Noutros casos, poderá ter de comprar 500€ ou 1.000€, no mínimo.</li>
<li><strong>Diversificação de riscos</strong> – Cada fundo de investimento tem uma política de investimento que define como o dinheiro é gerido ao longo do tempo. Em qualquer dos casos, a compra de uma unidade de participação permite ao investidor diversificar o seu risco por uma infinidade de ativos, uma vez que o valor da sua UP depende do valor de todos estes ativos.</li>
<li><strong>Gestão profissional</strong> – Se acredita nos benefícios da gestão profissional, ao comprar uma unidade de um fundo está a delegar a gestão do seu dinheiro a uma equipa de gestores que analisam o ciclo e fazem uma correta alocação de ativos. Não significa que consigam atingir o seu objetivo, mas é esta a sua proposta de valor.</li>
<li><strong>Acesso a mercados e ativos</strong> – O investimento coletivo dá-os acesso a vários mercados ou ativos que, de outro modo, estão vedados aos investidores particulares. Por exemplo, investir em <em>hedge funds</em> ou em imobiliário no Sul da Ásia será fácil para um gestor profissional mas praticamente impossível para um pequeno aforrador em Portugal.<a id="F6"></a></li>
</ol>
<h2>Como avaliar o retorno de um fundo de investimento?</h2>
<p>O sucesso ou insucesso da equipa de gestão do fundo está associado ao desempenho do fundo em comparação com um índice de referência. Neste capítulo, trazemos à discussão dois conceitos:</p>
<ul>
<li>Gestão <strong>ativa</strong> – A gestão ativa consiste na procura dinâmica dos melhores ativos do mercado. Para tal, a equipa de gestão realiza operações de compra e de venda de ativos de modo a captar as melhores oportunidades do momento;</li>
<li>Gestão <strong>passiva</strong> – A gestão passiva acredita que é impossível ter um desempenho superior ao índice de referência de forma sistemática / consistente. Logo, o gestor contenta-se em replicar a carteira do índice de referência, tentando minimizar as operações de compra e de venda ao mínimo indispensável para replicar o desempenho deste índice.<a id="F7"></a></li>
</ul>
<h2>Porque é que a gestão ativa costuma falhar?</h2>
<p>A gestão ativa tende a ter insucesso porque tem associados vários tipos de custos que acabam encarecendo a gestão:</p>
<ol>
<li>Comissão de <strong>gestão</strong>;</li>
<li>Comissão de <strong>transação</strong>;</li>
<li>Impostos sobre lucros.</li>
</ol>
<p>Se considerarmos estes custos, o gestor tem de ter um desempenho consistentemente 3% a 5% acima do índice de referência, o que significa que acerta muito mais e com muito mais sucesso que todos os restantes investidores do mercado. A estatística comprova o insucesso.<a id="F8"></a></p>
<h2>ETFs. Vs. Fundos de investimento convencionais</h2>
<p>Para explorar esta dificuldade de ter um desempenho acima do índice de referência, poderá comprar ETF ou Exchange Traded Funds. Os ETF assemelham-se a fundos de investimento mas com algumas características das ações:</p>
<ol>
<li>Património autónomo;</li>
<li>Investimento coletivo;</li>
<li>Gestão passiva, procurando seguir o desempenho de índices de referência;</li>
<li>Custos de gestão minimizados;</li>
<li>Possibilidade de compra e venda no mercado, praticamente no imediato (depende da liquidez do produto).<a id="F9"></a></li>
</ol>
<h2>Como investir em fundos de investimento?</h2>
<p>O investimento ou compra de fundos de investimento é feito através de um intermediário financeiro. Podemos comprar fundos em bancos tradicionais (como aquele onde tem a sua conta à ordem ou o seu <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">crédito habitação</a>) ou em bancos supermercados de fundos. No primeiro caso, talvez só consiga comprar fundos geridos pela gestora do banco, sendo no segundo caso possível investir em fundos geridos pelas principais entidades gestoras de todo o mundo. Percebemos onde tem mais liberdade e menos conflito de interesses.<a id="F10"></a></p>
<h3>Avaliar custos associados: comissões e taxas</h3>
<p>A atividade de gestão e de comercialização dos fundos de investimento tem de ser paga. E imagine quem o faz? O investidor, naturalmente. Assim, para escolher a sua carteira de fundos deve ter muita atenção a todas as comissões que lhe são aplicadas:</p>
<ul>
<li>Comissão de <strong>gestão</strong> – Custo que se destina-se a compensar o trabalho da equipa de gestão ou da Sociedade Gestora. É uma taxa anual mas que é cobrada diariamente;</li>
<li>Comissões de <strong>Subscrição</strong> – Devida no momento da compra de unidades de participação e na generalidade dos fundos situam-se entre 0 e 3,5%. Paga para ter o “privilégio” de investir nesse fundo?</li>
<li>Comissão de <strong>Resgate</strong> – Devida no momento de venda de unidades de participação e normalmente só existem quando o prazo médio de duração de investimento não é cumprido pelo investidor;</li>
<li><strong>Custos de Transação</strong> – As operações de compra e venda de títulos implicam custos de corretagem, que são suportados pelo cliente. Dependendo da classe de ativos, estas comissões/custos podem representar até 2-3% do montante anual sob gestão.</li>
<li>Comissão de <strong>performance</strong> – Comissão pouco comum nos fundos convencionais. Pode ter duas faces da medalha. Por um lado, estimulam a equipa gestora para a obtenção de resultados melhores. Por outro, podem induzir um nível demasiado elevado de risco, de modo a obter esses mesmos resultados.</li>
</ul>
<p>Todos estes custos são publicitados no prospeto e na ficha de informação ao investidor. Recomendamos que os analise com cautela, porque sendo comissões pouco visíveis, “roem” o seu retorno de forma expressiva para prazos mais longos.<a id="F11"></a></p>
<h3>Dicas para investir em fundos de investimento</h3>
<p>Não vamos deixar dicas sobre como escolher o fundo mais quente do momento, porque isso varia muito ao longo do tempo. No entanto, algumas dicas úteis para tentar aumentar a taxa de sucesso da sua carteira:</p>
<ol>
<li>Invista apenas no que conhece. Se não sabe os riscos e potencialidades de determinado fundo, não o compre. Procure que o gestor lhe explique muito bem como funciona o fundo;</li>
<li>Atenção à <a href="https://reorganiza.pt/como-montar-uma-estrategia-de-investimento/">estratégia de investimento</a>, que deve ser enquadrada com o seu perfil de risco, horizonte de investimento, conhecimentos e objetivos.</li>
<li>Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. Tenha em mente que a publicidade é muito assente no retorno do ano anterior, se for bom, ou nos anos anteriores, se for bom. Logo, a publicidade pode enganar;</li>
