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	<title>Arquivo de FIRE - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de FIRE - Reorganiza</title>
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		<title>Como ter um rendimento passivo?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-ter-um-rendimento-passivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos Passivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Temos escrito sobre o FIRE e sobre rendimentos passivos porque cada vez mais pessoas procuram a independência financeira. Neste artigo vamos às origens, falamos-lhe de rendimentos passivos, rendimentos ativos e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos escrito sobre o FIRE e sobre rendimentos passivos porque cada vez mais pessoas procuram a independência financeira. Neste artigo vamos às origens, falamos-lhe de rendimentos passivos, rendimentos ativos e das principais formas de obter os primeiros.</p>
<h2>Rendimento passivo vs. Rendimento ativo</h2>
<p>A diferença entre o rendimento passivo e o rendimento ativo é muito simples. Um rendimento ativo é aquele que necessita do nosso tempo para ser gerado, ao passo que o rendimento passivo é obtido sem esforço e dedicação de tempo da nossa parte. Na prática, o conceito de <a href="https://reorganiza.pt/liberdade-financeira-e-possivel-ou-e-um-mito/">independência financeira</a> está assente na premissa de que os rendimentos passivos são suficientes para pagar os nossos custos mensais. Ou seja, implica que poderemos deixar de trabalhar que conseguiremos manter o nosso estilo de vida, porque temos o dinheiro a trabalhar para nós.</p>
<h2>Como obter rendimentos passivos?</h2>
<p>Os rendimentos passivos estão muitas vezes associados aos rendimentos gerados por ativos financeiros ou ativos imobiliários. O denominador comum de ambos é que precisamos de um elevado investimento inicial para colocar o efeito bola de neve em funcionamento. Ou seja, para obtermos rendimentos passivos necessitamos primeiro de rendimentos do trabalho que poupamos para gerar rendimentos subsequentemente (podemos ter heranças e outros &#8220;bónus&#8221;, mas tal é a exceção e não a norma). Adicionalmente, necessitamos de investir esse dinheiro, com risco, para podermos ter maiores níveis de rendimento e entrar no efeito dos juros compostos. Assim, consideremos 3 etapas:</p>
<ol>
<li><strong>Ganhar dinheiro</strong> – A primeira etapa do processo consiste em ganhar dinheiro e aumentar, se possível, a entrada de dinheiro, seja trabalhando mais ou trabalhando melhor;</li>
<li><strong>Poupar dinheiro</strong> – Não basta ganhar mais dinheiro. Temos de <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/" target="_blank" rel="noopener">poupar esse dinheiro</a>. Aqui poderemos ter também o efeito do corte de custos. O importante é aumentar o dinheiro que ganhamos e não gastamos.</li>
<li><strong>Investir</strong> – O dinheiro não gasto tem de ser destinado a <a href="https://reorganiza.pt/como-investir-iniciantes/">investimento</a> que venha a gerar um retorno no futuro. De pouco vale poupar se depois não obtemos um retorno pois a inflação dilui o nosso poder de compra.</li>
</ol>
<h2>Exemplos de rendimentos passivos</h2>
<p>Existem diferentes formas de obter rendimentos que não exijam (muito) tempo para ser mantidos. Deixamos de seguida alguns exemplos.</p>
<h2>Investimento imobiliário</h2>
<p>O investimento imobiliário para arrendamento é o exemplo claro do investimento que pode potenciar rendimentos passivos. Os puristas irão dizer que este não é bem um investimento passivo, na medida em que implica a gestão do arrendamento e do inquilino. No entanto, diz-nos a experiência que uma boa escolha de inquilinos irá reduzir significativamente o tempo despendido.</p>
<p><a href="https://reorganiza.pt/5-passos-para-ganhar-dinheiro-no-investimento-imobiliario/" target="_blank" rel="noopener">Comprar imóveis para arrendar</a> é uma tarefa extraordinário e tem-nos dado um enorme prazer ver que podemos oferecer uma casa com boas condições a uma família a um preço razoável. Desengane-se quem pensa que precisamos de muito dinheiro para comprar um imóvel. Aliás, no nosso livro <a href="https://reorganiza.pt/livros/guia-do-investimento-imobiliario/">Guia do Investimento Imobiliário</a> mostramos alguns exemplos de investimentos que fizemos, tendo 2 deles exigido menos de 10.000€ de capitais próprios.</p>
<p>Para ter uma ideia do potencial deste investimento, pense na compra de um imóvel de 100.000€ que é financiado em 20% por capitais próprios e 80% com recurso ao <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a>. Para efeitos de simplificação ignoremos os custos e os impostos. Imaginemos que arrendamos este imóvel por 5.000€ por ano, já depois de custos e pagamento do juro do crédito. Logo, o retorno que temos dos capitais investidos por nós é de 25% ao ano (5.000 / 20.000). No livro que referimos temos exemplos de imóveis que nos custaram perto de 30.000€ em Lisboa (sim, conseguimos).</p>
