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	<title>Arquivo de Reduzir Prestações - Reorganiza</title>
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	<description>Conheça as melhores soluções de crédito, seguros, formação e poupança para a sua estabilidade financeira.</description>
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	<title>Arquivo de Reduzir Prestações - Reorganiza</title>
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	<item>
		<title>Amortizar Crédito: Como poupar dinheiro e reduzir dívidas?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/amortizar-credito/</link>
					<comments>https://reorganiza.pt/amortizar-credito/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem não deseja viver livre de créditos? Neste guia, vamos ajudar a refletir sobre estratégias para amortizar créditos, mostrando como o fazer e os resultados que vai obter. O mais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não deseja viver livre de créditos? Neste guia, vamos ajudar a refletir sobre estratégias para amortizar créditos, mostrando como o fazer e os resultados que vai obter. O mais extraordinário, como verá, é que amortizar crédito depende, maioria das vezes, de nós. Não acredita?</p>
<p><strong>Índice</strong></p>
<ul>
<li><a href="#ac1">O que significa amortizar crédito e porque deve considerar?</a></li>
<li><a href="#ac2">Vantagens de amortizar o crédito</a></li>
<li><a href="#ac3">Quando vale a pena amortizar o crédito?</a></li>
<li><a href="#ac4">Amortizar créditos: Passos iniciais</a></li>
<li><a href="#ac5">Estratégias para amortizar créditos</a></li>
<li><a href="#ac6">Bola de Neve ou Snowball</a></li>
<li><a href="#ac7">Avalanhe</a></li>
<li><a href="#ac8">Tabata</a></li>
<li><a href="#ac9">Como se processa tudo?</a></li>
<li><a href="#ac10">Onde arranjar dinheiro para amortizar créditos?</a></li>
<li><a href="#ac11">Alternativas à amortização de créditos</a></li>
<li><a href="#ac12">Conclusão</a><a id="ac1"></a></li>
</ul>
<h2>O que significa amortizar crédito e porque deve considerar?</h2>
<p>Como sabemos, quando fazemos um crédito, contratamos com um banco ou instituição financeira:</p>
<ol>
<li>Montante emprestado;</li>
<li>Taxa de juro que nos é cobrada;</li>
<li>Prazo de reembolso.</li>
</ol>
<p>Se mantivermos o contrato inalterado, todos os meses iremos pagar uma prestação, que tem incluída um montante para pagar juros e outro montante para amortizar capital em dívida. À medida que o tempo vai passando, vamos devendo cada vez menos ao banco.</p>
<p>Amortizar crédito significa antecipar o pagamento do valor em dívida ao banco. Podemos pagar parte (amortização parcial) ou pagar a totalidade (amortização total). Em ambos os casos, trocamos o nosso dinheiro pela redução do valor em dívida. Livramo-nos de uma dívida, de uma prestação mensal e de muitas preocupações.<a id="ac2"></a></p>
<h3>Vantagens de amortizar o crédito</h3>
<p>A amortização de créditos tem vantagens financeiras e vantagens não financeiras:</p>
<ul>
<li>As <strong>vantagens financeiras</strong> são as mais evidentes, porque deixamos de ter de suportar uma prestação mensal, poupamos juros e eventualmente no pagamento do prémio do <a href="https://reorganiza.pt/qual-o-melhor-seguro-de-vida-credito-habitacao/">seguro de vida</a> que está associado ao crédito (mais comum no crédito habitação, mas cada vez mais presente em créditos de curto prazo);</li>
<li>As <strong>vantagens não financeiras</strong> são menos evidentes, mas não menos importantes. Ao liquidarmos uma dívida ganhamos mais liberdade. Vamos maior conforto ao saber que temos mais espaço no orçamento familiar para fazermos as nossas vidas, sem termos de nos preocupar com o risco de não honrar os nossos compromissos. Não é à toa que se diz que um crédito é uma grande pressão.<a id="ac3"></a></li>
</ul>
<h3>Quando vale a pena amortizar o crédito?</h3>
<p>A resposta a esta pergunta depende de alguns fatores. Pelas considerações não financeiras, valerá sempre a pena amortizar créditos, na medida em que ganhamos logo. Já na componente financeira, teremos de fazer contas, considerando que a alternativa da amortização é o investimento do dinheiro. Aqui, a conta é simples:</p>
<ul>
<li>Taxa de retorno líquido do investimento &gt; custo do crédito – Investir;</li>
<li>Taxa de retorno líquido do investimento &lt; custo do crédito – Amortizar.</li>
</ul>
<p>É simples? Talvez, mas entram agora considerações de aversão ao risco (muitas pessoas não gostam de assumir riscos), aversão à dívida (maioria das pessoas não gosta de dívida) e propensão ao consumo (preferimos gastar dinheiro a investir). Qual é o seu caso?<a id="ac4"></a></p>
<h2>Amortizar créditos: Passos iniciais</h2>
<p>O processo de amortização de créditos, qualquer que seja o método escolhido, começa sempre com duas etapas importantes:</p>
<h3>Identifique os seus créditos e taxas de juro</h3>
<p>Identificar <strong>características dos créditos</strong>, nomeadamente o montante em dívida, a taxa de juro, a prestação mensal e o prazo de pagamento. No caso dos <a href="https://reorganiza.pt/como-funciona-um-cartao-de-credito-tudo-o-que-precisa-saber/">cartões de crédito</a>, terá de identificar o montante em dívida e a taxa de juro.</p>
<h3>Garanta um fundo de emergência antes de amortizar</h3>
<p>Garantir que tem um <strong>fundo de emergências</strong>, para evitar ter de voltar a pedir dinheiro emprestado em caso de necessidade.<a id="ac5"></a></p>
<h2>Estratégias para amortizar créditos</h2>
<p>Depois de dados os passos iniciais atrás referidos, é importante que consideremos que existem diferentes métodos de amortização de créditos. Falaremos de 3:</p>
<ol>
<li>Bola de Neve;</li>
<li>Avalanche;</li>
<li>Tabata<a id="ac6"></a></li>
</ol>
<h3>Bola de Neve ou Snowball</h3>
<p>Depois de saber as características dos vários créditos, diz-nos a estratégia Debt Snowball que deveremos orientar os créditos começando por aquele que tem o montante em dívida mais baixo. Os defensores deste método, nos quais se incluem Dave Ramsey (gostamos muito do trabalho do Dave Ramsey e da Ramsey Solutions, e sugerimos a leitura de um dos seus livros, o <a href="https://reorganiza.pt/total-money-makeover-como-melhorar-a-sua-vida/">Total Money Makeover</a>), defendem que devemos procurar estratégias que psicologicamente nos permitam tirar prazer da redução do endividamento. Assim, ao começar primeiro com a liquidação dos créditos de menor montante, vai ver frutos imediatos e poderá festejar rapidamente os seus sucessos.<a id="ac7"></a></p>