<li>Invista de acordo com o seu horizonte de investimento, procurando enquadrar o prazo de investimento recomendado com a sua necessidade de liquidez;</li>
<li>Analise o retorno do investimento ao longo de ciclos longos, procurando perceber como o fundo se comporta em momentos de expansão e em momentos de crise económica;</li>
<li>Atente à moeda do investimento, que pode ser um risco a considerar.</li>
<li>Olhe para a taxa de custos global, evitando gestores que “rodam” muito a carteira.</li>
<li>Descarregue o nosso <a href="https://reorganiza.pt/livros/o-guia-do-investimento/">Guia do Investimento</a>, com mais dicas importantes;</li>
<li>Não se esqueça do seu perfil de risco nem de não investir o dinheiro que lhe fará falta para o dia-a-dia.<a id="F12"></a></li>
</ol>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os fundos de investimento são importantes ativos numa carteira de investimento. pelas suas características, são procurados para diversificar riscos e para ter acesso a carteiras geridas profissionalmente. Podem ser bons investimentos, mas devem ser analisados com cautela para garantir que o seu risco / retorno é adequado ao interesse do investidor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como comprar casa: o que precisa de saber para escolher bem</title>
		<link>https://reorganiza.pt/comprar-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 15:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Compra de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado imobiliário está a fervilhar em Portugal. Os preços dos imóveis têm subido, bem como o valor das rendas. Tudo fica mais caro e pode estar na iminência de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário está a fervilhar em Portugal. Os preços dos imóveis têm subido, bem como o valor das rendas. Tudo fica mais caro e pode estar na iminência de ter de tomar uma decisão sobre comprar casa ou esperar. Para ajudar, preparámos este guia de compra de casa, onde vamos dizer-lhe tudo o que precisa de saber para fazer a escolha certa.</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<ul>
<li><a href="#cc1">Será que vale a pena comprar casa?</a></li>
<li><a href="#cc2">Como o crédito habitação pode afetar a sua decisão de compra?</a></li>
<li><a href="#cc3">Como escolher e financiar a casa ideal</a></li>
<li><a href="#cc4">Comprar ou alugar?</a></li>
<li><a href="#cc5">Comprar casa ou esperar?</a></li>
<li><a href="#cc6">Comprar casa ao banco?</a></li>
<li><a href="#cc7">Conclusões</a> <a id="cc1"></a></li>
</ul>
<h2>Será que vale a pena comprar casa?</h2>
<p>A compra de casa está cada vez mais difícil, porque os preços dos imóveis não param de subir. Já explicaremos por que isso acontece, mas antes vamos deter-nos nas vantagens de comprar a sua casa:</p>
<ol>
<li><strong>Compra de um ativo</strong> – Ao comprar um imóvel está a comprar um ativo que vai ficar para si, mesmo que demore muito tempo a pagar ao banco. Todos os meses, uma parte da casa adicional fica para si;</li>
<li><strong>Valorização do imóvel</strong> – Os imóveis tendem a valorizar com o tempo, um pouco em linha com a inflação. É certo que há momentos de grande valorização (como os que vivemos nos últimos anos) e outros momentos de queda. No entanto, no longo prazo, a trajetória é de valorização. Ao se tornar dono do imóvel, esta valorização é sua;</li>
<li><strong>Segurança</strong> – Deter um imóvel confere muita segurança. Tem o seu espaço, que pode adaptar ao seu gosto e às suas necessidades. Não fica dependente de um senhorio que pode terminar o contrato de arrendamento e forçá-lo a mudar de vida.</li>
</ol>
<p>Estas vantagens são acompanhadas de custos. De facto, comprar casa tem custos associados e que muitas vezes ignoramos. Assim, é importante considerar os custos com condomínio, seguros obrigatórios (como o <a href="https://reorganiza.pt/seguros-particulares/seguros-multirriscos/">seguro multirriscos</a>) e, mais importante, os custos com a manutenção do imóvel. Todas as obras ficam a seu cargo e é certo que as vai ter de fazer, mais tarde ou mais cedo. Por fim, se recorreu a crédito habitação, tem ainda o pagamento dos juros e do seguro de vida crédito.<a id="cc2"></a></p>
<h2>Como o crédito habitação pode afetar a sua decisão de compra?</h2>
<p>Costumamos dizer que as famílias compram uma prestação e não uma casa. De facto, o valor da prestação bancária, que é resultado das taxas de juro praticadas no mercado, acaba por condicionar a compra de casa. Assim, a decisão de compra é afetada pela disponibilidade de crédito habitação e pelo seu custo.</p>
<p>Se a compra é afetada pelo custo do crédito habitação, é fundamental que perceba como vão evoluir as taxas de juro. É impossível adivinhar o futuro, mas podemos dizer com alguma segurança que estamos num cenário de queda de taxas, motivado por dois fatores:</p>
<ul>
<li>Queda das taxas EURIBOR, depois de terem atingido valores muito elevados, iniciaram uma trajetória descendente que deverá continuar por mais algum tempo;</li>
<li>Queda dos spreads praticados pela banca, que está numa senda concorrencial muito benéfica para os clientes.</li>
</ul>
<p>Usando o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores-e-ferramentas/simulador-de-credito/">simulador de crédito da Reorganiza</a>, perceberá que uma redução de 1 ponto percentual num crédito de 100.000€ a 30 anos representa uma redução da sua prestação próxima de 50€ mensais. Posto de outra forma, esta mesma redução de taxa de juro permite-lhe comprar uma casa de 115.000€, mantendo a prestação inalterada. Logo, a queda de taxa de juro vai aliviar os orçamentos familiares de forma significativa nos próximos tempos e melhorar um pouco o acesso à compra de casa.<a id="cc3"></a></p>
<h2>Como escolher e financiar a casa ideal</h2>
<p>A escolha do melhor financiamento imobiliário é resultado de um conjunto de critérios. A dimensão do encargo financeiro assusta muitas pessoas, porque para a maioria é a maior aquisição das suas vidas. Assim, pode ser importante ter o apoio de um Consultor Reorganiza que lhe esclarece todas as suas dúvidas e o apoia ao longo de todo o processo. Dito isto, importa ter em atenção algumas dicas para comprar a sua casa:</p>
<ul>