<h2>Investimento Financeiro</h2>
<p>Um segundo ativo que tende a gerar rendimentos periódicos são os investimentos em ativos financeiros. Compramos ações, obrigações ou fundos de investimento que têm dois tipos de rendimentos:</p>
<ol>
<li><strong>Dividendos e cupões</strong>, rendimentos periódicos que poderemos depois reinvestir;</li>
<li><strong>Valorização dos ativos</strong>, embora possamos ter também desvalorizações.</li>
</ol>
<p>O investimento em ativos financeiros envolve algum conhecimento acrescido, na medida em que necessitamos de definir uma estratégia e depois sermos criteriosos e rigorosos em seguir esta mesma estratégia. Neste contexto, sugerimos que opte por aplicações de investimento coletivo, como os fundos de investimento, os <a href="https://reorganiza.pt/ppr-como-escolher-ppr-investir/">PPR</a> ou os ETF, de modo a diversificar risco a partir de montantes baixos de investimento.</p>
<h2>Comissões</h2>
<p>Uma terceira fonte de rendimento passivo que poderá exigir algum investimento inicial é o aproveitamento da nossa rede de contatos para gerar comissões de vendas em parceiros de negócio. Um exemplo neste contexto poderá ser um acordo com a nossa <strong>mediadora de seguros</strong> para a referenciação de clientes. Imagine dispor de uma carteira de seguros que lhe renda um rendimento periódico enquanto os seguros dos seus familiares e amigos estiverem ativos?</p>
<h2>Royalties</h2>
<p>Uma quarta fonte de rendimento passivo está associada a <strong>direitos de propriedade intelectual</strong>. Poderá parecer impossível de obter, mas existem muitas pessoas que acabam produzindo conteúdos que depois lhes geram rendimentos. Exemplos destes conteúdos são os livros (por exemplo, na Reorganiza já escrevemos 6 livros), formações que possamos montar, especialmente relevantes se forem gravadas (existem inúmeras plataformas para revenda destes conteúdos), venda de direitos sobre fotografias ou sobre músicas. Tudo dependerá das suas características e competências. Tenha em mente que vivemos numa economia global, pelo que facilmente poderá vender os seus conteúdos noutros países.</p>
<h2>Redes sociais e sites</h2>
<p>Uma última ideia prende-se com o aproveitamento do potencial das redes sociais e dos sites. Imagine que tem gosto em escrever ou em desenvolver as suas redes sociais. O “segredo” é ter tráfego ou seguidores a quem poderá vender algum produto ou serviço ou que lhe possam dar os seus contatos para revenda. Por exemplo, existem sites que monetizam o seu tráfego para <strong>venda de leads a outras empresas ou os ditos influenciadores</strong> que ganham muito dinheiro para colocar uma marca nas suas publicações. Claro que este tipo de rendimento já dá mais trabalho, embora o retorno possa ser duradouro no tempo (um artigo escrito há 12 meses poderá continuar a gerar rendimento).</p>
<h2>Porquê procurar rendimentos passivos?</h2>
<p>A busca de rendimentos passivos pode ser vista, numa primeira fase, como obtendo um rendimento extra. Este rendimento poderá ser agregado ao rendimento ativo para o reforço de uma carteira de investimento que no futuro permita <a href="https://reorganiza.pt/fire-o-que-e-isto-do-fire/" target="_blank" rel="noopener">atingir a independência financeira</a>. No processo, irá aprender muito e crescer enquanto pessoa e enquanto investidor e certamente que acabará valorizando muito mais o processo do que o objetivo final.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rendimentos passivos – É possível ou é uma miragem?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/rendimentos-passivos-e-possivel-ou-e-uma-miragem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos Passivos]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia dos rendimentos passivos tem surgido em grande força nos últimos anos, especialmente com o crescimento do movimento do FIRE. Neste artigo vamos explicar em que consistem estes rendimentos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia dos rendimentos passivos tem surgido em grande força nos últimos anos, especialmente com o crescimento do movimento do FIRE. Neste artigo vamos explicar em que consistem estes rendimentos e dar-lhe algumas ideias ou sugestões.</p>
<h2>O que são rendimentos passivos</h2>
<p>O conceito de rendimento passivo está associado ao esforço que temos de fazer para o obter. Na sua forma mais pura, um rendimento passivo é o rendimento que nos entra na conta bancária sem que nada tenhamos de fazer para o receber. Por exemplo, se subscrever um depósito a prazo ou um certificado de aforro, o único esforço que tem de fazer está apenas associado à subscrição em si. Na prática, falamos da célebre expressão de “por o dinheiro a trabalhar para nós”.</p>