<h3>Avalanche</h3>
<p>O método Avalanche é um método de liquidação de dívidas que, ao invés de sugerir iniciar a amortização antecipada pelo crédito com o menor valor em dívida, sugere iniciar com o crédito mais caro. Ou seja, o seu esforço será liquidar mais cedo o crédito com maior taxa de juro, pois isso irá permitir que poupe mais dinheiro em juros todos os meses. Se psicologicamente não é o método mais eficaz, financeiramente é o método mais interessante.<a id="ac8"></a></p>
<h3>Tabata</h3>
<p>Um último método que gostamos particularmente e que é independente dos dois métodos acima. Ou seja, podemos usar qualquer um destes métodos. No entanto, o que muda é o esforço que fazemos para liquidar antecipadamente todos os meses. Dizem os defensores deste método, como no sistema de desporto Tabata, que devemos ter um plano de liquidação constante que é intercalado com um mês de amortização mais intensa. Assim, em 1 ou 2 ou mais meses específicos no ano, fazemos um conjunto de sacrifícios adicionais para libertar dinheiro para liquidar o crédito no topo da lista, garantindo assim que não desanimamos por “deixarmos de viver” nesses meses mais intensos. Para mais detalhes sobre este método, sugerimos a leitura do livro <em>Soldier of Finance</em>, do Jeff Rose.<a id="ac9"></a></p>
<h2>Como se processa tudo?</h2>
<p>Qualquer que seja o método escolhido, o processo de amortizar créditos é muito simples:</p>
<ol>
<li>Otimizar o <a href="https://reorganiza.pt/orcamento-familiar-guia/">orçamento familiar</a> para libertar espaço para liquidar créditos;</li>
<li>Acabar com o primeiro crédito da lista;</li>
<li>Usar o montante inicial acrescido do valor da prestação do crédito agora liquidado;</li>
<li>Acabar com o crédito seguinte da lista;</li>
<li>Repetir o processo e acumular sempre as prestações que deixamos de ter.</li>
<li>E já agora… não esquecer de festejar o fim de mais um crédito.</li>
</ol>
<p>Como percebemos, se no início o impacto da liquidação é pouco expressivo, com a liquidação de linhas de crédito a força vai aumentando, tornando o processo cada vez mais rápido e mais visível.<a id="ac10"></a></p>
<h2>Onde arranjar dinheiro para amortizar créditos?</h2>
<p>Na secção anterior falamos da necessidade de otimizar o orçamento para libertar espaço para liquidar créditos. Dito deste modo, é fácil. O problema está em encontrar fontes de rendimento ou de corte de custos para o conseguirmos. Aqui chegados, a mensagem não é popular. Se queremos acabar com créditos temos de nos esforçar ao máximo por:</p>
<ul>
<li>Encontrar fontes alternativas de <strong>rendimentos</strong>, seja através de horas extraordinárias, de trabalhos extra ou outras estratégias;</li>
<li>Encontrar fontes de <strong>corte de custos</strong>, que passam por alguns sacrifícios e por algumas mudanças de hábitos que não custam assim tanto.</li>
</ul>
<p>A alternativa menos difícil é o corte de custos, servindo para tal algumas estratégias de corte poupança e de corte de custos. Ganhar mais dinheiro implica mais horas de trabalho, mas também é possível. A boa notícia é que não precisa de ser durante muito tempo. Vários dos nossos formandos relataram que tiveram um trabalho part-time durante 4 a 6 meses e que nesse período conseguiram rendimento para pagar uma dívida de cartão de crédito incómoda. A partir daí, libertaram espaço no orçamento para acelerar o processo de amortizações.</p>
<p><strong>Terceira alternativa – Poupanças!</strong></p>
<p>Uma terceira alternativa para liquidar créditos consiste em utilizar alguma poupança para o efeito. É evidente e pode parecer que não faz sentido. No entanto, vemos por diversas vezes famílias com dívidas de cartões de crédito e com depósitos a prazo. Se nas primeiras pagam 16% de taxa de juro e se nos segundos recebem 2%, estão a perder 14% por ano nesta ineficiência. Assim, se tivera poupanças, considere usá-las para liquidar os cartões de crédito.<a id="ac11"></a></p>
<h2>Alternativas à amortização de crédito</h2>
<p>Caso não queira amortizar créditos e precise, mesmo assim, de otimizar a sua estrutura de créditos para poupar dinheiro, temos duas alternativas para si:</p>
<h3>Consolidação de Créditos</h3>
<p><a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/">Consolidação de créditos</a>, aproveitando para juntar todos os créditos num único e, com isso, reduzir significativamente as suas prestações mensais.</p>
<h3>Renegociação das condições com o banco</h3>
<p>Renegociação de créditos, o que obriga a que fale com as várias instituições financeiras com quem trabalha e que procure baixar taxas ou alargar prazos, de modo a conseguir baixar prestações.<a id="ac12"></a></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Amortizar crédito pode ser um passo decisivo para reduzir os custos com as suas dívidas e conseguir uma vida financeira mais tranquila. Para isso, deve planear, analisar diferentes opções e ser consequente. Este último passo talvez seja o mais desafiante, porque obriga a que faça alguma coisa… obriga a vencer a inércia!</p>
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		<title>Crédito Consolidado BPI – Vale a Pena?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-consolidado-bpi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reorganiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Parceiros]]></category>
		<category><![CDATA[Banco BPI]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[form_cc]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[O crédito consolidado é um crédito pessoal como todos os outros, embora nem todos os bancos queiram conceder este tipo de crédito. Aliás, são poucos os bancos tradicionais que são...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito consolidado é um crédito pessoal como todos os outros, embora nem todos os bancos queiram conceder este tipo de crédito. Aliás, são poucos os bancos tradicionais que são adeptos de “comprar” a dívida dos outros bancos e assumir todo o risco associado àquele cliente. Neste artigo vamos falar-lhe do crédito consolidado BPI e das suas potencialidades.</p>
<h2>O BPI não Publicita o Crédito Consolidado</h2>