<li><strong>Perceba quanto pode pagar</strong> – Antes de escolher uma casa deve perceber qual o espaço que tem no seu <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">orçamento familiar</a> para pagar uma prestação bancária. Ou seja, perceber “quanta casa pode comprar”. Para o fazer, deve olhar com atenção para o seu orçamento e, usando o simulador de crédito, identificar o valor máximo que pode pagar;</li>
<li><strong>Pense na evolução da sua vida</strong> – Comprar um T0 quando pensa em ter filhos pode não ser a melhor solução. Adquirir uma moradia de 6 quartos é capaz de não ser o mais adequado no início de vida. Assim, pense que a compra de casa é um compromisso de longo prazo e que deve estar enquadrado com os seus planos para o futuro;</li>
<li><strong>Disponha de poupanças</strong> – O acesso ao crédito habitação exige que tenha capitais próprios. Tirando casos pontuais, como o caso da Garantia Pública para compra de casa para jovens, terá de dispor de capitais próprios para dar de entrada e para pagar impostos. Assim, se tem 20.000€ poupados, com grande probabilidade só poderá comprar um imóvel até 170.000€ ou menos.</li>
</ul>
<p>Depois de identificadas as respostas a estes pontos, é altura de perguntar ao seu consultor Reorganiza qual o crédito mais adequado. Fizemos recentemente um comparativo do <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-credito-habitacao-taxa-mista-em-portugal/">melhor crédito habitação a taxa mista</a> e o <a href="https://reorganiza.pt/melhor-credito-habitacao-taxa-variavel/">melhor crédito habitação de taxa variável</a>, que pode ser um bom ponto de partida. No entanto, saiba que a nossa equipa consegue taxas mais baixas, dado o seu poder negocial junto dos principais bancos em Portugal.<a id="cc4"></a></p>
<h2>Comprar ou alugar?</h2>
<p>Caso não disponha de capitais próprios para a entrada ou para o pagamento de impostos (não aconselhamos o financiamento destes custos), ou caso valorize a flexibilidade de não ter uma responsabilidade tão pesada como um crédito habitação, a solução pode passar pelo arrendamento. Mas… o que será melhor?</p>
<p>A compra de casa envolver um conjunto de custos ou de desvantagens que deve conhecer, nomeadamente:</p>
<ul>
<li><strong>Carga fiscal</strong> – O simples ato de comprar casa acarreta o pagamento de impostos que pode representar entre 6% e 10% do valor de compra. Ou seja, numa compra de 200.000€, entre custos, IMT e outros, pode chegar a pagar perto de 10.000€-20.000€. A acrescer a estes impostos, temos ainda o IMI e outras taxas e taxinhas municipais;</li>
<li><strong>Burocracia</strong> – A compra e manutenção de um imóvel tem associada uma carga burocrática que pode ser expressiva;</li>
<li><strong>Custos de Manutenção</strong> – Já referido anteriormente, deter um imóvel envolve mantê-lo. Pinturas, canos rebentados, obras no prédio, infiltrações e outros imprevistos;</li>
<li><strong>Seguros</strong> – A compra de casa obriga a que tenha um seguro multirriscos que cubra as partes comuns do condomínio e, caso tenha comprado com recurso ao crédito habitação, o pagamento do seguro de vida crédito. Preferimos olhar para estas despesas como um investimento na sua segurança e tranquilidade financeira;</li>
<li><strong>Fraca mobilidade</strong> – Se tem uma casa e um crédito habitação, a sua mobilidade fica reduzida. Acaba ficando preso ao imóvel, caso lhe surja uma boa oportunidade de emprego noutra cidade/país ou a família cresça. Nestes casos, pode ter de vender o imóvel ou arrendá-lo. Podendo ser um bom investimento, tira flexibilidade.<a id="cc5"></a></li>
</ul>
<h2>Comprar casa ou esperar?</h2>
<p>Pode acontecer que não tenha pressa na compra da sua casa e que pode esperar algum tempo para mudar. Mas será que é prudente? Será a melhor solução? Para melhor respondermos, falaremos um pouco sobre o que influencia o preço das casas e como estes devem evoluir nos próximos tempos.</p>
<h3>O que influencia o preço das casas?</h3>
<p>O preço das casas é influenciado pela relação entre a oferta (disponibilidade de casas para habitação) e a procura (número de pessoas a querer comprar imóveis):</p>
<ul>
<li><strong>Oferta</strong> – A oferta de casas tem sido claramente insuficiente para a procura. Problemas de licenciamento, falta de terrenos, a subida dos custos de produção, nomeadamente a mão-de-obra e o custo com materiais e a elevada carga fiscal irão continuar a pressionar os preços no sentido de subida;</li>
<li><strong>Procura</strong> – O nosso país tem sido cada vez mais atrativo para estrangeiros, que nos procuram para viver permanentemente, para habitação secundária ou para férias, o que reduz o número de imóveis para as populações locais. Assim, as casas que surgem no mercado, especialmente no segmento mais acessível, acabam por sofrer subidas de preço.</li>
<li><strong>Falta de alternativas</strong> – O mercado de arrendamento tem sofrido também, dada a subida de custos, a carga fiscal e o elevado risco percebido (político e judicial). Assim, as rendas têm aumentado e não se perspetivam quedas, o que retira alternativas às famílias que são empurradas para a compra.</li>
</ul>
<p>Assim, parece-nos que se a sua dúvida para avançar para a compra for motivada pela expetativa de queda de preços, não duvide e compre. Os preços devem continuar a subir.<a id="cc6"></a></p>
<h2>Comprar casa ao banco?</h2>
<p>A compra de casa ao banco foi uma opção muito interessante no passado, na medida em que tinha um conjunto grande de vantagens. No entanto, a redução do incumprimento de contratos de crédito habitação faz com que existam menos casas na carteira do banco. Dito isto, em situações ditas normais, pode ser interessante comprar imóveis à banca, especialmente porque:</p>
<ol>
<li>Pode comprar casas mais baratas, uma vez que a preocupação do banco é vender rapidamente o imóvel. Assim, pode ter boas oportunidades em termos de preço;</li>
<li>O financiamento bancário pode chegar a 100%, o que faz com que tenha de pagar apenas os impostos e as custas da escritura;</li>
<li>Maior facilidade de aprovação do crédito, uma vez que o banco pode ser menos restritivo de modo a conseguir vender o imóvel mais rapidamente;</li>
<li>Isenção de comissões, nomeadamente a comissão de avaliação do imóvel, que já foi previamente avaliado pelo banco.</li>
</ol>