<p>Demos dois exemplos de rendimentos passivos: os juros associados aos depósitos a prazo ou aos certificados de aforro. No entanto, podemos ter outro tipo de rendimentos passivos, embora alguns não sejam puros. Ou seja, se os ativos financeiros nos permitem ter rendimentos sem ter qualquer esforço, já outros tipos de rendimento têm um esforço associado. Por exemplo, as rendas de um imóvel ou as comissões de seguros, exigem a gestão do imóvel ou do segurado.</p>
<h2>Exemplos de rendimentos passivos</h2>
<ol>
<li><strong>Juros de aplicações a prazo</strong> – Como referido, falamos dos juros recebidos pela aplicação das poupanças em depósitos a prazo. As taxas recebidas são negociadas com os bancos e dependem de vários fatores, nomeadamente o banco, o montante investido e o prazo de investimento.</li>
<li><strong>Juros de certificados de aforro</strong> – Nos dias que correm, os <a href="https://reorganiza.pt/certificados-de-aforro/">certificados de aforro</a> devem ser a melhor aplicação de tesouraria. São empréstimos ao Estado, com prazos a partir de 3 meses e montantes mínimos de investimento de 100€, com uma boa taxa de retorno para um ativo sem risco.</li>
<li><strong>Rendas de imóveis</strong> – Referimos acima que as rendas líquidas de custos de imóveis arrendados podem ser encaradas como um rendimento passivo. Poderá ter algum trabalho no processo, mas a relação esforço/rendimento deverá ser muito favorável. É certo que não é fácil ter capital suficiente para ter um imóvel arrendado, embora seja possível comprar um imóvel com recurso a <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a> para investir.</li>
<li><strong>Comissões de seguros</strong> – Na Reorganiza trabalhamos com muitas pessoas e empresas que têm uma boa rede de contatos onde colocam os nossos seguros. Pela referenciação poderá receber uma comissão ao longo de todo o contrato. É certo que pode fazer sentido fazer uma formação para o efeito, mas depois passa a receber pela carteira angariada.</li>
</ol>
<p>Apresentamos 4 ideias de rendimentos passivos que podem servir de sugestão para que pense em formas de ter <strong>novas fontes de rendimento</strong>. Estas novas fontes irão servir de complemento ao seu rendimento do trabalho, mas com o tempo poderão ser tão expressivas que possa viver de rendimentos. Já imaginou não ter de trabalhar para ganhar dinheiro? Parece uma miragem? Então que tal saber mais sobre o movimento <a href="https://reorganiza.pt/fire-o-que-e-isto-do-fire/">FIRE</a>?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Passos para caminhar em direção ao FIRE</title>
		<link>https://reorganiza.pt/passos-para-caminhar-em-direcao-ao-fire/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
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					<description><![CDATA[Se quer caminhar em direção à independência financeira tem de seguir uma estratégia coerente e bem pensada. Neste artigo mostramos-lhe em detalhe os vários passos que tem de dar para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se quer caminhar em direção à independência financeira tem de seguir uma estratégia coerente e bem pensada. Neste artigo mostramos-lhe em detalhe os vários passos que tem de dar para que consiga atingir a tão desejada independência financeira.</p>
<h2>Perceber o montante de despesas necessário para a sua qualidade de vida</h2>
<p>Este é o ponto onde começa a traçar os seus objetivos de poupança. Cada família terá os seus objetivos e quem quer ter independência financeira tem de identificar o nível de despesas que necessita acautelar, passo essencial para definir quanto poupar e onde investir. Para o fazer, poderá tentar perceber as principais despesas que idealiza. As despesas com a habitação, com alimentação, estudos, diversão, saúde (já agora, veja qual o <a href="https://reorganiza.pt/como-escolher-o-melhor-seguro-de-saude/">melhor seguro de saúde</a> para se proteger com um preço baixo), entre todos os outros. Defina um valor anual que com alguma probabilidade será inferior ao valor do seu rendimento anual.</p>
<p>Se o seu rendimento líquido anual é de €15.000, com alguma probabilidade precisará de um pouco menos do que isso. É certo que não devemos nivelar por baixo e que temos de ser ambiciosos, pois com 100% de probabilidade não irá querer independência financeira se isso implicar não ter qualquer conforto e qualidade de vida. Qual o seu número?</p>
<p>Depois de identificado o valor de despesas anual, deverá multiplicar esse valor por 25. No exemplo, €15.000 * 25 = €375.000.</p>
<h2>Aumentar a taxa de poupança</h2>
<p>Depois de definido o objetivo, que pode afixar em algum lugar visível em sua casa, é altura de arregaçar as mangas e fazer os esforços necessários para aumentar a taxa de poupança. Isto passa por dois caminho:</p>