<p>Para que fique claro, não temos visto recentemente publicidade a crédito consolidado BPI. No entanto, a Reorganiza já ajudou diversas pessoas a ter acesso a esta solução de crédito que se revela, em muitos casos, como uma ótima solução financeira para estas famílias. De notar que o crédito consolidado, quando bem utilizado, pode fazer toda a diferença pela poupança que proporciona. Uma das estratégia pode passar, por exemplo, por utilizar uma casa e fazer um <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado-com-hipoteca/">crédito consolidado com hipoteca.</a> Deste modo, beneficia do aumento do prazo e da redução das taxas de juro. Ou pedir um crédito pessoal para consolidar créditos, o que implica que o cliente tem taxa de esforço para suportar os créditos antigos e o crédito novo.</p>
<h2>Crédito Pessoal Para Consolidar Créditos</h2>
<p>Em muitos casos é possível que a taxa de esforço de uma família comporte uma nova prestação de <a href="https://reorganiza.pt/credito-pessoal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">crédito para liquidar outros créditos</a> já existentes. Estas soluções de crédito pessoal acabam por ser a salvação para muitos casos mais complicados na medida em que permitem baixar em muito as prestações financeiras (já viu o que faria com uma poupança mensal média de €300?). De notar, contudo, que deve usar o crédito para a finalidade definida. Já vimos várias famílias a ter sérios problemas financeiros simplesmente porque pediram um novo empréstimo e acabaram não liquidando os créditos antigos. Assim, agravam o problema&#8230;</p>
<h2>As Soluções do Banco BPI São Potencialmente Vantajosas</h2>
<p>Nos vários estudos que vamos fazendo e lendo no mundo digital, o BPI surge como uma dos bancos mais agressivos (no bom sentido) no que toca à taxa de juro dos créditos. Se somarmos uma das taxas de juro mais baixas do mercado com prazos de crédito alargados, é fácil perceber como é possível <strong>poupar muito dinheiro ao consolidar os seus créditos. </strong>Agora, precisamos de avaliar com rigor o perfil financeiro do cliente, analisar a sua taxa de esforço e outros critérios, de modo a garantir que a solução apresentada se enquadra com os objetivos pretendidos. O melhor é que o serviço não tem qualquer custo para si!</p>
<h2>E Se Não Conseguir O Crédito Consolidado BPI?</h2>
<p>Pode acontecer não ter acesso ao crédito consolidado BPI. Sendo certo que as taxas de aprovação de crédito não deverão superar os 5%, pode acontecer que faça parte da fatia das 95 pessoas em 100 que não conseguem o crédito. E os motivos são diversos. Pode não conhecer o balcão certo. Não ter taxa de esforço. Ter um mau histórico bancário… entre muitos outros motivos válidos para uma recusa.</p>
<p>Se viu o seu crédito consolidado recusado no Banco BPI tal não significa que não tenha acesso a esta solução noutro banco ou noutra instituição financeira. Não desespere. Existem diversas alternativas. Umas que são publicitadas. Outras que são menos conhecidas e que podem mesmo ser mais interessante do que o crédito consolidado BPI. Por exemplo, existem bancos que permitem <strong>consolidar créditos com hipoteca de um imóvel</strong>, mesmo que já tenha uma hipoteca nesse mesmo imóvel (fazendo assim uma segunda hipoteca).</p>
<h2>Simule o Seu Caso Específico</h2>
<p>Para conhecer a melhor solução para o seu caso, sugerimos que simule e comprove qual a taxa mais baixa ao seu dispor. Após a simulação será feito um diagnóstico para <strong>perceber qual o melhor caminho</strong> e os nossos consultores irão entrar em contacto com as principais instituições financeiras para encontrar o melhor crédito consolidado do mercado e apoiar em todo o processo. Simples? Por que não tentar? E já agora, este é um processo sem qualquer custo para si, pelo que só tem a ganhar.</p>
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		<div id="fws_6a8af173a597e"  data-column-margin="default" data-midnight="light" data-top-percent="5%" data-bottom-percent="5%"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row full-width-section vc_row-o-equal-height vc_row-flex vc_row-o-content-middle bannersCreditos bannersSimuladores top_padding_phone_10pct bottom_padding_phone_10pct"  style="padding-top: calc(100vw * 0.05); padding-bottom: calc(100vw * 0.05); "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer using-image" ><div class="row-bg viewport-desktop using-image"  style="background-image: url(https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2024/01/banner_CreditoConsolidado.png); background-position: center center; background-repeat: no-repeat; "></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 light left">
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		<p><span style="font-size: 24px; line-height: 35px;">Consegue poupar muito, com uma prestação apenas.</span></p>
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CRÉDITOS ATUAIS</span></p>
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			</item>
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		<title>Crédito Abatido ao Ativo &#8211; O que é?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-abatido-ao-ativo-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2019 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Lista Negra do Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Descarregou o seu mapa de créditos do Banco de Portugal e foi confrontado com a informação que tem um crédito abatido ao ativo e não sabe o que significa? Talvez...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descarregou o seu mapa de créditos do Banco de Portugal e foi confrontado com a informação que tem um crédito abatido ao ativo e não sabe o que significa? Talvez esteja a tentar obter crédito e vê que os bancos não lhe concedem… pois bem, neste artigo vamos explicar-lhe o que significa um crédito abatido e dar-lhe um alerta muito importante.</p>
<h2>Uma Classificação Bancária</h2>
<p>O crédito abatido ao ativo é um status de entre vários que existem nos mapas de créditos do Banco de Portugal. Se tudo estiver a correr bem, temos um crédito regular. Se está em atraso temos a referência a “crédito vencido”. Se o banco tenta recuperar o crédito em tribunal temos o status “vencido em litígio judicial”. Se, finalmente, o banco desistiu de recuperar o valor em dívida coloca o status de “Crédito Abatido ao Ativo”.</p>