<p>Feliz ou infelizmente, como referimos, existem menos imóveis disponíveis para compra. Poderá, mesmo assim, pesquisar pelos imóveis da banca nos sites dos bancos, como por exemplo o site da <a href="https://www.caixaimobiliario.pt/">Caixa Imobiliário</a> e acompanhar as oportunidades que surjam, muitas vezes aproveitadas para <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/">investimento imobiliário</a>. Cuidado, vários imóveis são vendas de partes indivisas. Ou seja, estará a comprar apenas 50% do imóvel!!!<a id="cc7"></a></p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>Para tomar a melhor decisão no que toca a compra de casa ou ao arrendamento é preciso avaliar um conjunto grande de fatores, destacando-se a necessidade de perceber se tem condições para honrar este compromisso e a escolha da <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">melhor solução de crédito habitação</a>.</p>
<p>É crucial que se perceba que a compra de casa com recurso ao crédito é um compromisso para o longo prazo, o que implica que tenha estabilidade profissional, pessoal e financeira para garantir que paga todas as prestações. Assim, encorajamos uma análise cuidada e rigorosa. Caso tenha dúvidas, não hesite em contactar-nos para debater os melhores cenários para o seu caso concreto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guia Completo de Finanças Pessoais</title>
		<link>https://reorganiza.pt/financas-pessoais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer melhorar a gestão das suas finanças pessoais e não sabe por onde começar? Começou a ganhar dinheiro e quer garantir que otimiza a gestão do seu dinheiro? Neste artigo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer melhorar a gestão das suas finanças pessoais e não sabe por onde começar? Começou a ganhar dinheiro e quer garantir que otimiza a gestão do seu dinheiro? Neste artigo apresentamos um guia completo de gestão de finanças pessoais, para que o ajudemos a tirar melhor partido do seu dinheiro.</p>
<p><strong>Índice:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#fp1">O que são finanças pessoais e por que são tão importantes?</a>
<ul>
<li><a href="#fp2">Definição e impacto na vida financeira</a></li>
<li><a href="#fp3">Benefícios de uma boa gestão financeira para o presente e futuro</a></li>
<li><a href="#fp4">Como começar a organizar as suas finanças pessoais?</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#fp5">Estruturar um orçamento familiar eficaz</a>
<ul>
<li><a href="#fp6">A importância da poupança</a></li>
<li><a href="#fp7">Porque fazer fundo de emergência.</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#fp8">Regras de ouro para uma boa vida financeira</a>
<ul>
<li><a href="#fp9">Gaste menos do que ganha</a></li>
<li><a href="#fp10">Crie o hábito de falar sobre dinheiro em casa</a></li>
<li><a href="#fp11">Crie objetivos financeiros claros</a></li>
<li><a href="#fp12">Invista!</a></li>
</ul>
</li>
<li><a href="#fp13">Ferramentas e recursos para gerir finanças pessoais</a></li>
<li><a href="#fp14">Estratégias para uma vida financeira equilibrada</a></li>
<li><a href="#fp15">Como identificar problemas nas finanças pessoais</a></li>
<li><a href="#fp16">Pilares do sucesso financeiro</a></li>
<li><a href="#fp17">Conclusão</a><a id="fp1"></a></li>
</ul>
<h2>O que são finanças pessoais e por que são tão importantes?</h2>
<p>Muitas vezes olhamos para a gestão do dinheiro como algo complexo. Por vários motivos podemos achar que não temos competências de gestão de finanças pessoais. No entanto, bem ou mal, já vamos tendo experiência em gerir um orçamento familiar ou mesmo em poupar ou investir o dinheiro. Mas porque é que é importante aprofundar os seus conhecimentos? E em que campos?<a id="fp2"></a></p>
<h3>Definição e impacto na vida financeira</h3>
<p>A gestão de finanças pessoais envolve a tomada de decisões financeiras em 4 grandes pilares:</p>
<ol>
<li><strong>Consumo</strong> – As decisões financeiras que tomamos com mais frequência e que costumam gerar maior descontrolo. Desde que acordamos até nos deitarmos (e até quando sonhamos) somos confrontados com decisões de consumo. Aliás, o apelo do marketing é brutal, colocando em conflito a razão (que deve nortear as decisões) e a emoção (que manda, efetivamente).</li>
<li><strong>Poupança &amp; Investimento</strong> – Colocamos estes dois objetivos num único, embora sejam distintos. Falamos de decisões de preservação de património (poupança) e da sua rentabilização (investimento). Estas decisões são importantes, especialmente em cenários de elevada inflação que tira valor ao nosso salário.</li>
<li><strong>Crédito</strong> – As decisões de crédito costumam ter grandes impactos num país altamente endividado como o nosso. Falamos de opções diversas como a escolha do <a href="https://reorganiza.pt/melhor-credito-habitacao-taxa-variavel/">melhor crédito habitação</a>, a consolidação de créditos ou a utilização correta do cartão de crédito ou da conta ordenado.</li>
<li><strong>Fiscalidade</strong> – Um pilar menos referido mas que é muito importante, dada a omnipresença do Estado nas nossas finanças pessoais. É fundamental dominar a lei fiscal para garantir que pagamos os impostos devidos e nada mais.<a id="fp3"></a></li>
</ol>
<h3>Benefícios de uma boa gestão financeira para o presente e futuro</h3>
<p>Uma correta gestão de finanças pessoais é fundamental para o nosso sucesso. É certo que o dinheiro é um meio importante para atingirmos objetivos, mas não é o objetivo em si mesmo. Dito isto, é fundamental que se perceba que uma gestão incorreta do dinheiro está associada, entre outros:</p>
<ul>
<li>Divórcio;</li>
<li>Fraca Autoestima;</li>
<li>Ansiedade e depressão;</li>
</ul>
<p>Assim, melhorar a gestão do nosso dinheiro terá um impacto muito relevante na nossa saúde e felicidade. Pela positiva, ter sucesso financeiro abre-nos a porta ao atingimento de objetivos, segurança, educação, felicidade, entre muitos outros.<a id="fp4"></a></p>
<h2><strong>Como começar a organizar as suas finanças pessoais?</strong></h2>
<p>Como verá de seguida, começar a gerir eficazmente o seu dinheiro não é complexo. Não significa que seja fácil, pois envolve mudanças de hábitos e de postura face ao consumo, ao presente e ao futuro. No entanto, com uma estratégia correta, atingirá os seus objetivos.<a id="fp5"></a></p>
<h2>Estruturar um orçamento familiar eficaz</h2>
<p>O orçamento familiar é uma das mais importantes ferramentas de gestão de finanças pessoais. Dada a sua importância, sugerimos que leia o <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">Guia do Orçamento Familiar</a> que escrevemos para si. Neste guia verá para que serve o orçamento e porque é que tem de saber para onde vai o seu dinheiro. E não se preocupe, não defendemos que ande de papel e caneta a apontar todas as despesas, porque sabemos que isso não resulta!<a id="fp6"></a></p>