<ol>
<li>Cortar despesas desnecessárias;</li>
<li>Aumentar os rendimentos.</li>
</ol>
<p>Dois caminhos que se complementam e que se reforçam. Por um lado, procurar fontes de corte de custos e de despesas desnecessárias. Por exemplo, focar-se em <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado">eliminar rapidamente as dívidas com taxas de juro elevadas</a>. Eliminar todas as despesas que considera desnecessárias. O leitor decidirá o quando quer atingir os seus objetivos e com base nisso definirá onde vai cortar as despesas. De notar que quanto mais cedo começar (por exemplo, se viver em casa dos pais o processo é ainda mais fácil) mais rápido atingirá o seu objetivo. Por outro lado, encontrar fontes alternativas de receitas como trabalhos em <em>part-time</em>, aproveitamento de alguma capacidade especial que possa monetizar (fazer traduções, escrever artigos para sites, entre outros).</p>
<p>O fundamental neste ponto é que se comprometa a destinar parte ou a totalidade do seu subsídio de férias e de Natal para a sua <a href="https://reorganiza.pt/contas-poupanca/">conta de poupanças</a> e ainda poupar uma percentagem do seu rendimento mensal. Naturalmente, que quanto maior for a percentagem mais rápido atinge o objetivo.</p>
<h2>Definir o programa de entregas e a taxa de retorno objetivo</h2>
<p>Tendo identificado um valor de poupança objetivo, é altura de definir o programa de entregas e a taxa de retorno objetivo. De notar que para poupar dinheiro todos os meses temos de ter um <strong>programa de poupança automático</strong>. Logo, sugerimos que crie uma conta de poupança e que transfira todos os meses o valor definido, assumindo a lógica que se não vemos, não gastamos.</p>
<p>A definição do montante de poupança e da taxa de retorno objetiva anda de mãos dadas com o objetivo de poupança e com a nossa tolerância ao risco. Sugerimos que use o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores-e-ferramentas/">simulador de poupança e de investimento</a> e que faça as suas contas. Vai perceber que beneficia se começar o quanto antes e se assumir algum risco para obter maiores taxas de retorno. Por exemplo, se começar com 20 anos a investir €300 por mês a uma taxa de 10%, no final de 10 anos terá mais de €60.000 poupados. Se em vez disso juntar durante 20 anos, terá €227.000!</p>
<h2>Escolher a forma de investir as suas poupanças</h2>
<p>Tendo conseguido começar a poupar temos de <a href="https://reorganiza.pt/qual-a-melhor-altura-para-investir-em-imoveis-como-ter-mais-certezas/">investir o dinheiro</a>. Neste tópico, existem inúmeros ativos que podem potenciar os seus retornos. O fundamental é que se foque numa carteira diversificada e com preocupação de poupar nos custos. Saiba que o mais importante é conseguir ter consistência de poupança todos os meses. O passo seguinte é obter um nível de retorno.</p>
<p>Neste tópico, podemos falar de ações, obrigações ou aquele que preferimos que é o imobiliário. Gostamos especialmente do <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-como-investir-em-imoveis/">investimento imobiliário</a> pois a partir de montantes baixos e com recurso ao <a href="/credito-habitacao">crédito habitação</a>, conseguimos alavancar retornos. Por exemplo, um dos nossos primeiros imóveis custou €40.000 (já com despesas), para o qual necessitámos de €8.000 de investimento. Arrendámos o imóvel por €400 líquidos por mês, o que representa um retorno sobre o montante investido de 60% ao ano (sem contar com a valorização, que passado 3 anos era mais de 100%!). Tenha em mente que o imobiliário pode ser uma das classes de ativos por excelência para conseguir ter rendimentos passivos.</p>
<h2>Comece a investir numa carteira de investimento diversificada</h2>
<p>Este ponto é complementar ao último. Depois de pensar nas classes de ativos e de escolher os vários instrumentos é altura de investir numa carteira de investimentos diversificada de forma consistente. Faça as suas entregas para os fundos de investimento escolhidos. Compre o seu <a href="https://reorganiza.pt/sera-que-vale-a-pena-investir-em-imoveis/">imóvel para arrendamento</a>. Faça o que definiu e mantenha o processo em piloto automático. Se surgirem mais rendimentos ou se conseguir poupar mais em algum mês, faça reforços manuais. É altura de colocar o seu dinheiro a trabalhar para si. Com o tempo vai perceber que tudo se torna mais fácil e que pode mesmo atingir um nível de conhecimento que permita investir em ativos mais rentáveis.</p>