<p>Abater um crédito ao ativo significa que o banco retira esse direito da sua contabilidade. Ou seja, não tem qualquer esperança de vir a obter o dinheiro de volta, o que não invalida que venda o crédito a instituições de cobrança que depois irão procurar por todos os mecanismos ao seu dispor (alguns de legalidade mais duvidosa) recuperar os valores em atraso.</p>
<h2>Como Limpar o Nome da Lista Negra?</h2>
<p>Se tiver um crédito com esta categorização saiba que só irá limpar o seu nome se pagar o valor em atraso ou se o banco vender este crédito a terceiros (nesta situação o seu nome sai do Banco de Portugal mas o cliente mantém a obrigação de pagar o valor em atraso). Assim, talvez a melhor alternativa seja mesmo procurar negociar com o banco em questão para regularizar esta situação, o que pode passar por fazer um plano de pagamentos.</p>
<h2>Um Alerta</h2>
<p>Se tem o seu nome “manchado” no <a href="https://reorganiza.pt/central-de-responsabilidades-de-credito-como-obter-a-sua/">mapa de responsabilidades do Banco de Portugal</a> saiba que <strong>não poderá ter acesso a crédito</strong>, mesmo que existam instituições que lhe dizem que é possível (claro que a troco de uma “pequena” comissão). Na prática, é proibido por lei que tenha acesso a crédito, na medida em que os bancos são obrigados a avaliar a capacidade financeira dos seus clientes. Um crédito em incumprimento é um <a href="https://reorganiza.pt/o-que-nao-deve-fazer-se-sentir-dificuldades-financeiras/">claro indício de dificuldade financeira</a>, pelo que não pode ter acesso ao crédito.</p>
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		<title>Renegociar Créditos Para Poupar Dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos de negociar com os bancos pensamos que é algo muito complicado. Não tem de ser assim. Assumimos que os bancos têm a “faca e o queijo na mão”...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de negociar com os bancos pensamos que é algo muito complicado. Não tem de ser assim. Assumimos que os bancos têm a “faca e o queijo na mão” e acabamos por nos sujeitar às primeiras informações que recebemos. Mas não nos podemos esquecer que com os bancos também é possível negociar para que consigamos poupar dinheiro.</p>
<h2>(Quase) Tudo Na Vida É Negociável</h2>
<p>O facto de termos assumido determinadas condições no início do contrato não significa que estas não possam ser alteradas. Se está em Incumprimento, ou só em risco de incumprir, lembre-se que há legislação que o apoia para obter melhores condições para si. O PARI / PERSI resultam de um Decreto-Lei de 2012 que foi criado para combater situações de sobre-endividamento.</p>
<p>A ideia base desta legislação é procurar diminuir as imparidades dos bancos(ou as provisões por incumprimento) e permitir às famílias que tenham condições para cumprir com as suas responsabilidades. Na Reorganiza estamos diariamente a negociar as dívidas de clientes que precisam de ajuda para aliviar os seus encargos bancários. O ponto principal da negociação é <a href="https://reorganiza.pt/como-reduzir-prestacoes/">baixar as prestações</a>, mas esta redução faz tanto mais sentido, quanto a capacidade do devedor reorganizar o seu orçamento familiar com a poupança obtida. Como é que isto é possível?</p>
<h2>Para Poupar Dinheiro Tem De Ser Disciplinado</h2>
<p>Depende muito da disciplina interior de cada um. Se conseguir canalizar a redução das prestações para colocar parte do valor de lado (ou seja, para <a href="https://reorganiza.pt/poupanca/poupar-dinheiro/">poupar dinheiro</a>), terá a possibilidade de utilizar essa poupança para amortizar antecipadamente outros créditos. Imagine que consegue usufruir de uma carência de capital no crédito da sua casa.</p>
<p>Se utilizar essa poupança para reduzir o endividamento do cartão de crédito (por exemplo), estará a utilizar dinheiro de um crédito com juros mais baixos para pagar outro com juros muito mais elevados. Desta forma, ao terminar a carência, já não terá o valor do cartão de crédito em que pagava juros próximos dos 20%. Este é só uma das muitas dicas de poupança através da renegociação de créditos.</p>
<h2>Quer Renegociar os Seus Créditos?</h2>
<p>Se quer começar a <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">poupar dinheiro com os créditos</a> deverá começar por fazer um <strong>diagnóstico financeiro gratuito</strong>. De seguida, saberá o que tem a fazer para poupar dinheiro de forma consistente, resolvendo o problema pela raiz. Não perca mais tempo&#8230; pois na Renegociação Tempo É Dinheiro!</p>
<p>Nota: Artigo Adaptado de Original no Jornal DESTAK</p>
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		<item>
		<title>Crédito – Famílias Continuam Afogadas</title>
		<link>https://reorganiza.pt/credito-familias-continuam-afogadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos dias saiu a atualização dos dados de incumprimento de contratos de crédito. Todos os meses o Banco de Portugal divulga estas estatísticas. Infelizmente, os dados são preocupantes e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias saiu a atualização dos dados de incumprimento de contratos de crédito. Todos os meses o Banco de Portugal divulga estas estatísticas. Infelizmente, os dados são preocupantes e devem-nos levar todos a refletir. Em última análise, temos de atacar o problema de modo a resolvê-lo pela raiz…</p>
<p> <span id="more-3963"></span></p>
<h2>Incumprimento nos Valores Mais Altos Desde Novembro</h2>
<p> Janeiro e Fevereiro foram meses de aumento do incumprimento dos contratos de crédito em Portugal, elevando o montante total para os valores mais altos desde Novembro de 2015. Tendo em consideração que a taxa de juro dos créditos tem vindo a cair todos os meses, induzindo uma queda das prestações mensais, deveremos ficar preocupados e procurar perceber a que se deveu esta inflexão.</p>
<h2>Malparado Sobe em Vários Tipos de Crédito</h2>
<p> Focando a nossa atenção nas famílias, vimos que o incumprimento de contratos de crédito é agora de 4.3% de todos os contratos. Sendo o <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-habitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">empréstimo habitação</a> aquele que representa a maior fatia de todo o endividamento, é preocupante perceber que o incumprimento está no valor mais elevado de que há registo. Na prática, 2.6% de todos os contratos de crédito habitação estão com dificuldades. Se assumirmos que esta é a grande prioridade das famílias, percebemos que a situação é grave.</p>
