Empréstimo Pessoal – Como conseguir o empréstimo mais barato?

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empréstimo pessoal

Está à procura de um empréstimo pessoal e não sabe como começar a sua pesquisa? Tem diferentes alternativas de empréstimos e precisa de saber como comparar? Neste artigo vamos dar-lhe algumas dicas para conseguir o empréstimo pessoal mais barato.

O que precisa de saber?

Para pedir um empréstimo pessoal precisa de recolher um conjunto de informações essenciais:

  1. Qual a finalidade do empréstimo – Diferentes finalidades têm diferentes taxas de juro associadas. Por exemplo, se quiser um empréstimo automóvel irá pagar menos do que se pedir um empréstimo pessoal sem qualquer finalidade.
  2. Qual o valor que precisa – Para pedir um empréstimo temos de saber quanto precisamos. Neste contexto, convém distinguir aquilo que precisa e aquilo que gostaria, pois são dois conceitos muito distintos e que têm impacto no valor a pagar.
  3. Qual o valor máximo de prestação que pode pagar – Este valor cruza com o valor que precisa. Tipicamente olhamos mais para a prestação e não para o valor que pagamos. Mas neste caso, temos de saber qual o valor que o nosso orçamento familiar comporta para evitar cair em situação de incumprimento.

Dicas para ter um empréstimo pessoal mais barato

Existem algumas estratégias que podem ser seguidas para conseguir que o seu banco lhe cobre um valor mais baixo pelo dinheiro que lhe empresta. Veja algumas:

  1. Ofereça garantias – Podemos falar de garantias de rendimento ou de garantias em caso de incumprimento. Os bancos valorizam rendimentos estáveis, contratos de trabalho de efetividade e património financeiro. Por exemplo, é mais fácil ter um empréstimo pessoal aprovado se tiver uma habitação própria permanente do que se viver numa casa arrendada.
  2. Pesquise diferentes alternativas – Existem diversos comparadores de empréstimos e outros serviços de consultoria financeira que não lhe cobram qualquer valor e que tornam mais fácil que consiga uma taxa mais baixa.
  3. Olhe para todos os custos – O custo dos empréstimos não se resume ao spread ou à taxa de juro. Existem diversos custos que variam de instituição para instituição. Falamos de custos com seguros, custos com comissões de avaliação ou comissões de processamento de prestações. Todos estes custos (ou pelo menos a sua maioria) são englobados na TAEG que é a taxa que tem de usar para comparar propostas.

Empréstimo pessoal só na banca?

Muitas pessoas pensam que o custo de um empréstimo pessoal na banca tradicional é menor do que o custo nas instituições financeiras de crédito. E pensam isto porque analisam apenas a taxa de juro. No entanto, se considerarmos todos os custos envolvidos e se compararmos diferentes TAEG vamos perceber que o custo final para o cliente é muito semelhante entre instituições.

Não pague comissões de análise de empréstimos

Uma última dica que deve considerar sempre que procura um empréstimo pessoal é que nunca deve pagar comissões de análise a consultores financeiros. O Banco de Portugal começou a regular esta atividade e a generalidade dos consultores está proibida por lei de cobrar qualquer valor aos seus clientes.

Quais os próximos passos?

Para conseguir ter o empréstimo pessoal mais barato para o seu caso concreto poderá preencher o nosso simulador. Um consultor irá entrar em contacto consigo para fazer um diagnóstico, fazer o enquadramento e com isso apoiar a ter o seu empréstimo formalizado às melhores condições possíveis.

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João Morais Barbosa
Iniciou a sua carreira no setor financeiro onde desempenhou funções de analista de ações e gestor de fundos de investimento. Especialização em mercados e ativos financeiros no ISCTE e uma pós-graduação em Análise Financeira no ISEG, curso que lhe conferiu o Certificado Europeu de Analista Financeiro. Fundou a Escola de Finanças Pessoais – sendo co-autor de seis livros nesta temática (Manual das Finanças Pessoais, Manual da Poupança, Como Acabar com as Dívidas Pessoais e Familiares, O meu primeiro livro de Finanças Pessoais e Como ensinar o meu filho a poupar, Viva uma Reforma Feliz). Através da Escola de Finanças Pessoais já formou mais de 5.000 colaboradores de empresas nacionais e internacionais. Tendo sido Diretor-Comercial na DignusCapital, decide criar o seu projeto próprio na área da renegociação e intermediação de crédito, fundando a Reorganiza, empresa onde trabalha atualmente.

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