<h3>A importância da poupança</h3>
<p>Um dos pontos centrais de qualquer orçamento familiar é o papel da poupança. Não somos adeptos da poupança sem sentido, mas antes da criação de uma postura de poupança e de corte de custos. Para pouparmos teremos de <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">cortar custos e de mudar alguns hábitos</a>. Mas defendemos que o consumo e a poupança refletem atitudes perante a vida. Sendo certo que uma parte importante do consumo se destina a bens essenciais, também é certo que encontramos sempre espaço para gastar em bens supérfluos e despesas que são demasiado elevadas para as possibilidades do nosso orçamento. E nestas, podemos cortar.</p>
<p>Não defendemos que devemos viver demasiadamente preocupados com o dinheiro, mas isso não significa que não nos preocupemos em melhor gerir as finanças pessoais. Neste contexto, a poupança assume-se como uma postura que nos ajudará a atingir os nossos objetivos de futuro, que sugerimos que identifique com critério e rigor.<a id="fp7"></a></p>
<h3>Porque fazer fundo de emergência.</h3>
<p>Sabia que muitos dos casos de problemas financeiros que nos vêm pedir apoio são motivados pela ausência de pequenas poupanças? Quando temos a necessidade de despesas urgentes, como o arranjo do carro, uma baixa ou um tratamento bancário mais dispendioso, vamos ter de encontrar dinheiro. Por norma, usamos as facilidades de crédito mais fáceis, como o cartão de crédito ou o descoberto da conta ordenado. Tendo um orçamento familiar apertado, no mês seguinte entramos logo em défice e o problema avoluma-se.</p>
<p>O fundo de emergência serve para despesas urgentes e inesperadas. Dependendo da sua realidade profissional e familiar, este poderá ter um valor mais ou menos elevado, não sendo possível generalizar. Se não tem qualquer poupança para emergências, sugerimos que comece com 1.000€. Para muitas famílias pode ser pouco e para outras pode ser uma fortuna. Em todos os casos, é um valor que permite acautelar a maioria das emergências.</p>
<p>E já agora, uma emergência é algo que não podemos prever. O seguro automóvel ou o pagamento da quota do condomínio não são emergências.<a id="fp8"></a></p>
<h2>Regras de ouro para uma boa vida financeira</h2>
<p>Não somos muito adeptos de dicas de poupança ou de resumir a boa gestão de finanças pessoais em poucas regras. No entanto, existem algumas ideias que sendo aplicadas poderão fazer toda a diferença no seu sucesso financeiro.<a id="fp9"></a></p>
<h3>Gaste menos do que ganha</h3>
<p>É obvio que para pouparmos dinheiro temos de gastar menos do que ganhamos. Sendo óbvio, muitas vezes esquecemo-nos. Porquê? Gastar menos do que ganhamos vai permitir acumular poupanças e criar um sentimento de segurança financeira que não tem preço. O mais importante é que podemos consegui-lo simplesmente cortando algumas pequenas despesas durante o mês. Como sugestão, olhe para os seus hábitos diários e veja se é possível reduzir alguma das despesas mais recorrentes, como os pequenos-almoços, almoços fora ou mudar para um restaurante mais barato.<a id="fp10"></a></p>
<h3>Crie o hábito de falar sobre dinheiro em casa</h3>
<p>Para ter sucesso nas finanças pessoais é necessário que ganhe o hábito de falar sobre dinheiro em casa. Com moderação, mas com a frequência necessária para permitir um  controlo rigoroso do dinheiro em família. Sugerimos que crie o hábito de reunir com o seu cônjuge uma vez por mês para discutir o orçamento familiar. Nestas reuniões terão oportunidade de falar sobre os objetivos e sonhos da família. Sobre as despesas comuns e individuais. Sobre objetivos e esforços de poupança. Por outro lado, crie também <a href="https://reorganiza.pt/ajudar-ensinar-filhos-a-gerir-dinheiro/">hábitos de diálogo com os seus filhos</a> de modo a transmitir-lhe a importância do dinheiro e da tomada de opções. Acredite que desde os três ou quatro anos de idade as crianças já têm a capacidade para perceber alguns termos e conteúdos… experimente dar-lhes um mealheiro e verá a diferença!<a id="fp11"></a></p>
<h3>Crie objetivos financeiros claros</h3>
<p>Se não sabemos o destino, todos os caminhos são certos. Verdade ou mentira? Para nos sacrificarmos na mudança de hábitos temos de ter um propósito claro. Temos de saber os motivos do sacrifício. E estes podem ser muito distintos entre famílias. Por isso, sugerimos 3 cabazes:</p>
<ul>
<li>Poupança para emergências, como referido anteriormente;</li>
<li>Poupança para o longo prazo, como seja o caso da <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">poupança reforma</a>, para o estudo dos filhos ou outro grande objetivo que tenha;</li>
<li>Poupança para prazeres na família, como seja uma viagem em família ou algo do género, porque o dinheiro deve ser gasto também para o seu conforto.<a id="fp12"></a></li>
</ul>
<h3>Invista!</h3>
<p>Existe uma aversão ao risco e ao investimento. não é um fenómeno apenas em Portugal, porque a aversão a perder dinheiro é generalizada. Temos de colocar nas nossas cabeças a ideia de que para aumentar a qualidade de vida temos de investir. Temos de assumir riscos, para ter ganhos mais elevados do que os depósitos a prazo ou <a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/">certificados de aforro</a>.<a id="fp13"></a></p>
<h2><strong> Ferramentas e recursos para gerir finanças pessoais</strong></h2>
<p>Existem várias aplicações que permitem perceber para onde vai o nosso dinheiro, ajudando no esforço de gestão prudente do orçamento familiar. Mais do que curiosidade, estas aplicações permitem-nos criar pretextos para refletir, levando-nos a colocar crenças e hábitos em causa.</p>
<h2>As melhores apps de finanças pessoais</h2>
<p><strong>Toshl</strong></p>
<p>A <a href="https://toshl.com/">Toshl Finance</a> é uma das aplicações de finanças pessoais mais escolhidas, entre utilizadores e especialistas. Tem uma versão livre e outra paga. Dela constam tutoriais de linguagem simples, importantes para quem tem menores conhecimentos nesta área. A app está adaptada às diferentes moedas do mercado, digitais incluídas, possibilitando o registo de despesas e receitas, importação e exportação de dados e criar orçamentos. Tem também gráficos organizados que dão uma visão geral do fluxo mensal do dinheiro ou informam quanto sobra para gastar, até ao limite do orçamento definido.</p>
<p><strong>Monefy</strong></p>