<h2>Crédito ao Consumo e Cartões de Crédito Trazem a Ruína Financeira</h2>
<p> A contratação de um crédito habitação pode ser essencial para ter acesso a uma habitação a preços razoáveis (sabemos que em Portugal é muitas vezes <a href="https://reorganiza.pt/comprar-ou-arrendar-casa/">mais barato pagar a casa ao banco do que pagar um arrendamento</a>). No entanto, a contratação de crédito ao consumo ou de crédito para outras finalidades poderá ser menos justificável pela necessidade. Não é errado pedir dinheiro emprestado. Mas é errado pedir um crédito pessoal cuja prestação não conseguimos acautelar no nosso orçamento familiar. Falamos de crédito responsável…</p>
<p> A consequência do não pagamento do crédito habitação é perder a casa. A consequência do incumprimento num cartão de crédito é menos gravosa, pelo menos no curto prazo. Isto justifica que os níveis de incumprimento de empréstimos pessoais estejam atualmente em 9.3% e o de crédito para outras finalidades em sensivelmente 15%.</p>
<h2>O Que Fazer Neste Contexto?</h2>
<p> Um dos principais sintomas de doença financeira é não querer saber dos problemas. É ter receio em conhecer e enfrentar os problemas. Assim, o primeiro passo consiste em conhecer com rigor o problema. Fazer um diagnóstico financeiro. De seguida, conhecedores da realidade, temos de atacar o problema de frente. Com coragem!</p>
<h2>É Possível Renegociar Os Créditos e Poupar Muito Dinheiro</h2>
<p> Se tiver incumprimentos ou atrasos de pagamento (conhecidos como ter o nome na lista negra do Banco de Portugal) saiba que não pode ter acesso ao crédito. Não pode também pedir um crédito consolidado. Os bancos estão vedados por lei a emprestar-lhe dinheiro. Deste modo, a alternativa mais interessante para reduzir os seus encargos passa por negociar todos os seus créditos. Aliás, é muitas vezes mais vantajoso negociar os créditos do que consolidar.</p>
<h2>E se Puder Renegociar e Consolidar Créditos?</h2>
<p> Depois de negociar os seus créditos irá conseguir “limpar” o seu nome da lista do Banco de Portugal e reduzir os seus encargos com créditos. Estes dois fatores em conjunto permitem-lhe ser um cliente mais apetecível junto da banca. Podemos falar de uma reabilitação… e depois desta reabilitação poderá tentar <a href="https://reorganiza.pt/simuladores/simulador-credito-consolidado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">consolidar os seus créditos todos num só</a>.</p>
<h2>O Que Concluir?</h2>
<p> Os problemas de incumprimentos vão-se manter quer estejamos em austeridade ou quer olhemos para o futuro com maior otimismo. Isto porque os problemas não se resolvem sozinhos. Deste modo, temos de perceber os motivos de incumprimento de créditos, tirar conclusões e iniciar um caminho de reabilitação financeira. Pode demorar algum tempo mas é possível mudar de vida. <strong>É possível poupar dinheiro… não acredita?</strong></p>
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		<title>Insolvência Pessoal – O Que é e Quais as Suas Consequências?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/insolvencia-pessoal-o-que-e-e-quais-as-suas-consequencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Temos visto muitas notícias que apontam para o aumento expressivo das insolvências pessoais. Cada vez se tornou mais comum ouvir dizer que uma pessoa “pediu falência” ou que esta ou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos visto muitas notícias que apontam para o aumento expressivo das insolvências pessoais. Cada vez se tornou mais comum ouvir dizer que uma pessoa “pediu falência” ou que esta ou aquela pessoa está insolvente. Um termo que estava associado às empresas que abriam falência passou a ser comum também às famílias portuguesas e muitas vezes de forma que poderia ser evitada como por exemplo através da renegociação de créditos.</p>
<h2>Em que Consiste a Insolvência Pessoal?</h2>
<p>A insolvência é o último caminho financeiro. É o fim da linha. Mas atenção que isto não significa que a pessoa não é honrada e que não terá mais vida. Em poucas palavras é perceber que o valor dos encargos mensais (prestações de crédito e despesas básicas mensais) não são cobertas pelo rendimento da família.</p>
<p>A <strong>insolvência pessoal</strong> tem de ser requerida a um juiz e deverá ter o apoio de um <strong>advogado competente</strong> que o acompanhe ao longo de todo o processo. Atenção que deverá apenas pedir a insolvência se esgotar as outras alternativas, como sendo a renegociação de dívidas. Ao pedido de insolvência deverá ser juntado também o perdão da dívida restante (que em linguagem jurídica se refere como exoneração do passivo restante).</p>
<p>Tenha atenção que um processo de insolvência é um processo dispendioso (poderá pedir apoio jurídico à segurança social, mas não é garantido) e que acaba por ter consequências graves ao nível do património da família (por exemplo, a venda judicial das habitações e automóveis, entre outros).</p>
<h2>Consequências de uma Insolvência Pessoal</h2>
<ul>
<li>Privação da administração do seu património, faculdade que é atribuída a um gestor externo;</li>
<li>Inscrição do devedor numa base de dados junto do Banco de Portugal, inviabilizando todos os pedidos de crédito;</li>
<li>Cumprimento de um plano de pagamentos restritivo;</li>
<li>Manutenção de um emprego declarado;</li>
<li>Entrega de uma quantia financeira pré-determinada a um administrador de insolvência</li>
</ul>
<p>A <strong>insolvência pessoal</strong> é uma alternativa para a solução de problemas financeiros. Não podemos dizer que é a melhor ou a pior alternativa. É uma solução para <a href="/nome-na-lista-negra-do-banco-de-portugal/">problemas financeiros</a> extremos e para acabar com dívidas difíceis e que deve ser tomada com base em muita análise e num aconselhamento credível.</p>