<p>São estes os 5 passos necessários para caminhar no sentido da sua independência financeira. Comece o quanto antes para que consiga rapidamente atingir os seus objetivos. É possível. O caminho é gratificante. Partilhe connosco as suas dúvidas e ansiedades. Estamos cá para o ajudar!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Liberdade Financeira – É possível ou é um mito?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/liberdade-financeira-e-possivel-ou-e-um-mito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Independência]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema da liberdade financeira é um tema que tem vindo a ser muito falado. Muitas pessoas idealizam poder ser independentes financeiramente. Mas será que não passa de um mito?...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema da liberdade financeira é um tema que tem vindo a ser muito falado. Muitas pessoas idealizam poder ser independentes financeiramente. Mas será que não passa de um mito? Será que é possível ter liberdade financeira? Ou teremos de viver presos ao trabalho para o resto das nossas vidas?</p>
<h2>O que está na base da liberdade financeira?</h2>
<p>A liberdade financeira é o momento em que não precisamos de trabalhar para fazer face às nossas despesas. Para tal, precisamos de ter <strong>fontes de rendimento que sejam independentes do nosso trabalho</strong>. Os chamados <a href="https://reorganiza.pt/como-ter-um-rendimento-passivo/">rendimentos passivos</a>, ou aqueles rendimentos que obtemos sem nenhum trabalho (na realidade, vamos precisar sempre de algum trabalho, por menor que seja).</p>
<p>Para conseguirmos ter estes rendimentos, teremos de ter uma base de ativos que gere esses rendimentos. Falamos de ativos como ações, fundos de investimento ou ETF, <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">imobiliário</a>, criptomoedas ou outros que tais. Mas para comprarmos estes ativos, teremos de ter a capacidade de poupar dinheiro. Logo, <strong>a nossa capacidade de poupança é o que está na base da liberdade financeira</strong>. Sim, para atingirmos a liberdade financeira precisamos de poupar. Precisamos de poupar muito dinheiro e durante muito tempo.</p>
<h2>Atingir a liberdade exige trabalho e esforço</h2>
<p>Como percebemos, para conseguirmos <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">poupar dinheiro</a> temos de trabalhar muito e de nos esforçar por viver uma vida frugal. Percebemos que para atingir um objetivo temos de fazer duas coisas que a maioria das pessoas não gostam. Ou que lhes custa. Temos de trabalhar muito, para ter mais rendimentos mensais que possam ser dirigidos à poupança. E temos de nos esforçar por não gastar estes dinheiro em coisas que não fazem sentido ou que atrasam o atingimento do nosso objetivo.</p>
<p>É nesta fase que desistimos. Porque ou não queremos trabalhar mais. Ou não conseguimos trabalhar de forma mais inteligente. Ou simplesmente não queremos abdicar de certos prazeres. Mas se pensarmos bem, <strong>os sacrifícios que fazemos durante alguns anos irão compensar</strong>, porque nos possibilitarão não ter de nos sacrificar a trabalhar para o resto das nossas vidas.</p>
<h2>O foco no curto prazo mata!</h2>
<p>É verdade. Somos seres que se focam nos prazeres de curto prazo. Que preferimos ter um pequenos prazer hoje a ter um grande prazer no futuro. Simplesmente porque cedemos às tentações que estão sempre presentes. Porque nos queremos comparar com os vizinhos (que, a propósito, deverão estar endividados até às orelhas). Porque achamos que temos direito a ter uma vida confortável. É verdade. Podemos ter “direito” mas teremos de ter em mente que deveremos adiar algum conforto para conseguirmos atingir os nossos objetivos.</p>
<h2>Liberdade financeira implica alterar a ordem das coisas</h2>
<p>Já reparou que a generalidade das pessoas ganha dinheiro, paga impostos e depois consome. Só no fim procura poupar alguma coisa do dinheiro que sobra? Como calculamos, no final não sobra nada. Parece que temos a ordem das coisas completamente alterada. Aliás, levamos isto ao extremo e ainda pedimos dinheiro emprestado ao banco para gastar, o que nos faz começar a pagar juros que encarecem as despesas que fazemos.</p>
<p>Como facilmente percebemos, para atingir a liberdade financeira temos de alterar esta ordem de acontecimentos. Temos de ganhar o nosso dinheiro (e procurar aumentar as nossas fontes de rendimentos), <a href="https://reorganiza.pt/como-investir-em-acoes/">poupar e investir</a> e só no final gastar o que sobrar. Com isto não se defende que não deveremos viver com conforto mas, antes, que temos de colocar-nos em primeiro lugar e colocar os nossos objetivos mais importantes em primeiro lugar.</p>
<p>Parece muito difícil? Parece que não vamos conseguir ou que não faz sentido sacrificar-nos para nunca mais termos de trabalhar? Talvez sim. Mas com grande probabilidade <strong>vamos perceber que o esforço compensa</strong>. Para tal, conhece o movimento FIRE? E sabe qual o ingrediente mais importante no FIRE?</p>