<p>O <a href="http://www.monefy.me/">Monefy</a> é considerada uma das opções mais simples entre este tipo de aplicações. Ao contrário de outros produtos de género, para utilizar basta o utilizador adicionar as despesas do mês e as transações feitas no quotidiano, tendo etiquetas pré-definidas. A app dá as informações de forma clara, apostando na componente gráfica, emitindo relatórios por meio de gráficos acessíveis e com periodicidade definida pelo utilizador.</p>
<p><strong>Money Lover</strong></p>
<p>A <a href="https://moneylover.me/">Money Lover</a> separa o orçamento mensal em categorias para facilitar a segmentação do dinheiro, sendo que o utilizador pode criar novas categorias baseadas nas suas necessidades. Apresenta resultados por via infográfica, tem ‘modo viagem’ para controlo de gastos noutras moedas. Pode gravar e agendar transações, controlar os seus créditos pessoais (já agora, conheça um crédito pessoal descomplicado e com uma taxa muito competitiva), planear um orçamento e pensar nas despesas que consegue cortar. Pode ativar os avisos de limite de orçamento e criar uma espécie de mealheiro com objetivos de poupança reais. Tem ainda um extra para partilha da carteira com a família.<a id="fp14"></a></p>
<h2><strong>Estratégias para uma vida financeira equilibrada</strong></h2>
<p>O nosso Administrador João Raposo diz-nos que o sucesso nas finanças pessoais passa por ter um orçamento desequilibrado. É verdade. Se pensarmos numa balança, é bom termos um peso mais no lado do rendimento do que na despesa. Sendo o esforço criarmos este desequilíbrio, devemos primeiro procurar equilibrar as despesas com o rendimento, de modo a criar oportunidades para iniciarmos um plano de poupança. Antes disso, é importante perceber como identificar problemas nas nossas finanças pessoais<a id="fp15"></a></p>
<h2>Como identificar problemas nas finanças pessoais</h2>
<p>Existem alguns sintomas de problemas financeiros a que devemos estar atentos, sendo de destacar:</p>
<ul>
<li>Incapacidade ou dificuldade em pagar a tempo as despesas essenciais, como sejam os contratos da água, da luz ou das telecomunicações;</li>
<li>Recurso frequente ao pagamento através de cartões de crédito;</li>
<li>Utilização do descoberto da conta ordenado, deixando saldo em aberto para o mês seguinte;</li>
<li>Atrasos, pontuais ou menos pontuais, nos pagamentos dos créditos.</li>
</ul>
<p>É certo que podemos ter algumas situações de atraso ou lapsos, mas se estes se revelam mais frequentes podem ser sinal de que as coisas poderão estar prestes a estoirar. Muito cuidado. Apresse-se a pedir ajuda.<a id="fp16"></a></p>
<h2>Pilares do sucesso financeiro</h2>
<p>Que tal pensar em 4 pilares importantes para o sucesso financeiro?</p>
<ol>
<li>Controlar o dinheiro, através da utilização de um orçamento familiar rigoroso, controlo que nos permitirá reduzir despesas para começar a poupar ou investir;</li>
<li>Gerir adequadamente os créditos, procurando rever regularmente, seja pela <a href="https://reorganiza.pt/credito-habitacao/">transferência do crédito habitação</a>, a consolidação de créditos ou a renegociação de condições contratuais.</li>
<li>Criar uma poupança automática mensal, considerando-a como uma despesa essencial;</li>
<li>Investir com prudência, numa lógica de diversificação de riscos.</li>
</ol>
<p>Para termos sucesso em qualquer um destes pilares será necessário dominar as emoções. Domínio para deixar de comprar aquele produto que achávamos fundamental mas que de pouco serve. Domínio para respeitar a poupança mensal e domínio para assumir riscos, pensando no longo prazo.<a id="fp17"></a></p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Controlar as finanças pessoais é essencial para atingirmos os nossos objetivos e garantir a segurança financeira da nossa família. O desafio é começar já hoje. Depois de refletir sobre o que precisa de fazer é colocar mãos à obra. Se precisa de <a href="https://reorganiza.pt/mentoria-financeira-como-melhorar-as-suas-financas/">ajuda para traçar o seu caminho um dos nossos mentores financeiros</a> pode ajudar. Em qualquer dos casos, pense sempre que o caminho será muito gratificante e que a recompensa vale a pena o sacrifício.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Património mobiliário pode reduzir subsídios e benefícios sociais</title>
		<link>https://reorganiza.pt/patrimonio-mobiliario-pode-reduzir-subsidios-e-beneficios-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Landeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 16:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios sociais]]></category>
		<category><![CDATA[património mobiliário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10179</guid>

					<description><![CDATA[O valor do património mobiliário pode levar a que não tenha direito a alguns benefícios e subsídios sociais. Neste artigo explicamos o que pode estar em causa. O que é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O valor do património mobiliário pode levar a que não tenha direito a alguns benefícios e subsídios sociais. Neste artigo explicamos o que pode estar em causa.</p>
<h2><strong>O que é o seu património mobiliário?</strong></h2>
<p>O seu património mobiliário, é nos termos definidos do <a href="https://www.seg-social.pt/documents/10152/14913/8000_condicao_recursos/d0211ab2-4f86-4440-8dc2-6e6530510e7c" target="_blank" rel="noopener">Guia Prático da Condições de Recurso da Segurança Social</a>, a soma dos seus:</p>
<ul>
<li>depósitos bancários à ordem;</li>
<li>depósitos bancários a prazo;</li>
<li>ações;</li>
<li>obrigações;</li>
<li>certificados de aforro;</li>
<li>certificados do tesouro:</li>
<li>títulos de participação e unidades de participação em fundos de investimento;</li>
<li>outros valores mobiliários</li>
</ul>
<h2><strong>Qual a importância do património mobiliário para ter acesso a benefícios sociais?</strong></h2>
<p>O seu valor determina o acesso, ou não, a Prestações Familiares, ao Subsídio Social de Desemprego e aos Subsídios Sociais de Parentalidade, bem como a outros subsídios e apoios do Estado.</p>
<p>De facto, existem definidos valores máximos para o valor do seu património ou o do seu agregado familiar, para ter direito a estas prestações sociais.</p>
<h2><strong>Que valores máximos se aplicam:</strong></h2>
<h3><strong>1- às prestações sociais?</strong></h3>
<p>Caso o valor global do património mobiliário do seu agregado familiar seja superior a 240 vezes o IAS (Indexante de Apoios Sociais), não tem direito a nenhuma das Prestações Familiares sociais, bem como ao Subsídio Social de Desemprego e ao Subsídio Social de Parentalidade.</p>