<p>Alternamos, neste contexto, para a necessidade de procurar apoio e aconselhamento pois algumas empresas olham para esta alternativa como o seu modelo de negócio, cobrando valores exorbitantes com a promessa de uma solução milagrosa mas que tem demasiados custos e implicações. Caso queira ver a sua situação financeira analisada em maior detalhe sugerimos que marque o seu <a href="https://reorganiza.pt/contactos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diagnóstico financeiro gratuito</a>. Nesta conversa iremos fazer o levantamento da sua situação financeira e analisar a viabilidade de redução das prestações com os seus créditos por via da <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">negociação com os seus bancos</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Baixar as Prestações Financeiras?</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-baixar-prestacoes-financeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Os últimos anos foram anos de verdadeiro sufoco para a maioria das famílias portuguesas. O programa de austeridade acabou por cortar a direito nos orçamentos familiares, levando à queda expressiva...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os últimos anos foram anos de verdadeiro sufoco para a maioria das famílias portuguesas. O programa de austeridade acabou por cortar a direito nos orçamentos familiares, levando à queda expressiva dos seus rendimentos. Muitos de nós fizeram contas às suas vidas para recorrer ao crédito, fosse para <a href="/o-credito-habitacao-esta-de-volta">compra de uma casa</a>, de um automóvel ou mesmo das obras em casa. Infelizmente, a queda do rendimento tornou o pagamento de todos os créditos uma enorme dificuldade.</p>
<p>Neste contexto de dificuldade familiar, é fundamental procurar alternativas para reduzir os pagamentos que fazemos aos bancos. Assim, apresentamos algumas sugestões que poderão fazer toda a diferença no seu orçamento familiar.</p>
<h2>Analise os Seus Extratos Bancários</h2>
<p>Em primeiro lugar, sugerimos que faça uma análise cuidada do seu extrato bancário. Possivelmente irá constatar que lhe estão a ser cobradas várias comissões bancárias que poderá negociar. É possível <strong>cortar completamente estas comissões</strong>, seja por negociação seja simplesmente pela mudança de banco (há bancos que não nos cobram comissões…).</p>
<p>Feita a análise e negociação com o seu banco, irá conseguir reduzir parte dos seus custos mensais. Pode parecer pouco mas €10 por mês são €120 por ano.</p>
<h2>Analise o Seu Orçamento</h2>
<p>O segundo passo consiste na análise ao seu <a href="/como-criar-orcamento-familiar/">orçamento familiar</a> e corte dos custos não essenciais. Mais uma vez, vai constatar que encontra fontes de poupança que serão essenciais para assegurar o pagamento das prestações financeiras e, eventualmente, a amortização antecipada dos seus créditos.</p>
<h2>Pague os Seus Cartões de Crédito</h2>
<p>Os cartões de crédito são uma das principais fontes de <a href="/como-reduzir-prestacoes/ ‎">descontrolo financeiro</a>. Não é por acaso que os bancos se esforçam bastante por colocar estes produtos nas carteiras dos seus clientes, esperando que não consigam pagar os extratos a 100%. Deverá utilizar toda a <strong>poupança</strong> resultante dos dois pontos anteriores para cortar com os seus cartões, começando naqueles com a taxa de juro mais elevada. Ao pagar o seu primeiro cartão, deverá utilizar o valor que deixou de pagar para pagar a dívida do segundo cartão e assim sucessivamente até se livrar de todos os seus cartões.</p>
<h2>Transformação do Cartão de Crédito num Crédito Pessoal</h2>
<p>Uma das grandes dificuldades associadas aos cartões de crédito reside no facto de muitas vezes não amortizarmos qualquer capital. Ou seja, em muitos casos estamos apenas a pagar os juros. A sugestão passa por transformar a dívida do cartão de crédito num crédito pessoal. Pode não ser fácil mas a nossa equipa de negociação tem obtido sucesso nesta estratégia em mais de 60% dos casos. Os benefícios consistem na redução da taxa média e na efetiva amortização do capital em dívida, apesar de diluir o pagamento por vários anos.</p>
<h2>Consolidar os Seus Créditos</h2>
<p>A alternativa da consolidação tem sido procurada por muitas pessoas mas o seu sucesso tem sido mais residual. Este facto justifica-se porque muitas pessoas que procuraram <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">consolidar os créditos</a> já estão em situação de incumprimento. É tempo de deixar aqui dois alertas para os perigos do crédito consolidado: nunca pague comissões de avaliação de processo, mesmo que a consultora diga que o crédito está pré-aprovado. <a href="https://reorganiza.pt/questoes-credito-pessoal/ ">Não acredite nas pré-aprovações das consultoras</a>. As consultoras não aprovam nem deixam de aprovar os créditos. Apenas as instituições financeiras podem fazê-lo.</p>
<p>O <a href="/consolidacao-de-credito-sufoco-financeiro">crédito consolidado</a> é um processo moroso que envolve a recolha de muita informação e em grande rigor negocial com as instituições financeiras. Mesmo sendo difícil, temos conseguido algumas aprovações de crédito consolidado e as reduções de prestações conseguem atingir os 60%-65% em média. De notar, contudo, que apesar de obter prestações mais baixas irá pagar o crédito durante mais anos. Assim, utilize este mecanismo com algum rigor e não se sinta tentado a contrair novos créditos. Se precisar de algum aconselhamento deixe-nos o seu comentário ou envie-nos um email.</p>
<h2>Renegociação de Dívidas</h2>
<p>Uma terceira alternativa que temos desenvolvido nos últimos anos consiste na renegociação de todos os contratos de crédito com as diversas instituições financeiras. É uma tarefa que demora muito tempo, na medida em que temos de contactar todas as instituições e propor e contrapropor alternativas para reduzir as prestações.</p>
<p>O mais importante é que estes mecanismos acabam por resultar em poupanças médias de 30%-45% nas prestações mensais e estão acessíveis a todos os clientes de crédito. Mesmo tendo incumprimentos poderá renegociar as suas dívidas, sendo que em momentos de incumprimento torna-se mais fácil obter a abertura da financeira para renegociação.</p>
<p>Em momentos de dificuldade financeira é bastante tentador aceitar todas as alternativas que permitam reduzir os seus encargos financeiros. Contudo, nem todas as alternativas são válidas e nem todas são as mais interessantes para o seu caso concreto. O que sugerimos sempre é que faça um rigoroso check-up às suas finanças de modo a perceber qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Para o ajudar a baixar as suas prestações financeiras, desenvolvemos um modelo de check-up financeiro gratuito com uma taxa de sucesso bastante interessante. Marque já o seu diagnóstico financeiro gratuito e comece já a poupar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consulta de Diagnóstico Financeiro</title>
