Crédito Pessoal – Quanto Pedir E Quanto Não Pedir

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Crédito Pessoal - Quanto Pedir E Quanto Não Pedir

Um crédito pessoal é algo muito conveniente. No entanto, esta conveniência pode sair muito cara. Assim, é fundamental ter bem ciente quando deve pedir um crédito pessoal e quando deverá procurar outras alternativas. Em última análise, a decisão é sempre sua, como também o são as consequências.

Quais os Principais Pedidos De Crédito Pessoal

O Doutor Finanças tem recebido inúmeros pedidos de apoio na intermediação de crédito pessoal. Os motivos são diversos, mas os principais serão:

  • Crédito para consolidar outros créditos (diferente do crédito consolidado típico);
  • Crédito para obras;
  • Crédito para recheio da casa;
  • Crédito para férias;
  • Crédito para emergências diversas.

Como repara, a utilização a dar ao dinheiro anda a par com as nossas necessidades e sonhos. É certo que ainda pedem a nossa ajuda para outras coisas como casamentos e até para compra de animais domésticos. Há de tudo um pouco. Resta nunca esquecer que com o crédito vem uma prestação… e aí passamos a olhar os bancos como os “maus da fita”.

Quais Os Melhores Motivos Para Pedir Crédito Pessoal?

A pergunta pode estar um pouco mal formulada. O que torna o crédito pessoal algo bom ou mau é a utilização que fazemos dele e essa categorização depende das prioridades e da realidade de cada família. Dito isto, parece-nos prudente tipificar como boa utilização de crédito pessoal:

  • Despesas de saúde essenciais;
  • Aproveitamento de oportunidades únicas;
  • Alguns tipos de crédito para estudar.

Qual o Melhor Critério Para Avaliar Um Crédito Pessoal?

Destacamos dois critérios de avaliação de um crédito pessoal que sugerimos tenha em mente antes de contratar este empréstimo. Destacamos:

  • Taxa de Juro – Procure encontrar sempre o crédito pessoal mais barato, nem que para tal possa demorar mais tempo no seu pedido. A taxa de juro e a prestação que paga são fundamentais para perceber se deve ou não fazer este crédito;
  • Taxa de Esforço – Relacionado com o referido no ponto anterior, a taxa de esforço diz-nos o peso que as prestações dos nossos créditos têm no nosso orçamento familiar. Podemos não o saber e aí nunca será demasiado alertar para a necessidade de fazer um orçamento com rigor.

Assuma As Rédeas da Sua Vida Financeira

Seja qual for a sua opção garanta sempre que mantém a liberdade e o controlo sobre o seu dinheiro. O dinheiro é algo que foi criado para ser gasto, hoje ou no futuro. Assim, procure manter sempre a independência e tratar o dinheiro (e o crédito) como instrumentos para atingir os seus objetivos. Nunca se torne um instrumento do dinheiro, porque aí começam os problemas… que dificilmente acabam.

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Iniciou a sua carreira no setor financeiro onde desempenhou funções de analista de ações e gestor de fundos de investimento. Especialização em mercados e ativos financeiros no ISCTE e uma pós-graduação em Análise Financeira no ISEG, curso que lhe conferiu o Certificado Europeu de Analista Financeiro. Fundou a Escola de Finanças Pessoais – sendo co-autor de seis livros nesta temática (Manual das Finanças Pessoais, Manual da Poupança, Como Acabar com as Dívidas Pessoais e Familiares, O meu primeiro livro de Finanças Pessoais e Como ensinar o meu filho a poupar, Viva uma Reforma Feliz). Através da Escola de Finanças Pessoais já formou mais de 5.000 colaboradores de empresas nacionais e internacionais. Tendo sido Diretor-Comercial na DignusCapital, decide criar o seu projeto próprio na área da renegociação e intermediação de crédito, fundando a Reorganiza, empresa onde trabalha atualmente.

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