<p>Ou seja, em 2024 como o IAS é de 509,26€, o património do seu agregado familiar não pode ser superior a 122.222,40€, para ter direito a estas prestações sociais.</p>
<h3><strong>2- ao rendimento social de inserção?</strong></h3>
<p>Para ter direito ao RSI o seu património mobiliário pessoal não pode exceder 60 vezes o IAS, ou seja 30.555,60€.</p>
<h3><strong>3- Programa de Apoio á Habitação </strong></h3>
<p>Também aqui para ter direito a este apoio, o património mobiliário não pode exceder 60 vezes o IAS, ou seja 30.555,60€. Mas neste caso não é o património individual, mas sim o do agregado familiar.</p>
<h3><strong>4- Bolsa de Estudos </strong></h3>
<p>Para ter direito a uma <a href="https://reorganiza.pt/bolsas-de-estudo-sabe-como-funcionam/">bolsa de estudos</a>, o valor global do património mobiliário do seu agregado familiar não pode ser superior a 240 vezes o IAS, ou seja 122.222,40€ a 31 de dezembro no ano anterior.</p>
<h2><strong>Como sabe o Estado qual o meu património mobiliário?</strong></h2>
<p>Na maioria dos casos sabe-o por si. Ou seja, tem de preencher os valores no formulário de pedido dos respetivos benefícios ou prestações socais. Ou seja, confiam que está a dizer a verdade. No caso de virem a comprovar que prestou declarações falsas, não só tem de restituir os valores que já lhe concederam, como terá uma coima.</p>
<p>Em algumas prestações, no entanto, a Segurança Social pede uma autorização de acesso aos seus dados bancários ou a apresentação de documentos como extratos bancários. Neste caso, se não os fornecer não tem direito aos referidos benefícios.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Quais os principais desafios para quem quer investir?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/quais-os-principais-desafios-para-quem-quer-investir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Sousa e Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 10:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia de Investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza.pt/?p=10056</guid>

					<description><![CDATA[Antes de tomar decisão sobre qualquer investimento, deve avaliar o mercado e depois aplicar as suas poupanças tendo em conta o seu perfil de investidor. Na realidade, são várias as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tomar decisão sobre qualquer investimento, <strong>deve avaliar o mercado e depois aplicar as suas poupanças tendo em conta o seu perfil de investidor</strong>. Na realidade, são várias as dificuldades e dúvidas que passam pela cabeça de uma pessoa que quer investir, principalmente quando se é iniciante, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Será que deveria <strong>escolher este ativo</strong>?</li>
<li>Não haverá uma melhor solução?</li>
<li>Será que no futuro consigo os <strong>ganhos desejados</strong>?</li>
<li>Esta é a <strong>melhor decisão</strong> para as minhas finanças?</li>
<li>Existe algum <strong>risco associado</strong> a este investimento?</li>
<li>Qual é o <strong>valor</strong> que posso investir mensalmente para criar a minha reserva de emergência?</li>
</ul>
<p>Neste artigo damos resposta a estas e outras questões ao explicarmos os <strong>principais desafios com que nos deparamos quando decidimos investir</strong>.<a name="#A"></a></p>
<h2>8 desafios para quem vai investir pela primeira vez</h2>
<p>Quando se torna um investidor, os primeiros tempos não são fáceis! É preciso saber como superar algumas inseguranças para efetuar a escolha certa. Em seguida, deixamos algumas <strong>dicas para que seja mais fácil a sua primeira experiência enquanto investidor</strong>.</p>
<h3>Qual o seu perfil de investidor e os seus objetivos?</h3>
<p>Para realizar um investimento o mais assertivo possível, deve adaptar o mesmo ao seu <strong>perfil de investidor</strong>. Por exemplo, se é avesso ao risco e tem um perfil mais conservador, não faz sentido investir em ações onde o risco de perder dinheiro está presente (apesar de poder ter um rendimento mais elevado, dependendo de um conjunto de fatores). Neste caso, deve apostar por exemplo na criação de um depósito a prazo onde o seu capital fica garantido (mas os ganhos potenciais serão mais baixos).</p>
<h3>Onde devo me informar?</h3>
<p>Certamente já viu anúncios na internet, seja no youtube ou instragam (só para citar alguns exemplos) com supostos “especialistas” a vender a ideia de ganhos fáceis em alguns investimentos. Por exemplo: “Invista neste ativo e ganhe 500% de lucro&#8221;, ou outras coisas do género que são publicitadas como se fossem uma verdade absoluta. Na verdade, não é bem assim!</p>
<p>Em outras palavras, alguns especialistas vendem fórmulas que podem funcionar em alguns casos muito específicos. Nesse sentido não deve generalizar, mas sim avaliar bem cada solução que lhe é apresentada. Para diminuir o risco, <strong>deve consultar e ouvir sempre mais do que uma análise ou especialista</strong>.</p>
<p>Com a exceção dos especialistas financeiros, que provavelmente farão uma análise mais aprofundada sobre cada caso, aceitar um conselho de qualquer pessoa sem realizar uma avaliação pode ser o primeiro passo para a <strong>perda de dinheiro.</strong></p>
<p>Por exemplo, pode receber uma dica de um amigo que fará todo o sentido se quiser investir em ações, mas já não se aplicará se quiser fazer um PPR. Tudo depende do tipo de investimento que pretende realizar e do risco que pretende correr.</p>
<p>Assim, não obstante todas as opiniões serem bem-vindas, pode e deve ler sobre o assunto e, se necessário, recorrer a profissionais especializados (por exemplo, uma corretora).</p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/como-investir-em-acoes/">Como investir em ações?</a></p>
<h3>Não se deixe levar pelas emoções</h3>
<p>Um dos principais desafios é saber <strong>controlar as emoções</strong>! Tomar decisões precipitadas levar à perda de elevadas quantidades de dinheiro. Informe-se primeiro, estude as diversas opções que tem no mercado e que se adequam às suas necessidades e só depois aplique as suas poupanças.</p>
<p>Se juntou um bom dinheiro ao longo dos anos e agora pretende investir, o primeiro passo é <strong>diversificar os investimentos</strong>. Em outras palavras, como diz o velho ditado popular, “não coloque todos os ovos em uma cesta só&#8221;.</p>