		<link>https://reorganiza.pt/consulta-de-diagnostico-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/consulta-de-diagnostico-financeiro/</guid>

					<description><![CDATA[Os últimos anos foram anos de grandes desafios para as famílias portuguesas. Fomos forçados a cortar custos de forma expressiva para conseguir resistir ao aumento de impostos e às medidas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os últimos anos foram anos de grandes desafios para as famílias portuguesas. Fomos forçados a cortar custos de forma expressiva para conseguir resistir ao aumento de impostos e às medidas de austeridade. As famílias tiveram de se adaptar e de sobreviver à crise sem muitas vezes saber como fazê-lo.</p>
<p> Neste contexto de dificuldade, a Reorganiza decidiu criar <a href="/formacao-em-financas-pessoais">ações de sensibilização gratuitas</a> para as empresas e para grupos de pessoas que queiram melhor gerir o seu orçamento familiar. Adicionalmente, criámos consultas de diagnóstico financeiro <strong>gratuito</strong>.</p>
<h2>A Consulta de Diagnóstico Financeiro Gratuito<br />
 irá Ajudá-lo a:</h2>
<ol>
<li>Levantamento da sua situação financeira;</li>
<li>Apoio à construção do seu Orçamento Familiar;</li>
<li>Identificação de créditos e de estratégias para reduzir as suas prestações mensais;</li>
<li>Redução de custos com seguros;</li>
</ol>
<p> Estas consultas podem ser realizadas por telefone ou presencialmente e representam o primeiro passo para começar a <strong>cortar custos</strong> e conseguir um novo fôlego financeiro.</p>
<h2>Melhore a sua Saúde Financeira!</h2>
<p> A Reorganiza tem vários anos de experiência na ajuda ao combate ao excesso de endividamento. Já ajudámos largas centenas de famílias a <a href="/como-reduzir-prestacoes/">reduzir os seus custos financeiros</a> e já formamos perto de 6.000 pessoas. Se quiser melhorar a sua saúde financeira ou se quiser apenas uma opinião sobre as suas finanças pessoais, marque uma <a target="_blank" href="https://reorganiza.pt/contacto/" rel="noopener noreferrer">conversa </a>com um dos nossos consultores. Não espere mais tempo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Reduzir as Prestações Bancárias</title>
		<link>https://reorganiza.pt/como-reduzir-prestacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Morais Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Autor_João Morais Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de Créditos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://reorganiza23.yourcode-staging.com/como-reduzir-prestacoes/</guid>

					<description><![CDATA[Reduzir o peso das prestações é uma solução para períodos de aperto financeiro, pois permitirá melhorar a sua capacidade financeira reduzindo o esforço financeiro mensal. É certo que os tempos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reduzir o peso das prestações é uma solução para períodos de aperto financeiro, pois permitirá melhorar a sua capacidade financeira reduzindo o esforço financeiro mensal. É certo que os tempos são de dificuldade para a generalidade das famílias e ao contrário do que seria suposto, as taxas de juro baixas não têm permitido um controlo adequado do peso dos créditos.</p>
<h2>As Taxas de Juro Têm Vindo a Cair&#8230;</h2>
<p> Muitas são as razões que influenciam este tipo de acontecimento, como por exemplo, a instabilidade económica, os níveis consideráveis de desemprego e o risco do mesmo, o aumento dos impostos e consecutivamente o aumento do peso do cabaz de bens no orçamento, etc.</p>
<p> Para agravar esta situação muitas famílias viram-se forçadas a recorrer ao crédito, especialmente aos <strong>créditos de curto prazo</strong> (com taxas de juro mais elevadas), agravando ainda mais a sua situação financeira.</p>
<p> Num contexto como o que atravessamos é fundamental atacar os problemas de frente. Neste artigo iremos apresentar-lhe algumas soluções de curto prazo que lhe possibilitarão <strong>estabilizar a sua vida financeira</strong>, pagar os seus créditos e ganhar algum tempo para encontrar soluções de longo prazo.</p>
<h2>Carência de Capital</h2>
<p> A carência de capital é uma das primeiras soluções para reduzir as suas prestações. Ao solicitar uma carência de capital irá ficar durante algum tempo a liquidar apenas os juros ao seu banco. Isto significa que o seu crédito irá ficar mais caro do que a opção inicial uma vez que vai ter de suportar mais juros (o capital médio em dívida é maior).</p>
<p> A carência de capital é uma solução para reduzir o peso das prestações no orçamento familiar. No entanto, é necessário ter sempre presente que, em termos globais, o crédito fica mais caro que a opção tradicional pois irá ter um capital médio em dívida maior. Note-se que, o objectivo é conseguir um fôlego adicional no orçamento familiar para fazer face às dificuldades de curto prazo.</p>
<p> <strong>Exemplo:</strong></p>
<p> <a href="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-carencia-capital.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-12026 aligncenter" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-carencia-capital-300x178.jpg" alt="reduzir-dividas-carencia-capital" width="378" height="225" /></a></p>
<h2>Aumento do Prazo</h2>
<p> Uma segunda alternativa para reduzir as prestações com créditos consiste no aumento do prazo, uma solução que possibilitará <strong>reduzir substancialmente as suas prestações</strong>. Como no caso da carência de capital, irá pagar mais juros uma vez que o crédito irá demorar mais a ser pago.</p>
<p> <strong>Exemplo:</strong></p>
<p> <a href="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-aumento-prazo.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-12027 aligncenter" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-aumento-prazo-300x157.jpg" alt="reduzir-dividas-aumento-prazo" width="393" height="206" /></a></p>
<p> O aumento do prazo é a solução mais utilizada para aliviar a prestação mensal do crédito, pois não só garante ao cliente a manutenção do crédito com amortização de capital e juros, como manterá essa regularidade até ao fim do prazo.</p>