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		<item>
		<title>FIRE – Qual o ingrediente mais importante?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/fire-qual-o-ingrediente-mais-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
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		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos de FIRE falamos de um movimento de independência financeira que nos permita deixar de trabalhar com alguma rapidez. Mas sabe qual o ingrediente mais importante nesta estratégia? É...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de FIRE falamos de um movimento de independência financeira que nos permita deixar de trabalhar com alguma rapidez. Mas sabe qual o ingrediente mais importante nesta estratégia? É sobre isso que nos vamos deter de seguida.</p>
<h2>Não compliquemos as coisas</h2>
<p>Desde sempre que tivemos a necessidade de trabalhar para viver. Alguns afortunados têm heranças ou ganham algum prémio que lhes permita deixar de trabalhar. Mas a maioria das pessoas tem de trabalhar para ter um rendimento. De notar que não defendemos que o trabalho seja mau, porque é uma forma de servirmos os outros e de nos realizarmos pessoalmente. O trabalho é bom e não o podemos diabolizar. O que defendemos é que a <a href="https://reorganiza.pt/liberdade-financeira-e-possivel-ou-e-um-mito/">liberdade financeira</a> é algo que nos permite fazer do nosso tempo aquilo que desejarmos. E isso sim tem um grande valor.</p>
<h2>FIRE: Um jogo de entradas e saídas</h2>
<p>O jogo financeiro é um jogo de entradas e saídas. Entra o nosso rendimento, independentemente da sua origem. Saem as nossas despesas, independentemente da sua tipologia ou periodicidade. Simples? Se as entradas são maiores que as saídas podemos <a href="https://reorganiza.pt/quais-as-melhores-estrategias-para-poupar-dinheiro/">poupar dinheiro</a>. Se, por outro lado, as saídas são maiores que as entradas acabamos por nos endividar. O que dificulta o processo é que tendemos a ter sempre muitas necessidades de despesas, maioria das quais somos nós a criar. Por algum motivo o dinheiro nunca chega ao final do mês. Como inverter esta tendência?</p>
<h2>1 – Reduzir as despesas</h2>
<p>O primeiro passo para inverter a tendência e começarmos a poupar dinheiro costuma ser o de reduzir as despesas. Cortamos várias despesas e fazemos sacrifícios, um pouco como aquelas dietas que começamos e que rapidamente desistimos. Pior, acabamos a dieta e engordamos ainda mais do que antes. Sim, reduzir o desperdício faz todo o sentido e devemos procurar fazê-lo, mas tem de ser com critério e com base numa estratégia bem definida, para evitar que o efeito de elástico nos acerte em cheio. Falamos aqui de estratégias como a <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado">consolidação de créditos</a> ou a transferência do <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-seguro-de-vida-credito-habitacao/">seguro de vida crédito</a> para uma seguradora mais amiga da nossa carteira.</p>
<h2>2 – Aumentar o rendimento</h2>
<p>O segundo passo consiste em procurar outras fontes de rendimento. Simplesmente usamos o nosso tempo de outra forma, seja para ganhar mais dinheiro no nosso trabalho (pedir um aumento, por exemplo) ou encontrar um <em>part-time</em>. Ganhar mais dinheiro costuma sair do pelo. Costuma exigir muito esforço e tirar-nos tempo precioso para as nossa famílias. Aliás, defendemos que é mais fácil cortar custos do que ganhar mais dinheiro, mas se queremos atingir a liberdade financeira podemos ter de fazer os dois.</p>
<h2>Qual o ingrediente mais importante no FIRE?</h2>
<p>Estes dois movimentos conjugados acabam por ser explosivos e têm a sua importância no esforço de liberdade financeira. No entanto, de nada valem sem o ingrediente mais importante de todos. Para o FIRE o <strong>ingrediente mais importante é a taxa de poupança</strong>. Ou seja, é a percentagem de rendimento que destinamos a poupar. Podemos ganhar mais e gastar mais, sendo que aí nada poupamos. O fundamental é mesmo a nossa capacidade de colocar o dinheiro de parte e de o investir. Sim, o dinheiro tem de ser colocado numa conta independente, no momento em que recebermos o nosso dinheiro.</p>
<p>Depois de pouparmos, temos de investir em ativos que permitam obter rendimentos, seja pelos dividendos, juros ou valorização do capital. Neste contexto, pode ser útil conhecer as vantagens do <a href="https://reorganiza.pt/investimento-imobiliario-por-onde-comecar/">investimento imobiliário</a>. Pensar no longo prazo para conseguirmos vencer as tentações do curto prazo. Simples?</p>