<p>Investir todos os seus recursos em apenas uma aplicação é um outro <strong>erro bastante comum</strong> feito por investidores iniciantes empolgados com o objetivo de ganhar dinheiro rápido.</p>
<h3>Cuidado com o excesso de confiança</h3>
<p>Outro desafio que um investidor se depara frequentemente é o <strong>excesso de confiança</strong>. Até certo ponto, ser confiante é positivo, mas se exagerar pode trazer resultados negativos.</p>
<p>À medida que adquire conhecimentos e experiências no mercado financeiro, a sua confiança cresce e esta se não for bem usada pode trazer dissabores no futuro para si. Sendo iniciante, este problema não se colocará provavelmente. Ainda assim, requer que <strong>procure o máximo de informação antes de tomar qualquer decisão que mais tarde se possa arrepender.</strong></p>
<p>De qualquer modo, não deixe de investir, pois se tiver o dinheiro parado não só deixa de ganhar como se arrisca ainda a perder poder de compra tendo em conta a inflação.</p>
<h3>Não faça investimentos por impulso</h3>
<p>Salvo alguns ativos em renda fixa e com a rentabilidade prefixada, <strong>é bastante difícil saber o retorno de uma aplicação financeira</strong>. Nos ativos de renda variável, essa certeza não existe. Quer isto dizer que, investir naquelas ações que estão com um valor baixo e com elevada procura ou num fundo mais arriscado, não significa que terá retorno financeiro.</p>
<p>Qualquer investimento que pense fazer deve ser ponderado,<strong> principalmente quanto maior for o risco associado a esse ativo</strong></p>
<p>Num investimento em que o retorno não é certo e é variável, deve ter presente que pode perder dinheiro hoje, mas ganhar mais amanhã. Ou seja, deve pensar que a longo prazo! <strong>As volatilidades dos ativos representam também oportunidades de crescimento do seu patrimônio.</strong></p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/quais-os-produtos-financeiros-onde-pode-investir-para-ganhar-dinheiro/">Quais os produtos financeiros onde pode investir para ganhar dinheiro?</a></p>
<h3>Não desanime à 1ª contrariedade</h3>
<p>Se não deve investir com excesso de confiança, também é verdade que <strong>não pode desanimar logo se algo lhe correr mal</strong>. Quando decide investir tem de ser paciente e pensar a longo prazo.</p>
<p>Por exemplo, se investiu em ações, saiba que é perfeitamente normal estas sofrerem uma desvalorização de um momento para o outro. O segredo é não desistir e esperar pela hora certa (os resultados irão aparecer!). <strong>Procure sempre ter uma reserva de emergência, saber onde está a investir e uma carteira de investimento diversificada. </strong>Por exemplo: faça investimentos para resultados a curto, médio e longo prazos. Dessa forma, não concentra o risco todo no mesmo horizonte temporal.</p>
<h3>Avalie todos os riscos</h3>
<p>Outro desafio que se coloca a um investidor é saber <strong>avaliar os riscos</strong>. Bem sabemos que, o risco depende de muitas variáveis e faz parte do dia a dia em qualquer atividade pelo que o mercado financeiro não foge à regra.</p>
<p>Por exemplo, se comprar um imóvel, deve verificar se a área é valorizada de modo que mais tarde possa ganhar dinheiro com a casa. Se em curto espaço de tempo, o imóvel desvalorizou significa que a zona não era assim tão valiosa quanto imaginou. Ou seja, <strong>fez uma pesquisa de mercado pouco rigorosa</strong>. Isto porque, uma desvalorização de um bairro em pouco espaço de tempo é algo improvável.</p>
<p>Este raciocínio aplica-se a qualquer outro investimento. Por exemplo, imagine que contratou um depósito a prazo a uma taxa fixa de remuneração de 1,5% e tem atualmente certificados de aforro igualmente com garantia e capital e que lhe dão 2,5% de taxa de juro. Significa isto que, fez uma má escolha.</p>
<p>Em suma, <strong>deve avaliar o mercado e as opções que tem disponíveis antes de investir bem como qualquer outro fator que possa afetar o retorno do seu investimento</strong>.</p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/">Investimento imobiliário – Como investir em imóveis?</a></p>
<h3>Defina objetivos</h3>
<p>Outro problema que se coloca a um investidor é o <strong>definir metas claras e objetivas</strong> para os seus investimentos. Antes de investir, tem de saber primeiro o que pretende e onde quer chegar. Note que, os objetivos de vida e financeiros não são iguais para todas as pessoas. O que serve para um vizinho seu pode não dar para si e vice-versa.</p>
<p>Ou seja, as soluções que cada pessoa encontra para investir, mesmo que sejam rentáveis e positivas, <strong>podem não se encaixar com seu perfil de investidor</strong>. Se souber exatamente o que pretende e procurar no mercado a solução que vai ao encontro do que precisa, evitará perdas de dinheiro, de tempo e saúde mental.</p>
<p>Lembre-se que, não adianta pedir ajuda a um profissional especializado em investimentos se nem você sabe o que quer.</p>
<h2>O que já deve saber?</h2>
<p>Por esta altura já está a par de algumas dificuldades e desafios que terá de enfrentar como investidor iniciante. Para além de ter os cuidados já mencionados, estude e procure informação.</p>
<p>Em suma, para sua própria segurança, <strong>deve ter sempre em conta</strong>;</p>
<ul>
<li>Valor inicial do investimento e eventuais reforços periódicos ou pontuais;</li>
<li>Retorno financeiro a curto, médio e longo prazo;</li>
<li>Objetivos que pretende alcançar;</li>
<li>Necessidades que tem;</li>
<li>O seu perfil de investidor (mais ou menos avesso ao risco);</li>
<li>Entre outros;</li>
</ul>
<p>Já diz o velho ditado popular: “Para bom entendedor meia palavra basta!”. Assim, <strong>não se deixe enganar por fórmulas mágicas de ganhar dinheiro (principal se for fácil demais) ou até mesmo impossíveis de atingir, mesmo sendo um investidor iniciante.</strong></p>
<p>Recorra a profissionais especializados, uma corretora por exemplo. Lembre-se que <a href="https://reorganiza.pt/?utm_source=google&amp;utm_medium=bydads&amp;utm_campaign=marca&amp;ad_source=GOOG&amp;gclid=Cj0KCQjwsJO4BhDoARIsADDv4vDqMIbTksxabPvYZNyc5U0ikNt5LMxChWXU4ay2G7_r9IKASIwuV7waAmX-EALw_wcB">a Reorganiza tem especialistas financeiros que lhe podem ajudar e aconselhar a tomar decisões que vão ao encontro das suas necessidades</a>.</p>
<p>Leia ainda: <a href="https://reorganiza.pt/melhor-corretora-para-investir-o-que-deve-saber/">Melhor corretora para investir: o que deve saber?</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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