<h2>Diferimento de Capital</h2>
<p> Esta solução não é muito utilizada mas permite obter os mesmos resultados que os anteriores pois ao transferir parte do capital em divida para o fim do prazo permite uma redução da prestação. Como seria de esperar e à semelhança das anteriores, também aqui o encargo com o financiamento aumenta e terá que contar com um prestação final equivalente ao diferimento de capital.</p>
<p> <strong>Exemplo:</strong></p>
<p> <a href="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-diferimento-capital.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-12028 aligncenter" src="https://reorganiza.pt/wp-content/uploads/2015/01/reduzir-dividas-diferimento-capital-300x161.jpg" alt="reduzir-dividas-diferimento-capital" width="390" height="209" /></a></p>
<p> Esta solução implica que no final do contrato terá uma prestação com um valor muito pesado. Ou seja, no último dia do contrato terá de pagar 15% do valor total do crédito (neste exemplo).</p>
<h2>O que Fazer se Tiver Muitos Créditos?</h2>
<p> Todas as soluções anteriores podem ser aplicadas nos mais diversos créditos e independentemente do seu número. No entanto, negociar muitos créditos em simultâneo pode ser muito complexo e moroso. Aliás, esta maior complexidade e morosidade têm levado muitas pessoas a recorrer ao nosso serviço de <a target="_blank" href="https://reorganiza.pt/simuladores/renegociacao-de-creditos/" rel="noopener noreferrer">renegociação de créditos</a> que oferece uma consulta de diagnóstico financeiro gratuito.</p>
<p> Uma segunda alternativa pode passar pela <a target="_blank" href="https://reorganiza.pt/poupe-credito-consolidado/" rel="noopener noreferrer">consolidação de créditos</a> que mais não é do que uma situação que permite <a target="_blank" href="https://reorganiza.pt/consolidar-creditos-pessoais/" rel="noopener noreferrer">agrupar os créditos todos num só</a> financiamento., com o objetivo de diminuir as suas prestações mensais.</p>
<h2>A Sua Estabilidade Financeira Surgirá Depois</h2>
<p> Qualquer solução permitirá reduzir o peso das prestações do crédito no seu orçamento mensal, bem como, em situações de aperto financeiro reunir o fôlego financeiro necessário para alcançar a estabilidade financeira existente até à data dos primeiros sinais de aperto.</p>
<p> Precisa de recuperar a sua estabilidade financeira? Está com dificuldade em fazer face ao pagamento dos seus créditos? Marque já o seu <a target="_blank" href="https://reorganiza.pt/simuladores/renegociacao-de-creditos/" rel="noopener noreferrer">diagnóstico financeiro gratuito</a> e veja quanto pode poupar todos os meses.</p>
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		<title>Como Reduzir as Suas Prestações com a Reorganiza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reorganiza_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir Prestações]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem-se escrito muito sobre a forma de corrigir situações de desequilíbrios financeiros, a importância da construção do orçamento familiar ou da avaliação e negociação das comissões bancárias. Estas estratégias são...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem-se escrito muito sobre a forma de corrigir situações de desequilíbrios financeiros, a importância da construção do orçamento familiar ou da avaliação e negociação das comissões bancárias. Estas estratégias são todas bastante válidas e úteis e permitem reduzir alguns custos todos os meses.</p>
<p>Queremos agora falar de um serviço com que nos deparámos recentemente e que tem ajudado centenas de famílias, com uma redução média de prestações de perto de 40%!!! Imaginemos o que será vivermos com mais 450€ todos os meses… e não estamos a falar da <a href="https://reorganiza.pt/credito-consolidado-simulador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">consolidação de créditos</a>, que também é uma solução.</p>
<h2>Renegociação Profissional de Créditos</h2>
<p>Como sabemos, o aumento de impostos, a redução dos apoios sociais e o aumento do desemprego têm dificultado o pagamento das prestações financeiras por parte das famílias. Famílias honradas que se vêem na impossibilidade de cumprir com os seus compromissos, maioria das vezes sem grandes responsabilidades.</p>
<p>Este <strong>aumento do incumprimento dos contratos de crédito</strong> tem forçado os bancos a abrirem-se mais à renegociação dos contratos com os seus clientes. Acontece que a solução mais fácil (e rapidamente aceite por muitas pessoas) passa pelo aumento do prazo do empréstimo, o que por vezes vem acompanhado pelo aumento dos <i>spreads</i>. Esta é a solução proposta a pessoas desesperadas que querem ver o seu problema resolvido no curto prazo. Pode ajudar, mas não é a solução estrutural que propomos.</p>
<h2>Por Que Não Procurar Apoio Profissional?</h2>
<p>Conhecemos recentemente uma empresa que tem centenas de processos de renegociação em curso com as diversas instituições financeiras. Através de uma renegociação profissional, é possível obter perdões de capital e/ou de juros, redução de taxas de juro ou outro tipo de soluções. Os resultados são extraordinários.</p>
<p><strong>40% de redução de prestações mensais ou 450€… todos os meses</strong></p>
<h2>Quais os Custos da Renegociação de Créditos?</h2>
<p>Para além do sucesso na renegociação, uma outra característica muito interessante é o custo associado. A pessoa só paga se tiver sucesso na renegociação. Se não tiver… não paga. Os interesses estão absolutamente alinhados.</p>
<h2>E Se a Renegociação de Créditos Não Tiver Sucesso</h2>
<p>Existem casos em que não é possível renegociar. Contudo, não há problemas que não tenham solução. Tem é de ser aconselhado para saber qual a melhor alternativa para o seu caso concreto… e o aconselhamento não tem de ter um custo associado.</p>
<h2>O Que Fazer Para Reduzir Prestações?</h2>
<p>Caso queira conhecer em maior detalhe este serviço, basta preencher o <a href="https://reorganiza.pt/simulador-credito-consolidado">simulador de consolidação de créditos</a>. Entraremos em contacto sem qualquer compromisso para lhe mostrarmos como pode <strong>começar a poupar já este mês!</strong></p>
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