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		<title>FIRE – O que é isto do FIRE?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo das finanças pessoais tem surgido um movimento que com alguma probabilidade já ouviu falar. Pessoas apostadas em independência financeira. Em mudar as prioridades de vida. Em suma, a colocar em perspetiva o que é importante na vida. Neste artigo vamos falar-lhe do movimento <em><strong>FIRE – Financial Independence, Retire Early</strong></em>. Venha connosco.</p>
<h2>O que é isto do FIRE</h2>
<p>FIRE fala-nos de Independência financeira que nos permita <strong>deixar de trabalhar para viver</strong>. Daí o conceito de reformar-se mais cedo, não implicando com isso que se deva focar em ficar sentado em frente ao sofá a fazer <em>zapping</em>. Antes, fala-nos da lógica de deixar de trabalhar por dinheiro porque já temos a capacidade financeira para viver de rendimentos.</p>
<p>Talvez esteja a pensar que isto é um sonho e que não passa disso mesmo. Que é algo impossível. Que nunca irá conseguir, por mais que tente. Porque terá sempre de trabalhar. Porque o salário que recebe é muito curto para as suas despesas, quanto mais para poupar. E depois de poupar, é preciso investir o dinheiro e talvez não se sinta detentor dos conhecimentos necessários para investir.</p>
<h2>FIRE exige uma mudança de cultura</h2>
<p>As dúvidas do ponto anterior são legítimas. Numa economia em que <strong>somos chamados a gastar sempre mais e mais</strong>. Em que é mais importante aparentar ter um grande património do que viver de forma mais regrada e frugal. Numa sociedade que valoriza muito quem trabalha muitas e longas horas, colocando em causa a sua saúde e, mais importante, a vida em família, este movimento vem em contra corrente.</p>
<p>Se é contra corrente temos de pensar o que queremos fazer em relação a isso. Já iremos às soluções, porque mais importante do que soluções é a mentalidade que nos leva a tomar determinadas decisões. Perguntamos de novo: o que queremos fazer em relação a isto? Queremos baixar os braços? Queremos partir derrotados? Queremos colocar em causa a nossa vida e a vida da nossa família antes de tentarmos?</p>
<p>Mais uma vez, não podemos defender que este caminho é fácil, porque todos os que o seguiram tiveram de fazer sacrifícios. Mas <strong>mais do que sacrifícios foram passos no caminho para o seu objetivo</strong>, o que ajuda a colocar o sacrifício e todos os gestos e atos em perspetiva. E isso exige mudar de cultura. Exige pensar naquilo que é mais importante nas nossas vidas. Pensar o que queremos para a nossa vida e para o nosso futuro. Será que queremos trabalhar todos os dias, durante muitas e longas horas para um chefe de quem nem gostamos?</p>
<h2>FIRE exige poupança</h2>
<p>Para conseguirmos atingir este estado de independência e de liberdade financeira temos de orientar as nossas ações do dia-a-dia para reduzir despesas e, consequentemente aumentar as nossas <a href="https://reorganiza.pt/30-dicas-poupar-dinheiro-mudar-vida/">poupanças</a>. Naturalmente que exige que tenhamos um rendimento que possa ser colocado de parte. Mas exige que cortemos as despesas de modo a maximizar a taxa de poupança. Sim, durante uns anos vai ter de viver de forma mais frugal de modo a aumentar a sua carteira de poupança e de investimento. Mais do que procurar dicas de poupança, vai implicar saber as despesas que são essenciais e sem as quais não consegue viver. E identificar todas as outras. Não precisa de as cortar. Precisa apenas de viver de acordo com o plano que delineou.</p>
<h2>FIRE exige investir</h2>
<p>O dinheiro de pouco serve se estiver parado na conta bancária. Isto porque perderá valor, fruto da inflação (o seu dinheiro simplesmente perde valor com o passar do tempo, pois irá comprar cada vez menos coisas pelo efeito da subida de preços) mas porque irá estar à espera de ser gasto. E bem sabemos o fácil que é para nós encontrar fontes de despesa. Não sabemos?</p>
<p>Assim, para manter o valor do dinheiro temos de investir. Seja investir em imóveis, seja investir nos mercados financeiros. O importante é &#8220;meter o dinheiro a trabalhar para nós&#8221;, de modo a termos <a href="https://reorganiza.pt/como-ter-um-rendimento-passivo/">rendimentos passivos</a>. É esta a essência do FIRE. Poupar dinheiro para investir e com isso obter rendimentos passivos que nos ajudem a viver sem a obrigação de trabalhar.</p>
<p>Estas são algumas ideias sobre o que é o movimento <em>Financial Independence, Retire Early</em> ou FIRE. Esperamos que tenha ficado claro que para entrar neste movimento temos de ganhar consciência de que queremos mesmo a independência financeira e que isso implica tomar <strong>opções conscientes que poderão implicar algum sacrifício</strong>. FIRE implica poupar mas, de seguida, investir o dinheiro para gerar rendimentos no futuro. Veja o nosso próximo artigo se quiser perceber como atingir a independência financeira.</p>
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		<title>Como atingir a independência financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[FIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Independência Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Falámos recentemente do movimento FIRE e do que significa. Neste artigo vamos procurar concretizar as ideias e responder à pergunta: como atingir a independência financeira. O que significa isto de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falámos recentemente do movimento FIRE e do que significa. Neste artigo vamos procurar concretizar as ideias e responder à pergunta: como atingir a independência financeira.</p>
<h2>O que significa isto de independência financeira?</h2>
<p>Antes de começarmos é fundamental clarificar o que significa isto de independência financeira. Em poucas palavras, somos independentes financeiramente se não precisarmos de obter mais nenhum rendimento do trabalho para fazer face às despesas desejadas. Temos, portanto, dois conceitos importantes:</p>
<ol>
<li>Necessitamos de uma base de ativos que gerem rendimentos que nos permitam fazer face às despesas;</li>
<li>E necessitamos de conhecer / determinar as despesas desejadas.</li>
</ol>
<h2>Quanto precisamos para deixar de trabalhar?</h2>
<p>A esta pergunta costumam surgir respostas tão diferentes e, maioria das vezes, desprovidas de qualquer lógica matemática. São números psicológicos que podem pecar por defeito ou por excesso. Acha que tem de poupar 1 milhão de euros, este número redondo que muitos dizem, o número que nos torna milionários? Mas porquê?</p>
<p>A resposta à pergunta <strong>depende do nosso nível de despesas</strong>. Na prática, invertemos o processo. Ao invés de gastarmos antes e depois irmos buscar rendimento para as despesas, devemos antes pensar quanto precisamos de ganhar para financiar as nossas despesas. Para ajudar, vamos pensar que queremos ter um nível de despesas de €18.000 por ano, o que implica um valor de €1.500 por mês.</p>
<p>Para <a href="https://reorganiza.pt/rendimentos-passivos-e-possivel-ou-e-uma-miragem/">vivermos sem trabalhar</a> e mesmo assim termos dinheiro para gastar €1.500 por mês, temos de ter uma base de ativos que geram esse nível de rendimentos todos os meses. O problema é que se formos levantando as nossas poupanças todos os meses, com alguma rapidez ficamos sem essas poupanças. Logo, precisamos que o valor que poupámos nos traga rendimentos passivos. Podem ser rendas do <a href="https://reorganiza.pt/5-passos-para-ganhar-dinheiro-no-investimento-imobiliario/">imobiliário</a>, dividendos das ações ou juros das obrigações. O importante é que estes €1.500 venham de rendimentos e não do levantamento do capital investido.</p>
<h2>Quais as contas a fazer?</h2>
<p>Depois de identificarmos que precisamos de €18.000 de rendimentos, temos de fazer uma conta simples. Multiplicamos este valor por 25 (na prática, é o mesmo que dividir por 4%, que é a taxa de rendimento que devemos esperar obter, no mínimo, na nossa carteira de investimentos diversificada):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">€18.000 * 25 = €450.000</p>
</blockquote>
<p>É aqui que perdemos os leitores. Como podemos achar que conseguirá poupar €450.000? Se já é difícil poupar €500 todos os anos, quanto mais atingir este valor? Já agora, veja o nosso <a href="https://reorganiza.pt/simuladores-e-ferramentas/">simulador de poupança e de investimento</a> para fazer as suas contas e perceber quanto tem de poupar todos os meses.</p>
<p>É certo que ninguém disse que é fácil, mas é possível. Se calhar não precisa dos €1.500 por mês. Ou se calhar até precisa de mais. Mas com tempo e com investimento somos capazes de conseguir. Já iremos abordar esse tema noutro artigo. Por agora foquemo-nos nos passos necessários para implementar este projeto.</p>
<h2>Passos para caminhar em direção à independência financeira</h2>
<p>Os passos do seu caminho em direção ao FIRE são os seguintes:</p>
<ol>
<li>Perceber o montante de despesas necessário para a sua qualidade de vida;</li>
<li>Aumentar a taxa de poupança;</li>
<li>Definir o programa de entregas e a taxa de retorno objetivo;</li>
<li>Escolher a forma de investir as suas poupanças</li>
<li>Comece a investir numa carteira de investimento diversificada.</li>
</ol>
<p>São 5 passos que envolvem algum conhecimento e dedicação, pelo que <a href="https://reorganiza.pt/passos-para-caminhar-em-direcao-ao-fire/">deixaremos este tópico para o próximo artigo</a>. Por agora queremos que saiba que o caminho em direção ao FIRE pode implicar algum esforço e planeamento mas que é possível. Vai implicar corte de custo mas duas coisas fundamentais: que comece o quanto antes e invista numa carteira diversificada com risco.</p>
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